Eleição na Fiep: Campagnolo apresenta plano de gestão

* Plano blinda entidade de ação política-partidária

A chapa Fiep Independente divulgou seu plano de gestão para a Federação das Indústrias do Paraná nos próximos quatro anos. As propostas são resultado das contribuições recolhidas durante uma série de reuniões realizadas com sindicatos empresariais de todas as regiões do Estado.

Recebemos inúmeras sugestões de empresários e representantes de sindicatos que foram incorporadas à s nossas propostas de gestão!, explica o empresário Edson Campagnolo, que encabeça a chapa Fiep Independente.

Apesar disso, nosso plano ainda não está fechado. Estamos abertos a novas contribuições de nossos apoiadores!, acrescenta. O plano de gestão da chapa está disponível na íntegra no site www.fiepindependente.com.br.

Entre as principais propostas está a manutenção da gestão democrática da Fiep, com uma administração profissionalizada. A modernização do estatuto da Federação, instituindo o fim da reeleição para a presidência, é outra iniciativa que será adotada. O grupo propõe ainda uma relação de cooperação e de articulação com o poder público, sem subordinação e com independência, mantendo a entidade blindada contra ação política partidária.

O plano de gestão prevê também a ampliação do trabalho de fortalecimento dos sindicatos filiados à  Federação. Uma das iniciativas para isso será a criação de uma Central de Relacionamento com os Sindicatos, que facilitará ainda mais o acesso das entidades à s instituições que compõem o Sistema Fiep. Além disso, a chapa propõe o aperfeiçoamento da assessoria jurídica nas negociações e convenções coletivas.

Em relação à  representação e atuação da Fiep para a indústria, a chapa se compromete a manter foco absoluto nas demandas, necessidades e interesses do setor industrial. Além disso, vai atuar em prol das reformas Política, Tributária, Trabalhista e Fiscal, que possibilitem o pleno desenvolvimento econômico e social do País.

Já no que se refere à  formação de mão de obra, a chapa Fiep Independente defende a atualização dos programas de formação profissional, com a participação de representantes da indústria nesse processo. Propõe ainda a ampliação da capacidade operacional do Sesi e do Senai, para melhoria da qualidade de vida e estímulo ao empreendedorismo, especialmente nas regiões menos desenvolvidas do Paraná.

2 Comentários

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  1. o maior crime ambiental acontece com a exploração dos trabalhadores. os humanos deixaram de ser (seres vivos) são maquinas .quando estão quebrados esgotados mandam embora. o ministerio publico do trabalho tem pouco tempo para ver isso, pois se preocupam so com fazendas, deixam as cidades a merce do deus dará.

  2. Minha contribuição para o seu plano de gestão:

    UMA MUDANÇA DE PARADIGMA….

    A base do sistema capitalista é uma só: a exploração máxima dos trabalhadores e da natureza visando unicamente o lucro, ou seja, a multiplicação do capital nas mãos dos donos das empresas. O resto é conversa mole. Se o capital puder dispensar milhares de trabalhadores e deixá-los na sarjeta, fará isso sem nenhum problema. Uma empresa capitalista não é uma entidade filantrópica. Não tem nenhum objetivo social, humano, humanitário. Se puder acelerar o ritmo de trabalho até o extremo ela vai fazer. Quem morrer que morra. Há sempre milhões à espera de uma vaga.

    Enquanto isso, iludidos ou enganadores falam de “responsabilidade social” das empresas. Outros fazem poesia com a tal “responsabilidade ambiental”. Balelas. Para qualquer capitalista não entra na contabilidade a saúde, a vida dos trabalhadores dentro ou fora da empresa.

    A pesquisa da Confederação dos Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação (CNTA), junto com a UFRGS, vem comprovar isso. Você sabia que em frigoríficos de cortar frangos, os trabalhadores têm que fazer até 90 cortes por minuto?