do Brasil 247

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O crash da China causa pânico nas bolsas internacionais e afeta diretamente a Bolsa de Valores de São Paulo, que abriu em queda de quase 6% no pregão desta segunda-feira 24. A forte desvalorização do Yuan trouxe indefinição ao cenário global e fez com que a bolsa de Xangai despencasse 8,46%, a maior queda diária desde o auge da crise financeira global em 2007, refletindo a frustração de investidores após Pequim não anunciar novos estímulos no fim de semana. Na semana passada, já houve recuo de 11%.

O cenário atinge diretamente exportadores brasileiros, como a Vale, cuja ação despencava 7% no pré-market em Nova York e 9% na abertura do mercado no Brasil. A desaceleração também derruba os preços do petróleo ainda mais e faz Petrobras cair 11% em Wall Street e 8,55% na Bovespa. Enquanto isso, o dólar opera em alta de mais de 2%, cotado a mais de R$ 3,56. A crise global torna ainda mais delicada a gestão da economia no Brasil. O boletim Focus, do Banco Central, divulgado nesta segunda, prevê queda de mais de 2% do PIB em 2015 (leia mais).

Abaixo, reportagens do portal Infomoney e da agência Reuters sobre o mercado nesta segunda: (mais…)

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    da Agência Brasil

    Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, virou principal alvo dos trabalhadores em todo o país.

    Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, virou principal alvo dos trabalhadores em todo o país.

    Mais de 4 mil funcionários da General Motors (GM), de São José dos Campos (SP), encerraram a greve de 12 dias, após assembleia realizada hoje (24) de manhã. Os metalúrgicos concordaram com a proposta do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região que cancela 798 demissões. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos, essa foi uma das maiores paralisações na fábrica nos últimos 20 anos.

    Os trabalhadores, que haviam sido demitidos por telegrama no dia 8 de agosto, entram em licença remunerada, retroativa a 10 de agosto. Ficou acertado que, em setembro, esses metalúrgicos entram em lay-off (suspensão do contrato de trabalho) por um período de cinco meses, e recebem o pagamento de indenização adicional de quatro salários ao final do lay-off, caso haja rescisões contratuais. (mais…)

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      Senador Roberto Requião, porta voz dos nacionalistas: "Dilma tem apoio de banqueiros desde que mantenha Levy. Muda Levy e terá apoio do Brasil".

      Senador Roberto Requião, porta voz dos nacionalistas: “Dilma tem apoio de banqueiros desde que mantenha Levy. Muda Levy e terá apoio do Brasil”.

      Os principais partidos que compõem a base de sustentação do governo Dilma no Congresso — PT, PMDB, PCdoB e setores do PSB — realizam na próxima sexta-feira (28), em Curitiba, um ato político nacional contra a política econômica do ministro da Fazenda Joaquim Levy.

      O evento na capital paranaense contará com as presenças dos senadores Roberto Requião (PMDB-PR), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Paulo Paim (PT-RS) e Gleisi Hoffmann (PT-PR).

      Convocado sob o título de “Frente Nacional Popular e Democrática”, o movimento também reunirá o arcebispo curitibano Dom José Antonio Peruzzo, o cientista político Roberto Amaral, ex-presidente nacional do PSB, e o ex-governador gaúcho Tarso Genro (PT).

      Levy se transformou no principal alvo de críticas no Congresso Nacional de partidos governistas, PT e PMDB, e no próprio Palácio Planalto, que o desautoriza constantemente.

      Na última quinta-feira, dia 20, o titular da economia também foi apontado nas manifestações dos movimentos sociais, organizadas pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e CTB (Central dos Trabalhadores do Brasil, em todo o país, como responsável pela crise “política” e “econômica” do governo Dilma.

      Sem apoio nos partidos e em crescente isolamento no Planalto, o ministro da Fazenda entrará esta semana na marca do pênalti e o ato deste fim de semana em Curitiba poderá “finalizá-lo”, isto é, fulminá-lo.

