Classe média brasileira chegará a 60% da população em 2018, diz Dilma nos Estados Unidos

da Agência Brasil

Dilma Rousseff realiza visita oficial aos EUA. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

A presidenta Dilma Rousseff reiterou ontem (9), em Washington, nos Estados Unidos, que a crise econômica mundial impõe a todos a busca pela superação de paradigmas e de novas oportunidades. No caso brasileiro, o crescimento da classe média é o estímulo para o país manter os esforços para o crescimento econômico, disse a presidenta. Segundo ela, mais brasileiros serão incluídos neste nicho da sociedade, alcançando 60% da população em 2018.

[A classe média] é a chave para a força e a capacidade de crescimento da economia em nosso país!, ratificou a presidenta, durante encontro com empresários norte-americanos e brasileiros, além de representantes de várias universidades. A crise econômica internacional impõe a nós imensos desafios. Mas tem sido também a oportunidade para ultrapassar paradigmas.!

Dilma lembrou que o Brasil tem se esforçado, consolidando a superação de dificuldades econômicas em pilares sólidos. Ela ressaltou que atualmente o Brasil tem reservas líquidas acima de sua dívida externa. Também destacou que em 2002 a dívida líquida brasileira sobre o Produto Interno Bruto (PIB) era 64% e agora está em 36,5%.

A presidenta disse ainda que os esforços do governo são para dar mais tranparência aos gastos públicos e aplicar de maneira adequada os recursos federais. Segundo ela, essa disposição faz parte de uma opção feita pelos setores público e privado, assim como pela sociedade brasileira: à‰ importante que se destaque a iniciativa, que é do governo, dos empresários e do povo brasileiro!.

Para Dilma, há uma opção clara! no Brasil por estimular o crescimento econômico com medidas de justiça social e mais democracia. Buscamos um mercado de consumo de massa que é uma forma de justiça social!, disse, lembrando que as mudanças no Brasil refletem o que ocorre no mundo como um todo.

Ao defender a participação da classe média como força motriz na economia, Dilma lembrou que processo semelhante ocorre na Rússia, àndia, China e àfrica do Sul, países que compõem o bloco do Brics. Ela reiterou que os cinco países têm grandes extensões territoriais e desafios comuns a perseguir, como a inserção das classes marginalizadas, pobres e que têm fome.

A visita de dois dias da presidenta Dilma aos Estados Unidos acaba hoje (10). Ontem, ela esteve em Washington e hoje passa o dia em Boston, quando irá à s universidades de Harvard e Massachusetts. Em ambas, a presidenta deverá apresentar as parcerias para o programa Ciência sem Fronteiras.

2 Comentários

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  1. Se o padrão de consumo continuar o mesmo, esses 60% somados as classes médias emergentes dos BRICs mais as classes médias que sobrarem nos países ricos (após as sucessivas crises…), mais o consumo dos ricos dos mesmos países arrolados…Adeus vida humana na Terra!!!!!!!

    • e dae? ninguem vai virar semente mesmo… pior q isso é morrer de fome, como na decada de 80 e 90 quando color, FHC eram os presidentes e quase mataram os brasileiros de fome. o sol nasceu pra todos, e ñ pra uma meia duzia de gatos pingados de tucanos do demo corruptos.