detran.jpgOs servidores do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) continuam em greve e hoje fecharam a banca de avaliação e o serviço de vistoria de carros em Curitiba. Nas demais cidades, os exames e vistorias já estavam suspensas desde a semana passada.

Em greve desde o dia 18, os servidores protestam contra o calote do governo Beto Richa no terço de férias, nas promoções, progressões além de reivindicarem uma carreira própria, como determina a emenda constitucional 82.

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alep_app.jpgProfessores e funcionários de escolas em greve receberão reforço de outras categorias do serviço público, também paralisadas, para ocupar novamente hoje à tarde, a partir das 14h30, as galerias da Assembleia Legislativa do Paraná.

Funcionários do Detran, das secretaria da Agricultura e da Saúde, das universidades estaduais, caminhoneiros que lutam contra o pedágio mais caro do mundo e o IPVA mais caro do país, e, amanhã, os trabalhadores Justiça engrossam o movimento paredista.

Os educadores estão acampados em barracas na Praça Nossa Senhora do Salete, no Centro Cívico, desde o último dia 9 de fevereiro, diante do impasse provocado pelo governo Beto Richa (PSDB), que insiste no parcelamento do calote e no desmonte das escolas da rede pública.

Desde o último dia 12, o governador tucano escafedeu-se das mídias sociais e do Palácio Iguaçu. Ninguém sabe sobre seu paradeiro, mas, enquanto isso, o Centro Cívico fervilha. (mais…)

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marcelo_fruet_ducci_pollo.jpgMarcelo Araújo*

O fechamento de uma área no Alto da XV que até então era usada pelo público, denominada e mapeada como Rua Flávio Dallegrave no trecho entre a Rua Dias da Rocha Filho e a Prof. Brandão, (nos fundos do Pollo Shop) e outro na Prof. Brandão até a quase confluência com a Rua Camões, causou estranheza e indignação aos moradores da região que há quase seis décadas utilizavam como via aberta e agora se descobre até prova em contrário que é área privada pertencente ao empreendimento comercial.

Fácil dizer que sendo particular o proprietário poderia a qualquer momento exercer seu direito de propriedade, fechar a passagem e até cobrar pelo uso da área. Difícil é entender que só agora foi ‘autorizado’ pela atual administração seu fechamento. Esta decisão (autorização) foi duramente criticada pelo ex-prefeito e deputado Luciano Ducci, que nunca cedeu. Ao contrário do atual, Gustavo Fruet, que põe o que é público na privada.

Difícil explicar que por tanto tempo o proprietário pagou os tributos dessa imensa área sem exclusividade de uso nem extrair receita de seu uso, além de aparentemente ter ganhado o asfaltamento da área. Estranho também que o trecho após a Prof. Brandão, que não está nos fundos do shopping, em outra quadra, também seja parte da área e até então estava disponível ao público.

A administração do empreendimento reclama que pela implantação da ‘faixa’ (e não via) exclusiva dos coletivos na XV e implantação do EstaR na região estaria fazendo as pessoas que não são clientes usassem a área. Esquece que ao ser edificado sem dispor de área de estacionamento privado (e com responsabilidade civil) também obrigou os moradores a suportarem a geração de trânsito na região. Me parece que o rumo tomado trará mais problemas no sistema viário em prejuízo da população, e não seria ousadia ter sido feita a desapropriação.

Imagine se o Shopping Estação resolver cobrar ‘pedágio’ pelo uso da via de acesso que une a Av. Sete de Setembro com a Rua Rockfeller para aqueles que não adentrarem seu estacionamento?

De multa eu entendo!

*Marcelo Araújo é advogado, presidente da Comissão de Trânsito, Transporte e Mobilidade da OAB/PR. Escreve nas segundas-feiras para o Blog do Esmael.

