Marina Silva articula novo partido

Movimento a favor de Marina pode ser ensaio para novo partido em 2013

via Estadão

O movimento suprapartidário que se articula em torno da ex-senadora Marina Silva promove na terça-feira, 13, em Brasília, a sua primeira reunião de âmbito nacional. No encontro deverá ser alinhavada um declaração de princípios para orientar as ações do movimento daqui para a frente. Pode ser o primeiro passo para a criação de um partido em 2013.

Antes de definir o encontro de Brasília, o movimento realizou quase duas dezenas de reuniões regionais em diversas partes do País. De maneira geral, serviram para reaglutinar pessoas e movimento envolvidos com a campanha de Marina Silva à  Presidência da República em 2010.

Na época, a ex-senadora concorreu pelo PV e ficou em terceiro lugar, com 19,6 milhões de votos. Em julho deste ano, descontente com estrutura do partido, especialmente com a falta de renovação nos quadros de direção, ela deixou a legenda.

Nas eleições municipais do ano que vem, a ex-senadora e o grupo ao seu redor devem apoiar candidatos comprometidos com a plataforma socioambiental apresentada nas eleições presidenciais e desenvolvida posteriormente em documentos voltados para as cidades.

De maneira geral, nem Marina nem os quadros mais próximos a ela afirmam que o movimento que articularam irá desembocar necessariamente num novo partido. Mas a hipótese está sempre presente nas conversas.

Extraoficialmente sabe-se que a criação do novo partido foi adiada por dois motivos. Em primeiro lugar porque seria impossível montar a legenda à s pressas e dentro das normas legais ainda este ano, para garantir a participação de candidatos próprios nas eleições de 2012. Em segundo, porque Marina quer aprofundar o debate sobre as características de uma nova legenda.

Estamos procurando um novo modelo de atuação na política insti tucional!, diz o ambientalista João Paulo Capobianco, ex-coordenador da campanha de Marina à  Presidência. Não sabemos se isso levará ou não a um novo partido, mas temos certeza que não queremos repetir o que está aí e que ninguém aguenta mais.!

De acordo com Maurício Brusadim, que também se desfiliou do PV em julho e é um dos principais articuladores do movimento em torno de Marina, o encontro de Brasília na terça-feira reunirá cerca de cem delegados de todo o País. Buscamos um modelo de organização horizontalizado, em oposição ao que está aí, tremendamente verticalizado.!

5 Comentários

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  1. em quarenta e nove anos de vida ,só vejo fechame na politica no brasil,pois tudo que poderia mudar e melhorar em nosso pais sempre está ficando para trás ,gostaria muito de apoiar a desizão dela pois é algo que pode levar a uma grande mudança no pais e quem sabe melhorar o nosso pais , com a natureza que da vida ao nosso clima ,temos que mudar também a lei judicial ,e a lei criminal em todo brasil e também mudar o direito do menor para ser julgado como culpado a partir de quatorze anos . se ele pode roubar e matar tem que pagar,e também ampliar a pena ,dando o direito melhor a lei no pais.

  2. quero demostrar o meu apoio aos bons costumes e pensamentos a nobre companheira marina silva e dizer :quero deixar aqui o meu deseijo de fazer parte deste novo partido costruindo um aqui no municipio , sou de uma comunidade quilombola aqui no municipio. gostaria de trocar email com vçes para comversarmos a respeito . grata
    vanessa lira

  3. quero enfatizar o meu apoio aos bons pensamentos políticos a nobre companheira Marina Silva, em mais essa jonada de sua vida
    até logo

  4. Venho informar que sou militante e seguidor da doutrina politica da senadora marina silva. se ela criar um novo partido ja quero me afiliar, pois a marina silva é uma nova cara, uma nova mudança e renovaçao que o brasil precisa. temos que acreditar que o brasil precisa continuar se renovando. e a marina é a melhor e a mais qualificada para ser a nossa candidata para presidente da republica. tou com a marina silva.

  5. Fora de pauta:
    Que tal Álvaro Dias pedir a CPI da TV Cultura
    Quatro deputados estaduais entraram ontem com representação no Ministério Público pedindo que a Procuradoria-Geral de Justiça investigue a Assembleia Legislativa e a Fundação Padre Anchieta — TV Cultura– por fraudes no pagamento de mais de R$ 4 milhões por matérias jornalísticas que supostamente deveriam ter ido ao ar na TV Assembleia, mas nunca foram sequer gravadas.

    A representação, encabeçada por Major Olímpio (PDT), é assinada também por outro oposicionista, Carlos Giannazi (PSOL), e por dois deputados da base: Luis Carlos Gondim (PPS) e Pedro Tobias (PSDB). Nenhum petista assinou o documento.

    Na representação, os deputados apontam diversas irregularidades, como fraudes em planilhas nas quais o departamento de comunicação da Assembleia e a Fundação Padre Anchieta, que operou a TV Alesp até fevereiro de 2011, relacionam a quantidade de boletins gravados pelos deputados. Os quatro parlamentares afirmam não ter gravado os boletins que lhes foram atribuídos – cada um custou R$ 1.939 à Assembleia.

    Além disso, os números informados pelo departamento de comunicação são diferentes dos informados pela fundação. Os deputados também acusam as duas instituições de fraude por informarem a gravação dos boletins televisivos durante o período eleitoral de 2010, o que é vedado pela legislação. Ademais, segundo eles, é impossível que a TV tenha gravado o total de boletins informados justamente por não poder produzir as matérias nos meses eleitorais.

    Os parlamentares pedem que o MP instaure procedimentos civis e criminais para apurar crimes de responsabilidade e de improbidade administrativa.