2 de Maio de 2012
por esmael
Comentários desativados em Câmara aprova projeto que torna crime cheque caução em hospital privado

Câmara aprova projeto que torna crime cheque caução em hospital privado

da Agência Brasil

A Câmara dos Deputados aprovou hoje (2), em plenário, projeto de lei que torna crime a exigência de cheque caução, nota promissória ou até preenchimento de formulário prévio para atendimento nas emergências de hospitais particulares. O texto segue agora para votação no Senado.

Encaminhado pelos Ministérios da Saúde e da Justiça, o projeto altera o Código Penal e tipifica a exigência para atendimento hospitalar emergencial como crime de omissão de socorro. Atualmente, a prática de exigir cheque caução já é enquadrada como omissão de socorro ou negligência, mas não existe uma referência expressa sobre não atendimento urgente.

O projeto prevê pena de três meses a um ano de detenção e aplicação de multa. A penalidade atual é de, no máximo, seis meses de detenção. Se a omissão do atendimento causar lesão corporal grave ao paciente, a pena dobra, e em caso de morte, triplica, conforme o texto aprovado pelos deputados federais.

2 de Maio de 2012
por esmael
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Em artigo, Fruet diz que “aliança com o PT é para o futuro de Curitiba”

Aliança para o futuro de Curitiba

por Gustavo Fruet*

Ser candidato a prefeito de Curitiba sempre foi um desafio. Este projeto não é pautado só por determinação, mas também pelo incentivo dos que acompanham minha trajetória e pela vontade, que herdei do meu pai, de ajudar a construir uma cidade inovadora e mais humana. Uma missão!

Assim foi com a eleição de vereador e nos três mandatos de Deputado Federal, sendo que nas duas últimas eleições obtive a maior votação na capital.

Em 2010, quando recebi mais de 650 mil votos em Curitiba e fui o candidato a senador mais votado em nossa cidade, esse projeto amadureceu e ganhou força.

Como todos sabem, na época eu estava no PSDB. Partido pelo qual me dediquei e, nas eleições de 2010, abri mão da reeleição para a Câmara Federal e aceitei o desafio de concorrer ao Senado no prazo final. Sabia das dificuldades, mas queria ajudar em um projeto maior. E ajudei.

Entre novembro de 2010 e julho de 2011, trabalhei para mostrar aos dirigentes do PSDB a viabilidade de disputar a prefeitura de Curitiba nas eleições deste ano.

Mas, nem mesmo a votação expressiva obtida em 2010 e as pesquisas que sempre me colocaram com forte indicação popular para disputa deste ano foram suficientes para, ao menos, provocar o debate.

Jamais cobrei a imposição de uma candidatura. Queria ao menos participar do processo. Não cobrei e, inclusive, recusei cargos no governo do estado. Novamente, adoto postura diferente da política tradicional: abro mão do conforto de acomodar-me com cargo. Talvez seja o único que participa como pré-candidato sem ocupar cargo ou representar grupo econômico ou de comunicação.

Meu único pedido foi o de presidir o PSDB de Curitiba e preparar o partido para disputa deste ano, legitimado pelas votações, pesquisas e compromissos.

Para minha surpresa, me deparei com forças poderosas, que já tinham selado o destino do partido.

O presidente do PSDB de Curitiba e então presidente da Câmara, João Cláudio Derosso, vetou qualquer possibilidade da minha participação neste processo.

Todas as portas foram fechadas.

O silêncio constrangedor e as ações de bastidores revelaram que aquela altura já estava em curso um processo, conduzido pelo governador e por Derosso, que levaria o PSDB a apoiar a reeleição do atual prefeito. E para isso, o partido continuaria em comissão provisória, sem a menor possibilidade de uma prévia ou debate com democrática participação.

Como todos sabem, Derosso seria inclusive o candidato a vice-prefeito. Chegou a me procurar afirmando que abriria mão! caso eu aceitasse a indicação para vice, deixando claro que não me restaria outra possibilidade.