      Pelo Twitter, Requião antecipa o que o grupo nacionalista pedirá no evento de sexta:

      “Dilma tem apoio de banqueiros desde que mantenha Levy. Muda Levy e terá apoio do Brasil”, resumiu.

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        gleisifhc

        A senadora Gleisi Hoffmann (PT) retoma as declarações do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, de que seria “um ato de grandeza” se a presidenta Dima Rousseff renunciasse, e lembra que ele, FHC, teve momentos de turbulência em seu governo, com grave crise econômica e baixíssimos índices de aprovação popular. Mas segunda a senadora, parece que FHC não aprendeu muita coisa com a adversidade. Leia, ouça, comente e compartilhe.

        Gleisi Hoffmann*

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        Semana passada, o ex-presidente Fernando Henrique pediu que a presidenta Dilma tivesse grandeza e renunciasse a seu mandato. Segundo a mídia, fez isso para tentar unificar a oposição e seu partido e dar respostas aos movimentos de rua.

        Como homem sensato e equilibrado, imagem que sempre procurou mostrar, ensaiou uma análise eloquente da fragilidade política da presidenta e dos grandes desafios do país para lançar sua proposta. Isso depois de ter dito, na semana anterior, que a presidenta era uma pessoa honrada.

        Olhando longe da história recente, parece que FHC está de fato exercendo seu papel de dirigente oposicionista e querendo dar uma saída ao PSDB, já que o movimento por impeachment tem encontrado resistência de vários setores, inclusive de apoiadores do PSDB e de setores mais conservadores, como mostrou o posicionamento de Roberto Setúbal, presidente do Itaú/Unibanco, neste domingo.

        Além de pedir que esquecessem o que escreveu, parece que FHC esqueceu também sua história. Em 1999, tal qual a presidenta hoje, vivia baixa popularidade, tinha crise econômica, dólar alto, escândalos das privatizações, das negociatas da reeleição, dos grampos do BNDES (nada investigado, tudo engavetado), movimento nas ruas e debate sobre pedido de impeachment e a palavra de ordem “fora FHC”. Também tinha ajuste fiscal pesado e o PMDB como partido aliado e fiador. O vice-presidente da República, Michel Temer, era presidente da Câmara dos Deputados. FHC só não era, por ser homem, tão xingado e desrespeitado como a presidenta Dilma o é por ser mulher.

        Lembro isso para mostrar que já passamos por períodos semelhantes na nossa curta história democrática. Que a crise política e as dificuldades econômicas que estamos vivendo já foram enfrentadas em condições piores, inclusive. Mas também o faço para mostrar a falta de grandeza de uma liderança testada e vivida na lida do poder como FHC. Que já sentiu essa realidade e que, naquele momento, invocava a defesa da legalidade, o respeito ao estado de direito, a democracia para defender-se. (mais…)

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          romanelli

          Em sua coluna semanal, o deputado estadual Luiz Cláudio Romanelli defende que a presidenta Dilma Roussef (PT) está agindo contra o que sua própria história representa ao forçar o país a passar por uma ajuste fiscal recessivo. Romanelli também defende que o Paraná já fez sua parte no ajuste econômico e já está pronto para virar a página e avançar. Leia, ouça, comente e compartilhe.

          Luiz Cláudio Romanelli*

          “O Brasil ficou caro antes de ficar rico, perdemos a competitividade”
          Geraldo Alckmin

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          A cada dia me convenço mais que a política econômica, adotada pela presidente Dilma, está na contramão da sua própria história de vida e de tudo o que foi defendido e construído nos últimos 12 anos no Brasil.

          Creio que se ela não mudar o rumo da economia, a recessão e desemprego, aliados à escandalosa revelação da corrupção na Petrobras, tornarão insustentável a governabilidade. A crise é grave e se for para cair, que caia tentando acertar e não afundando ainda mais o país.

