Rumo à  Rio+20, CUT realiza na terça seminário em Curitiba

O Seminário é uma promoção da CUT-PR em parceria com a APP- Sindicato; FETRAF-SUL e SINDISEAB. Será realizado na próxima terça-feira, dia 22, no auditório da APP-Sindicato (Avenida Iguaçu, 880, Curitiba). Início à s 9h e término à s 18h.

O objetivo do Seminário é fazer uma avaliação das políticas públicas envolvendo o meio ambiente e desenvolvimento sustentável da ECO 92 à  RIO+20. E também elaborar propostas a serem encaminhadas para Rio+20 e Cúpula dos Povos.

Os interessados devem se inscrever pelo e-mail formaçã[email protected] !“ não há taxa de inscrição. Haverá certificação de 8 horas.

Programação

8:30h !“ credenciamento

9h !“ Abertura – Apresentação cultural

10h – Mesa de abertura

Dep. Luiz Eduardo Cheida !“ Presidente da Comissão Ecologia e Meio Ambiente da Assembléia Legislativa do Paraná; Roni Anderson Barbosa !“ Presidente da CUT-PR; Carmem Foro !“ Secretaria Nacional do Meio Ambiente da CUT; APP-Sindicato; Fetraf-Sul e Sindiseab.

10:30 h !“ 1!º Painel !“ Meio ambiente e desenvolvimento sustentável da ECO 92 à  RIO+20 !“ avaliações e expectativas

Exposição: Ministério do Meio Ambiente; Ministério do Desenvolvimento Agrário; Dr. Dimas Floriani !“ Sociólogo, professor do Curso de Pós Graduação da UFPR – Mestrado Em Meio Ambiente; Cúpula dos Povos !“ Carmem Foro (Sec. Meio Ambiente da CUT Nacional); SINDSEAB – Shirley Margareth Reis Branco (Socióloga e Coordenadora das Ações da Agenda 21 Paraná de 2003 à  2010)

Debate !“ 30 min.

Almoço !“ 13h à s 14h

14h !“ 2!º Painel !“ Desafios e propostas para o desenvolvimento sustentável !“ rumo à  RIO+20

Exposição: Fetraf-Sul; SindiSeab; Via Campesina; CUT.

15:40h – Depoimentos: Movimento Atingidos por Barragens; Movimento Indígena no Paraná; Fórum do Lixo e Cidadania; Movimento de Luta por Moradia; Movimento Quilombola; Terra de Direitos; Senge (matriz energética).

16:40h – Debate !“ 40 min.

17:20 h 3!º Painel !“ Encaminhamentos !“ Aprovação Carta do Paraná com propostas dos (as) trabalhadores (as) para a RIO+20, Organização de Caravanas para a Rio+20 e Cúpula dos Povos

Debate

Coquetel de encerramento 18h

17 Comentários

Os comentários não representam a opinião do Blog do Esmael; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

  1. I really liked your blog.Really thank you! Much obliged.

  2. I really enjoy the article.Really thank you! Want more.

  3. Awesome article post.Thanks Again. Fantastic.

  4. I value the article post.Really looking forward to read more. Great.

  5. Im obliged for the blog post.Thanks Again. Really Great.

  6. wow, awesome blog article.Much thanks again. Much obliged.

  7. This is one awesome blog post. Really Great.

  8. I think this is a real great article post.Really thank you! Much obliged.

  9. Thanks again for the post.Thanks Again. Really Cool.

  10. Thanks again for the article post.

  11. Im thankful for the article.Really looking forward to read more. Great.

  12. Appreciate you sharing, great article post.Really looking forward to read more. Much obliged.

  13. Really enjoyed this blog post. Great.

  14. Thank you ever so for you article post.Really thank you! Really Cool.

  15. Say, you got a nice blog post.Really looking forward to read more. Cool.

  16. Carta Pública à Conferência da Rio+20 e à Cúpula dos Povos: Paraná o Futuro Que Queremos

    – A Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável ““ Rio+20, que ocorrerá em junho deste ano, foi inicialmente saudada como uma oportunidade singular para aprofundar a discussão do desenvolvimento sustentável na sua interface com as problemáticas ambientais e sociais do planeta. Entendia-se que a conferência seria uma momento privilegiado para negociar uma agenda de propostas, objetivos e metas comprometidas em resolver as lacunas e compromissos assumidos na Rio 92, expressos especialmente nos princípios da Carta da Terra, na Agenda 21, na Convenção da Biodiversidade, na Convenção Marco sobre Mudanças Climáticas e na Declaração dos Princípios para a Administração Sustentável das Florestas. Também se esperava um posicionamento da ONU em relação aos acordos expressos no protocolo de Kioto, especialmente em relação aos anos 2012-2020, visto que a última COP do clima, realizada em Durban no final de 2011, praticamente deixou esse período “descoberto” de medidas concretas no combate ao aquecimento da temperatura planetária com origem nas atividades humanas.

    – Boa parte das expectativas positivas foi, todavia, frustrada com a divulgação do “Zero Draft” (esboço zero) da ONU, quando ficou explicitada, no documento, a primazia da dimensão econômica, de fundamento neoliberal, sobre as problemáticas ambientais e sociais que assolam o planeta. Em abril último, com a divulgação do “One Draft”, muito pouco se avançou na discussão de alternativas para essas questões, visto que esta nova versão do Documento Base para a Rio+20 não identifica no atual modelo de produção e consumo a devida responsabilidade pela problemática ambiental contemporânea.