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Charge de Duke para O Tempo (MG)

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capaJornais do Paraná

Gazeta do Povo: Comissão da reforma política não se entende sobre temas polêmicos

Bem Paraná: Bares muito além do Centro e do Batel

Folha de Londrina: ‘Hidrelétricas de papel’ correspondem a dez Itaipus

Jornais de outros estados

Globo: Governo quer mudar cálculo da aposentadoria

Folha: Fundos tem R$ 9 bi em papéis ligados à crise da Petrobras

Estadão: Novo centro de pesquisa teve propina de R$ 36 milhões

Correio Braziliense: Sem acordo com GDF, professores vão à assembleia

Valor: Advogados se armam para a batalha jurídica da Lava-Jato

Estado de Minas: Freio na farra das diárias

Zero Hora: Superlotação volta a rondar Presídio Central

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prof_juranda.jpgO deputado estadual Professor Lemos (PT), neste domingo (22), indignado, acusou o ‘pacote de maldades’ do governador Beto Richa (PSDB) de matar oficialmente o primeiro professor da rede pública em 2015.

Segundo o parlamentar, o professor Luís Carlos da Silva, diretor do Colégio Estadual João Maffei Rosa, do município de Juranda, na região Oeste, tombou lutando contra o pacotaço do governo tucano.

Neste domingo (22), centenas de professores, alunos e lideranças políticas da região se despediram do professor Luís em emocionado velório.

“Mais uma vítima fatal do pacotaço de maldades do governador Beto Richa. O colégio dele foi impedido de fazer matrículas do ensino médio noturno. A vice-diretora foi exonerada. Duas pedagogas foram tiradas da escola. O governo ainda fechou várias turmas. Tem alunos tendo que ir estudar nos municípios de Ubiratã e Rancho Alegre”, disse, às lágrimas, o deputado Lemos. (mais…)

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camara_londrina_greve.jpgDiversas câmaras municipais de vereadores do estado estão pressionando para que os deputados estaduais instalem, na volta do recesso da Assembleia Legislativa, uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a crise e o endividamento do Paraná.

Ontem (21), por exemplo, houve bate-boca na sessão do legislativo de Londrina. A reunião fora convocada para discutir apoio aos servidores públicos em greve. Dirigentes sindicais partiram para cima do deputado federal Alex Canziani (PTB), cobrando-lhes uma posição acerca dos calotes do governo Beto Richa (PSDB).

“Queremos que os deputados federais se comprometam a nos apoiar nesse movimento para impedir que o governo coloque a mão nos R$ 8 bilhões para sanear a crise no Estado que ele próprio quebrou”, explicou Arnaldo Vicente, um dos diretores da APP-Sindicato e do Fórum de Servidores.

Segundo a repórter Micaela Orikasa, do jornal Folha de Londrina, a reunião foi coordenada pelas vereadores Lenir de Assis (PT) e Elza Correia (PMDB) e contou com a presença de vereadores, do deputado estadual Tercílio Turini (PPS) e dos deputados federais Alex Canziani (PTB), Marcelo Belinati (PP) e Enio Verri (PT) de Maringá.

O deputado estadual Tiago Amaral (PSB) não compareceu, justificando outro compromisso, assim como o Cobra Repórter (PSC), que comunicou a ausência por telefone. O deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB) também não apareceu por conta da agenda.

Várias entidades londrinenses, entre elas APP-Sindicato, Assuel, Centro de Direitos Humanos (CDH), conselhos municipais de Cultura, Pessoa com Deficiência e Assistência Social, Mitra Arquidiocesana, Sindipol, redigiram um documento que será enviado esta semana à Assembleia — e ao governo Beto Richa — defendendo a investigação da crise financeira que assola o Paraná.

A Câmara de Colombo, na região metropolitana de Curitiba, há duas semanas aprovou por unanimidade uma moção de apoio aos educadores e servidores públicos em greve. Nesta semana, o legislativo municipal deverá apresentar uma nova moção em apoio à CPI sobre o sumiço do dinheiro do tesouro estadual.

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vanera_camburao_greve.jpgA criatividade anda alta entre os educadores paranaenses nestes tempos de greve e movimento pelo impeachment do governador Beto Richa (PSDB).

