20 de novembro de 2011
por Esmael Morais
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Espanha: Cerca de um terço de eleitores troca a direita pela direita

via portal Vermelho

Com as primeiras divulgações dos resultados eleitorais de hoje na Espanha, o direitista Partido Popular (PP) deverá governar o país com uma inédita maioria absoluta, de 186 mandatos num total de 350 do Congresso de Deputados, órgão que terá mais três partidos que na legislatura anterior.

Até as 20 horas (de Brasília), haviam sido contabilizados 89,64% dos votos, e o resultado representa a maior vitória da história na democracia burguesa espanhola do direitista PP e, consequentemente, a maior derrota do seu principal rival, o pseudo-socialista PSOE.

O tempo ruim atrasou a abertura de algumas seções eleitorais na Espanha, que realiza eleições gerais hoje. Uma seção no sul do país teve de ser realocada por causa de enchentes, disse o porta-voz do escritório eleitoral, Felix Monteira. Segundo ele, o comparecimento à s urnas era menor que durante a eleição de 2008 no país. Leia mais

20 de novembro de 2011
por Esmael Morais
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Pablo Neruda foi assassinado, reitera ex-ajudante do poeta

via portal Vermelho

“Pablo Neruda foi assassinado. Não estava para morrer, estava com boa saúde”, reiterou, em Santiago do Chile, Manuel Araya, motorista, ajudante e amigo pessoal do poeta chileno.

Em declarações à  Rádio Cooperativa do Chile, Araya disse que, depois do golpe de Estado de 11 de setembro de 1973, a família e os amigos do Prêmio Nobel de Literatura (1971) decidiram levá-lo do seu lar até a Clínica Santa María de Santiago por segurança.

“Pensávamos que na clínica estaria mais seguro. Nunca pensamos que lhe iam dar uma injeção e ele ia morrer”, relatou.

Araya informou que explicou tudo em detalhe à s autoridades judiciais que pesquisam a morte do poeta e, em particular, ao ministro do caso, Mario Carroza: “Ficou muito contente com o que lhe contei; contei-lhe todo o que eu sabia”.

Citado também por Rádio Bío Bío de Chile, Araya disse que, estando Neruda nessa clínica, lhe chamou por telefone para lhe dizer que tinham dado a ele uma injeção no estômago e que estava com muita febre.

Araya foi então à  instituição médica e lá um doutor pediu-lhe que saísse para comprar um medicamento, informou em seu depoimento.

“Eu retiro uma toalha para molhar (a Neruda) e lhe baixar a febre, entro no banheiro para lavar meu rosto e molhar a toalha, entra um doutor e me manda comprar um medicamento, mas eu lhe digo que nós estamos pagando e o medicamento deve ser fornecido por eles”.

“Tive que ir a uma farmácia de bairro e saí para comprar o medicamento, mas nunca imaginei que me seguiam automóveis e, na rua Vivaceta com Balmaceda, fui detido a muito poucas horas da morte de Neruda. Tinham tudo programado”, sustenta.

“Esse maldito assasino matou-o. Ele estava doente de câncer, mas resistia muito bem. Nesse dia, ele estava pendente de sua viagem ao México que ocorreria dois dias depois. Ele não estava mau e não tinha por que ter morrido. O governo militar não queria que saísse do país e por isso o fez”, enfatizou.

De acordo com a informação propalada pelo regime Leia mais

20 de novembro de 2011
por Esmael Morais
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Primeiro museu brasileiro sobre holocausto é inaugurado em Curitiba

por Rafael Moro Martins, via UOL Notícias

O primeiro museu brasileiro dedicado a relembrar a perseguição e extermínio de judeus pelo nazismo será inaugurado simbolicamente neste domingo (20), em Curitiba. A solenidade coincide com a reunião da Confederação Israelita do Brasil na capital paranaense, no fim de semana !“do encontro participam as principais lideranças da comunidade judaica no país. As visitas ao Museu do Holocausto deverão ser pré-agendadas e só podem ser feitas a partir de fevereiro de 2012.

Fazem parte da exposição um cartão de racionamento alimentar usado no campo de Buchenwald, Alemanha, réplicas de bonecas das crianças da época e cartazes de propaganda nazista, utilizados como método de controle de massa e propagação de uma ideologia antissemita oficial por parte do governo.

Instituições similares de várias partes do mundo também doaram peças para o museu paranaense, entre eles pedaços de uma torá (livro sagrado dos judeus) parcialmente queimada na Noite dos Cristais !“considerada a primeira agressão em massa contra judeus na Alemanha e na àustria, em 9 de novembro de 1938, quando quase 300 sinagogas, além de residências e lojas, foram queimadas.

A maior parte do nosso acervo será exibido apenas em mostras temporárias!, informou Carlos Reiss, coordenador do espaço. A parte externa do museu, erguido ao lado do Centro Israelita do Paraná custou R$ 1 milhão e é decorada com pedras trazidas de Jerusalém e vitrais da Argentina.

Há dois anos, Miguel Krigsner, idealizador do museu, contratou uma empresa especializada em projetos mus Leia mais