    – Também não são questionadas, no referido documento, as imensas desigualdades entre os países desenvolvidos e as demais nações, nem as responsabilidades históricas dos primeiros pela degradaçao ambiental e das condições de vida no planeta. Além disso, não fica evidenciado no documento que tanto nos países ricos como nos pobres existem diferenciações entre classes sociais e outras distinções entre grupos humanos, as quais se manifestam sob múltiplas formas de preconceito, como o machismo, o racismo, a homofobia e as diversas formas de intolerências religiosas e políticas que acabam resultando em diferentes modos de apropriação dos elementos da natureza e criando variadas vulnerabilidades sociais. Ao propor ações pela “erradicação da pobreza” a ONU não considera que a discussão sobre a miséria não se dissocia do debate sério a respeito da concentração e da distribuição da riqueza e do excesso de consumo e desperdício de uma minoria privilegiada.

    – Sob a retórica da “economia verde”, os documentos oficiais que antecedem a Conferência sinalizam uma clara intenção de subsidiar as discussões sob a ótica da mercantilização dos elementos da natureza indispensáveis à sobrevivência da vida humana ““ especialmente a água e as florestas ““ e dos meios de reprodução da vida, como os territórios das comunidades tradicionais. Busca-se, em tais documentos, consagrar o “direito”dos ricos continuarem poluindo e interferindo na autonomia dos territórios dessas populações, via mecanismos de compra e venda de créditos de carbono nos mercados financeiros mundiais, agora sob as alcunhas de “Redução de Emissão por Desmatamento e Degradação” e congêneres (REDD, REDD+ e outros). Se isso não bastasse, advoga-se,ainda,para o mercado e para as corporações privadas, um maior peso e protagonismo nas decisões políticas.

    – Diante desse quadro, exigimos maior espaço e poder de decisão para os movimentos sociais, aos ambientalistas realmente comprometidos com a defesa da natureza e de condições dignas de vida para [email protected] os seres humanos, às mulheres, aos jovens, aos indígenas e às comunidades tradicionais, às personalidades e à intelectualidade progressista, bem como, aos trabalhadores e trabalhadoras, nos processos preparatórios e na reunião de alto nível da Rio+20 a se realizar entre 20 e 22 de junho do corrente. Por outro lado, saudamos com entusiasmo e apoiamos decididamente a realização da Cúpula dos Povos na Rio+20 por Justiça Social e Ambiental, que se realizará no Aterro do Flamengo entre os dias 15 e 23 de junho. Entendemos que para a Cúpula dos Povos converge o pensamento mais amplo e avançado da sociedade civil, visando à busca de alternativas para um mundo mais justo e solidário, pautado no fim da exploração predatória da natureza, no respeito à autonomia dos povos e à soberania das nações; e no acúmulo histórico de lutas globais e locais de cunho classista, antirracista, antipatriarcal e anti-homofóbica.

    – No Paraná, destaca-se a louvável a iniciativa do Fórum Permanente da Agenda 21 Paraná em articular a formação do Comitê Paranaense para a Rio+20, materializada via o Decreto 3508/2011. Embora não depositemos maiores esperanças em relação aos resultados concretos da Rio+20, entendemos que o Estado, o governo e a sociedade paranaense devem estar comprometidos com alguns princípios e propostas básicas para o futuro do Paraná. Por isso defendemos as seguintes proposições:

    – A defesa da água como um bem comum à vida dos paranaenses, sendo prioridade a sua conservação e garantia de boa qualidade e os usos destinados à conservação da biodiversidade e ao abastecimento público residencial. É um bem ambiental a ser vigiado pelo Estado e a União e pela comunidade. A administração desse bem deve ser de responsabilidade conjunta de comunidades de cidadãos, dos colegiados locais e governos de todos os níveis. Queremos o controle social dos instrumentos de gestão ambiental das águas superficiais e subterrâneas do Paraná, com a criação dos comitês de bacias hidrográficas e a elaboração e a aplicação dos planos de bacias hidrográficas estabelecidos na Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei Federal nº9.433/97). O Estado deve oferecer apoio às comunidades atingidas por represas, desvios de cursos de água e todas as demais obras “públicas e/ou privadas”, que arbitrariamente lesam as comunidades utilizando-se das mais variadas formas de expulsão (expulsão física, compra ilícita, corrupção passiva, etc.) Repudiamos qualquer tentativa de ampliar a participação privada na gestão acionária da SANEPAR, mantendo sua função pública de abastecimento social e saneamento ambiental, sob o controle da sociedade paranaense;

    – O censo de 2010 levantou a informação que somente 49,11% dos domicílios residenciais do Paraná eram atendidos por rede pública de coleta de esgotos. Como nem todos os domicílios atendidos estão conectados à rede, o percentual de ligações era ainda menor: somente 32,84% das residências tinham ligações com a rede. Assim, exigimos a universalização da rede de coleta pública de esgotos até no máximo o ano de 2015, bem como a garantia que até o final do atual governo,em dezembro de 2014, todos os lares paranaenses estajam conectados às redes públicas de abastecimento de água e tenham assegurada a coleta periódica regular dos seus resíduos sólidos;