          A adoção de uma nova política econômica anticíclica é fundamental para impedir, sobrepujar, ou minimizar, os efeitos do atual ciclo econômico, que é inerente ao capitalismo, especialmente após as “barbeiragens” na condução da política econômica dos últimos quatro anos com a redução das taxas de lucro e aumento exponencial da taxa de juros. Por óbvio, fatores externos podem nos ajudar a sair da crise, desde que se adotem as medidas corretas.

          Quem sofre com a crise é o trabalhador assalariado. Os mais ricos ganham dinheiro com crise ou sem crise. A prova disso é que as montadoras estão com os pátios abarrotados de carros populares por conta das vendas estagnadas, enquanto para os carros de luxo tem até fila de espera.

          Outro exemplo são os bancos: as pessoas perdem o emprego e acabam muitas vezes penduradas no cartão de crédito e cheque especial, e os bancos faturando com a crise, recebendo os juros mais altos do planeta. Portanto, não existe crise pra quem é rico. (mais…)

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            Charge de Jarbas para o Diário de Pernambuco

            Charge de Jarbas para o Diário de Pernambuco

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              img_edg_8585Jornais do Paraná

              Gazeta do Povo: Indústria se retrai mesmo com crédito, desoneração e outras “bondades”

              Bem Paraná: Eleições e “janela de infidelidade” abren onda de troca de partidos

              Jornal Metro: Dinheiro da Lava Jato rodou por 20 países

              Folha de Londrina: Reforma de presídios fica na promessa

              Jornais de outros estados

              Globo: Estatais são sócias em 234 empresas

              Folha: Aperto no crédito já ameaça a safra do ano que vem

              Estadão: BR mudou licitação para incluir cartel, diz auditoria

              Correio Braziliense: Os negócios promissores em tempo de crise

              Valor: Governo prevê elevar impostos no próximo ano

              Estado de Minas: O peso do desperdício

              Zero Hora: Lucro das 30 maiores empresas cai 15,7%

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                Movimento pela redução de salários se legitima país afora porque câmaras e assembleias transformam-se em "puxadinhos" do executivo ao não cumprirem com seu papel político e constitucional de fiscalização; embora não consiga reverberar isso, por falta de espaço na mídia, sociedade percebe vereadores e deputados como assessores de luxo de prefeitos e governadores; eleições de 2016 pode ser o “cano de escape” da cidadania.

                Movimento pela redução de salários se legitima país afora porque câmaras e assembleias transformam-se em “puxadinhos” do executivo ao não cumprirem com seu papel político e constitucional de fiscalização; embora não consiga reverberar isso, por falta de espaço na mídia, sociedade percebe vereadores e deputados como assessores de luxo de prefeitos e governadores; eleições de 2016 pode ser o “cano de escape” da cidadania.

                O Brasil inteiro aplaudiu no mês passado um movimento iniciado no município de Santo Antônio da Platina, Norte Pioneiro do Paraná, que consistia na redução do salário dos vereadores. Como se fosse um rastilho de pólvora potencializado pelas redes sociais transformou-se num grandioso gesto de cidadania. Outras câmaras, prefeituras e governos estaduais, país afora, debatem diminuir os vencimentos do legislativo e executivo.

                Os salários de vereadores, prefeitos, deputados e do governador não são os principais problemas nestas plagas, por exemplo. Também não o são em outras partes desta nação-continente. Bom que fosse!

                A velha mídia despolitiza a sociedade ao valorar tal tema, deixando para trás o que realmente devasta os orçamentos públicos. Há um quê de udenismo (falso moralismo) nessa conversa.

                O que seria mais nefasto ao estado do Paraná, o salário de R$ 26 mil dos parlamentares na Assembleia ou o confisco aprovado em abril, pelos mesmos deputados, que surrupiaram R$ 8 bilhões da aposentadoria dos servidores públicos? Eis a verdadeira discussão.

                Interessar-nos-ia mais como votam os representantes nos legislativas, as leis aprovadas, que os salários recebidos mensalmente.

                Essa discussão sobre salário é pequena, despolitizada e diversionista. Ela tende a gestar próximas legislaturas nas câmaras e assembleias piores que as atuais.

