4 de maio de 2012
por Esmael Morais
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A cruzada do PT contra o modelo de pedágio paranaense

A sociedade civil e os contratos do pedágio

por Elton Welter*

Quinze anos depois da implantação do pedágio nas rodovias paranaenses e após inúmeras ações judiciais, interpelações, questionamentos e movimentos da sociedade civil, os contratos assinados entre o então governador Jaime Lerner e as concessionárias continuam de pé, firmes e robustos.

Certo? Errado. Não apenas o pedágio paranaense enfrenta hoje uma comparação altamente desfavorável com o pedágio implantado pelo governo federal, que tem tarifas muito mais baixas, como também, por determinação do Tribunal de Contas da União, os contratos firmados aqui devem ser revistos no prazo de um ano, sendo que já se passaram dois meses.

O acórdão do TCU baseou-se na exorbitância das tarifas cobradas no Paraná, tarifas estas em evidente descompasso com a extrema parcimônia das melhorias feitas nas rodovias. O acórdão, que tem força de lei, é a primeira decisão concreta, nesta década e meia, a colocar o pedágio paranaense em xeque.

Na sequência da decisão do TCU, o Tribunal de Contas do Estado-TCE decidiu que as tarifas cobradas num trecho da BR-277 deveriam baixar em 22%. Ora, o fato é que esse índice é muito insuficiente para corrigir os contratos e, o que talvez seja ainda mais importante, os inúmeros aditivos redigidos desde 1998.

O que a sociedade paranaense reclama, muito no espírito da decisão do TCU, é a completa revisão dos contratos. A sociedade tem o direito de saber tudo a respeito, inclusive o andamento dos estudos que necessariamente devem estar sendo feitos para o cumprimento do acórdão do TCU.

No entanto, o tempo corre e até agora não se sabe o que está sendo f Leia mais

4 de maio de 2012
por Esmael Morais
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Lei Anticorrupção quer punir as empresas corruptoras, diz João Arruda

Empresas envolvidas em denúncias de corrupção ou que estejam sendo investigadas por cometer crimes contra a administração pública terão mais motivos para se preocupar, caso a Câmara dos Deputados aprove a chamada Lei Anticorrupção.

O projeto de lei 6.826, de 2010, tema de reportagem do site Congresso em Foco nesta sexta-feira (4), estabelece a responsabilização administrativa e civil de empresas e seus diretores pela prática de atos ilícitos contra a administração pública nacional ou estrangeira.

“Essa legislação vai criar uma cultura de combate à  corrupção em nosso país”, disse o deputado João Arruda (PMDB-PR), presidente da Comissão Especial que analisa o projeto da Lei Anticorrupção, ao comentar a reportagem de Mariana Haubert.

“A presidente Dilma Rousseff (PT) reafirmou, em seu pronunciamento do Dia do Trabalho, o compromisso de seu governo em combater os malfeitos e os malfeitores, ou seja, a corrupção e os corruptores, geralmente pessoas jurídicas (empresas)”, completou João Arruda.

Procedimento

O projeto de lei, editado pelo Poder Executivo, tramita em ca Leia mais

4 de maio de 2012
por Esmael Morais
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PT e PDT discutem formação de chapa proporcional em Curitiba

Pedetistas e petistas começam a articular chapa de vereadores pró-Fruet.

Dirigentes do PDT e do PT sentaram-se à  mesa de uma churrascaria, em Curitiba, para discutir a formação da chapa de vereadores que dará sustentação à  campanha de Gustavo Fruet (PDT) pela prefeitura de Curitiba. ... 

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4 de maio de 2012
por Esmael Morais
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Francischini amiguinho de Dilma?

Francischini (PSDB) está de olho na vice de Ducci (PSB).

O deputado federal Fernando Francischini (PSDB-PR), um dos mais ácidos oposicionistas na CPI da Mídia (Cachoeira), fez pose ontem para tirar um retrato ao lado do prefeito curitibano Luciano Ducci (PSB) — de quem pretende ser o próximo vice. ... 

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4 de maio de 2012
por Esmael Morais
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Veja essa: Escândalo da revista Veja é capa da revista CartaCapital

Gianni Carta, via CartaCapital

Policarpo Jr., diretor da sucursal da revista Veja em Brasília, trocou 200 ligações com Carlinhos Cachoeira. O bicheiro goiano, escreveu o correspondente de CartaCapital em Brasília, Leandro Fortes, alega ser o pai de todos os furos! da revista. E Cachoeira disse estar pronto a detalhar as histórias que contou para Policarpo Jr. na CPI.

O patrão da Editora Abril, Roberto Civita, 75 anos, sabia quem era a fonte de todos aqueles furos! da semanal mais lucrativa de sua empresa? Se for convocado para depor na CPI do Cachoeira, Civita reconhecerá que a Veja não respeitou a ética jornalística? Usar como parceiro de reportagem um criminoso com estreitos elos (à s vezes acompanhados de subornos) com um senador, deputados, governadores e uma empreiteira foge à  regra essencial do jornalismo: a de apurar as duas ou mais versões da mesma história.

Mas o patrão da Abril provavelmente não dará o ar da graça na CPI. Isso porque os jornalões e a tevê Globo agem em bloco para que isso não aconteça. São dois os motivos. O bicheiro, atualmente atrás das grades, favorecia os furos! a envolver os inimigos esquerdistas! da mídia tucana, principalmente petistas e ministros. Segundo motivo: jornalistas de outros orgãos da mídia também obtinham seus furos! de Cachoeira.

Por essas e outras, Policarpo Jr. e a recomendável convocação de Civita para a CPI nunca estiveram no noticiário. Leia mais

4 de maio de 2012
por Esmael Morais
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Mensalão garantia apoio a prefeito Barbosa Neto, diz Gaeco

por Marcelo Frazão, do Jornal de Londrina

Apesar de não haver provas do envolvimento direto do prefeito de Londrina, Barbosa Neto (PDT), no esquema de compra de votos na Câmara de Vereadores, sua administração tem se beneficiado disso. Essa é a conclusão do inquérito feito pelo Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que indicou que há uma quadrilha na cidade que aplica o sistema do mensalão !“ pagamento em dinheiro em troca de apoio de parlamentares nas votações de interesse.

Com base na conclusão, o Gaeco indiciou formalmente Marco Cito, braço-direito de Barbosa e atual coor!­!­denador do PDT; Rogério Ortega, atual chefe de gabinete da prefeitura; Alysson de Carvalho, diretor da Sercomtel; o amigo do prefeito Ludovico Bo!­!­nato e o verea!­!­dor Eloir Va!­!­lença (PHS) por formação de quadrilha.

Os quatro primeiros também foram acusados por corrupção ativa, e o vereador Eloir, por corrupção passiva. A promotoria tem prazo até o dia 11 para denunciá-los judicialmente. Enquanto isso, continuam presos. Hoje, o Gaeco entra com pedido para converter as prisões temporárias em preventivas.

O Gaeco também vai investigar outros casos de suspeita de compra de votos. Leia mais

4 de maio de 2012
por Esmael Morais
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Nova pesquisa do Ibope mostra disputa embolada em Curitiba

Novos números do Ibope deixam pré-candidatos na expectativa.

O instituto Ibope fechou nova pesquisa sobre a corrida eleitoral na capital paranaense. Ainda não se sabe quem encomendou a sondagem ou se será registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), o que possibilitaria sua divulgação. ... 

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