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do Brasil 247

Após ter cumprido em regime fechado, no Complexo da Papuda, um sexto de sua pena de 4 anos e 8 meses, o ex-deputado José Genoino obteve o direito à progressão de pena; nesta terça-feira 12, pela manhã, ele deixou, em definitivo, o Complexo Penitenciário da Papuda; seu destino, para cumprir o resto da pena que lhe cabe, é o de sua casa; ao 247, Miruna Genoino relatou a alegria com que a família recebeu a notícia do estabelecimento da prisão domiciliar, mas afirmou que "o sentimento de injustiça nunca vai passar"; lei, agora, vai sendo cumprida sem arroubos de personalismo autoritário como nos tempos de Joaquim Barbosa na presidência do STF; Corte máxima vai pedir desculpas ao petista e ao país?

Após ter cumprido em regime fechado, no Complexo da Papuda, um sexto de sua pena de 4 anos e 8 meses, o ex-deputado José Genoino obteve o direito à progressão de pena; nesta terça-feira 12, pela manhã, ele deixou, em definitivo, o Complexo Penitenciário da Papuda; seu destino, para cumprir o resto da pena que lhe cabe, é o de sua casa; ao 247, Miruna Genoino relatou a alegria com que a família recebeu a notícia do estabelecimento da prisão domiciliar, mas afirmou que “o sentimento de injustiça nunca vai passar”; lei, agora, vai sendo cumprida sem arroubos de personalismo autoritário como nos tempos de Joaquim Barbosa na presidência do STF; Corte máxima vai pedir desculpas ao petista e ao país?

O ex-deputado José Genoino deixou a penitenciária da Papuda na manhã desta terça-feira 12, e passará a cumprir o restante de sua pena em casa, sob regime domiciliar. Genoino foi condenado a 4 anos e 8 meses pelo crime de corrupção ativa. Após ter cumprido um sexto da pena, ele progrediu do regime semiaberto para o aberto, que em Brasília é automaticamente convertido para o domiciliar. O ex-tesoureiro do antigo PL (atual PR) Jacinto Lamas também deixou o presídio para cumprir o restante da pena em casa. (mais…)

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do Brasil 247

Agora é oficial: a aposentadoria de Joaquim Barbosa do Supremo Tribunal Federal está publicada no Diário Oficial da União, no decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff e pelo ministro José Eduardo Cardozo; sua gestão foi marcada por abusos, agressões a colegas, jornalistas, advogados, entidades da magistratura e, sobretudo, a direitos de defesa assegurados pela Constituição Federal; depois de cumprir um papel lamentável à frente da suprema corte, ele poderá desfrutar a aposentadoria em Miami, num imóvel registrado em nome de uma offshore; nesta sexta-feira, Ricardo Lewandowski será eleito presidente do STF, que poderá, enfim, restaurar a sua dignidade.

Agora é oficial: a aposentadoria de Joaquim Barbosa do Supremo Tribunal Federal está publicada no Diário Oficial da União, no decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff e pelo ministro José Eduardo Cardozo; sua gestão foi marcada por abusos, agressões a colegas, jornalistas, advogados, entidades da magistratura e, sobretudo, a direitos de defesa assegurados pela Constituição Federal; depois de cumprir um papel lamentável à frente da suprema corte, ele poderá desfrutar a aposentadoria em Miami, num imóvel registrado em nome de uma offshore; nesta sexta-feira, Ricardo Lewandowski será eleito presidente do STF, que poderá, enfim, restaurar a sua dignidade.

Acabou. Joaquim Barbosa não é mais presidente do Supremo Tribunal Federal. Sua aposentadoria precoce foi publicada nesta quinta-feira, 31 de julho de 2014, no Diário Oficial da União.

É uma data histórica porque chega ao fim dos períodos mais vergonhosos da história do Poder Judiciário no Brasil. À frente do STF, Barbosa agrediu colegas, jornalistas, entidades de magistrados, expulsou um advogado do plenário com a ajuda de seguranças e violentou, sobretudo, direitos e garantias individuais assegurados pela Constituição Federal.