                Na verdade, a sociedade é contra a avacalhação generalizada no executivo e no legislativo.

                Um deputado não ganha somente R$ 26 mil nem um vereador de Curitiba, por exemplo, tem salário de apenas R$ 16 mil.

                Há dezenas de “cargos cruzados” entre os dois poderes (executivo e legislativo) que nem a vã filosofia é capaz de supor. É contra isso que a cidadania se indigna e se levanta, porém, ela não consegue expressar-se adequadamente devido à falta de espaço nos meios de comunicação tradicional.

                Também motiva a mobilização contra os salários o desejo de renovação nos parlamentos municipais nas eleições de 2016.

                Portanto, a redução de salários em parlamentos que cumprem seu papel constitucional e político seria um golpe. Agora nas casas legislativas transformadas em “puxadinhos” do executivo, como a Câmara de Curitiba e a Assembleia Legislativa do Paraná, aí é discutível. Teto salário de R$ 4 mil seria de bom tamanho.

                Vereadores e deputados há muito se transformaram em assessores de luxo, que são caros demais para o erário bancar. É contra esse desperdício que paranaenses e brasileiros se levantam.

                O salário é baixo tanto para trabalhadores quanto para parlamentares. Entretanto, um cumpre o contrato, outro não. Um ganha menos que merece, outro mais que merece. Eis a diferença básica entre ambos.

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                  audienciaA comissão de Turismo da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) realizará nesta segunda-feira (24), na Câmara Municipal de Paranaguá, uma audiência pública para debater o desenvolvimento do turismo no Litoral do estado.

                  Segundo o deputado estadual e presidente da comissão de turismo da ALEP, Chico Brasileiro (PSD), a ideia é debater alternativas para alavancar a atividade turística na região, sobretudo em relação à Ilha do Mel, Ferrovia Curitiba-Paranaguá, Porto de Paranaguá e as praias.

                  “Queremos debater com a sociedade organizada, formas de desenvolvermos, melhorarmos os serviços e divulgarmos nossos pontos turísticos do litoral do estado, pois entendemos que o turismo é uma importante fonte de geração de empregos e renda”, disse Chico.

                  O Litoral do Paraná possui muitos atrativos turísticos, como praias, rios, cidades históricas e gastronomia; mas sofre com a falta de estrutura e a sazonalidade. Fora da temporada de verão, o fluxo de visitantes cai muito e a economia se retrai. Fazer com que o turismo seja permanente e gire a economia durante todo o ano, é um grande desafio da região. (mais…)

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                    richa_massacre_profesPor sugestão do professor Márcio Henrique, de Londrina, o Blog do Esmael levanta a discussão sobre a falta de professores nas escolas da rede pública em todo o país. A discussão tem como ponto de partida a capa do jornal O Estado de Minas, de sexta-feira (20), que cravou a seguinte manchete: “Procuram-se professores”.

                    A reportagem atesta a necessidade imediata e urgente de 170 mil professores da educação básica em todo o país. O fenômeno ocorre devido ao desinteresse pela profissão, outrora vocação para muitos.

                    Ainda não temos números apurados pela APP-Sindicato, mas estima-se que milhares de educadores planejam nos próximos anos deixar o magistério no Paraná. A migração de carreira demora entre dois e quatro anos, em média, segundo a psicóloga Jessica Nevel, consultora de Desenvolvimento Humano.

                    Um dos motivos da desmotivação seria a desvalorização, sensação esta que aumentou após o massacre no dia 29 de abril, quando 213 pessoas ficaram feridas pela truculência da Polícia Militar.

                    O sentimento de impotência dos trabalhadores na educação também ajuda na desmotivação haja vista a impunidade do mandante do covarde massacre há 4 meses, no caso o governador Beto Richa (PSDB), que tudo assistiu da sacada do Palácio Iguaçu.

