17 de outubro de 2011
por Esmael Morais
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Presidenta Dilma defende Ministro do Esporte; veja o vídeo

da Agência Brasil

Pouco depois de chegar à  capital administrativa da àfrica do Sul, Pretória, a presidenta Dilma Rousseff conversou com jornalistas sobre as recentes suspeitas de corrupção envolvendo o ministro dos Esportes, Orlando Silva. Dilma disse que o governo dela é regido sempre pela “presunção da inocência” e que está “acompanhando atentamente denúncias, esclarecimentos e investigações”. O áudio da entrevista foi divulgado pelo Planalto.

“O ministro, não só nós presumimos a inocência dele, como ele tem se manifestado com muita indignação quanto à s acusações”, disse a presidenta. “Nós, ao contrário de muita gente por ai, temos o princípio democrático e civilizatório, nós presumimos inocência”.

Orlando Silva é acusado de participar de esquema de desvio de recursos do Programa Segundo Tempo, que destina dinheiro público para organizações não governamentais (ONGs) com o objetivo de incentivar jovens a praticar esportes. De acordo com reportagem publicada na edição desta semana pela revista Veja, o ministro é acusado por um policial de receber, na garagem do ministério, dinheiro desviado do programa. Orlando Silva nega todas as acusações e pediu à  Polícia Federal e ao Ministério Público Federal que investiguem as acusações.

Na entrevista, a presidenta ressaltou a disposição do ministro em dar explicações. “O ministro se dispôs a ir ao Congresso Nacional amanhã (18) para fazer todos os esclarecimentos que os senhores deputados e senadores quiserem ter”, disse Dilma. Leia mais

17 de outubro de 2011
por Esmael Morais
Comentários desativados em Governo do Paraná deve desculpas a Dilma, diz líder do PT

Governo do Paraná deve desculpas a Dilma, diz líder do PT

* Deputado cobrou que o governo Richa coloque em prática o discurso de grandeza! e que o próprio governador divulgue nota esclarecendo o fato e pedindo desculpas a Dilma

O deputado estadual e presidente do PT Paraná, Enio Verri, criticou duramente nesta segunda-feira, 17, a E-Paraná, nova denominação da TV Educativa, por ter censurado! o discurso da presidenta Dilma Rousseff durante a transmissão da solenidade de anúncio da liberação de R$ 1,75 bilhão em recursos da União para a construção do metrô, que ocorreu na tarde da última quinta-feira, 13, em Curitiba.

A rede trasmitiu integralmente os discursos do governador Beto Richa (PSDB) e do prefeito Luciano Ducci (PSDB), mas não levou ao ar o discurso do ministro das Cidades, Mário Negromonte, e transmitiu com inúmeros cortes o discurso de Dilma. No lugar da presidenta e do ministro, a E-Paraná transmitiu o desenho animado Cocoricó.

O mínimo que eu espero do governo estadual é uma nota pública de desculpas à  Presidência da República. O líder do governo Ademar Traiano destacou a grandeza do governo Richa. Mas cade a “grandeza” para assumir o erro e pedir desculpas? O governador devia divulgar uma nota explicando exatamente o que ocorreu. Grandeza é reconhecer que numa relação republicana podem ocorrer erros e pedir desculpas!, afirmou Verri, que destacou a postura republicana da presidenta Dilma no caso do metrô.

O parlamentar disse que não acredita na hipótese de que tenha havido interferência direta do governador para que o discurso da presidenta não tenha sido transmitido. No entanto, na opinião de Verri, o episódio ilustra bem a maneira como a gestão Richa enxerga, em linhas gerais, o Partido dos Trabalhadores e o governo da presidenta Dilma.

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17 de outubro de 2011
por Esmael Morais
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Só Rossoni recebia acima do teto, diz Rossoni

Valdir Rossoni (PSDB).

