Aliada de Requião vence eleição no Colégio Estadual do Paraná

Colégio Estadual do Paraná elegeu diretora aliada do senador Roberto Requião.

A pedagoga Laureci Schmitz Rauth foi eleita ontem a nova diretora do Colégio Estadual do Paraná (CEP), o maior estabelecimento de ensino da rede pública estadual.

Ex-assistente técnica do Núcleo Regional de Educação de Curitiba (PR) na gestão do governador Roberto Requião, a nova diretora comandará o CEP até novembro de 2014.

O Colégio Estadual do Paraná possui autonomia de gestão e orçamento anual próprio que pode chegar a R$ 15 milhões.

Laureci derrotou nas urnas a atual diretora Tânia Maria Acco, que havia sido eleita em mandato tampão em setembro de 2010.

O diretor do CEP vinha sendo indicado pelo governador desde 1964 até o ano passado quando Orlando Pessuti (PMDB) instituiu eleição direta para o cargo.

A volta do processo de escolha pelo voto direto só foi possível depois de meses de manifestações dos estudantes do CEP, em 2010, que culminou com a queda da então diretora Maria Madselva Ferreira Feiges.

A diretora venceu a eleição graças ao apoio que recebeu dos estudantes.

5 Comentários

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  2. Professora Madselva, no mandato do Senador Requião eu trabalhava no NRE,participei de muitos CADEP que a senhora palestrava….Você professora é execelente, admirava demais suas palestras, tenho saudades,pois a senhora sim tinha uma visão de educação, conhecedora do que era aprender…Agora o que temos de direção nesse governo..nada…mudaram as matrizes,fizeram nós professores engolir…esse governo não conhece as Diretrizes…infelizmente ele não tem conhecimento …..capacitação para esses professores que fazem uma faculdade à distância..como escutei aogra na TV no Globo Cidadania o professor tem que ter boa formação e não aumentar o número de aula de português e matemática e diminuir das outras, sendo que professores dessas áreas são mal formados…
    Professora, vc é uma excelente professora…Obrigada ….

  3. Eu gostaria muito de estudar aqui no CEP!!

  4. Li a notícia sobre eleição para Diretores no seu blog e lamentei o uso de uma foto referente a um momento histórico do Colégio Estadual do Paraná para referenciar outro momento, com outras especificidades. Na noticia referente ao resultado da eleição daquela instituição foi mantida a mesma foto: não existem fotos “da festa da vitória democrática? Por que? Quero contribuir, esclarecendo algumas questões: a)-fui convidada pelo Governo Requião para assumir a Direção Geral do Colégio Estadual do Paraná e lá permaneci no período de fevereiro de 2007 até abril de 2010; b)- solicitei meu afastamento da função de Diretora Geral daquela instituição diretamente ao Governador Orlando Pessuti (que já acenava com algumas rupturas em relação ao Governo Requião- eu me incluia no quadro dos convidados deste) , apresentando um amplo Relatório da Gestão- 2007/2010, o que presumo tratar- se de responsabilidade inerente à função do administrador público que deve deixa os registros para uma análise consistente dos novos gestores que poderão definir os rumos da instituição , considerando possivelmente algumas práticas de continuidade por tratar-se de políticas públicas ou promover rupturas em razão da concepção da nova equipe diretiva; c)- retornei à Universidade Federal para o exercício da minha função docente. Enfim, quero dizer que reconheço a legitimidade da foto como imagem congelada de uma prática de resistência às mudanças sob o comando de um grupo de professores que estimularam a paralisação das aulas no final do primeiro ano da minha gestão. A resistência pode constituir uma forma legítima de enfrentamento às divergências, o que não pode ser secundarizado é o direito dos alunos à apropriação do conhecimento. As mudanças realizadas foram articuladas no debate coletivo das políticas públicas, promovendo reuniões sistemáticas com ampla participação pais, professores ( inclusive daqueles que se opunham à mudança como direito ao exercício democrático da divergência), funcionários, pedagogas , alunos; no redimensionamento da função dos órgãos de gestão colegiada como o Conselho Escolar e APMF e na elaboração do Plano Plurianual do Colégio que passou de menos de seis milhões para doze milhões – orçamento necessário às peculiaridades do prédio como patrimônio histórico e à implantação de políticas públicas democratizantes que naquele momento exigiram o combate à “elite conservadora composta por grupo de professores ” que “conviviam harmoniosamente com outros diretores também indicados , porque atendiam seus privilégios”. Assim, entendo que o uso de fotos daquele momento histórico significa reduzir o processo de eleição de diretores enquanto política pública a um episódio que demarcou a administração político- pedagógica de uma instituição que reconduziu os rumos do CEP, na perspectiva de uma política de gestão escolar comprometida com a democratização da educação em termos de acesso e qualidade da aprendizagem para todos os alunos e não apenas a continuidade da participação/ decisão restrita de parte do segmento dos professores. A questão da Gestão Democrática da escola pública pressupõe a figura de um Diretor que articule democraticamente – em condições de igualdade – a participação do segmento dos professores, dos funcionários, dos pais e dos estudantes, assegurando a realização da função social da escola: democratização do conhecimento para todos os alunos em termos de qualidade da aprendizagem. É para isto que elegemos Diretores! Para construir coletivamente a qualidade da aprendizagem para todos os alunos, especialmente para aqueles que encontram na escola pública uma das únicas possibilidades de inclusão social pela apropriação do conhecimento como uma das ferramentas de emancipação das camadas populares.

  5. A aliada do Requiao e’ a odiada Madselva, que os cartazes na foto estampa!