Como relator da Ação Penal 470, transformou-se em figura midiática, “o menino pobre que mudou o Brasil” (em Veja), ou o “brasileiro que faz diferença” (no Globo), para cumprir o papel que a ele foi designado, alinhado com a agenda política dos meios de comunicação que garantiram seu breve estrelato. (mais…)

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Presidente demissionário do Superior Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, que se notabilizou por práticas autoritárias durante sua gestão, agora flerta com o ridículo: quer influir na gestão de Ricardo Lewandowski, ao querer manter 46 funcionários comissionados do seu gabinete mesmo após sua saída; além disso, trabalho que ficaria sob responsabilidade de todos esses assessores, que são da confiança de Barbosa e não de outro ministro, pode ser feito por, no máximo, cinco profissionais; patético.

Presidente demissionário do Superior Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, que se notabilizou por práticas autoritárias durante sua gestão, agora flerta com o ridículo: quer influir na gestão de Ricardo Lewandowski, ao querer manter 46 funcionários comissionados do seu gabinete mesmo após sua saída; além disso, trabalho que ficaria sob responsabilidade de todos esses assessores, que são da confiança de Barbosa e não de outro ministro, pode ser feito por, no máximo, cinco profissionais; patético.

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa encaminhou um novo ofício ao vice-presidente da corte, Ricardo Lewandowski, reiterando pedido pela manutenção de 46 servidores do seu gabinete na corte, após sua aposentadoria. Barbosa já deveria estar aposentado desde a última quinta-feira (10), mas adiou a saída para 6 de agosto.

O documento com o pedido esdrúxulo de Barbosa foi recebido nesta sexta-feira (11) pelo gabinete de Lewandowski. No ofício anterior, de segunda-feira (7), Barbosa havia enviado a Lewandowski uma relação de indicados aos cargos em comissão, funções comissionadas e demais servidores que ”deverão retornar” ao seu gabinete de ministro assim que ele deixar a corte. O caso gerou novo, e talvez o último, embate entre Barbosa e seu sucessor na presidência da corte. (mais…)

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Presidente da corte, Joaquim Barbosa, que renunciou no final de maio, teria adiado sua aposentadoria para agosto na tentativa de pressionar Ricardo Lewandowski a manter 46 funcionários de seu gabinete em cargos de confiança mesmo após sua saída; em nota, alegou que está fazendo tudo de acordo com as normas de transição do STF e com base nas "tradições da casa".

Presidente da corte, Joaquim Barbosa, que renunciou no final de maio, teria adiado sua aposentadoria para agosto na tentativa de pressionar Ricardo Lewandowski a manter 46 funcionários de seu gabinete em cargos de confiança mesmo após sua saída; em nota, alegou que está fazendo tudo de acordo com as normas de transição do STF e com base nas “tradições da casa”.

Depois de renunciar, adiar a aposentadoria e ainda pedir férias, o ministro Joaquim Barbosa voltou a criar um impasse para seu sucessor na Presidência do Supremo Tribunal Federal.

Barbosa anunciou sua saída da Corte no fim de maio, a 5 meses do término de sua presidência. Depois, adiou seu pedido de aposentadoria. Por trás da manobra, estaria uma tentativa de manter 46 funcionários de seu gabinete em cargos de confiança mesmo após sua saída.

Ele teria ligado pessoalmente para seu sucessor Ricardo Lewandowski para pedir a permanência deles em sua gestão, mas foi negado.

Contrariado, ele mandou ofício a Lewandowski, para levar a questão aos demais ministros do tribunal numa sessão administrativa em agosto, após retorno do recesso.

Em nota, Barbosa disse que está fazendo tudo de acordo com as normas de transição do STF e com base nas “tradições da casa”.

Leia aqui a reportagem de Valdo Cruz sobre o assunto.

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Charge de Aroeira - O Dia (RJ).

Charge de Aroeira – O Dia (RJ).

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Estão pautados para esta quarta-feira os recursos dos condenados na Ação Penal 470, que pleiteiam o direito ao trabalho externo; a tendência é que Joaquim Barbosa, que decidiu não participar da sessão, seja derrotado de forma unânime por seus colegas Ricardo Lewandowski, Celso de Mello, Gilmar Mendes, Luiz Fux, Dias Toffoli, Carmen Lúcia, Rosa Weber, Marco Aurélio Mello, Luís Roberto Barroso e Teori Zavascki; entre os pedidos, estão o de réus notórios, como José Dirceu e Delúbio Soares; direito de condenados em regime semiaberto ao trabalho externo conta com o apoio da procuradoria-geral da República.