    – É indispensável a busca de fontes de energias, sustentáveis limpas e renováveis, bem como a garantia do acesso, com barateamento dos custos, para as famílias mais pobres, aos agricultores familiares e para os micro e pequenos empresários do campo e da cidade. Para isso é fundamental o caráter publico e estatal da COPEL, orgulho do Paraná. Repudiamos, portanto, veementemente qualquer tentativa de privatização do capital acionário público da COPEL ou de suas subsidiárias;

    – O Paraná ainda apresenta cerca de 10% dos seus remanescentes florestais e boa parte está concentrado nas UCs. Embora nossas florestas tenham sido praticamente devastadas na maior parte do Estado em nome do “progresso econômico” esses remanescentes são fundamentais para a conservação da biodiversidade, especialmente as florestas localizadas na porção litorânea, na região do Parque Nacional do Iguaçu, na montante do Lago de Itaipu, nas UCs e nas APPs. Esses remanescentes devem ser protegidos integralmente, em lei, para as atuais e futuras gerações. Deve-se ser retomado o programa dos “corredores da biodiversidade” para garantir as necessárias circulações e trocas genéticas, fundamentais para a conservação da biodiversidade em nosso Estado e a efetiva fiscalização e gestão pública das UCs. Nesse contexto, o Zoneamento Ecológico e Econômico do Paraná (ZEE) deve ter um caráter primordialmente conservacionista e de orientação do desenvolvimento com base sustentável;

    – Embora carentes de maior aprofundamento de pesquisa científica, algumas evidências do aquecimento global já repercutem em nosso Estado. Entre elas podemos citar a elevação em 1,5° C na temperatura média do nosso Estado a partir da década de 1950 e o avanço de doenças características de climas mais quentes, como a dengue, para áreas mais frias do Estado. Não acreditamos que será com programas de compensação por emissão de carbono que estaremos contribuindo para o esforço mundial em reverter o aquecimento atmosférico de origem societária, conforme preconizado pelo programa BIOCLIMA e insígnias difundidas pelos “arautos da economia verde” como o REDD e REDD+. A questão é mais profunda e envolve necessariamente a mudança nos atuais modelos de produção e consumo. O Estado do Paraná deve rever o programa do BIOCLIMA, bem como as leis que lhe dão suporte, notadamente a referente ao pagamento por serviços ambientais (PSA) e a que estabelece a Política Estadual de Mudanças Climáticas;

    – O Estado deve apoiar as experiências com agricultura orgânica e agroecologia que nos revelam formas sustentáveis de produção agrícola comprometidas com as dimensões sociais, ambientais, e mantém uma relação positiva com a questão da segurança alimentar e nutricional. Apenas para ilustrar este último aspecto, vale lembrar o envolvimento da agricultura familiar do Estado (e particularmente da agricultura orgânica) no cumprimento da Lei 11.947/2009, que dispõe sobre o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) em que 30% dos alimentos para as escolas devem provir desses agricultores. Nesse sentido, aplaudimos a mobilização popular que levou a Assembleia Legislativa a derrubar o veto governamental ao projeto de lei 403/2011, que incentiva a agricultura orgânica e a agroecologia no agricultura familiar. Exigimos a aplicação plena dessa lei assim comoque se debata na sociedade paranaense a questão dos agrotóxicos e dos transgênicos, tendo por base o princípio da precaução e dos efeitos perversos ao ambiente e à saúde humana.

    – As nossas cidades, especialmente as pertencentes às RMs de Curitiba, Londrina e Maringá e aos outros aglomerados urbanos, apresentam incontáveis problemas relacionados a condições inadequadas de habitação e moradia (assentamentos precários, favelas, ocupações em áreas de risco, locais com irregularidades fundiárias, etc”¦), falta de infraestruturas urbanas básicas, problemas de mobilidade, (in) segurança individual e coletiva, falta de destinação adequada para os resíduos sólidos e líquidos, poluição atmosférica, péssima qualidade no atendimento aos serviços básicos, mormente à saúde, à educação básica, de assistência à infância, à juventude, às mulheres e aos idosos. Conquanto desenha-se para as cidades um quadro de insustentabilidade que se alastra também para os centros urbanos menores. O Estado do Paraná deve promover e garantir o direito à cidade para todos, afirmando direitos de cidadania sobre o domínio do solo urbano em detrimento aos interesses da especulação imobiliária e combater energicamente as segregações socioespaciais. Também deve ser investido em habitação e moradia de qualidade, na eficiência, barateamento e conforto do transporte público, na segurança comunitária, no saneamento ambiental, na saúde e na educação pública de qualidade, em efetivas políticas para a infância, adolescência e juventude, mulheres, idosos, na assistência social, entre outros setores priorítários definidos no Estatuto das Cidades, nas legislações específicas e nas Constituições brasileira e estadual.

    – Em novembro de 2011, havia no Paraná 1.031.579 famílias inscritas no cadastro único do Ministério do Desenvolvimento Social, sendo que dessas, 660.984 tinham renda per capita inferior a R$140,00 mensais. O total de atendidos pelo Programa Bolsa Família em dezembro de 2011 era de 444.050 famílias. Diante desses números, deve-se admitir que uma enorme gama de pessoas no Paraná ainda é carente quanto ao suprimento das suas necessidades básicas de sobrevivência material e que existem regiões, como o Vale do Ribeira e a região central do Estado, onde os índices que atestam pobreza são mais expressivos que o conjunto do Paraná. Diante disso, exigimos um amplo programa não somente de geração de empregos, mas igualmente de valorização do trabalho e de inclusão socioprodutiva que envolva outras dimensões do acesso aos requisitos básicos da conquista da cidadania plena e integral.

