7 de agosto de 2011
por Esmael Morais
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PT divulga documento com apoio a medidas de Dilma contra corrupção

do G1

O PT divulgou neste domingo (7) no site do partido a resolução política aprovada na reunião do diretório nacional do partido, realizada na última sexta (5), no Rio de Janeiro.

Intitulado “O Brasil frente à  crise atual do capitalismo: novos desafios”, o documento atribui ao “ideário e ao programa neoliberal” a crise econômica e o desemprego nos Estados Unidos e na Europa e afirma que o Brasil construiu uma “alternativa ao neoliberalismo”.

No plano interno, o partido defende uma reforma política capaz de “modernizar nosso sistema político”; o “compromisso com a abertura de arquivos [do regime militar] e o direito à  verdade”; a “democratização dos meios de comunicação”; e o apoio “à s medidas que o Governo Dilma – dando continuidade ao que fazia o governo Lula – adota contra a corrupção”. Leia mais

7 de agosto de 2011
por Esmael Morais
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Sylvio Sebastiani, aos 82 anos, é o mais novo blogueiro da praça

Sebastiani é o mais novo blogueiro da praça.

O veterano jornalista Sylvio Sebastiani, aos 82 anos, decidiu dedicar-se à  blogosfera. Ele acaba de lançar uma página pessoal onde pretende esclarecer toda a VERDADE da nossa política, os acontecimentos dia a dia, com seriedade e responsabilidade.  ... 

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7 de agosto de 2011
por Esmael Morais
Comentários desativados em Os 23 anos de fundação da União Brasileira de Mulheres

Os 23 anos de fundação da União Brasileira de Mulheres

por Elza Campos *

São 23 anos de história que devem ser comemorados com a disposição e a garra de centenas de milhares de mulheres que construíram e continuam a fortalecer a União Brasileira de Mulheres (UBM), entidade feminista que nasceu sob o símbolo da luta pela igualdade de gênero e pela emancipação da mulher.

O manifesto fundante, aprovado no dia 6 de agosto de 1988, mantém sua atualidade e expressa o caráter avançado da UBM. O documento dizia: por um Brasil diferente e isto é parte de uma concepção de igualdade, onde sua metade feminina não seja discriminada por sua condição de cidadã e trabalhadora.!

O slogan Por um mundo de igualdade contra toda a opressão! revela a marca da UBM. No I Congresso Nacional de Entidades Emancipacionistas de Mulheres, em 6 de agosto de 1988, em Salvador (BA), mulheres de diversas frentes do movimento social e popular – heroínas a seu modo – almejavam edificar uma sociedade socialmente justa e um país soberano, firmando coletivamente seu compromisso de luta. Não foram poucas: 1200 mulheres de norte a sul, de leste a oeste deste imenso Brasil deixam na memória para os dias atuais a necessidade de prosseguir a batalha por um país de homens e mulheres livres.

Na efervescência dos movimentos daquele ano de 1988 !“ o pós-ditadura, a Constituinte, a expectativa da volta da eleição direta para presidente da República – as ubemistas então alimentavam esperanças de que a nova Constituição pudesse tornar realidade na vida cotidiana de cada mulher. Com a UBM chegava a luta pelo fim da violência, pelo direito ao trabalho e à  creche, Leia mais

7 de agosto de 2011
por Esmael Morais
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Derrotamos a máquina do Estado, diz presidente eleito da Fiep

por Fábio Linjardi, via O Diário

Presidente eleito da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, não poupa críticas ao adversário na disputa encerrada na última quarta-feira, o secretário de Estado da Indústria e Comércio, Ricardo Barros.

Mesmo a diferença de votos, 69 a 21, não foram suficientes para amenizar o desgaste que ele relata ter sofrido nas eleições.

Segundo Campagnolo, Ricardo “forçou a barra”, ao supostamente utilizar a força do governo do Estado para, nas palavras do presidente eleito, “tomar posse” da entidade.

O resultado do comportamento de Ricardo nas eleições da Fiep, de acordo com Campagnolo, pode resultar em “uma resposta no futuro”.

O presidente eleito já dá o recado: por ele, o secretário de Indústria e Comércio do Paraná deveria ser ocupado por alguém “alinhado” ao setor produtivo.

Campagnolo assume o lugar do empresário Rodrigo Rocha Loures, seu aliado nas eleições, que esteve por oito anos à  frente da entidade. A posse será no dia 3 de outubro. A entidade representa 42 mil indústrias do Estado, que são responsáveis por cerca de 800 mil empregos.

O orçamento a ser administrado é de R$ 420 milhões. O presidente eleito diz que o primeiro desafio será unir os sindicatos que divergiram durante a disputa e aproximar a federação dos governo estadual. Um apaziguamento que pode não ser fácil, como mostra a entrevista abaixo.

“A Fiep mostrou no voto qual que era o grau de insatisfação de concorrer com um candidato chapa branca. Um candidato oficial do governo do Estado.”

“O que acho que seria um bom gesto do governo talvez fosse que ele pedisse ao setor da produção, no caso ao G8, que fizesse a indicação de um secretário alinhado””

A seguir, leia a íntegra da entrevista de Campagnolo:

O Diário – Como o senhor avalia o processo eleitoral que a Fiep acaba de passar?

Edson Campagnolo – Foi muito tumultuado. Criou-se um ambiente, digamos assim, ruim, porque não foi um debate de ideias. Houve a pressão de um candidato que insistia em tomar posse da entidade. Ele não queria concorrer, como se essa entidade pudesse ser loteada como uma secretaria de Estado. Mas a Fiep mostrou Leia mais