Estão pautados para esta quarta-feira os recursos dos condenados na Ação Penal 470, que pleiteiam o direito ao trabalho externo; a tendência é que Joaquim Barbosa, que decidiu não participar da sessão, seja derrotado de forma unânime por seus colegas Ricardo Lewandowski, Celso de Mello, Gilmar Mendes, Luiz Fux, Dias Toffoli, Carmen Lúcia, Rosa Weber, Marco Aurélio Mello, Luís Roberto Barroso e Teori Zavascki; entre os pedidos, estão o de réus notórios, como José Dirceu e Delúbio Soares; direito de condenados em regime semiaberto ao trabalho externo conta com o apoio da procuradoria-geral da República.

Hoje é dia de goleada, mas não na Copa do Mundo, e sim no Supremo Tribunal Federal. Estão pautados para esta quarta-feira os julgamentos dos recursos dos condenados na Ação Penal 470, no que tange ao direito ao trabalho externo. Joaquim Barbosa, presidente “demissionário” do STF, protelou enquanto pôde a análise desses pedidos, agindo à margem do que determina a jurisprudência já consagrada nos tribunais superiores. Por isso, ele tende a ser derrotado de forma unânime por seus pares. Barbosa também decidiu que não estará presente à sessão, que deve ser comandada por Ricardo Lewandowski. Leia, abaixo, reportagem da Agência Brasil: (mais…)

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Charge de Marco Jacobsen - Folha de Londrina (PR).

Charge de Marco Jacobsen – Folha de Londrina (PR).

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via UOL

A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) condenou nesta quarta-feira (11) a atitude do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Joaquim Barbosa, de expulsar o advogado do petista José Genoino do plenário e disse que “sequer a ditadura militar chegou tão longe no que se refere ao exercício da advocacia”.

Em nota, a diretoria do Conselho Federal da OAB afirma que a entidade vai estudar medidas judiciais contra Barbosa. “O presidente do STF não é intocável e deve dar as devidas explicações à advocacia brasileira”, diz o texto. (mais…)

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Charge de Aroeira - O Dia (RJ).

Charge de Aroeira – O Dia (RJ).

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“Alguém poderia citar uma medida da gestão Barbosa que tenha servido ao povo contra os poderosos?”, questiona o colunista; segundo ele, a melhor coisa que o STF tem a fazer para resgatar alguma credibilidade é realizar a autópsia desse período em que a noção de Justiça foi trocada pela de justiçamento.

“Alguém poderia citar uma medida da gestão Barbosa que tenha servido ao povo contra os poderosos?”, questiona o colunista; segundo ele, a melhor coisa que o STF tem a fazer para resgatar alguma credibilidade é realizar a autópsia desse período em que a noção de Justiça foi trocada pela de justiçamento.

O colunista Ricardo Melo enumerou as incoerências de Joaquim Barbosa na Presidência do Supremo Tribunal Federal e conclui: “já vai tarde”.

Segundo ele, a maior das extravagâncias foi a adoção do escândalo jurídico apelidado de domínio do fato, primeiro, pela covardia, na AP 470; segundo, pelo oportunismo: “a transformar-se em jurisprudência, o domínio do fato colocaria na cadeia gente como Silvio Santos (como não sabia que o banco dele tinha um rombo de mais de R$ 4 bilhões?), Fernando Henrique Cardoso (como ignorava que sua reeleição fora comprada a céu aberto, fato registrado em gravações?)”, por exemplo. (mais…)

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charge_moesio

Charge de Moesio Fiuza.

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Charge de Aroeira - Brasil Econômico.

Charge de Aroeira – Brasil Econômico.

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do Brasil 247

Poucas vezes, um brasileiro teve que suportar tantos insultos e ataques quanto o ministro Ricardo Lewandowski; o principal responsável foi o atual presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, um agressor em série, que vitimou colegas, réus, advogados e o próprio Direito; sua saída, anunciada nesta quarta-feira, permitirá que o Poder Judiciário retome seu leito normal; com Lewandowski, civilidade voltará a reinar na suprema corte e ambiente de respeito mútuo entre os ministros, sem sensacionalismo, permitirá que se faça Justiça; com um detalhe: a despeito de todos os ataques, votos de Lewandowski foram os que mais predominaram na Ação Penal 470.

Poucas vezes, um brasileiro teve que suportar tantos insultos e ataques quanto o ministro Ricardo Lewandowski; o principal responsável foi o atual presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, um agressor em série, que vitimou colegas, réus, advogados e o próprio Direito; sua saída, anunciada nesta quarta-feira, permitirá que o Poder Judiciário retome seu leito normal; com Lewandowski, civilidade voltará a reinar na suprema corte e ambiente de respeito mútuo entre os ministros, sem sensacionalismo, permitirá que se faça Justiça; com um detalhe: a despeito de todos os ataques, votos de Lewandowski foram os que mais predominaram na Ação Penal 470.