Eles não contavam, porém com a revelação do esquema que por muitos anos manteve silêncio na Câmara de Curitiba.

Proporcionalmente os valores envolvidos pelo esquema comandado pelo ex-presidente do PSDB de Curitiba, João Cláudio Derosso são maiores que os promovidos pelo empresário Marcos Valério no episódio do Mensalão.

Na Câmara de Curitiba, as denúncias apontam recursos superiores a R$ 34 milhões. No Mensalão, as investigações revelaram cerca de R$

2 de Maio de 2012
por esmael
Comentários desativados em Pela primeira vez, Fiep vai à  Lapa

Pela primeira vez, Fiep vai à  Lapa

Campagnolo pega a estrada.

O estilo da gestão de Edson Campagnolo à  frente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) está surpreendendo aliados e até adversários. Leia mais

2 de Maio de 2012
por esmael
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Gustavo Fruet debuta no PT

Fruet foi recebido pela primeira vez no PT. Fotos: Roberto Corradini.

O pré-candidato a prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), foi recebido pela primeira vez nesta quarta-feira na sede do PT. Ele discutiu com os dirigentes petistas a tática para a disputa da prefeitura. Leia mais

2 de Maio de 2012
por esmael
Comentários desativados em Presidente do PRTB nega envolvimento com Carlinhos Cachoeira

Presidente do PRTB nega envolvimento com Carlinhos Cachoeira

da Agência Brasil

O presidente nacional e fundador do PRTB, Levy Fidelix, negou hoje (2) que tenha negociado a venda de seu partido com integrantes do esquema liderado pelo empresário de jogos ilícitos, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, que está preso em Brasília. Fidelix negou conhecer Cachoeira e o sargento da reserva Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, e classificou o episódio de factoide!.

Temos um grande factoide no país. Jamais ocorreu [contato com Dadá]. Dadá que conheço só o dos Trapalhões e cachoeira só Itaipu Binacional!, disse ao confundir o nome de Dadá com os personagens Dedé Dedé Santana) e Didi (Renato Aragão), do programa humorístico Trapalhões, veiculado entre as décadas de 1970 e 1990 na TV Globo. Nunca houve contato, não há contato, não o conheço. Não posso pagar por algo que desconheço!, destacou Fidelix.

Segundo reportagens veiculadas ontem (1!º) na imprensa, escutas telefônicas feitas pela Polícia Federal revelaram a tentativa de Carlinhos Cachoeira de comprar o PRTB em Goiás. Nas ligações gravadas em maio de 2011, o bicheiro e Dadá falam de diversas legendas menores e citam o nome do presidente nacional do PRTB, Levy Fidelix.

Perguntado se o seu partido estaria à  venda, Fidelix disse que a sigla é como se fosse um filho. Sou fundador do PRTB. Ele é um filho meu. Não vendo meu filho. Você [jornalista] venderia um filho seu? à‰ meu filho, meu sangue, minha carne, minha vida!, argumentou Fidelix.

Para ele, o vazamento de informações sigilosas de operações da PF visam a atingir sua pré-candidatura à  prefeitura de São Paulo. Fidelix disse que pretende conversar com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, para cobrar explicações. Já requeri uma audiência com o ministro para que eu possa ter uma conversa política, porque isso nã

2 de Maio de 2012
por esmael
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Rubens Bueno é cotado como candidato a vice de Luciano Ducci

via O Estado do Paraná

Deputado federal Rubens Bueno (PPS). Foto: Nani Gois.

Candidato à  reeleição, Luciano Ducci (PSB) busca nomes para compor sua chapa como vice-prefeito. A bola da vez é o deputado federal Rubens Bueno (PPS). Entre os motivos que levaram Ducci a cotar o nome de Bueno estão a impossibilidade do governador Beto Richa (PSDB) convencer o deputado federal Ratinho Junior (PSC) a desistir da candidatura própria e também o bom histórico eleitoral de Bueno. Leia mais