    – Infelizmente em nosso Estado ainda são observados inúmeros casos de agressões domésticas contra mulheres e outros tipos de manifestações sexistas e machistas, especialmente no mundo do trabalho. A isso se acrescenta inúmeros casos de intolerância religiosa, racismo e demonstrações explícitas de homofobia, inclusive executadas por grupos xenófobos e neonazistas com o uso de violência física. Ao Estado cabe, pois, fomentar e aplicar as políticas de antiviolência e de promoção da mulher, consagradas na Lei Maria da Penha, no Estatuto da Mulher, nas lutas da Marcha das Margaridas, da Marcha Mundial de Mulheres, da União Brasileira de Mulheres e das mulheres negras e indígenas. O Estado também tem o papel de combater as manifestações discriminatórias, homofóbicas, lesbofóbicas e racistas e qualquer outras que atentem contra os direitos humanos e a livre manifestação religiosa e de opção sexual com o rigor da lei, inclusive com a criação de Ouvidoria Pública junto à Assembléia Legislativa e de Delegacias Especializadas, estruturas institucionais estas caracterizadas pela especificidade do combate e da prevenção contra as diversas formas de preconceito anteriormente arroladas, a exemplo do caráter atribuído às Delegacias de Defesa da Mulher. O Estado do Paraná tem o dever de investir fortemente na educação formal, não formal e informal, do nosso povo para a mudança de pensamentos, hábitos e atitudes para banir definitivamente do seio da nossa população qualquer resquício de discriminação e intolerância.

    – O nosso Estado no seu processo de desenvolvimento tem uma dívida histórica com as populações indígenas, praticamente dizimadas em nossa colonização, e com as comunidades tradicionais (além dos indígenas, ressaltamos as comunidades quilombolas, faxinalenses, ribeirinhas, de pescadores artesanais, cipozeiros, entre outros). Diante disso, o Estado tem que estar comprometido integralmente com a regularização fundiária dos territórios históricos dessas comunidades e com políticas públicas de compensação e indenização e a promoção do bem estar dessas populações. Também se ressalta que o Estado deve estar alerta com ameaça que representa o advento dos conceitos de REDD e REDD+ sobre as territorialidades dessas comunidades e assegurar a defesa dos seus territórios contra qualquer tipo de pressão econômica ou as advindas da grilagem de terras ou provenientes da especulação fundiária. Ao mesmo tempo devemos reconhecer a importância e a profundidade do conhecimento dessas comunidades em relação ao uso sustentável dos elementos da natureza. Aqui se abre um parêntese para insistir na importância do diálogo sincero de saberes entre a ciência das estruturas institucionalizadas, tanto públicas como privadas, com as comunidades tradicionais. Esse diálogo de saberes é requisito fundamental para trilhar o caminho da sustentabilidade.

    – Com as oportunidades proporcionadas pela”janela demográfica” podemos avançar para além da universalização do acesso a educação básica e superior, garantindo principalmente a qualidade do ensino público em todos os níveis, sempre ressaltando a questão da recomposição real dos salários dos profissionais da educação para níveis dignos. Também é essencial investimentos em ciência e tecnologia nas nossas universidades, especialmente nas áreas voltadas para o diagnóstico e solução dos nossos problemas ambientais e sociais.

    – É fundamental o fortalecimento e a autonomia institucional do Fórum Permanente da Agenda 21 Paraná, no sentido de promover o debate das lacunas e das soluções para as problemáticas ambientais do Estado. Esse fórum se revela de importância singular na estrutura institucional do Estado, porque congrega na sua composição, setores acadêmicos, empresariais, das ONGs ambientalistas e dos movimentos sociais;

    – Por fim, entendemos que é necessário aprofundar e fortalecer os mecanismos de participação do povo paranaense nos processos decisórios da política, da economia e do desenvolvimento do nosso Estado.

    Assinam:

    1) Cláudio Jesus de Oliveira Esteves ““ Doutor de geografia ““Geógrafo do IPARDES, militante do Centro de Estudos, Defesa e Educação Ambiental (CEDEA)

    2) Janaina Martinez ““ Mestre em Geografia ““ Professora SEED-PR ““ militante da União dos Negros e Negras pela Igualdade (UNEGRO)

    3) Elza Maria Campos ““ Coordenadora Nacional da União Brasileira de Mulheres (UBM) e professora do Curso de Serviço Social da Unibrasil

    4) Francisco de Assis Mendonça, Geógrafo, Mestre em (Geografia Física / USP), Doutor (Clima e Planejamento Urbano ““ USP) e Pós-Doutor (Epistemologia da Geografia -Université Sorbonne/Paris I/França). Professor Titular do Departamento de Geografia da UFPR. Professor convidado: Université de Sorbonne/Paris I/Institut de Géographie, da Université de Haute Bretagne/Rennes II/França e pesquisador convidado da London School of Hygine and Tropical Medecine (Londres/Inglaterra) e do Laboratoire PRODIG/França (Univ. Sorbonne/Paris).