O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Valdir Rossoni (PSDB), confessou nesta tarde que os ex-presidentes da Casa não recebiam gratificações acima do teto constitucional (R$ 26 mil). Portanto, segundo ele, somente o próprio Rossoni recebia salário dobrado. ... 

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17 de outubro de 2011
por Esmael Morais
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Femotiba pede que Ministério das Comunicações investigue censura a Dilma

O presidente da Federação das Associações de Moradores de Curitiba (Femotiba), Edson Feltrin, protocolou nesta segunda-feira (17), no Ministério das Comunicações, pedido para que sejam tomadas “providências cabíveis” acerca da censura à  presidenta Dilma Rousseff.

A presidenta teve o discurso cortado pela TV Educativa, na última quinta-feira (17), durante cerimônia para liberação de recursos para obras do metrô em Curitibano. No lugar da fala de Dilma, a emissora estatal preferiu exibir o desenho animado Cocoricó.

“Beto Richa foi autoritário, reacionário, deselegante e, pelo seu ato, deve receber o repúdio de todos os cidadãos de bem de nosso Estado”, diz um trecho da representação da Femotiba.

A seguir, leia a íntegra da representação da Femotiba:

Exmo. Sr. Paulo Bernardo, MD. Ministro das Telecomunicações da República Federativa do Brasil.

FEMOTIBA- Federação das Associações de Moradores, Clubes de Mães, Entidades Beneficentes e Sociais de Curitiba, declarada de utilidade pública (Estatuto e Leis em anexo), com sede à  Rua Luiz Xavier, 68 !“ Conj. 1815 !“ nesta Capital, vem resp Leia mais

17 de outubro de 2011
por Esmael Morais
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Richa nega censura e diz que PT está com “dor de cotovelo”; ouça o áudio

Governador Beto Richa (PSDB).

O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), negou que tenha orientado a equipe da TV estatal censurar a presidenta Dilma Rousseff, na última quinta-feira (13), durante cerimônia de liberação de recursos para o metrô de Curitiba. ... 

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17 de outubro de 2011
por Esmael Morais
Comentários desativados em Driblando a censura: Dilma grava edição especial do Café com a Presidenta sobre o Paraná; ouça

Driblando a censura: Dilma grava edição especial do Café com a Presidenta sobre o Paraná; ouça

Programa Café com a Presidenta – Especial Paraná via PT PARANA

A presidenta Dilma Rousseff dedicou uma edição do programa Café com a Presidenta ao Paraná esta semana. Na última quinta-feira (13), Dilma esteve em Curitiba para anunciar os investimentos no metrô da cidade.

No programa, a presidenta disse que o Governo Federal vai investir R$ 1 bilhão em recursos do Orçamento Geral da União e irá disponibilizar R$ 750 milhões em financiamento, investindo quase 80% dos recursos necessários para a construção de 14 km do metrô.

Na visita à  capital paranaense, Dilma teve o discurso censurado pela TV Paraná (E-Paraná) que preferiu exibir o desenho animado Cocoricó. O governador Beto Richa (PSDB) e o prefeito Luciano Ducci (PSB) não tiveram as falas cortadas pela emissora estatal. Leia mais

17 de outubro de 2011
por Esmael Morais
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Conselho de à‰tica tenta se entender sobre suspensão a Derosso

por Roger Pereira, via O Estado do Paraná

O Conselho de à‰tica da Câmara Municipal de Curitiba volta a se reunir no final da tarde desta segunda-feira para tentar chegar a um acordo sobre o parecer da comissão de inquérito (formada pro três dos integrantes do conselho) a respeito do relatório do vereador Jorge Yamawaki (PSDB), que pede a suspensão, por até 90 dias, do presidente da Casa, João Cláudio Derosso (PSDB) pelas irregularidades nos contratos de publicidade da Câmara.

Sem um prazo definido para a manifestação, após o recebimento da defesa por escrito, pelo encaminhamento do pedido de suspensão ao plenário ou seu arquivamento, a comissão de inquérito já está há 25 dias sem apresentar sua decisão ao Conselho. O impasse seria, agora, na definição do tempo de suspensão a ser imposta a Derosso.