Faltam poucos dias para que o Brasil volte a ter um Supremo Tribunal Federal digno da confiança e do respeito dos brasileiros. Isso acontecerá quando o ministro Ricardo Lewandowski, jurista que completou 66 anos no dia 11 de maio, assumir a presidência da corte, no lugar de Joaquim Barbosa, que deixa a casa pela porta dos fundos.

Barbosa saiu depois de violentar uma jurisprudência consagrada nos tribunais superiores, no que tange ao direito que réus condenados em regime semiaberto têm ao trabalho externo. Interpretou a lei a seu bel-prazer, imaginando que, assim, em sua implacável perseguição a José Dirceu, manteria os aplausos da mídia e dos bares que frequentava – e, em breve, voltará a frequentar.

Ledo engano. Barbosa sai escorraçado pela inteligência jurídica. Foi repreendido pela Ordem dos Advogados do Brasil, pela procuradoria-geral da República, por associações de magistrados e por juristas à direita, como Ives Gandra Martins, e à esquerda, como Celso Bandeira de Mello. Isolado, não teve alternativa, a não ser renunciar. Intramuros, dizia que não ficaria num Supremo Tribunal Federal durante a presidência de Lewandowski, que o sucederia em novembro, não houvesse a renúncia. (mais…)

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charge_frank

Charge de Frank – A Notícia (SC).

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do Brasil 247

Presidente do Senado confirma: Joaquim Barbosa foi até ele para informar que está deixando a presidência do Supremo Tribunal Federal; vai se aposentar em junho; antes, Barbosa esteve com a presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, para informá-la pessoalmente de sua decisão; depois, esteve com Renan e Henrique Alves, da Câmara (foto acima); ilhado nos meios jurídicos e a cinco meses do final de seu mandato na presidência do Supremo, ele antecipou suas despedidas do cargo; acabou a era Barbosa.

Presidente do Senado confirma: Joaquim Barbosa foi até ele para informar que está deixando a presidência do Supremo Tribunal Federal; vai se aposentar em junho; antes, Barbosa esteve com a presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, para informá-la pessoalmente de sua decisão; depois, esteve com Renan e Henrique Alves, da Câmara (foto acima); ilhado nos meios jurídicos e a cinco meses do final de seu mandato na presidência do Supremo, ele antecipou suas despedidas do cargo; acabou a era Barbosa.

O presidente do STF, Joaquim Barbosa, está cumprindo nesta quinta-feira 29 um roteiro de audiências formais que representa uma verdadeira cerimônia do Adeus.

Pela manhã, ele esteve com a presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, e em seguida foi ao Congresso encontrar os presidentes do Senado, Renan Calheiros, e Henrique Alves, da Câmara dos Deputados. 247 apurou que Barbosa está antecipando suas despedidas do cargo, a cinco meses do final de seu mandato (aqui).

Ilhado nos meios jurídicos e criticado abertamente pela Procuradoria Geral da República e por todas, sem exceção, associações de magistrados, Barbosa perdeu a admiração de seus pares. Ele já havia antecipado que iria deixar o cargo de presidente do STF antes do final de seu mandato. Hoje, colocou em prática a promessa. (mais…)

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Presidente do Supremo Tribunal Federal defende reajuste de até 35% para os 30 mil magistrados brasileiros e também ao Ministério Público federal e estadual, além de pensionistas e aposentados; teto salarial, que hoje é de R$ 29,4 mil no STF, limite imposto automaticamente à presidente Dilma Rousseff, pode chegar a R$ 40 mil por mês; em nota enviada ao Senado, Barbosa afirma que a medida é uma forma de “garantir a permanência e estimular o crescimento profissional na carreira”.

Presidente do Supremo Tribunal Federal defende reajuste de até 35% para os 30 mil magistrados brasileiros e também ao Ministério Público federal e estadual, além de pensionistas e aposentados; teto salarial, que hoje é de R$ 29,4 mil no STF, limite imposto automaticamente à presidente Dilma Rousseff, pode chegar a R$ 40 mil por mês; em nota enviada ao Senado, Barbosa afirma que a medida é uma forma de “garantir a permanência e estimular o crescimento profissional na carreira”.

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, defende um reajuste de 35% no salário dos ministros da Corte, chegando a R$ 40 mil por mês. Hoje, o teto é de R$ 29,4 mil.

