20 de Fevereiro de 2012
por esmael
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Guerrilha colombiana decide aceitar trégua para começar a negociar fim de conflito

da Agência Brasil

O movimento guerrilheiro Exército de Libertação Nacional da Colômbia (ELN) anunciou que vai aceitar a trégua proposta pela organização não governamental (ONG) Colombianos pela Paz. O ELN exigiu, porém, que as negociações ocorram com base no diálogo e em uma agenda para a solução política dos conflitos. Leia mais

20 de Fevereiro de 2012
por esmael
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Eleições 2012: José Serra busca estratégia para vencer rejeição em São Paulo

via Folha

O ex-governador José Serra (PSDB) já começou a discutir com antigos colaboradores pesquisas para avaliar a viabilidade de sua candidatura à  Prefeitura de São Paulo nas eleições deste ano.

Com base em pesquisas qualitativas feitas com pequenos grupos de eleitores, assessores de Serra disseram que é possível reduzir os altos índices de rejeição do eleitorado que ele enfrenta hoje.

Mas isso vai depender de quanto tempo ele terá para fazer propaganda na televisão, e, portanto, da capacidade que os tucanos terão de atrair outros partidos para a campanha do ex-governador.

Segundo a sondagem mais recente do Datafolha, concluída em janeiro, 33% dos eleitores de São Paulo dizem que não votariam de jeito nenhum em Serra. No cenário mais favorável para sua candidatura, ele tinha 21% das intenções de voto em janeiro.

Serra está sob forte pressão do PSDB para concorrer à  prefeitura, mas ainda condiciona o lançamento de seu nome à  construção de um cenário que lhe dê conforto para lidar com os riscos que a eleição deste ano oferece para sua carreira política.

Colaboradores do ex-governador sugeriram que ele acompanhasse a evolução das pesquisas por mais tempo antes de tomar uma decisão. Até lá, ele tentaria manter seu nome em evidência, como favorito do PSDB, para começar a aplacar a avaliação negativa do eleitorado.

Mas os tucanos temem perder o apoio do prefeito Gilberto Kassab (PSD) se Serra demorar muito para se definir, o que romperia a coalizão que controla a capital desde que Serra se elegeu pre

20 de Fevereiro de 2012
por esmael
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Dilma terá o mesmo peso político que Beto nas eleições de Curitiba, diz diretor da Paraná Pesquisas

por André Gonçalves, via Gazeta do Povo
Dilma Rousseff aproveitou a primeira reunião do ano com o conselho político, na semana passada, para mandar um recado a todos os aliados: só vai participar das campanhas municipais em que não houver concorrência entre candidatos da base. Alguns pensam que o estrago não será grande, afinal a presidente não teria o traquejo de Lula para pedir votos. Mas em alguns lugares, como Curitiba, ela vai fazer falta.

Segundo o diretor do Instituto Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, Dilma conseguiu igualar nos últimos dias o nível de popularidade do governador Beto Richa (PSDB) na capital. Só perde no critério de desempate. A diferença é que Beto está muito mais próximo da população; é só sair de casa para apertar a mão dos eleitores!, diz Hidalgo.

A proeza da presidente é ter conseguido furar o bloqueio antipetista entre a classe média/alta curitibana. As mesmas pessoas que detestavam o discurso popular de Lula, agora aprovam a faxina de Dilma. A sensação é de que a figura dela descolou-se do PT e virou um patrimônio político individual, algo parecido com o que acontece com Lula entre a classe C.

Em Curitiba, há três candidatos de legendas alinhadas ao governo federal: Gustavo Fruet (PDT), Rafael Greca (PMDB) e Ratinho Jr. (PSC). Sem contar nos esforços de Tadeu Veneri e Dr. Rosinha para vetar o apoio do PT a Fruet e convencer o partido a lançar nome próprio. Ainda há a estranha situação do prefeito Luciano Ducci, que é do PSB, sigla que tem até ministério em Brasília, mas que no Paraná é totalmente pró-PSDB.

Com um balaio tão grande e sortido de candidatos aliados!, parece natural que Dilma não se meta na cidade. Aliás, não há nem sinal de que ela esteja sendo procurada. A briga ainda é pelo apoio do PT e desconsidera a força da presidente como pessoa física!.

A questão é que os pontos fortes de Dilma cairiam como uma luva especialmente na campanha de Fruet. Ex-tucano, ele tem dificuldades de explicar uma aliança com os petistas. Mas se aliar a Dilma é outra coisa.

Como deputado federal, Fruet foi sub-relator da CPI dos Correios, que investigou o mensalão durante o governo Lula. O trabalho levou à  queda do então ministro da Casa Civil, José Dirceu. Gra