Há duas semanas, em reunião do Conselho, os vereadores estipularam verbalmente, a última quinta-feira, dia 13, como prazo para a definição, mas dois dos integrantes da comissão de inquérito (Dirceu Moreira !“ PSL e Valdemir Soares !“ PRB) não cumpriram o prazo. Assim uma nova reunião foi marcada para esta segunda-feira para tentar solucionar o impasse.

Aliados de Derosso na Câmara, Dirceu e Valdemir tentam, ao menos, diminuir o tempo de suspensão do presidente, uma vez que o relatório prevê pena punição de até 90 dias, mas não estipulou nenhum período e, pelo entendimento dos mesmos, cabe a essa comissão definir.

Eles tentam convencer a vereadora Noêmia Rocha (PMDB) a apresentar um projeto de resolução determi Leia mais

17 de outubro de 2011
por Esmael Morais
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Luís Nassif: Denúncia contra Ministério do Esporte é requentada

por Luís Nassif

Vamos tentar encaixar algumas peças nesse quebra-cabeças do Ministério dos Esportes.

Como tenho escrito seguidamente, a velha mídia tem sua prateleira de escândalos reais ou potenciais, com indícios ou sem provas, velhos ou novos, que são utilizados de acordo com as conveniências do momento.

Duas questões chamam a atenção: independentemente do mérito ou da veracidade, as duas denúncias contra o Ministério dos Esportes são velhas. A da Veja já tinha sido levantada na própria campanha eleitoral de Brasília !“ conforme vocês conferiram no Blog. A do Fantástico já tinha sido denunciada pelo Estadão no início do ano.

A ONG do PM de Brasília desviou R$ 4 milhões do Ministério e seus proprietários foram presos e respondem a processos. Na época contou para o Correio Braziliense a mesma história que contou para a Veja. O Correio queria atingir a campanha de Agnelo; Veja queria atingir Orlando Silva. Pelo próprio blog do acusado, fica-se com a sensação de que a revista pegou o mesmo depoimento e trocou o nome de Agnelo pelo de Orlando.

A tal ONG da pivô de basquete Karina tinha convênio antigo. Como as prefeituras podiam fechar convênio diretamente com o Ministério, é evidente que sua ONG se beneficiou dos contatos no Ministério para oferecer os serviços à s prefeituras. Conseguiu atuar em 17 cidades.

à‰ uma das ONGs investigadas no programa Segundo Tempo Leia mais

17 de outubro de 2011
por Esmael Morais
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Artigo de Marcos Coimbra: Por que a direita é contra o financiamento público das campanhas?

por Marcos Coimbra *, via CartaCapital

Existem alguns argumentos relevantes contra a adoção do financiamento público exclusivo para as campanhas eleitorais e muitos a favor. Está chegando a hora de decidir a respeito dele.

à‰ uma das principais ideias em debate no Congresso e entre especialistas em legislação eleitoral, desde quando as discussões sobre a reforma política se intensificaram a partir do início desta legislatura. Foi já aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado e está no anteprojeto de reforma elaborado pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados.

Entre os grandes partidos, o PT é o defensor número 1. Não só fez parte das resoluções de seu último Encontro Nacional como ganhou o envolvimento pessoal de Lula, que se tornou seu paladino. Em reuniões sucessivas com lideranças do PMDB e dos maiores partidos da base, ele tem procurado formar um consenso para viabilizar a proposta.

Seus adversários costumam usar motivos circunstanciais para justificar a posição, especialmente a antipatia da opinião pública. De fato, as pesquisas mostram que a grande maioria da população discorda da hipótese de que as campanhas sejam financiadas com recursos do Orçamento. As pessoas acham que isso significaria diminuir investimentos em áreas mais nobres! e não resolveria o problema do caixa 2. Seria um sacrifício inútil.