O aumento, que faz parte da Emenda Constitucional (PEC) 63 em tramitação no Congresso, cria adicional de 5%, aplicado a cada 5 anos, até o limite de 35% para todos os magistrados e também para o Ministério Público federal e estadual. Só os servidores na ativa somam 30 mil, mas a proposta pode beneficiar ainda aposentados e pensionistas do Judiciário.

Em nota enviada ao Senado, Barbosa afirma que a medida é uma forma de “garantir a permanência e estimular o crescimento profissional na carreira”. (mais…)

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Maior liderança do Movimento dos Sem Terra (MST), José Pedro Stédile informa que diversos movimentos sociais acertaram a realização de uma caminhada até a sede do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, no dia 29 de maio, para protestar contra a decisão do presidente da Corte, o ministro Joaquim Barbosa, de proibir o trabalho externo de José Dirceu, condenado na Ação Penal 470; "Os movimentos sociais finalmente viraram reacionários, nós vamos fazer uma manifestação para que se cumpra a lei", ironizou Stédile; "Faremos uma manifestação para que o imperador Joaquim Barbosa respeite as leis da Constituição Brasileira", afirmou.

Maior liderança do Movimento dos Sem Terra (MST), José Pedro Stédile informa que diversos movimentos sociais acertaram a realização de uma caminhada até a sede do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, no dia 29 de maio, para protestar contra a decisão do presidente da Corte, o ministro Joaquim Barbosa, de proibir o trabalho externo de José Dirceu, condenado na Ação Penal 470; “Os movimentos sociais finalmente viraram reacionários, nós vamos fazer uma manifestação para que se cumpra a lei”, ironizou Stédile; “Faremos uma manifestação para que o imperador Joaquim Barbosa respeite as leis da Constituição Brasileira”, afirmou.

A liderança mais conhecida do Movimento dos Sem Terra (MST), José Pedro Stédile, que foi um dos palestrantes do Encontro Nacional de Blogueiros no sábado (17), anunciou que diversos movimentos sociais acertaram, na última sexta-feira, a realização de uma caminhada até a sede do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, no dia 29 de maio, para protestar contra a decisão do presidente da Corte, o ministro Joaquim Barbosa, de proibir o trabalho externo de José Dirceu, condenado na Ação Penal 470. Ele convocou a todos a participarem da manifestação.

“Os movimentos sociais finalmente viraram reacionários, nós vamos fazer uma manifestação para que se cumpra a lei”, ironizou Stédile. “Faremos uma manifestação para que o imperador Joaquim Barbosa respeite as leis da Constituição Brasileira”, afirmou. (mais…)

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Em artigo exclusivo para o 247, o deputado federal Zeca Dirceu (PT-PR) lamenta que seu pai, José Dirceu, complete hoje seis meses preso em regime fechado, embora condenado ao semiaberto; Zeca fala em "gritante violação aos direitos humanos" e diz que Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal, "burla a lei e ainda desrespeita a instituição à qual preside" em sua insana e implacável perseguição; por isso, o desafia a levar a questão do trabalho externo ao pleno do Supremo Tribunal Federal; será que Barbosa, que controla a pauta do STF a seu bel-prazer, terá a dignidade de ouvir os colegas e correr o risco de perder de 10 a zero?; leia a íntegra do artigo.

Em artigo exclusivo para o 247, o deputado federal Zeca Dirceu (PT-PR) lamenta que seu pai, José Dirceu, complete hoje seis meses preso em regime fechado, embora condenado ao semiaberto; Zeca fala em “gritante violação aos direitos humanos” e diz que Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal, “burla a lei e ainda desrespeita a instituição à qual preside” em sua insana e implacável perseguição; por isso, o desafia a levar a questão do trabalho externo ao pleno do Supremo Tribunal Federal; será que Barbosa, que controla a pauta do STF a seu bel-prazer, terá a dignidade de ouvir os colegas e correr o risco de perder de 10 a zero?; leia a íntegra do artigo.

A arbitrariedade feriu o direito

Por Zeca Dirceu, especial para o Brasil 247

Hoje faz seis meses que o meu pai, José Dirceu, foi preso. Ele permanece em regime fechado, mesmo sendo condenado ao semiaberto, numa gritante violação aos direitos humanos e uma afronta ao que diz o Código Penal e a Lei de Execuções Penais.

