Veja o vídeo: Uma lei contra a Polacofobia!

O filósofo e comediante Olavo de Carvalho apresenta a Lei Contra Polacofobia.

21 Comentários

Os comentários não representam a opinião do Blog do Esmael; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

  1. I simply want to tell you that I am very new to blogging and actually savored you’re blog site. Most likely I’m planning to bookmark your blog . You definitely have outstanding writings. Appreciate it for sharing with us your blog.

  2. Acho que os Filósofos e os Comediantes se sentiriam muito ofendidos se fossem comparados a esse IDIOTA MÓR DA DIREITA BRASILEIRA. Coitado, deveria permancer calado, s e não tem outra matéria que a fecal para oferecer aos seus seguidaores.

  3. Muito idiota este sujeito que se diz “filosofo” e “comediante” não consigo entender este imbecil.
    Acho que os poloneses deveriam processar este indivíduo “COMEDIANTE NAZISTA”

  4. Muito bacana. Um visão bem diferente da atual.
    Abs

  5. Sem comentários a respeito deste tiozinho!

  6. Sem graça. Ninguém obrigou nenhum polonês vir morar e trabalhar de forma escrava no Brasil.
    A grande maioria dos imigrantes poloneses ganhou terra no interior do nosso país, principalmente no Paraná.
    Uma ironia bem idiota de quem produziu e de quem leu, que é esse fascista olavo de carvalho. Infelizmente esse cara tá cheio de admiradores em todo o nosso país.

  7. Eai Emael por nosso comentário não foi postato? TO ESTRANHADO ESTÁ POSTURA DO SEU BLOG!

  8. Cota racista do STF é uma piada….Tudo não passa de Cota Eleitoral, isso sim…ka ka ka

  9. Também não gosto de polaco. Nem de japonês e de preto.

    Sou chegado sim, numa polaca, numa japinha e numa pretinha…

  10. Não gosto de polaco, de preto, de japonês, de ateu.

    Sou chegado sim, numa polaca, numa preta, numa japa, numa atéia, por ai…

  11. Pois eu concordo, cada um que puxe a brasa pra sua sardinha…

  12. Até o Papa João Paulo II beijou o solo da África e pediu perdão aos povos africanos pelas barbáries cometidas durante séculos, por ganância e ignorância de muitos… agora aparecem algumas mentes “brilhantes” para fazer chacota e ridicularizar uma tragédia tão séria quanto esta… é brincadeira de muito mau gosto…

  13. Qualquer tipo de cota racial, fere a isonomia humana.

  14. Caro Sr. Esmael,

    Somos admiradores do seu trabalho e já vimos acompanhando o seu blog e outras atividades há bastante tempo.

    Vamos rir mais um pouco com o Sr. Olavo de Carvalho e quem quer que tenha enviado este texto para ele aqui do Paraná, cf. suas palavras no vídeo!?

    O Sr. Poderia fazer a gentileza de publicar nosso comentário e, se possível, nos passar o contato do Sr. Olavo de Carvalho para que possamos nos divertir um pouco com ele também… após uma piada tão brilhante quanto esta?