Esse sentimento tem duas origens. De um lado, como nunca tivemos esse tipo de financiamento, não sabemos como seriam as coisas se existisse. Caso o sistema político o aprovasse, seria necessário mostrar suas vantagens à  opinião pública, por meio de campanhas informativas, e torcer para todos se convencerem à  medida que o novo modelo confirmasse, na p Leia mais

17 de outubro de 2011
por Esmael Morais
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Ranking põe trabalhadores brasileiros entre os mais ‘engajados’ do mundo

da BBC Brasil

Os empregados brasileiros estão entre os mais engajados no trabalho, segundo uma pesquisa internacional que colocou os funcionários de empresas no país em terceiro em um ranking de 18 países.

A pesquisa, realizada pela consultoria ORC International, considera como engajado o empregado que fala bem da empresa e de seus produtos, tem interesse em continuar sendo parte da organização e em buscar seus objetivos e se esforça para ir além das expectativas básicas de sua função.

Em um índice de 0 a 100, o engajamento dos empregados brasileiros foi classificado em 64, atrás somente dos chineses (67) e indianos (74). Leia mais

17 de outubro de 2011
por Esmael Morais
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Gleisi Hoffmann sai em defesa do ministro Orlando Silva

Gleisi: governo satisfeito com respostas de Orlando.

Como o blog havia adiantado nesta manhã, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, saiu em defesa do ministro Orlando Silva (Esporte), alvo de denúncias de corrupção em reportagem da revista Veja no final de semana. ... 

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17 de outubro de 2011
por Esmael Morais
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Dilma anuncia investimentos de R$ 30 bilhões em transportes

da EFE, via Gazeta do Povo

A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta segunda-feira investimentos de R$ 30 bilhões em obras de transporte urbano em todo o país.

Os investimentos contemplam a construção e ampliação de redes de metrô, corredores exclusivos de ônibus, ferrovias de superfície e estações multimodais de integração, explicou Dilma no programa semanal “Café com a Presidenta”.

A chefe de Estado não especificou qual parte do orçamento corresponde a novos investimentos, e qual parte é referente a planos já contemplados ou em execução.

Parte dos novos investimentos será destinada à  criação das primeiras linhas de metrô em Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS), conforme anunciou Dilma na última semana em viajes a estas cidades. Leia mais

17 de outubro de 2011
por Esmael Morais
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ONG acusada pelo Fantástico dá aula de transparência na Fundação Roberto Marinho

via blog Os Amigos do Presidente Lula

A TV Globo quer mesmo derrubar Orlando Silva do Ministério do Esporte, para deixar o caminho livre para Ricardo Teixeira dar privilégios à  Globo na Copa-2014.

O programa Fantástico levou ao ar uma matéria contra a ONG “Pra Frente Brasil” da ex-jogadora de basquete Karina Rodrigues.

Reportagens levantando suspeitas sobre essa ONG são recorrentes na imprensa demo-tucana. Há anos saem matérias vagas sobre ela, mas ninguém aponta nada errado de fato. Aqui em 2009 tem uma da Folha, onde Karina reponde:

Pertencer ao partido ministro ajuda?
Pelo contrário. Só traz mais pressão. Seria muito mais fácil se não tivesse essa ligação. Sofremos fiscalização da Controladoria da União, do Ministério Público, do TCU, com denúncias anônimas. E até agora, não foram feitas críticas, apenas elogios. Eu até faria uma aposta. Não existe outra ONG no país que receba dinheiro público e publique os balancetes na internet como nós fazemos.

O Fantástico a aponta como “suspeita”, mas… o repórter disse ter passado “um mês investigando” e não conseguiu mostrar nenhum caso de superfaturamento, nem de nota fria, nem de desvio de dinheiro. Ou seja, não tinha nada consistente em mãos para levar ao ar, a não ser o desejo de derrubar Orlando Silva.