O Blog do Esmael recebeu com exclusividade o “Vanera do Camburão”, do professor Vando, Sherysson e Vanir Gaiteiro. A composição se soma ao acervo das marchinhas surgidas durante o carnaval.

Na próxima quarta-feira, dia 25, os grevistas realizarão uma megamanifestação em Curitiba contra o tucano, que não desiste de ferrar a educação e do fundo previdenciário de R$ 8 bilhões que pertence aos servidores públicos.

Assista ao vídeo:

Abaixo, acompanhe a letra da música: (mais…)

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Charge de Genildo para A Charge Online

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g_9E4ZUVCT-DLCB_CAPAJornais do Paraná

Folha de Londrina: Paraná lidera condenações por erros médicos

O Diário (Maringá): Doença de chagas mata 8 vezes mais que dengue

Diário dos Campos: Entidades apoiam retirada de cobradores de ônibus

Jornal da Manhã: ‘Nenhuma universidade vai fechar’, diz João Carlos

Tribuna do Interior: Chuva pra colheita

O Paraná: Crise deixa legado de retrocesso no campo

Gazeta do Paraná: Morrte nas UPAs bate novo recorde em Cascavel

Jornal Hoje: Greve na saúde básica pode prejudicar 5 mil pessoas/dia

Tribuna de Cianorte: Biometria chega à região para as eleições de 2016

Umuarama Ilustrado: Professores anunciam a continuidade da greve por tempo idertiminado no PR

Tribuna do Norte: Biometria chega à região para as eleições de 2016

Jornais de outros estados

Globo: Esquema sonegou pelo menos R$ 1 bilhão

Folha: Com finanças em apuras, Sabesp cogita tarifa extra

Estadão: Governo usa Lava Jato para não pagar, afirma empreiteiro

Correio Braziliense: Nove dicar para passar em concurso este ano

Estado de Minas: Controle pro água abaixo

Zero Hora: Um polo de incertezas

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richa_app.jpgO Conselho e Comando de Greve da APP-Sindicato definiram na noite deste sábado (21), depois de 10 horas de reunião, rejeitar as propostas do governo Beto Richa (PSDB) para encerrar o movimento paredista. Devido à insuficiência e impasse entre a categoria e o Palácio Iguaçu, a greve continuará por tempo indeterminado.

O movimento grevista vai organizar uma megamanifestação na próxima quarta-feira, dia 25, em Curitiba, com o objetivo de pressionar o governo a cumprir a pauta econômica com a categoria.

Na semana que vem, a ordem é para sacudir o Centro Cívico em manifestação maior que acorrida em 12 de fevereiro – quando houve confronto com a PM e a suspensão do tratoraço na Assembleia Legislativa.

Professores e funcionários também voltarão às ruas para exigir uma auditoria nas finanças do estado.

Na reunião de hoje, os educadores rejeitaram negociar ou condicionar a pauta da categoria ao projeto governamental que confisca R$ 8 bilhões do fundo previdenciário dos 200 mil servidores públicos do estado.

A APP-Sindicato criticou ainda a propaganda ostensiva do governo Beto Richa que tenta rotular os grevistas como “baderneiros”. “Somos educadores em defesa do ensino público de qualidade”, reagiram.

O Blog do Esmael apurou que os educadores trabalham com a hipótese de a greve avançar no mês de março. Eles continuam acampados desde o dia 9 em frente ao Palácio Iguaçu.

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Cerca de cinco mil manifestantes participaram do protesto pelo impeachment do governador Beto Richa (PSDB), na tarde deste sábado (21), em Curitiba. A concentração ocorreu na Praça Santos Andrade (UFPR) por volta das 14h30.

O evento convocado pelo Facebook percorreu as principais avenidas da capital paranaense.

A passeata terminou às 16h30 em frente ao Palácio Iguaçu, no Centro Cívico, com a seguinte palavra de ordem: “Fora, Beto Richa!”.

O protesto foi engrossado no Centro Cívico por educadores grevistas acampados na Praça Nossa Senhora do Salete.

