25 de janeiro de 2012
por esmael
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Gleisi Hoffmann está mandando

* ‘Gleisi fala por mim’, afirma presidente

da Folha

Os principais interlocutores de Dilma Rousseff saíram da reunião ministerial anteontem surpresos com a demonstração de força que a presidente deu à  chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann.

Antes de encerrar o encontro formal, Dilma retomou a palavra e deu seu recado: não adianta tentar passar por cima da gerente do governo.

“Gleisi é uma de vocês, mas quando fala, fala por mim. Antes de falar comigo, tem que falar com ela”, afirmou a presidente.

Em seguida, Dilma deu um ultimato: se os ministros faltarem à s corriqueiras reuniões marcadas na Casa Civil e, em seu lugar, decidirem mandar seus assessores, a chefe da Casa Civil irá cancelar os encontros automaticamente.

“Eu não quero saber de pessoas não qualificadas nas reuniões”, disse a presidente.

Dilma deu essa demonstração de força ao contar sua própria experiência.

Quando assumiu a Casa Civil, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva jogou a gestão do governo nas mãos da nova auxiliar enquanto se concentrava na política.

Agora, porém, o formato é diferente.

A presidente toca menos a parte política, mas continua centralizando a administração do Poder Executivo.

25 de janeiro de 2012
por esmael
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Egípcios preparam dia de festa para comemorar um ano do início dos protestos no país

da Agência Brasil

Centenas de egípcios estão na Praça Tahrir, no Cairo, para celebrar a data que marca o começo dos protestos ocorridos no ano passado e que levaram à  renúncia do então presidente Hosni Mubarak !“ em 11 de fevereiro de 2011. Os manifestantes estão com bandeiras do Egito e gritam palavras de ordem em defesa da democracia. Mubarak ficou cerca de 30 anos no poder.

Em celebração à  data foram convocadas várias marchas em todo o país. De acordo com relatos, o clima é pacífico, com música e canções patrióticas. Algumas pessoas passaram a noite na Praça Tahrir !“ que se tornou espécie de símbolo de contestação para o povo egípcio. Os principais cafés da capital egípcia passaram a madrugada lotados. Muitos dos clientes usavam lenços palestinos na cabeça ou no pescoço representando o traje dos revolucionários.

No entanto, os egípcios cobram da Justiça uma resposta à s denúncias de abusos ocorridos durante os protestos no ano passado. Tanto é que várias vítimas e suas famílias estão presentes na Praça Tahrir para reivindicar direitos. As autoridades intensificaram o esquema de segurança nas áreas em torno dos edifícios do governo e perto da praça.

Nas imediações do Ministério do Interior !“ que é considerado símbolo da repressão do regime Mubarak !“ há reforços policiais e oficiais equipados com equipamento antimotim. Também foram colocadas barreiras para impedir o acesso à s ruas ao redor do prédio.

Ontem (24) a Junta Militar, que governa o Egito há quase um ano, suspendeu parte de estado de emergência que vigora no país há 45 anos. A partir de hoje várias das restrições impostas aos civis pelo estado de emergência deixarão de vigorar. A decisão foi anunciada ontem pelo chefe da Junta Miliar, o marechal Mohamed Hussein Tastawi. A declaração foi transmitida pelas emissoras de televisão.

25 de janeiro de 2012
por esmael
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Manchetes desta quarta

Jornais do Paraná

– Gazeta do Povo: Sem mão de obra, empresas contratam mais idosos

– Jornal do Estado: Surto de águas-vivas nas praias do estado desafia os cientistas Leia mais