Tito Zeglin, do PDT, também quer presidir a “CPI do Derosso”

Tito Zeglin quer presidir a CPI.

O vereador Tito Zeglin (PDT) colocou o nome dele a disposição para presidir a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que vai investigar o presidente da Câmara Municipal de Curitiba, vereador João Cláudio Derosso (PSDB).

O partido de Zeglin, o PDT, integra o movimento “Fora Derosso” embora a bancada do partido na Casa seja simpática ao tucano que será investigado e ao prefeito Luciano Ducci (PSB).

A pré-candidatura de Gustavo Fruet, possivelmente pelo PDT, também deverá influenciar os trabalhos da CPI sob uma hipotética direção pedetista.

A oposição na Câmara também está na briga pela presidência da CPI. O vereador Pedro Paulo (PT) é um dos nomes do grupo lembrado para ocupar o cargo.

Outro vereador que acredita reunir as condições necessárias para presidir a CPI é Paulo Salamuni (PV).

Hoje, à s 13h30, a comissão (Nely Almeida, Paulo Frote, Emerson Prado, Zé Maria, Tito Zeglin, Paulo Salamuni, Pedro Paulo, Zezinho do Sabará, Denílson Pires) deverá se reunir para escolher o presidente e o relator da CPI.

1 Comentário

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  1. No boletim informativo da Rede PDT desta segunda-feira, uma bela lição aos governantes, contada por Antonio Santos Aquino: No governo de Alceu Collares (PDT) no Rio Grande do Sul (Dilma Rousseff era uma das secretárias do governo), o PT fazia uma campanha insidiosa contra o governador pedetista. Gritos, bateção de panelas; acusavam o governo de todo tipo de corrupção; andavam pelas ruas gritando e pedindo CPI. Leonel Brizola toma conhecimento, chega a Porto Alegre e pergunta a Collares: “Está havendo alguma coisa que tenhamos dificuldade em explicar? Erramos em alguma coisa?” Collares responde dizendo que aquilo era puro fascismo do PT e que nada existia contra o governo. Brizola diz, “então amanhã você manda o presidente da Assembléia Legislativa (do PDT), abrir uma CPI e manda dar ao PT a presidência e a relatoria”. O PDT tinha a maioria e fez o que Brizola mandou. Resultado: mexeram, remexeram, viraram de cabeça para baixo o governo e nada encontraram.

    Resumindo, quem não deve não treme. As Comissões Parlamentares de Inquérito deviam ser comandadas por setores da oposição, ao contrário do que costumeiramente ocorre, sendo manobradas por maiorias conservadoras a serviço dos governantes.