    5) Rosa Moura, Doutora em Geografia, Geógrafa do IPARDES e do Observatório das Metrópoles

    6) Mário Antonio Ferrari ““ Presidente do Sindicato dos Médicos do Paraná e Diretor Da Federação Nacional dos Médicos.

    7) Toni Reis, Presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Travestis e Transexuais (ABLGTB), Diretor Executivo do Grupo Dignidade, Doutor em Educação, Curitiba

    8) Hilma de L.Santos Coordenação do (MNLM) Movimento Nacional de Luta Pela Moradia.

    9) Jussara Rezende Araujo, Jornalista, Mestre em Teoria e Ensino da Comunicação, Doutora em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. É professora adjunta do Setor Litoral da Universidade Federal do Paraná -UFPR. Pesquisadora do Grupo Interdisciplinar de Pesquisa para o Desenvolvimento Sustentável do Litoral, Coordenadora do Curso de Gestão Imobiliária da UFPR- Litoral

    10) Hélio Fileno de Freitas Puglielli ““ Jornalista, professor aposentado de Comunicação Social da UFPR e PUC-PR, ex-editorialista dos jornais Gazeta do Povo, O Estado do Paraná e Indústria & Comércio

    11) José Agnaldo Pereira ““ Presidente da CTB-PR

    12) Israel Machado (Pai jael), pelo Fórum Paranaense das Religiões de Matriz Africana ““ FPRMA

    13) Ana Claudia de Paula Muller, Bióloga, Doutora em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Pesquisadora do IPARDES.

    14) Luiz Ary Gin ““ Federação dos Trabalhadores nas Indústrias do Estado do Paraná ““FETIEP.

    15) Myrian Regina Del Vecchio de Lima, Jornalista, mestre em Comunicação Social e doutorado em Meio Ambiente e Desenvolvimento; Professora permanente do Programa de Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado) em Meio Ambiente e Desenvolvimento da Universidade Federal do Paraná, professora colaboradora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFPR

    16) Leonildo Coordenador Nacional Movimento Nacional da População de Rua ““PR

    17) Diego H. S. Baptista ““ Professor de Relações Internacionais, Empreendedorismo e Sustentabilidade, Mestre em Gestão do Desenvolvimento ““ CFI/OIT, Coordenador da ONG Sociedade Global e Mobilizador da Juventude Paranaense.

    18) Agenor Oliveira Neto ““ Presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Papel

    19) Sindicato dos Trabalhadores Técnicos em Meio Ambiente do Paraná (Sinditema)

    20) União dos Negros e Negras pela Igualdade (UNEGRO-PR)

    21) União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES)

    22) Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB-PR)

    23) Associação dos Consumidores de Produtos Orgânicos do Paraná (ACOPA)

    24) Professor Galdino ““ Vereador em Curitiba

    25) Claudinei Taborda da Silveira, Mestre em Geologia Ambiental, Doutor em Geografia, professor adjunto da UFPR ““ Colombo ““ Pr

    26) Oduvaldo Bessa Jr. ““ Geólogo ““ Coordenador do Núcleo de Estudos Ambientais e Geoprocessamento do IPARDES

    27) Centro Brasileiro de Solidariedade e Luta pela Paz (CEBRAPAZ ““ PR)

    28) Leverci Silveira Filho ““ Biólogo ““ Secretario Municipal de Meio Ambiente da Prefeitura de Quatro Barras

    29) Marisa do Valle Magalhães ““ Demógrafa ““ Pesquisadora do Núcleo de Estudos Populacionais e Sociais ““ IPARDES

    30) Manoel Barbosa Filho ““ advogado ““ Secretário Municipal de Assuntos Jurídicos da Prefeitura de Quatro Barras

    31) Elair de Macedo e Silva ““ Professora do CEAD Potty Lazarotto e militante da União Brasileira de Mulheres (UBM)

    32) Laura Jesus de Moura Costa ““ Doutora em Meio Ambiente e Desenvolvimento ““UFPR/Coordenadora geral do Centro de Estudos, Defesa e Educação Ambiental (CEDEA) e diretora de Meio Ambiente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB-PR) e da União Brasileira de Mulheres (UBM)

    33) Paulo César Medeiros ““ Doutor em Geografia ““ Professor do IFPR, Professor da SEED/PR, Membro do Conselho Estadual de Recursos Hídricos ““Sociedade Civil, Membro do Centro de Estudos, Defesa e Educação Ambiental ““CEDEA

    34) Movimento Nacional da População de Rua ““PR

    35) Zenir Teixeira de Almeida Diretor de Relações Institucionais da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias do Estado do Paraná e da CTB, .

