10 de dezembro de 2011
por esmael
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“Privataria Tucana”: Serra tenta comprar estoque de livro-bomba

via site Brasil 247

José Serra. Foto: ZUHAIR MOHAMAD/AGàŠNCIA ESTADO.

O ex-governador José Serra telefonou ontem à  noite para a loja da Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo, pedindo para reservar todos os 50 exemplares do livro “Privataria Tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro Júnior, que tinham acabado de chegar. O pedido foi negado, segundo uma fonte da livraria que preferiu não se identificar. Mas os livros sumiram das prateleiras da loja mesmo assim. Foram todos comprados ontem mesmo. “O Serra ligou ontem à  noite pedindo para reservar, porque ele iria comprar todos”, disse a fonte. “Foi ele mesmo quem ligou, mas nós não pudemos reservar. A gente quer vender o livro e parece que ele quer vetar a venda”. Leia mais

10 de dezembro de 2011
por esmael
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Eleições: Netinho empata com Russomanno para prefeitura de SP

via portal Vermelho

A dez meses da eleição, o paulistano ainda demonstra pouco interesse na sucessão do prefeito Gilberto Kassab (PSD). Nenhum candidato supera os 20% de intenções de voto, e o número de indecisos oscila até os 29%. O Datafolha projetou cinco cenários. Em quatro, o ex-deputado Celso Russomanno (PRB) lidera com 20%, em empate técnico com o vereador Netinho de Paula (PC do B), que varia de 14% a 15%.

Quando Serra é testado, ele aparece na ponta com 18%, empatado com Russomanno (16%) e Netinho (13%). Os dois últimos ainda terão que vencer a pressão de Lula, que tenta convencer seus partidos a retirá-los da disputa para entrar na chapa de Haddad.

Entre os outros pré-candidatos do PSDB a prefeito, o mais bem posicionado é o secretário estadual de Meio Ambiente, Bruno Covas, com 6%.

O secretário de Energia, José Aníbal, tem 3%. O deputado Ricardo Tripoli e o secretário de Cultura, Andrea Matarazzo, têm 2% cada um.

O vice-governador Guilherme Afif Domingos (PSD), do partido de Kassab, aparece com 3% nos cinco cenários. Em reuniões com aliados, Serra defendia que o PSDB abrisse mão de lançar candidato próprio para apoiá-lo.

A pesquisa espontânea, em que o eleitor não recebe a lista de candidatos, reforça a ideia de que o paulistano está alheio à  corrida municipal. Os mais citados são Marta (8%) e Kassab (3%), que não vão participar da disputa.

“A grande maioria ainda não se deu conta da eleição. O cenário está completamente aberto”, resume Paulino.

Haddad

10 de dezembro de 2011
por esmael
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A reportagem investigativa da década

por Luis Nassif

Fui ontem à  coletiva do repórter Amaury Ribeiro Jr, sobre o livro que lançou.

Minha curiosidade maior era avaliar seu conhecimento dos mecanismos do mercado financeiro e das estruturas de lavagem de dinheiro.

Amaury tem um jeito de delegado de polícia, fala alto, joga as ideias de uma forma meio atrapalhada !“ embora o livro seja surpreendentemente claro para a complexidade do tema. Mas conhece profundamente o assunto.

Na CPI dos Precatórios !“ que antecedeu a CPI do Banestado – passei um mês levando tiro de alguns colegas de Brasília ao desnudar as operações de esquenta-esfria dinheiro e a estratégia adotada por Paulo Maluf. Foi o primeiro episódio jornalístico a desvendar o submundo das relações políticas, mercado financeiro, crime organizado.

No começo entendi os tiros como ciumeira de colegas pela invasão do seu território por jornalista de fora. Depois, me dei conta que havia um esquema Maluf coordenando o espírito de manada, no qual embarcaram colegas sem conhecimento mais aprofundado do tema.

Minhas colunas estão no livro O jornalismo dos anos 90!, mostrando como funcionavam as empresas offshore, o sistema de doleiros no Brasil, as operações esquenta-esfria na BMF e na Bovespa, as jogadas com títulos estaduais.

Repassei parte desse conhecimento ao meu amigo Walter Maierovitch, quando começou a estudar esse imbricamento mercado-crimes financeiros e, depois, na cerimônia de lançamento do Sisbin (Sistema Brasileiro de Inteligência).

Mesmo assim, persistiu a dicotomia na cobertura: jornalistas de mercado não entravam em temas policiais e jornalistas policiais não conheciam temas financeiros. E a Polícia Federal e o Ministério Público ainda tateavam esse caminho.

Aos poucos avançou-se nessa direção. A Sisbin significou um avanço extraordinário na luta contra o crime organizado. E, no jornalismo, Amaury Ribeiro Jr acabou sendo a melhor combinação de jornalismo policial com conhecimento de mercado.

Quem o ouve falar, meio guturalmente, não percebe, de imediato, sua argúcia e enorme conhecimento. Além de ter se tornado um especialista nas manobras em paraísos fiscais, nos esquemas de esquentamento de dinheiro, tem um enorme discernimento para entender as características de cada personagem envolvido na trama.

