Entidades produtivas do Paraná querem revisar contratos de pedágio

Reunião "revisionista" ocorreu na manhã desta quarta. Foto: CREA.

Na manhã desta quarta-feira (25), na sede do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Paraná (CREA), sentaram-se à  mesa diversas entidades do mundo produtivo para discutir um assunto espinhoso para o governo do estado: a revisão dos contratos de pedágio nas rodovias. Deram o pontapé inicial para um grande movimento em defesa da economia paranaense.

O CREA tem tradição de lutas por questões maiores, mormente as de caráter estratégico, como a que barrou a venda da Copel em 2001. O órgão tem capilaridade, bala na agulha e técnicos suficientes para destrinchar qualquer imbróglio “insolúvel” aos olhos dos céticos. Já provou que faz e, pelo jeito, quer fazer algo também em relação aos pedágios.

O encontro de hoje foi incentivado pelo deputado estadual Elton Welter (PT), líder da oposição na Assembleia Legislativa, que levou a tiracolo na reunião um acórdão do Tribunal de Contas da União (TCU), que recomenda a revisão dos contratos.

à‰ fundamental que a cidadania paranaense se mobilize pela revisão desses contratos, uma vez que o custo do pedágio é lesivo ao desenvolvimento socioeconômico do Estado!, discursou Welter.

Os deputados Luciana Rafagnin (PT), Antônio Anibelli Neto (PMDB), Kleiton Quielse (PMDB) e Péricles Mello (PT) também se somaram ao movimento “revisionista”.

Sob as bênçãos do CREA, lá estiveram reunidas as seguintes entidades: OCEPAR (Organização das Cooperativas do Paraná), FIEP-PR (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), FAEP (Federação da Agricultura do Estado do Paraná), FECOMERCIO-PR (Federação do Comércio Paraná), ACP (Associação Comercial do Paraná), SENGE-PR (Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná), Movimento Sem Terra (MST), Fetranspar (Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná), além de representantes da Assembleia Legislativa, bem como ONG”s e movimentos sociais.

4 Comentários

Os comentários não representam a opinião do Blog do Esmael; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

  1. Quem barrou a venda da COPEL em 2001 foi o Osama.Se o mundo não tivesse parado em setembro de 2001 o leilão aconteceria lána bolsa de NY,não seria o CREA que iria impedir.