    36) Daniel Hauer Queiroz Telles ““ Professor Assistente ““ Gestão em Turismo Universidade Federal do Pampa ““ Campus Jaguarão (paranaense com muito orgulho, embora residindo provisoriamente no Rio Grande do Sul)

    37) Patrícia Maria Rodrigues, cientista social, Colombo ““ Paraná

    38) Denis Laurindo, Filósofo, professor da SEED-PR, Ativista da UNEGRO

    39) Marilucia Cyrino Rodrigues, Assistente Social- Mestranda em Desenvolvimento Regional ““UTFPR

    40) Romulo Kulka ““ Curitiba ““ Bacharel em Letras/UFPR ““ microempresário

    41) Mário Sérgio Simião, Secretário Geral Sindicato dos Trabalhadores Técnicos em Meio Ambiente do Paraná (Sinditema) ““ Pinhais

    42) Doris Margareth de Jesus ““ Coordenadora Nacional de Finanças da UBM

    43) Miriam Zampiri Santos ““ da coordenação da UBM ““ Curitiba

    44) Tiago Menegasso Esteves ““ Estudante do curso de geologia da UFPR

    45) Lucrecia Zaninelli Rocha ““ Ipardes _ Designer em Geoprocessamento do Núcleo de Estudos Ambientais e Geoprocessamento do IPARDES

    46) Renata Szczepanski ““ Curitiba ““ Bacharel em Letras/UFPR ““ Designer Instrucional

    47) Daniele Ferreira ““ Curitiba ““ Bacharel em Letras/UFPR ““ Editora de Conteúdo

    48) Monique Nakagawa ““ Curitiba ““ Pós graduação e especialização e graduação em Letras/UFPR ““ Ilustradora

    49) Renata Dermenjian ““ Curitiba -Graduada em Publicidade e propaganda com pós em Língua Portuguesa e Literatura/UFPR ““ Revisora de Texto

    50) Carolina Pereira ““ Curitiba ““ Graduada em Tecnologia em Artes Gráficas na UTFPR -Programadora

    51) Associação dos Geógrafos Brasileiros ““ Seção de Curitiba

    52) Jussara Marques de Medeiros Dias ““ Professora do Curso de Serviço Social da Unibrasil

    53) Lorena Portes ““ Professora doCurso de Serviço Social da Unibrasil

    54) Jurema Juara dos Santos-Estudante de Serviço Social da UniBrasil

    55) Maria Aparecida de Oliveira ““ Coordenadora daUBM em Foz do Iguaçu ““ PR

    56) Elis Medeiros ““ Estudante de Arquitetura ““ Universidade Positivo.

    57) Ceres Medeiros ““ Arte Educadora ““ Curitiba ““ Paraná

    58) Neiza Lopes de Lima Busnello, Técnica em Gestão Imobiliária (UFPR-Litoral) ““ Empresária do ramo da alimentação em Ponta Grossa-Pr.

    59) Maria Helena Pupo Silveira ““ Doutora em Educação ““ Professora SEED/PR

    60) Maria Tereza Coimbra ““ Filosofa ““ Professora SEED/PR

    61) Janaína Chudzik ““ Geógrafa ““ Professora NITS/UFPR ““ Diretora da Associação dos Geógrafos Brasileiros ““ Seção Curitiba

    62) Ronel Corsi ““ Professor de Arte ““ SEED/PR

    63) Francisco Manoel de Assis França ““ Professor de Educação Física SEED/PR, Coordenador do CEBRAPAZ ““ Centro Brasileiro de Solidariedade e Luta pela Paz

    64) Cristiane Regina Zimermann ““ Geógrafa ““ Mestre em Geologia Ambiental ““ UFPR;

    65) Coletivo de Guias Turísticos Nativos da Ilha do Mel ““ Paraná

    66) Michele Riemer ““ Professora de História SEED/PR

    67) Luis Antônio dos Santos ““ eletrecista/chaveiro, autonômo ““ Alto da Glória, Curitiba”“ Paraná.

    68) União Brasileira de Mulheres (UBM-PR)

    69) Silvia Tafarello ““ Professrorada SEED-PR e mestranda em Letras-UFPR

    70) Centro de Estudos, Defesa e Educação Ambiental (CEDEA)

    71) Ivo Melão ““ Presidente da Associação dos Consumidores de Produtos Orgânicos do Paraná (ACOPA)

    72) Lia Solange Bachmann ““ Geógrafa e Advogada, ex-professora de Geografia SEED/PR

    73) Helio Fileno Puglielli Neto ““ Mestre em Geografia UFPR

    74) Helia Solange de Freitas Puglielli ““ Especialista em Conservação da Biodiversidade FIES/IAP, Veterinária da PMC

    75) Gisele Semcovici Souza, estudante do curso de serviço social, Unibrasil/Pr, Cidade de Campo Largo Pr

    76) Paula Renata Tafarello ““ Bacharel em gestão pública ““ apoiadora do manifesto ““Curitiba ““ Pr

    77) André Saldanha ““ Professor SEED ““ Maringá.

    78) Associação Cultural José Martí-Paraná

    79) Rosilei Vilas Boas ““ Gestora de Informações ““ Curitiba

    80) Paulo Adolfo Nitsche ““ Servidor público federal da UFPR (assistente administrativo) Residente em Curitiba, Militante sindical de base, ex-diretor do Sinditest-PR (Sindicato dos trabalhadores técnicos em educação pública superior federal do Paraná)

    81) Karina Falavinha, Pedagoga e mestranda em Educação da UFPR, São José dos Pinhais.