Diante disso, lanço um desafio ao presidente do Supremo, ministro Joaquim Barbosa, que na última semana desconsiderou uma jurisprudência de décadas para negar o pedido de trabalho externo com o claro objetivo de mantê-lo preso em regime fechado: para que leve a sua decisão para discussão no STF, ouvindo todos os ministros no plenário.

A alegação do ministro Barbosa para negar ao meu pai o direito de trabalhar apoia-se no fato de que ele precisaria cumprir um sexto de sua pena em regime fechado. Mas não é isso o que diz há décadas o Superior Tribunal de Justiça nem a legislação. A decisão do presidente do STF só desnuda sua vontade política e evidente perseguição a meu pai e outros réus da AP 470.

É evidente que o ministro não se conformou com a decisão do Tribunal de absolver José Dirceu e outros réus do crime de formação de quadrilha e, sozinho, com decisões que beiram a tirania, burla a lei e ainda desrespeita a instituição à qual preside. (mais…)

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Charge de Aroeira - O Dia (RJ).

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Mundo jurídico brasileiro abre guerra contra o ministro sociopata Joaquim Barbosa, presidente do STF, que persegue colegas e condenados petistas no mensalão; Zé Dirceu, por exemplo, foi ontem à OEA pelo direito ao trabalho, enquanto cumpre pena no semiaberto, e por um novo julgamento; advogados de renome nacional como Juliano Breda, presidente da OAB-PR, e Kakay, veem jurisprudência perigosa criada pelo presidente da corte máxima; perfil psicológico de Barbosa vai sendo traçado: egoísmo, não admite culpa ou erro, não sente vergonha, é maldoso e teatraliza sentimentos para impressionar terceiros (a velha mídia e a elite branca); há um ano, Breda havia decretado: “O ministro Joaquim Barbosa é uma pessoa com qual nenhum diálogo inteligente pode ser travado”.

Mundo jurídico brasileiro abre guerra contra o ministro sociopata Joaquim Barbosa, presidente do STF, que persegue colegas e condenados petistas no mensalão; Zé Dirceu, por exemplo, foi ontem à OEA pelo direito ao trabalho, enquanto cumpre pena no semiaberto, e por um novo julgamento; advogados de renome nacional como Juliano Breda, presidente da OAB-PR, e Kakay, veem jurisprudência perigosa criada pelo presidente da corte máxima; perfil psicológico de Barbosa vai sendo traçado: egoísmo, não admite culpa ou erro, não sente vergonha, é maldoso e teatraliza sentimentos para impressionar terceiros (a velha mídia e a elite branca); há um ano, Breda havia decretado: “O ministro Joaquim Barbosa é uma pessoa com qual nenhum diálogo inteligente pode ser travado”.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, cada vez mais vai se revelando verdadeiro sociopata cujas características evidentes são: egoísmo, não admite culpa ou erro, não sente vergonha, é maldoso e teatraliza sentimentos para impressionar terceiros (a velha mídia e a elite branca).

Pois bem, Barbosa se isola de seus colegas no STF e do mundo jurídico. O presidente da Corte conquistou unanimidade contrária ao vetar o direito ao trabalho para os apenados Delúbio Soares e José Dirceu, que cumprem o regime semiaberto.

Da direita à esquerda, bem como o espectro de centro no emaranhado ideológico, são contra a perigosa jurisprudência criada pelo presidente do STF ao suspender o trabalho para os condenados no mensalão. Outros 100 mil presos cumprem penas no semiaberto no país. Imagine, caro leitor, se todos eles retornassem às celas de uma vez só…

O criminalista Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, interpretou a nova jurisprudência criada por Barbosa como vingança pessoal: “ele decidiu se vingar dos próprios colegas que o derrotaram na votação dos embargos, impondo a sua vontade no STF”, disse ao Brasil 247.

Juliano Breda, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seção Paraná, em proféticas palavras desferidas há um ano já havia alertado: “O ministro Joaquim Barbosa é uma pessoa com qual nenhum diálogo inteligente pode ser travado”.

Em discurso gravado pelo Blog do Esmael, o presidente da OAB-PR também afirmou: “Nós todos sabíamos que o ministro Joaquim Barbosa não sabia nada de Direito. Hoje nós descobrimos que ele não sabe nada de organização judiciária no país” (clique aqui).

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, diz que o benefício deve ser concedido a condenados no mensalão. Esta opinião é um sopro de bom-senso na perseguição implacável de Barbosa aos petistas que, aliás, motivou Dirceu recorrer à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA).

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