De olho na eleição de 2012, Fruet quer aliança entre PDT e PV

por Sandro Moser, via Gazeta do Povo

Fruet busca frente partidária.

Conciliar a estrutura do PDT com a agenda positiva do PV. Pela primeira vez o ex-deputado Gustavo Fruet (sem partido) admitiu qual seria a aliança ideal em seu projeto de candidatura à  prefeitura de Curitiba em 2012. Trabalho por uma estratégia comum até a definição das convenções dos partidos no ano que vem!, disse. Para Fruet, há na cidade um sentimento de mudança (no comando da prefeitura) e a união entre o discurso moderno do PV com a base partidária do PDT seria a mais viável para promovê-la.

A aproximação do ex-deputado com o PDT se intensificou nos últimos dias após longas reuniões com o ex-senador Osmar Dias, líder da sigla, a ponto de sua filiação ser dada como certa por políticos ligados a cúpula do partido. Por outro lado, Fruet se disse emocionado! com as manifestações de apoio do PV, que promoveu uma campanha pelas redes sociais na internet para tentar atraí-lo para a legenda. Por en!­!­quanto, a tendência é que Fruet filie-se ao PDT e seja apoiado pelo PV. Há espaço para isso. Se pode dar certo, só saberemos no ano que vem!, projeta.

Fruet afirmou ainda que não tem conversa marcada com o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, que visita Curitiba sexta-feira, contrariando a expectativa de que anunciaria oficialmente seu in!­!­gresso no PDT. Lupi é o presidente nacional do partido.

O ex-deputado garantiu que não irá basear sua decisão em tempo de televisão no horário eleitoral gratuito. Curitiba tem uma estrutura social que possibilita o diálogo além dos meios tradicionais!, acredita.

Para poder concorrer em 2012, Fruet precisa se filiar a um partido até o próximo dia 7 de outubro. O ex-tucano dá mostras de que vai usar o tempo até o limite. Estou dentro do prazo até para evitar aa reações contrárias, que não são poucas!, disse.

Dois turnos

Enquanto não define seu futuro, Fruet trabalha com o cenário de uma eleição em dois turnos com quatro ou cinco candidatos. Quanto a uma possível aproximação com o PT, o ex-deputado disse que pretende respeitar o tempo e o debate interno do PT paranaense. Ele negou as notícias de que teria se reunido com líderes petistas. à‰ isso que vão usar para me desqualificar? A eleição local não é partidária, é programática!, avalia.

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