                    De acordo com especialistas, levará ao menos 20 anos para consertar o estrago que o governador paranaense deixará na educação. Talvez será até necessário ao próximo ocupante do Palácio Iguaçu apelar para um programa “Mais Professores”, tal qual os cubanos na saúde, para dar conta de nossas crianças e do nosso futuro.

                    Qual a saída para esse desmonte da escola pública e do futuro do Paraná? Lutar ou ficar no trono esperando a morte chegar, como na música de Raul Seixas?

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                      Charge de Thiago Lucas para a Charge Online

                      Charge de Thiago Lucas para a Charge Online

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                        capaJornais do Paraná

                        Gazeta do Povo: Projetos de redução de salários de vereadores se espalham pelo Paraná

                        Jornal de Londrina: Preparado para o mundo

                        Folha de Londrina: Marco regulatório tenta coibir abusos contra dependentes

                        O Diário (Maringá): Um terço dos alunos aprovados não tem média necessária

                        Diário dos Campos: Consumo do interior do PR é destaque no Sul

                        Jornal da Manhã: PG elimina 65 pontos de favela em três anos

                        O Paraná: Só respeito à lei pode evitar o pior no campo

                        Gazeta do Paraná: Aniversário sem motivo para festa

                        Jornal Hoje: Incêndio destrói barracos em área invadida na BR-369

                        Diário do Noroeste: Deputada quer restringir decotes e saias justas na Càmara

                        Tribuna do Norte: Salários dos vereadore em xeque

                        Jornais de outros estados

                        Globo: Prefeitura muda regras par uso de imóveis

                        Folha: Saída da presidente traria instabilidade, diz Setubal

                        Estadão: EUA colhem prova da Lava Jato em ação contra Petrobras

                        Correio Braziliense: Agnelo ataca Rollemberg: “A cidade está parada”

                        Estado de Minas: O flagelo de ir e vir

                        Zero Hora: A jornada de Daiani e Luíza

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                          enquete_presidenteO juiz federal paranaense Sérgio Moro (sem partido), coordenador da Operação Lava Jato, seria eleito presidente da República com 33% dos votos. É o que diz o resultado de uma enquete lançada pelo Blog do Esmael na última segunda-feira, dia 17.

                          Após cinco dias, a sondagem foi fechada na tarde deste sábado com 23.323 votantes únicos (IP’s).

                          Com 26% da preferência dos votantes, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ficaria em segundo lugar. O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) obteria a terceira colocação com 25%.

                          O governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB), em quarto, teria 8% de intenção dos votos. A ex-senadora Marina Silva (sem partido) e o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) chegariam empatados com 4%.

                          É bom que fique claro que a enquete não tem rigor científico de uma pesquisa, embora ela tenha coletado a opinião única por IP (máquina). Os números apenas mostram o poder de mobilização das torcidas nas redes sociais.

                          Resultado da enquete (mais…)

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                            O senador Roberto Requião comanda a partir das 10 horas deste sábado (22), em Pato Branco, região Sudoeste do Paraná, mais uma cruzada contra a corrupção no governo Beto Richa (PSDB) durante encontro regional do PMDB.

                            O Blog do Esmael, em parceria com a TV 15, transmite o comício ao vivo para o Brasil e o mundo.

                            No evento, o parlamentar peemedebista lançará uma campanha nacional por mudanças na economia pela presidenta Dilma Rousseff (PT).

                            “A ‘Agenda Brasil’ proposta por Renan Calheiros, presidente do Senado, é uma compilação de todos os lobbies no país. É um atentado contra os brasileiros e a economia nacional”, disse hoje pela manhã ao Blog do Esmael.

                            Requião também deverá criticar os exageros da operação Lava Jato. Segundo o senador, a “presunção de inocente” não está sendo levada em conta pelo juiz Sérgio Moro. “Daqui a pouco qualquer cidadão pode ser denunciado por um procurador da República em virtude de vingança, por inimizade”, apontou. (mais…)

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                              velho_richaO juiz César Ghizoni, do 15º Juizado Especial da Fazenda Pública de Curitiba, considerou ontem ilegal o “decreto mata o véio” do governador Beto Richa (PSDB), que empurrava para a fila de precatórios velhos e doentes com direito a receber do Estado valores superiores a R$ 13.811,50.