O ato político terminou em frente à sede do governo com a queima do boneco simbolizando Beto Richa.

As imagens são de Meg Thai, do Mídia Ninja.

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richa_tchelo_gaievisk_gleisi.jpgA senadora Gleisi Hoffmann (PT), a correligionários, tem reclamado bastante sobre o comportamento leniente da velha mídia paranaense em relação à prisão de Marcelo “Tchello” Caramori, ex-assessor do governador Beto Richa (PSDB), acusado de pedofilia.

Durante a campanha ao governo do estado, a mídia não poupou a petista por abrigar o ex-prefeito de Realeza, Eduardo Gaievski, na Casa Civil do governo federal, que também está preso sob a mesma acusação de exploração sexual de menores.

Assim como o governador tucano, Gleisi também demitiu o correligionário, mas recebeu tratamento “diferenciado” no caso que a prejudicou na corrida eleitoral.

O deputado estadual Requião Filho (PMDB) também vê tratamento VIP a “Tchello” na mídia, pois, semana passada, o parlamentar protocolou novas denúncias ao Gaeco, braço policial do Ministério Público, sobre possíveis troca de mensagens no WhatsApp com o Palácio Iguaçu. Nenhuma linha nos jornalões. Nada nas rádios e TVs.

O PT parece não querer deixar barato essa questão do “Taradão do Palácio Iguaçu”. Ontem à noite (20), ao vivo pela “TV APP”, durante pronunciamento no acampamento dos educadores em greve, o deputado estadual Professor Lemos colocou o dedo na ferida.

Ao falar aos companheiros grevistas, o parlamentar petista recomendou que o governador do PSDB demitisse comissionados para sobrar dinheiro para a educação. Foi aí que Lemos se lembrou de “Tchello”, contratado pelo Palácio Iguaçu com um cargo DAS-5 (nível de diretoria), cuja fidelidade ao chefe pode ser atestada pela tatuagem que exibe no braço em código de barras: “100% Beto Richa”.

A pergunta que fica é: quem com Gaievski fere com Tchello será ferido? A conferir.

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richa_caminhoneiros.jpgAssociações e sindicatos de caminhoneiros deram início esta semana a uma série de protestos contra o aumento do IPVA, reajuste do diesel por conta do aumento do ICMS, desvalorização do frete e o abusivo preço do pedágio no Paraná. Na prática, os homens das estradas se somaram à greve geral dos servidores públicos contra o governo Beto Richa (PSDB).

O movimento grevista dos caminhoneiros começou na região Sudoeste do Paraná, que tem 42 municípios, e se espalhou para o resto do estado.

Sob a gestão Beto Richa, o Paraná tem o pedágio mais caro do mundo. Outro item que também diz respeito ao governador do PSDB é o aumento do IPVA, pois, em dezembro passado, o tucano aprovou em sessão tratoraço da Assembleia Legislativa reajuste de 40% na alíquota do Detran.

O secretário executivo do Sindicato dos Caminhoneiros de Francisco Beltrão, Idair Parizotto, segundo o Blog do Caminhoneiro, esta semana os caminhoneiros chegaram fechar a BR-163, no município de Capitão Leônidas Marques, em apoio ao movimento dos professores e funcionários de escolas, em greve há 13 dias, que reivindica melhorias na educação paranaense.

No Paraná, o bloqueio de rodovias persistiu nesta sexta-feira nas regiões Oeste, Sudoeste e Centro Sul. A BR-277, por exemplo, foi fechada ontem na altura dos municípios de Medianeira (Oeste) e Guarapuava (Centro Sul). A BR-163 também voltou a parar em Capitão Leônidas Marques.

Para complicar ainda mais a situação política de Beto Richa, hoje o Conselho Estadual da APP-Sindicato, que representa os educadores, deverá prolongar a greve na categoria e, às 14 horas, haverá protestos simultâneos pelo impeachment do governador em várias cidades paranaenses.

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Charge de Jarbas para o Diário de Pernambuco

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