Em nota, governo do Paraná diz que falha em atendimento na saúde é “exceção”

Prezado Esmael Morais,

Em atenção à  nota publicada em seu site neste dia 18 de abril, reproduzindo mensagem do servidor público estadual Paulo César Langer, o Sistema de Assistência à  Saúde (SAS) dos servidores públicos estaduais esclarece que:

1 !“ Está buscando contato com o referido servidor para resolver a situação específica;

2 !“ Está averiguando junto ao Hospital da Polícia Militar, responsável pelo atendimento do SAS em Curitiba e região, que problema pode ter ocorrido para que o servidor não tenha sido atendido de forma regular;

3 !“ O caso é uma exceção e não como regra. Prova disso é que há disponibilidade do SAS em procurar o servidor, em função do baixo volume de queixas que estão sendo registradas;

4 !“ Todo e qualquer problema de atendimento deve ser notificado ao SAS no site www.sas.pr.gov.br, no link FALE CONOSCO (Registrar Ocorrência), para que haja apuração e saneamento do fato;

5 !“ à‰ de total interesse do Governo do Estado recuperar e aperfeiçoar o serviço de saúde disponibilizado ao servidor público. Por isso, está estimulando o registro de reclamações;

6 !“ Foi instituído um novo contrato de prestação de serviço, mais rigoroso do que o anterior, que prevê a responsabilização dos hospitais credenciados em caso de baixa qualidade no atendimento;

Atenciosamente,

Sistema de Assistência à  Saúde
Secretaria da Administração e Previdência
Governo do Paraná

5 Comentários

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  1. A saúde no nosso pais está deixando muito a desejar e no Paraná não é diferente e não é só o atendimento aos funcionários publico não os planos de saúde esta uma vergonha e cobram o olho da cara.Estou morando em Santa Isabel do Ivaí e aqui não tem atendimento pelo SAS para o servidor publico se consultar tem que ir até Umuarama que é onde o SAS atende o Núcleo de Loanda acho isso uma vergonha pois em cada cidade que tem mais de um funcionário publico estadual o hospital deveria atender esses funcionários na cidade em Loanda tem hospitais bons e nós funcionários públicos temos o direito de sermos atendidos em um hospital decente para que não precisemos faltar ao trabalho por 2 ou 3 dias cada vez que precisamos de um consulta.As vezes o nosso problema nem é tão grave mais acaba ficando grave pelo nervoso que se passa de não ser bem atendido e as vezes ter que se deslocar para uma cidade a mais de 150 km para ser atendido por um médico que nem sempre é especialista no assunto.Perdão pelo meu desabafo mais vivemos em um país livre e aki está a minha opinião sobre a saúde no Paraná e no Brasil.

  2. O SAS esclarece que o número de telefone para agendamento de consultas na região de Curitiba mudou para 08006018701. Tal alteração se deu em março passado, conforme informado no site do SAS no dia 13 daquele mês.

  3. Quase 30 dias atrás, minha mulher foi a consulta para Cardiologista, onde foram solicitados os exames do coração , que aconteceram nos dias 16 e 17/04.
    A consulta para o médico avaliar os resultados dos exames será somente no dia 17/07, as 13:30 hrs.
    Este é o SAS, o plano de saúde que atende grande parte do funcionalismo público do estado do Paraná.
    Como diz as atendentes: se passar mal procure o plantão!
    Exemplo de violencia contra a dignidade do funcionário público estadual!

  4. Acabei de ligar para o 0800… Adivinhem… Ocupado.

    • Jose,

      Eu tenho usado normalmente inclusive acabei de marcar uma consulta, será que você não esta ligando no número errado (antigo) o numero correto he o 0800 601 – 8701.

  5. O que o governo não admite é que o atendimento do SAS já era precário no governo Requião e agora foi mais precarizado ainda. Em todas as regiões do Paraná os servidores tem dificuldades para conseguir consultas médicas, exames então são impossíveis. Em algumas regiões os servidores precisam viajar mais de 100 quilômetros para um consulta, isso quando conseguem depois de meses de espera. Em Curitiba o Hospital da Polícia Militar já tinha um atendimento precarizado aos próprios policiais – não foi esse o motivo da queda do comandante geral? – e piorou muito com a inclusão dos servidores do Estado.