                              No último dia 7 de agosto, o tucano emitiu um decreto reduzindo o valor de pagamento das obrigações de pequeno valor de 40 salários mínimos (RS 31.520,00) para R$ 13.811,50.

                              Segundo o magistrado, o poder executivo “usurpou” a função legislativa ao decretar a redução da valor do teto nas requisições de pequeno valor (RPVs). Para Ghizoni, a ilegalidade se constituiu porque a Assembleia Legislativa já havia reprovado essa matéria anteriormente.

                              Com o “decreto mata o véio”, o governador jogava para a fila de precatórios milhares de pequenos credores do governo. (mais…)

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                                nepotismoJorge Bernardi*

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                                O estado do Paraná, infelizmente para o povo que aqui vive, é um dos mais conservadores e reacionários do país. Os paranaenses são governados há séculos pelas mesmas famílias, que, com suas relações de parentesco, dominam o aparelho estatal, nos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, passando por outro importante instrumento de poder e renda, os cartórios.

                                O exemplo está no governo do Estado que, após a redemocratização de 1982, nas nove eleições seguintes teve apenas cinco governadores, os quais pertenciam a apenas quatro famílias: José Richa, que governou de 1983 a 1986, e o seu filho Beto Richa, que deverá ficar até 2018; Álvaro Dias, de 1987 a 1990; Roberto Requião, no período de 12 anos, e Jaime Lerner, outros oito anos. Os vice-governadores que assumiram não contam.

                                E o que é pior todos, com exceção de Jaime Lerner, deixaram sucessores. E a impressão que se tem é que o herdeiro político nem sempre demonstra a mesma competência e liderança política e administrativa do seu ancestral.

                                É o caso do governador Beto Richa, que em todas as campanhas eleitorais lembrou ao eleitorado, à exaustão, o nome do pai. Ele conseguiu em um mandato arruinar as finanças do Estado e o bom nome de José Richa. Para não quebrar definitivamente o Paraná, Beto Richa promoveu o maior de todos os arrochos fiscais da história, aumentando tributos de mais de 90 mil produtos, além do IPVA em 40% e se apropriando do fundo de aposentadoria dos servidores. (mais…)

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                                  Charge de Duke para O Tempo (MG

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                                    cartaJornais do Paraná

                                    Gazeta do Povo: País perde quase meio milhão de empregos em sete meses

                                    Folha de Londrina: Paraná fecha 12,3 mil postos de trabalho em julho

                                    O Diário (Maringá): Maringá fecha 978 vagas e tem pior julho da história

                                    Diário dos Campos: Governo decida manter classificação do Rio Tibagi

                                    Jornal da Manhã: Prefeitura derruba liminar e reabre licitação de R$ 15 mi

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                                    Estadão: Ministro do TSE pede investigação da campanha de Dilma

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                                    Estado de Minas: Campanha de Dilma na mira da Justiça

                                    Zero Hora: Brasil fechou 158 mil vagas formais em julho

                                    Capas de revistas:

                                    CartaCapital: Cunha no aperto

                                    Veja: Iguais perante a lei

                                    IstoÉ: Bye bye Brasil

                                    Época: Ela é a nova Esquerda/Direita

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                                      arruda_tenda_richaUm discurso do deputado federal João Arruda na CPI de Crimes Cibernéticos, realizado ontem (20), bastou para que o k-suco fervesse nesta sexta-feira (21) no Palácio Iguaçu. A informação é do Garganta Profunda de Londrina, principal informante do Blog do Esmael naquele recinto de intrigas e sacanagens [contra os cidadãos].

                                      De acordo com o nosso Julian Assange das Araucárias, após a bombástica denuncia de Arruda na Câmara dos Deputados, a artilheira-chefe da “Tenda Digital”, Nani Marcos, vai deixar o governo do Paraná até esfriar o cadáver das investigações sobre a atuação dos cibertucanos e cibercomissionados a soldo do governador Beto Richa (PSDB).