    Considerando-se os séculos de seqüestro, exploração, estupros, torturas,
    assassinatos do povo negro no Brasil;
    Considerando-se a exclusão, discriminação, humilhação, perseguição, racismo,
    preconceito, sofridos pelo povo negro no Brasil, apesar da abolição da escravatura;
    Considerando-se o embranquecimento, apagamento, esquecimento,
    escamoteamento da identidade cultural dos negros no Brasil e especialmente no Paraná
    Considerando-se a negação da existência da população afroparanaense por
    historiadores de referência em nossas bibliotecas;
    Considerando-se que o IBGE de 2008 registrou 28,5% de afrodescendentes
    autodeclarados no Estado do Paraná;
    Considerando-se a Conferência Mundial de Durban; o Estatuto da Igualdade Racial;
    o Pacto Estadual de Promoção da Igualdade Racial (Paraná); as Conferências
    Municipais, Estaduais e Federais da Igualdade Racial; os compromissos assumidos
    pelo Brasil ao ratificar a Convenção das Nações Unidas para a Eliminação de todas
    as Formas de Discriminação Racial, de 1968; os compromissos assumidos pelo
    Brasil ao ratificar a Convenção n º 111, de 1958, da Organização Internacional do
    Trabalho, que trata da Discriminação no Emprego e na Profissão; a Declaração e o
    Plano de Ação emanados da III Conferência Mundial contra o Racismo, a
    Discriminação Racial, a Xenofobia e Intolerâncias Correlatas;
    Considerando-se a determinação federal de instituição em todo o território
    nacional de ações afirmativas: políticas públicas adotadas pelo Estado para a
    correção das desigualdades raciais e para a promoção da igualdade de
    oportunidades;
    Considerando-se o dever do Estado e da sociedade de garantir a igualdade de
    oportunidades, reconhecendo a todo cidadão brasileiro, independentemente da
    etnia, raça ou cor da pele, o direito à participação, especialmente
    nas atividades política, econômica, empresarial, educacional, cultural e esportiva,
    defendendo sua dignidade e seus valores religiosos e culturais.
    Considerando-se que os negros foram legalmente impedidos de estudar e exercer suas tradições no Brasil até puco tempo atráz;
    Considerando-se que a Igreja Católica só reconhece que o negro tem alma em 1999;
    Considerando-se a criação do programa Brasil sem Racismo e da Secretaria de
    Políticas de Promoção da Igualdade Racial, SEPPIR, que abrange a implementação
    de políticas públicas nas áreas do trabalho, emprego e renda; cultura e
    comunicação; educação; saúde, terras de quilombos, mulheres negras, juventude,
    segurança e relações internacionais;
    Considerando-se a aprovação da lei 12.288/10 que determina a participação dos
    afro-brasileiros, em condições de igualdade de oportunidades, na vida econômica,
    social, política e cultural do País promovida, prioritariamente, por meio de:
    I ““ inclusão da dimensão racial nas políticas públicas de desenvolvimento econômico e social;
    II ““ adoção de ações afirmativas voltadas para o combate à discriminação e às desigualdades raciais;
    III ““ adequação das estruturas institucionais do Estado para o enfrentamento e a superação das desigualdades raciais decorrentes do preconceito e da discriminação racial;
    IV ““ promoção de iniciativa legislativa para aperfeiçoar o combate à discriminação racial e às desigualdades raciais em todas as suas manifestações individuais, institucionais e estruturais;
    V ““ eliminação dos obstáculos históricos, socioculturais e institucionais que impedem a representação da igualdade racial nas esferas pública e privada;
    VI ““ estímulo, apoio e fortalecimento de iniciativas oriundas da sociedade civil direcionadas à promoção da igualdade de oportunidades e ao combate às desigualdades raciais, inclusive mediante a implementação de incentivos e critérios de condicionamento e prioridade no acesso aos recursos e contratos públicos;
    VII ““ implementação de ações afirmativas destinadas ao enfrentamento das desigualdades raciais nas esferas da educação, cultura, esporte e lazer, saúde, trabalho, meios de comunicação de massa, terras de quilombos, acesso à Justiça, financiamentos públicos, contratação pública de serviços e obras, entre outras.
    § 1º Os programas de ação afirmativa constituir-se-ão em imediatas iniciativas reparatórias, destinadas a iniciar a correção das distorções e desigualdades raciais derivadas da escravidão e demais práticas discriminatórias racialmente adotadas, na esfera pública e na esfera privada, durante o processo de formação social do Brasil e poderão utilizar-se da estipulação de cotas para a consecução de seus objetivos.
    § 2º As iniciativas de que trata o caput deste artigo nortear-se-ão pelo respeito à proporcionalidade entre homens e mulheres afro-brasileiros, com vistas a garantir a plena participação da mulher afro-brasileira como beneficiária deste Estatuto.
    Considerando-se igualmente os seguintes artigos do Estatuto da Igualdade Racial:
    Art. 19. A população afro-brasileira tem direito a participar de atividades educacionais, culturais, esportivas e de lazer, adequadas a seus interesses e condições, garantindo sua contribuição para o patrimônio cultural de sua comunidade e da sociedade brasileira.

    Art. 31. Os planos plurianuais e os orçamentos anuais da União poderão prever recursos para a implementação dos programas de ação afirmativa a que se refere o inciso VII do art. 5º desta Lei e de outras políticas públicas que tenham como objetivo promover a igualdade de oportunidades e a inclusão social da população afro-brasileira, especialmente nas seguintes áreas:

    VII ““ apoio a iniciativas em defesa da cultura, memória e tradições africanas e afro-brasileiras.

    Art. 35. O Poder Público garantirá a plena participação da mulher afro-brasileira como beneficiária deste Estatuto da Igualdade Racial e em particular lhe assegurará:
    VI ““ a promoção de campanhas de sensibilização contra a marginalização da mulher afrobrasileira no trabalho artístico e cultural.

    Art. 73. A produção veiculada pelos órgãos de comunicação valorizará a herança cultural e a participação dos afro-brasileiros na história do País.

    No aguardo,
    Que Nossa Senhora Chestokova, padroeira da Polônia, nos abençõe a todos!

    Atenciosamente,
    Zelador Cultural Candiero
    Centro Cultural Humaita – Centro de Estudo e Pesquisa da Arte e Cultura Afrobrasileira

    • Neste simples paragrafo você já diz tudo:

      “Considerando-se o dever do Estado e da sociedade de garantir a igualdade de oportunidades, reconhecendo a todo cidadão brasileiro, independentemente da etnia, raça ou cor da pele, o direito à participação, especialmente nas atividades política, econômica, empresarial, educacional, cultural e esportiva, defendendo sua dignidade e seus valores religiosos e culturais.”

      Igualdade…. um direito de TODOS….

  15. Muito bom o video hoje se quer criar lei pra tudo daqui uns dias nem poder olhar pro lado poderemos! não precisamos de leis novas, mais sim fazer valer e aplicar as que já temos!

  16. bardzo Å‚adny

  17. Está difícil ter cerebro nesse país, atualmente…

  18. Piada sem graça.

  19. E o fascistão Olavo de Carvalho adorou. Affffff.

  20. gostei da brincadeira .lourofobia.carecafobia,pobrefobia,