Mapeou um conjunto de personagens que atuam juntos desde os anos 90, girando em torno do poder e da influência de José Serra: Riolli, Preciado, Ricardo Sergio, Verônica Serra, seu marido Alexandre Burgeois. à‰ uma ação continuada.

Entendeu bem como se montou o álibi Verônica Serra, uma mocinha estreante em Internet, naquele fim dos anos 90, com baixíssimo conhecimento sobre tendências, modelos de negócios, de repente transformada, por matérias plantadas, na mais bem sucedida executiva da Internet nacional. Criou-se um personagem com toque de Midas, em um terreno onde os valores são intangíveis (a Internet) para justificar seu processo de enriquecimento. Mas todo o dinheiro que produzia vinha do exterior, de empresas offshore.

Talvez o leitor leigo não entenda direito o significado desses esquemas offshore em paraísos fiscais. São utilizados para internalizar dinheiro de quem

10 de dezembro de 2011
por esmael
Comentários desativados em Bolso do torcedor vira tema nas eleições do Atlético; veja o vídeo

Bolso do torcedor vira tema nas eleições do Atlético; veja o vídeo

As eleições no Clube Atlético Paranaense (CAP), na próxima quinta-feira (15), estão pegando foto. A chapa “Paixão pelo Furacão”, liderada por Diogo Braz e Enio Fornea, divulgou um vídeo mostrando “incoerência” do adversário Mario Celso Petraglia — da chapa “CapGigante”. Leia mais

10 de dezembro de 2011
por esmael
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Greves ficaram 57% mais longas em 2010

da Folha

As greves ficaram mais longas em 2010, puxadas por uma disparada na duração das paralisações no setor público e pela gradual, mas contínua, expansão das horas paradas no setor privado.

Atitude mais dura do governo, desemprego em baixa, elevação da inflação e desaceleração econômica devem ter agravado esse cenário em 2011, estimam pesquisadores.

Segundo levantamento do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) obtido pela Folha, as greves somaram 44.870 horas (quase 5.609 dias) em 2010, mais do que o dobro de 2005.

10 de dezembro de 2011
por esmael
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“Xoque de Jestão”: Richa corta verba de custeio e UEM teme suspensão de bolsas

por Luiz Modesto, via Folha de Maringá

Gestores da Universidade Estadual de Maringá estão preocupados depois que o governo estadual do Paraná divulgou o orçamento para 2012. O que se discute nos corredores da reitoria da UEM é a redução da verba destinada ao custeio da instituição no ano que vem.

Quando Beto Richa assumiu o Palácio das Araucárias a previsão de gastos com manutenção da UEM era de aproximadamente 22 milhões, sendo que, com a desculpa de que os cofres públicos não comportariam tal repasse, o tucano encaminhou para a universidade 16 milhões.

Para o ano de 2012 a Assembléia Legislativa do Paraná aprovou o repasse de 12 milhões para o custeio da UEM, 10 milhões a menos que o que havia sido orçado na passagem de 2009 para 2010.

10 de dezembro de 2011
por esmael
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PARANà PESQUISAS: Richa tem aprovação de 74% dos eleitores; Dilma, fica com 64%

por Chico Marés, via Gazeta do Povo

Após quase um ano de gestão, a maioria dos paranaenses aprova o governador Beto Richa (PSDB) e a presidente da República Dilma Rousseff (PT). Segundo levantamento da Paraná Pesquisas feito com exclusividade para a Gazeta do Povo, 74% da população aprova Richa e 64% aprova Dilma (veja mais dados da pesquisa ao lado).

Entretanto, em ambos os casos, a população não sabe exatamente qual o motivo da aprovação. Mais da metade da população não soube citar um ponto positivo do governo Richa, enquanto um terço não soube responder a mesma questão sobre Dilma.

De acordo com o diretor da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, esses resultados reforçam a importância da imagem do governante para a população. A figura do governante é mais forte do que o próprio governo!, comen!­!­!­ta. Com apenas um ano de governo, nenhuma mudança brusca o suficiente na gestão pública chegou a ser percebida pela população !“ para o bem ou para o mal. Isso favorece ainda mais a imagem em detrimento da ação.

Já o cientista político da UFPR Ricardo Oliveira considera que a memória que os eleitores têm de ambos os governantes influiu decisivamente no resultado. Ainda não há uma marca forte e decisiva para o eleitor em ambos os governos. Trata-se de um ano pós-eleitoral, que geralmente é de conserto, organização e, portanto, de contenção econômica!, afirma. Por causa disso, os históricos de Richa e de Dilma acabam sendo mais influentes do que suas próprias ações.

Entretanto, para a cientista política Luciana Veiga, também da UFPR, o balanço não deixa de ser positivo para Richa. A alta aprovação no início do governo po!­!­!­!­de servir como suporte para que ele coloque seus projetos em prática sem ter de lidar com a rejeição da população. Se você pensar que ele saiu de uma eleição com pouco mais de 50% dos votos e conseguiu 73% de aprovação no final de seu primeiro ano de governo, trata-se de algo positivo, mesmo que essas pessoas não saibam o porquê!, pondera.