IAP cassa disponibilidade de dirigente sindical

O presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Luiz Tarcíio Mossato Pinto, cassou a disponibilidade do servidor Heitor Rubens Raymundo ao SINDISEAB (Sindicato Estadual dos Servidores Públicos da Agricultura, Meio Ambiente, Fundepar e Afins). A liberação está prevista na Constituição da República Federativa do Brasil e na legislação paranaense.

“A cassação ocorreu de forma abrupta, unilateral e arbitrária”, acusa Roberto de Andrade Silva, dirigente do SINDISEAB, que enviou carta ao presidente do IAP protestando e solicitando a imediata revogação da medida “antidemocrática”.

2 Comentários

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  1. Hhehehe Conheço bem esta figura folgada!

    Faz 20 anos que ele não trabalha, só vive à custa do sindicato. Do grupo político do folclórico Vitório Serotiuk e fiel ao Requião, tem característica populista e autoritária. Nâo é presidente do sindicato, mas manda neles: ai dos coitados (no caso da coitada) se não obedecer. rs rs
    Porém como ele pertence à Procuradoria Geral do Estado, a mamata acabou. Agora querem botar a culpa no Chefe do IAP.

  2. MEIA VERDADE!!!
    Eita que este Roberto Carlos (que não é o Rei) está divulgando “meia verdade”.
    1) O Presidente do IAP não cassou a disponibilidade do Heitor, até porque, ele não é servidor público do IAP (é da PGE, quadro dos Advogados) à disposição do IAP (mas “treabalhava” mesmo era pro sindicato);
    2) O cargo deste Heitor era de tão somente de Conselheiro Fiscal. A presidente do Sindicato, esta sim servidora do IAP pode e tem a disponibilidade pro sindicato;
    3) O dito ganha o dobro que qualquer outro servidor, por pertencer ao tal Quadro dos Advogados e seu único trabalho a anos, é entregar j uma vez por mês um jornalzinho com demagogias e falsas promessas aos servdiores, enquanto que nos bastidores ele vende a alma da mãe ao governo (claro que como tantos, não entrega rs rs).
    Roberto Carlos, meu cantor: manda a carta pra PGE, pois é lá que o Heitor trabalha (ou devia trabalhar) e aproveita e dá uma “mijada” nele, por não te contar isto e te induzir ao ridículo