Nepotismo: MP determina que prefeito de Pitanga exonere parentes

Altair Zampier. Foto: Central R3.

O prefeito José Zampier (PR), de Pitanga, na região Centro-Sul do Paraná, a 345 km da capital, terá que exonerar os seis parentes seus que estão empregados em cargos comissionados na prefeitura do município.

A determinação é da promotora Rosana Mikrut R. L. Demchuk, da Promotoria do Patrimônio Público de Pitanga, que acatou denúncia contra vereadores e o próprio prefeito que mantêm parentes espalhados em onze secretarias municipais.

A determinação do Ministério Público dá ao prefeito prazo de 90 dias para que efetue as exonerações e dá trinta dias para que seja entregue à  Promotoria identificação dos nomes das pessoas contratadas e seus respectivos graus de parentesco com os vereadores e o chefe do executivo.

Ah, se a moda chegasse ao governo do Paraná…

7 Comentários

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  1. pitanga tem que seguir o exemplo do governador do parana :empregar parentes no setor publico não e nipotismo. so no governo richa esta toda a familia no governo..parabens pela seu brog ,

  2. Só porque esse prefeito é adversário do beto richa, se fosse aliado ele poderia manter seus poucos parentes na prefeitura.

  3. Ahhhh, se a moda chegasse ao Executivo Federal, ao Poder Judiciário. Ao legislativo, ein?

  4. SABE QUANDO VAI CHEGAR NO GOVERNO COM ESTA JUSTIÇA CUMPLICE NUNCA. EU DISSE NUNCA.

  5. Dizem por ai que tem um ex-servidor municipal aqui de Curitiba que pode “sujar” o Beto e o Ducci. tomara que cassem esses dois.

  6. Matahari, O Rossoni não está nem aí para esse Ministerio Público do Parana pois, sabe que eles não agem contra quem está no Poder. Se c……….de medo do Rossoni e do Beto. Portanto nós, os pobres coitados que dependemos da Justiça, estamos à mercê desses malfeitos. Não espere que o M.P. vá agir contra o Rossoni, não vai acontecer nada.

  7. Enquanto isso no Parana, o Presidente da Assembléia Valdir Bituruna, escarnece da população e da lei, confessando em entrevista à radio Band News que a emprêsa de Segurança da Assembléia, contratada por ele, doou dinheiro para a campanha do filho, à Prefeito de Bituruna. Se foi para a campanha dele e está declarado; tudo bem. Entretanto se foi para a campanha do filho à Prefeitura, enquanto o pai é Presidente do Poder, caracteriza tráfico de influência e isso é crime, pois a emprêsa tem contrato com a Assembléia Legislativa e isso não poderia ser feito. Prevaricação é o nome da norma que tipifica esse delito. A confissão do Rossoni na entrevista é elemento para o Ministério Público ensejar a ação criminal por esse crime e propôr a perda do mandato. Se assim não o fizer quem prevarica é o Ministerio Público, pois esse crime é de Ação Pública. Caso essa autoridade competente não haja, qualquer cidadão ou entidade constituida pode propôr o chamamento a Justiça. Onde esta a oposição nesse Estado?

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