    82) Movimento Hippie de Quatro Barras

    83) Izaltina Medeiros Alvarez, estudante de agroecologia, UFPR/Litoral, mulher, mãe de três filhas, moradora em Paranaguá

    84) Associação dos Geógrafos Brasileiros ““ Seção de Quatro Barras ““ Caminhos da Serra do Mar

    85) Aletheia Pinto Galvão ““ Professora ““ SEED/PR ““ ambientalista ““ Almirante Tamandaré

    86) Matsuko Mori Barbosa ““ Enfermeira da PMC ““ Militante da UBM

    87) Pedro Junior da Silva ““ Doutorando em Meio Ambiente e Desenvolvimento da Universidade Federal do Paraná

    88) Ives Esteves ““ Professor aposentado ““ Línguas neolatinas, Inglês e Esperanto ““Bacacheri ““ Curitiba

    89) Suzana Mara Thomazini, Professora de História ““ SEED/PR ““ Campina grande do Sul

    90) Danielle Luciana Carvalho ““ Professora de Geografia e surfista profissional ““ SEED/PR ““Matinhos ““ Paraná

    91) Joaquina Maria Martinez ““ Desenhista Técnica, Aposentada do IPPUC

    92) Carlos Evilásio Trucollo ““ Empresário do ramo de seguros ““ Curitiba

    93) Jair Martinez Junior ““ Técnico em Refrigeração ““ Curitiba

    94) Ana Paula Tossato Martinez ““ Micro empresária ““ Curitiba

    95) Tamiris Silveira de Souza ““ Estudante de Publicidade ““ Londrina-Pr

    96) Gabriel Singeski da Silveira- Estudante de Arquitetura UDESC ““ Laguna ““ Sc (morador em Curitiba)

    97) Toni Elias Laine ““ Professor de Geografia- SEED/PR ““ Curitiba

    98) Janaina Deffune Profeta ““ Especialista em Geografia, Professora- SEED/PR Colégio Estadual Zumbi dos Palmares ““ Colombo ““ Pr

    99) Euclédio Luiz Knob ““ Diretor Auxiliar Colégio Estadual André Andreatta ““ Quatro Barras ““Pr

    100) Márcio Agostinho Farias, Pescador e Guia Turístico ““ Ilha do Mel, Paranaguá

    101) Sônia Maria Ferreira da Luz, Licenciada em História (FAFIPAR), proprietária de camping, Ilha do Mel, Paranaguá

    102) Edson Pereira Nunes ““ Professor de Física SEED/PR ““

    103) Eloisa Zattoni, Pedagoga SEED/PR-

    104) Fredinei Silva Rodrigues ““ Professor Educação Física SEED/PR

    105) Ana Maria Vieira Lopes- Professora Ciências SEED/PR

    106) Lucia Zatoni Gasparin ““ Professora SEED/PR ““

    107) Vanderleia Cunha ““ Professora de História SEED/PR –

    108) Fernanda Baggio Luz ““ Professora de Biologia SEED/PR ““

    109) Maria do Rocio Andreatta Barros ““ Professora de Arte SEED/PR ““

    110) Maricel Andreatta de Lara ““ Pedagoga SEED/PR

    111) Aline Monteiro Polati- Professora de Lingua Portuguesa SEED/PR

    112) Amalia de Fátima Andreatta Barroa Corrêa- Professora SEED/PR ““

    113) Rosinei Maria Esser ““ Professora e Pedagoga SEED/PR –

    114) Claudete Aparecida Alvarenga ““ Bibliotecária SEED/PR

    115) Fabio Manoel Lovetz ““ Professor de Matemática SEED/PR ““

    116) Gislene Patricia Bezerra de Oliveira ““ Almirante Tamandaré ““ Bacharel em Letras Inglês UFPR ““ Gerente de Projetos em EAD.

    117) Alessandra Selva e Silva ““ Curitiba ““ Pedagoga ““ Gerente de Projetos em EAD

    118) Renata Medeiros ““ Curitiba ““ Bacharel em Letras com especialização em Materiais Didáticos ““ Supervisora de Controle Editorial

    119) Filipe Teixeira da Silva ““ Almirante Tamandaré ““ Gravura ““ Designer ““ Almirante Tamandaré

    120) Luan Vieira Assunuma ““ Curitiba ““ Web designer ““ Designer

    121) Eliesio Marcelo de Souza ““ Professor Educação Física ““SEED- Pr

    122) Maria Regina de Freitas ““ Lider Comunitária ““ Pinheirinho (Borda do Campo) Quatro Barras- Pr

    123) Camila da Selva Andreatta ““Advogada ““ Prefeitura Municipal de Quatro Barras

    124) Tânia dirlene Baldi Pereira ““ Servidora Municipal -Prefeitura Municipal de Quatro Barras

    125) Lessana Creplive ““ Advogada ““ Servidora Municipal -Prefeitura Municipal de Quatro Barras

    126) Nayane Andressa de freitas Oliveira ““ estudante de Direito

    127) Roger Sezoki ““ Secretaria de Meio Ambiente ““ Quatro Barras Pr

    128) Wendel S. Lazzarotti ““ Estudante de Direito

    129) Jassyca Andreatta ““ Advogada ““ Servidora Municipal -Prefeitura Municipal de Quatro Barras

    130) Emanuelle Monique Miranda- Servidora Pública ““ Servidora Municipal ““ Prefeitura Municipal de Quatro Barras

    131) Cris caroline Jontana ““ Advogada ““ Quatro Barras

    132) Leila Shilanti ““ Secretaria de Meio Ambiente ““ Quatro Barras Pr

    133) Silda M. Hidalgo ““ Secretaria de Meio Ambiente ““Quatro Barras Pr

    134) João antônio Creplive- Gerente de Sistemas ““ Servidora Municipal ““ Prefeitura Municipal de Quatro Barras