                                      Assista ao vídeo:

                                      O deputado João Arruda descobriu que “ciberNani” era fantasma da Celepar com um pro-bono de 15 paus e nunca apareceu na companhia para apertar uma tecla de computador. Comandava o bunker da difamação “Tenda Digital” direto do 3º andar do Palácio Iguaçu.

                                      CiberNani é afilhada do parente distante do governador e foi hostess do japonês do lobista Luiz Abi Antoun desde seus primeiros dias no Paraná.

                                      A CPI dos Crimes Cibernéticos já tem a lista dos integrantes da “Tenda Digital” e a simbologia de seus respectivos cargos comissionados. João Arruda pretende convocar o governador na comissão de investigação da Câmara Federal.

                                      Leia mais sobre a “Tenda Digital”:

                                      “Tenda Digital” tenta segurar Gaeco nas investigações de corrupção no governo Richa

                                      Justiça defenestra “Tenda Digital” de Richa e amplia multa para R$ 50 mil

                                      A pedido de Gleisi, Justiça chuta o pau da barraca digital de Beto Richa

                                      Beto Richa prende e agora ‘esfola o palhaço’ por meio de cibercomissionados

                                      CPI de Crimes Cibernéticos deverá convocar o governador Beto Richa

                                      Site anônimo ligado a Beto Richa ataca jornalistas e blogueiros no Paraná

                                      Veja essa: Turma de Beto Richa organiza em agosto novo protesto pelo impeachment de Dilma

                                      Justiça proíbe mentira de Richa sobre salários de professores

                                      Militantes de extrema-direita destilam ódio contra professores na internet

                                      Governo Richa faz “blitzkrieg” contra professores no Paraná

                                      Para dividir grevistas, Palácio Iguaçu infiltra “cibertucanos” em grupos de educadores nas redes sociais

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                                        mauroO Ministério Público de São Paulo iniciou no final do mês de julho uma série de prisões de fiscais e ex-funcionários da Receita daquele estado, desbaratando o que eles chamaram de “máfia do ICMS”. A operação foi montada com base na delação do doleiro Alberto Youssef, da Lava Jato, e até agora dez pessoas já foram presas.

                                        Agora, adivinhem quem era o secretário da Fazenda por lá na época dos desvios? Sim, ele mesmo, o interventor nacional do PSDB que atualmente chefia a Fazenda do Paraná: Mauro Ricardo Costa.

                                        A velha mídia paranaense omitiu essa informação, aqui na terra das araucárias, depois que o governo Beto Richa (PSDB) começou despejar dinheiro em propaganda da “nota fria” com CPF.

                                        Aliás, o esquema de desvio em São Paulo é bem parecido com o investigado pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO), na Operação Publicano, que rendeu denúncia de mais de cem pessoas, entre elas o primo de Beto Richa (PSDB), o lobista Luiz Abi Antoun, por desvios na Receita do Paraná.

                                        A prática consiste em aliviar, ou até anistiar, dívidas e multas de empresários em troca de propina. Os fiscais apresentavam multas falsas e exigiam pagamento para diminuir os valores. O esquema em São Paulo operou entre 2006 e 2012 e foi relatado pelo doleiro Alberto Youssef em depoimento à Procuradoria Geral daquele estado.

                                        Mauro Ricardo Costa foi secretário da Fazenda do estado de São Paulo entre entre 2007 e 2010, no auge da pilantragem, segundo o Ministério Público paulista.

                                        Agora resta saber se por lá as investigações vão chegar ao ex-secretário e se a semelhança no “modus operandi” daquele esquema vai trazer reflexos na apuração dos desvios na Receita Estadual do Paraná. Os governos do PSDB, o envolvimento de Alberto Yousseff e a presença de Mauro Ricardo são fatos que se repetem lá e cá.

                                        Com informações do G1

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