Rubens Bueno não vê ilegalidade na rescisão da ministra Gleisi

Deputado Rubens Bueno.

O deputado federal Rubens Bueno, líder do PPS na Câmara, disse ao blog nesta sexta-feira (26) que não vê ilegalidade na rescisão da ministra Gleisi Hoffmann, que recebeu R$ 41 mil de multa do FGTS, ao ser exonerada da diretoria financeira da Itaipu Binacional em 2006, quando disputou o Senado pela primeira vez.

Bueno foi diretor administrativo da Itaipu e pediu exoneração do cargo na mesma época, mas não quis receber o dinheiro do FGTS porque, segundo ele, “foi uma opção pessoal minha, de foro íntimo”.

O líder do PPS não vê ilegalidade na multa do FGTS recebida pela ex-diretora.

“A Gleisi foi minha colega na empresa e não quero que a minha opção [de não receber a multa do FGTS] seja usada neste combate. Eu agi desta forma, no entanto, isso não quer dizer que precisa servir de exemplo para os demais”, disse.

De acordo com o diretor-geral da Itaipu, Jorge Samek, a ministra Gleisi queria apenas se licenciar do cargo, no entanto, ele optou por exonerá-la definitivamente.

A Gleisi me procurou e disse que o partido [o PT] queria que ela fosse candidata. Falei para ela que tinha uma regra: se saísse, era para não voltar. E que eu iria exonerar ela!, afirmou Samek ao jornal Gazeta do Povo.

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