    135) Eduardo Zatoni Curupanã ““ Analista de Sistemas -Servidora Municipal ““ Prefeitura Municipal de Quatro Barras

    136) Jehniffer Tiribiu Rodrigues -Gestora de Informação -Quatro Barras

    137) Mauricio C. P. Calyari ““ Analista de Sistemas ““ Quatro Barras

    138) Camila Rocha ““ Advogada ““ Servidora Municipal ““ Quatro Barras

    139) Paulo Sergio P. Da Silva ““ Estudante de Direito ““ Quatro Barras

    140) Carlos Cesar S. Da Costa Junior ““ Ambientalista morador da APA do IRAÍ e do entorno do PE da Serra da Baitaca

    141) Neide Rodrigues -Auxiliar Administrativo, Palmitazinho, Estrada da Graciosa, Quatro Barras

    142) Silvano Santos Auxiliar Administrativo, Palmitazinho, Estrada da Graciosa,

    143) Jenifer Lorena Freitas de Oliveira ““Estudante, Colégio Estadual André Andreatta, Quatro Barras

    144) Kimberlly S. P. Alieve- Estudante, Colégio Estadual André Andreatta

    145) Amábile Izabel de Moura ““ Estudante, Colégio Estadual André Andreatta

    146) Karine Costa Bueno- Estudante, Colégio Estadual André Andreatta

    147) Mauro R. Sucursel- Estudante, Colégio Estadual André Andreatta

    148) Alaiz Cristina Santa Rosa ““ estudante de Serviço Social na Unibrasil

    149) Elaina Nunes ““ estudante de Serviço Social na Unibrasil

    150) Janiele Perussolo ““ estudante de Serviço Social na Unibrasil

    151) Gracieli Babiuk- estudante de Serviço Social na Unibrasil

    152) Heitor Campos Nitsche ““ Estudante da UTFPR

    153) Henrique Campos Nitsche ““ Estudante da UTFPR

    154) Herik E. Da Silva, , Colégio Estadual André Andreatta

    155) Elizangela Marafigo Barbosa- Estudante, Colégio Estadual André Andreatta

    156) Ana Kaoline Custódio- Estudante, , Colégio Estadual André Andreatta

    157) Hérica Moraes Zubatch, , Colégio Estadual André Andreatta

    158) Marcos Marcelo Siva de oliveira Júnior- Estudante, , Colégio Estadual André Andreatta

    159) Roberto C. A. Popeu Professor de Geografia SEED- Pr

    160) Rosana A. M. Pereira- Estudante, Colégio Estadual André Andreatta

    161) Robert Ribeiro- Estudante, , Colégio Estadual André Andreatta

    162) Uelinton de Miranda- Estudante, , Colégio Estadual André Andreatta

    163) Katiany Marçal- Estudante, , Colégio Estadual André Andreatta

    164) Ana Paula Santos Gonçalves- Estudante, Colégio Estadual André Andreatta

    165) -Tatiane M.Menezes ““ estudante de Serviço Social na Unibrasil

    166) Juliana C. De Sousa- Estudante, , Colégio Estadual André Andreatta

    167) Darlei Junior Borba Corderiro, Estudante , Colégio Estadual André Andreatta

    168) Patrick de Freitas Agostini- Estudante, , Colégio Estadual André Andreatta

    169) Angela Martins Soares ““ Professora de Geografia- Seed- Pr

    170) Jonatan Nogueira- Estudante, Colégio Estadual André Andreatta

    171) Melissa Bricó Biss, Estudante , Colégio Estadual André Andreatta

    172) Treysse Milena Smitka- Estudante, Colégio Estadual André Andreatta

    173) Leticia Motta Rodrigues- Estudante, Colégio Estadual André Andreatta

    174) Mikaelle dos Santos Machado- Estudante, , Colégio Estadual André Andreatta

    175) Meri Zatoni Poti ““ Servidora Pública, SEED-PR

    176) Lucimara Santos ““ Servidora Pública, SEED-PR

    177) -Charles Fernando Martins ““ Curitiba/PR -estudante de Serviço Social na Unibrasil ““ estagiário do CEFURIA.

    178) Elisa Zulian Colla, acadêmica do curso de Serviço Social da Unibrasil

    179) “¦
    PS.: A este manifesto se somam mais 106 assinaturas ainda não digitadas.O mesmo também se encontra publicado em http://www.ecodebate.com.br/2012/05/15/carta-publica-a-conferencia-da-rio20-e-a-cupula-dos-povos-o-futuro-que-queremos/comment-page-1/#comment-22300
    O ecodebate é um dos principais sítios eletrônicos de debate da questão ambiental no Brasil

  17. Na rio + 20 é preciso ouvir a opinião daquele professor que deu intrevista ao telles,e seu companheiro de jornalismo no canal livre da band.Eu não consegui lembrar o nome do professor da USP.Mas esse professor acha essa tese do crime meio doida..Aquecimento global ele disse que é um meio ,da Metrópolis manter as colonias na coleira..Mas estudos provam que o planeta terra no inicio era um grande deserto. Mesmo antes dos dinossauros só havia gas metano que inviabilizava vida na terra seca. depois vulcões,antes do ser humano existir.Houve época que a pangeia tinha dois crimas praticamente da seca e da chuva. BBC Londres..