6 de maio de 2012
por esmael
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François Hollande é o novo presidente da França e assume dia 15

via Folha.com
O candidato socialista François Hollande é o novo presidente da França, após vencer o segundo turno das eleições para o Palácio do Eliseu, neste domingo. O presidente conservador Nicolas Sarkozy reconheceu a derrota para o adversário, que assumirá o cargo em 15 de maio.

Hollande teve 50,8% dos votos, ante 49,2% do rival e candidato à  reeleição Nicolas Sarkozy, com 67% das urnas apuradas, conforme divulgou neste domingo a rede americana CNN. Em pesquisa de boca de urna da emissora France 2, o socialista tem 51,9%, contra 48,1% de Sarkozy.

Em discurso a seus partidários, o presidente conservador já admitiu a derrota para o socialista e afirmou que ligou para Hollande, desejando-lhe “boa sorte”.

“Aceito essa derrota por causa dessa França aberta, democrática”, disse ele, aclamado aos gritos de “Nicolas, Nicolas” por uma multidão em Paris.

“Tentei fazer o melhor para proteger o povo francês. Apesar dos milhões que votaram em mim, nós falhamos. Vocês me apoiaram, mas não tivemos êxito”, acrescentou.

PARLAMENTARES

Sarkozy ainda pediu que o UMP, seu partido, permaneça unido para as eleições parlamentares, acontecerão em junho. “Não se dividam, permaneçam unidos. Temos que ganhar a batalha das legislativas”, afirmou o presidente em reunião fechada com partidários.

O chanceler francês do governo Sarkozy, Alain Juppé, foi o primeiro ministro a se manifestar sobre o pleito, e voltou a dizer que o foco do partido serão as eleições legislativas.

“Sarkozy fez uma campanha magnífica. Os milhões de franceses que votaram nele merecem essa consideração. Nós não o abandonamos, voltaremos na batalha das legislativas”.

Pouco antes do fechamento

6 de maio de 2012
por esmael
Comentários desativados em Como a web 3.0 pode tornar Google e Facebook obsoletos

Como a web 3.0 pode tornar Google e Facebook obsoletos

por Alexandre Matias, via Estadão

Futuro Jetsons: Aparelhos conectados vão se adaptar à  rotina

Na semana passada, o especialista em tecnologia da revista Forbes, Eric Jackson, fez uma profecia controversa. Dizia que, talvez, em cinco anos, grandes nomes digitais como Google e Facebook podem perder completamente a importância. Parece alarmista, mas a tese de Jackson tem embasamento.

Ele diz que o Google era um típico site da web 1.0, quando o mais importante era a organização da rede. Em sua infância nos anos 90, a web já era composta de milhares de sites !“ longe dos bilhões atuais !“ e seu público ainda tateava em suas primeiras navegações. Era preciso que alguém facilitasse o rumo naquele primeiro momento !“ época em que todo site tinha uma seção de links recomendados, lembra? Foi a partir dessa necessidade que surgiram sites como o Yahoo (um diretório de sites) e a Amazon (que organizava as compras online). O Google foi o principal nome da última fase desta infância e resumia os anseios do cidadão digital oferecendo apenas um campo de busca. O que você quer saber?!, parecia perguntar.

Veio em seguida a web 2.0, oferecendo ferramentas para as pessoas publicarem o que quisessem online, sem precisar saber nada de códigos ou linguagens de programação. Surgiram os blogs, os sites de hospedagem de vídeos e fotos, podcasts e outros megafones virtuais para ampliar o alcance do conteúdo produzido pelos usuários. E quando todos se perguntavam quem poderia se interessar em assistir a um vídeo feito sem muito cuidado ou ver fotos feitas com celular, surgiram as redes sociais, que responderam à  pergunta mostrando que os consumidores dos conteúdos gerados por pessoas comuns eram elas mesmas, em nichos. Foi nesse território que surgiu o segundo maior site da década , o Facebook.