No Paraná, Coronel da PM diz que não descarta greve

via portal Bem Paraná

Policiais militares do Paraná podem cruzar os braços, diz coronel Elizeu Furquim.
Greve da Polícia Militar da Bahia. Deflagração de greve no Rio de Janeiro. Perspectivas de paralisação em Pernambuco. O governo Federal teme um efeito dominó nos demais estados do País. No Paraná, o coronel Elizeu Ferraz Furquim, da AMAI (Associação de Defesa dos Direitos dos Policiais Militares), diz ser contra a greve, mas admite que não a descarta.

Em entrevista à  rádio Banda B, Furquim afirmou que os policiais estão com as negociações paradas e já fazem manifestações veladas. Ele vê a greve como o último recurso que um cidadão tem para se defender e que fará de tudo para evitá-la. Mas ele admite que o retrocesso das negociações com o governo pode dificultar.

Eles (governo) ofereceram o subsídio. Mas nós temos outras questões que devem ser acabadas antes desse subsídio, em termos de remuneração, em termos de implementação dos cursos superiores, e isso não está acontecendo!, revelou.

No início da semana, o governador Beto Richa (PSDB) falou que o governo vai se esforçar para resolver a situação, mas admite uma possível reação dos policiais. “Receio sempre há, não seria hipócrita de não reconhecer que estamos sujeitos a qualquer momento a uma greve maior, mas todo o esforço do governo para evitar esse tipo de situação sempre vai ser empreendido”, disse ele.

Em curitiba, Região Metropolitana e Litoral, houve manifestações pacíficas e veladas de policiais, como buzinaços e sirenes. Segundo Furquim, toda manifestação é dentro da legalidade e permitida pela constituição. Ele afirmou que os comandos da PM continuarão com manifestações pacíficas. “So peço que não haja supressão de qualquer espécie de serviço, como descumprimento de ordens!, disse.

Comments are closed.