Veja onde estão os votos em Curitiba

por Roseli Abrão, via Boca Maldita

Pré-candidatos se debruçam sobre números da pesquisa Ibope.

A pesquisa Ibope divulgada ontem pela rádio CBN mostra que a maioria dos eleitores do pedetista Gustavo Fruet está entre os eleitores que têm 50 anos ou mais (33%).

Os de Ratinho Júnior, do PSC, se concentram na faixa de eleitores da 5!ª a 8!ª série do ensino fundamental (32%).

A maioria dos eleitores do prefeito Luciano Ducci, do PSB está entre os eleitores mais jovens, entre 16 e 24 anos (24%), informa a jornalista Roseli Abrão.

O ex-prefeito Rafael Greca, do PMDB, tem o maior número de eleitores entre os que têm entre 40 e 49 anos (11%).

Dr. Rosinha, do PT, concentra o maior número de eleitores da faixa entre 30 e 39 anos (6%).

A pré-candidata do PPS, Renata Bueno, tem mais eleitores na faixa etária de 25 a 29 anos (4%).

Fruet tem preferência dos eleitores masculinos (29%), Ratinho Júnior, é o preferido das mulheres (26%).

3 Comentários

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  1. uai,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,

  2. todos jogam no mesmo time apesar da indiferença.um se gostasse de curitiba , curitiba teria o sbt tv aberta degital..mas falam as mesmas coisas com palavras diferentes….outro e oposição que saiu do psdb,outro e comunicador ,outro diz que e engenheiro ,não administra bem .engenheiro e para receber ordens e não dar ordem.outro é medico ,mas não faz menção e honra para cuidar da saude, então!

  3. Pesquisas fazem propaganda ilegal para candidatos, alerta Carlos Moraes

    Uma pesquisa respondida pela metade, faltando um pedaço do objeto a ser avaliado ou com a ausência de nomes em caso de avaliações políticas onde se mede aceitação, po…pularidade,rejeição ou intenção de votos não é fiel,não é completa,não trás dados nem sequer do momento, já que há sonegação de informação na hora da entrevista com o eleitor.

    Como pesquisar a preferência,tendência ou não do cidadão senão lhe são apresentadas todas as peças?

    A Justiça Eleitoral poderia exigir dos institutos de pesquisa e dos partidos políticos um documento onde constaria na relação, sobretudo na estimulada, pelos menos o nome de um pré-candidato de cada agremiação.Do jeito que a pesquisa é feita atualmente ,além de não retratar a realidade, por não apresentar todos os nomes, ela ainda privilegia aqueles que constam da relação lida por duas mil,três mil pessoas,dependendo do numero de entrevistados.Dessa forma a pesquisa passar a ser incompleta e ainda os funcionários dos institutos ficam divulgando com parcialidade uma relação que é montada a “bel prazer” ou conforme os interesses dos grupos econômicos.O que deveria ser uma pesquisa passa a ser propaganda ilegal com a divulgação de apenas alguns nomes e não de todos os postulantes .Nomes previamente selecionados são apresentados ao eleitor que ao ler memoriza e passa a guardar apenas aqueles como possíveis candidatos,mostrando uma concorrência desleal.Estimulados a ler apenas alguns nomes é evidente que a pesquisa acaba sendo falha, incompleta.Os candidatos ausentes,sacados pelos institutos na hora de formatação dos formulários de entrevistas, mesmo que não fossem citados, já poderiam alterar os percentuais pelo fato de estarem alterando o número de nomes relacionados e a ordem de leitura.Vale lembrar que dessa forma a pesquisa fere a democracia, o principio da igualdade e outras leis que nem sequer aparecem ou são citadas.Para não ferir a legislação eleitoral, os institutos teriam que ser obrigados a relacionar pelo menos o nome de´um pré-candidato de cada partido,mesmo que as pesquisas não sejam registradas e divulgadas pelos meios de comunicação.A apresentação de uma relação de nomes de pré-candidatos aos eleitores é propaganda direta,ilegal,fora do periodo permitido por lei.Uma alternativa seria permitir somente as pesquisas espontâneas para evitar esse crime eleitoral que vem sendo práticado em todas as eleições, alcançando milhares de pessoas que são abardadas e acabam lendo e memorizando apenas os nomes de pré-candidatos determinados, que geralmente rateam os custos dos serviços que muitas vezes são utlizados pelos “mais citados” como “arma” de arrecadação de recusos financeiros e consequentemente de apoios.