O Fantástico apenas levantou suspeitas pelo fato da ex-jogadora ser vereadora do PCdoB em Jagariuna/SP, pela ONG ser a maior conveniada (atende 18.000 alunos como meta), e comprar lanches de empresas fornecedoras de conhecidos.

Ora, para ser “suspeita” que merecesse uma reportagem destas, o Fantástico tinha que mostrar pelo menos:

– ou que a ONG fosse fantasma (não atendesse o que promete);
– ou que outras empresas fornecedoras de lanches concorrentes vendiam mais barato (não mostrou);
– ou que o valor do convênio era acima do normal pelo número de crianças Leia mais

17 de outubro de 2011
por Esmael Morais
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Luiz Fernando Pereira: A carta de Manfredini e a quase visita à  Albânia

Minha audiência com o embaixador da Albânia em Paris

por Luiz Fernando Pereira *, na revista Ideias

Como muitos na mesma idade, aos 18 anos coloquei uma mochila nas costas, comprei um passe de trem e um guia de albergues da juventude para viajar pela Europa. Com poucos dólares e alguns travellers cheques, em três meses fui de Lisboa a Budapeste; de Roma a Estocolmo. Entre os destinos cogitados, um deles não integrava o script oficial dos mochileiros: Tirana, na Albânia. O que eu iria fazer na Albânia, pequeno e pobre país da península balcânica? Sabe Deus o quê. Hoje a ideia soa muito esquisita, mas à  época, para mim, fazia todo o sentido.

Pouco tempo antes da viagem eu tinha lido os livros de Luiz Manfredini, o Horizonte Vermelho nos Bálcãs, e de Bernardo Joffly, Bastião Albanês. Os dois livros teciam loas ao regime stalinista albanês, então comandado por Ramiz Alia, sucessor do mítico Enver Hoxha (morto em 1985). Com as devidas ressalvas (e não são poucas), os dois repetiram a fórmula do livro de Graciliano Ramos, A Viagem, escrito depois do périplo do escritor comunista pela União Soviética e Tchecoslováquia na década de cinquenta.

Os comunistas albaneses (do Partido do Trabalho da Albânia) declaravam-se os únicos marxistas-leninistas do mundo. Todos os demais países socialistas eram revisionistas (uma espécie de grave xingamento ideológico). A Albânia e o resto, sustentavam os legítimos marxistas-leninistas. Hoje isso me faz lembrar Asterix e a única aldeia da Gália não ocupada pelos Romanos, mas naquele tempo o país era levado a sério por legiões de comunistas espalhados pelo mundo todo. Aqui no Brasil, João Amazonas, do PC do B, comandava o fã clube da Albânia.

Enver Hoxha comandou a resistência à  ocupação italiana e depois mandou no país quatro décadas, até a morte. De largada rompeu com a Iugoslávia de Tito. Depois cortou relações com a União Soviética, em tempos de Nikita Kruschev. Hoxha tachou de revisionista a posição dos soviéticos depois do famoso Vigésimo Congresso do Partido Comunist Leia mais

17 de outubro de 2011
por Esmael Morais
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Renda sobe e 2,2 milhões de lares saem do Bolsa Família

via Portal Vermelho

Desde a criação do Bolsa Família, no fim de 2003, até setembro deste ano, 5,856 milhões de famílias deixaram de receber as transferências de renda do governo federal. Os motivos para a saída do programa variam, mas cerca de 40% dos ex-beneficiários fazem parte de núcleos familiares que aumentaram sua renda per capita e não se enquadram mais na atual faixa de pagamento do benefício, destinado a grupos com renda mensal de até R$ 70 por pessoa ou rendimento individual mensal entre R$ 70 e R$ 140.

Outras dezenas de razões justificam o cancelamento da transferência no período, como por exemplo o não cumprimento de condicionalidades na área de educação e saúde (117 mil famílias), revisão cadastral não concluída (613,1 mil famílias) e até mesmo decisão judicial (20 mil famílias). Leia mais