Dilma breca degola de ministros

Dilma Rousseff.
A presidenta Dilma Rousseff, num primeiro momento, foi na onda da velha mídia. Promoveu uma “faxina” a la UDN — a organização falso-moralista direitista dos anos 50 — que quase estraçalhou a base governista no Congresso Nacional.

A intenção da velha mídia é isolar politicamente a presidenta. Simula apoio à  “limpeza”, mas, aos poucos, mina a capacidade da petista governar o país.

Não há quem, em sã consciência, seja a favor da corrupção no poder público. Agora, é burrice concordar com o clima de gincana udenista que toma conta dos grandes grupos de mídia.

Para o desespero do PIG (Partido da Imprensa Golpista), Dilma avisou que aposentou a guilhotina. Ela percebeu que as degolas de ministros são armadilhas da oposição, que bateu palmas a cada colaborador que defenestrou ou deixou que fosse fritado.

A decisão da presidenta coincide com o denuncismo se alastrando à s portas do PMDB e do PT. Os peemedebistas já perderam um ministro (Wagner Rossi, da Agricultura) e os petistas também sofreram uma baixa (Antônio Palocci, da Casa Civil).

Resumo da ópera: Os ministros Paulo Bernardo (Comunicações), Gleisi Hoffmann (PT) e Pedro Novais (PMDB) conquistaram uma blindagem especial contra o denuncismo do PIG.

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