Professores e pais de alunos relatam ao blog a tristeza causada pela falta de merenda nas escolas; em Pato Branco, por exemplo, alimentos vencidos são preparados para as crianças que correm risco de intoxicação; nos colégios agrícolas os mantimentos sumiram das prateleiras em fevereiro, no início das aulas, e não foram mais repostos; crise financeira e de gestão também levou o governo Richa a suspender obras nos municípios; nesta sexta, 11, Gleisi anunciou liberação de R$ 817 milhões de empréstimo ao Paraná por meio do Proinveste do governo federal; há um problema sério de gestão que bagunça de forma insolúvel as finanças do estado, ou seja, o caixa estadual se transformou em um verdadeiro “saco sem fundo”, portanto, a operação de crédito autorizada hoje pode não ser a panaceia.

Professores e pais de alunos relatam ao blog a tristeza causada pela falta de merenda nas escolas; em Pato Branco, por exemplo, alimentos vencidos são preparados para as crianças que correm risco de intoxicação; nos colégios agrícolas os mantimentos sumiram das prateleiras em fevereiro, no início das aulas, e não foram mais repostos; crise financeira e de gestão também levou o governo Richa a suspender obras nos municípios; nesta sexta, 11, Gleisi anunciou liberação de R$ 817 milhões de empréstimo ao Paraná por meio do Proinveste do governo federal; há um problema sério de gestão que bagunça de forma insolúvel as finanças do estado, ou seja, o caixa estadual se transformou em um verdadeiro “saco sem fundo”, portanto, a operação de crédito autorizada hoje pode não ser a panaceia.

O Colégio Estadual Pato Branco, que leva o nome do município localizado no Sudoeste, a 437 km de Curitiba, o antigo PREMEN, não tem merenda para os 1,3 mil alunos desde o início do ano letivo em 10 de fevereiro. As cozinheiras do estabelecimento de ensino fazem merenda dia sim dia não com os alimentos vencidos em janeiro, que sobraram do ano passado.

Os pais estão preocupados com a saúde de seus filhos, que podem se intoxicar com comida estragada. Eles foram reclamar à direção da escola, que autorizou os alunos a levarem lanches de casa até a normalização da merenda.

O caso patobranquense não é isolado, infelizmente. A situação é mais periclitante na maioria dos 19 colégios agrícolas do estado (Apucarana, Arapoti, Cambará, Campo Mourão, Castro, Clevelândia, Diamante do Norte, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Guarapuava, Irati, Lapa, Palmeira, Palotina, Pinhais, Rio Negro, Santa Mariana, Toledo e Umuarama).

“A merenda escolar só dá para essa semana. A última parcela do fundo rotativo do ano de 2013 ainda não foi repassada aos colégios. Estamos sem dinheiro para as safras de verão e de inverno”, denuncia um professor, que não quis se identificar com medo de retaliações.

As denúncias sobre a falta de merenda nas escolas não são recentes. Em 25 de fevereiro deste ano o blog já trazia essa informação aos leitores (clique aqui). O fato novo é que o governo Beto Richa (PSDB) continuou insensível à barriga roncando da garotada com fome.

Em março passado este blog também registro que no site oficial da Prefeitura de Ibaiti, no Norte Pioneiro, o prefeito Roberto Regazzo, o Betão, do PSB, partido aliado do governador, disse que mandou dar merenda para os alunos que são de responsabilidade do governo estadual para que não ficassem “olhando” os que comiam na hora do recreio (clique aqui).

A crise de gestão e, por consequência financeira, assola não só a educação pública paranaense. Atinge a centenária Polícia Militar e a Polícia Civil, que têm dificuldades para abastecer suas viaturas. Até os cães em serviço na PM passam fome no governo Richa.

Para piorar esse estado de coisas, Richa mandou esta semana ofício a prefeitos do interior cancelando obras anunciadas anteriormente (clique aqui). Literalmente, o tucano deixou a “prefeitaiada” na mão, como relata na manchete de hoje o jornal Correio do Cidadão, do município de Campo Mourão.

O governador Beto Richa (PSDB) aposta todas as fichas para resolver a crise no empréstimo de R$ 817 milhões via Proinveste (clique aqui). Nesta sexta-feira (11), a senadora Gleisi Hoffmann (PT) informou, em primeira mão, que o dinheiro será liberado ainda hoje pelo secretário Nacional do Tesouro, Arno Augustin (clique aqui).

Talvez os empréstimos pleiteados pelo governo Richa não sejam suficientes para aplacar a fome nas escolas, pois, vai se cristalizando, há um problema sério de gestão que bagunça de forma insolúvel as finanças do Paraná. Ou seja, o caixa do governo estadual se transformou em um verdadeiro “saco sem fundo”.

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Senadora Gleisi Hoffmann, pelo Facebook, anunciou na tarde desta sexta-feira (11) que a Secretaria Nacional do Tesouro vai liberar ainda hoje os R$ 817 milhões de empréstimos solicitados pelo governo do Paraná; "O secretário do Tesouro, Arno Augustin, ligou-me agora para informar que será liberado hoje o empréstimo de 817 milhões, dentro do programa Proinveste"; deputado Enio Verri, presidente do PT, disse que o governo Richa teve uma prova concreta que não adianta falar grosso sem cumprir a lei; “foi o próprio secretário nacional do Tesouro, Arno Augustin, que orientou ao governo Paraná ingressar com nova ação do Supremo Tribunal Federal”, frisou o petista.

Senadora Gleisi Hoffmann, pelo Facebook, anunciou na tarde desta sexta-feira (11) que a Secretaria Nacional do Tesouro vai liberar ainda hoje os R$ 817 milhões de empréstimos solicitados pelo governo do Paraná; “O secretário do Tesouro, Arno Augustin, ligou-me agora para informar que será liberado hoje o empréstimo de 817 milhões, dentro do programa Proinveste”; deputado Enio Verri, presidente do PT, disse que o governo Richa teve uma prova concreta que não adianta falar grosso sem cumprir a lei; “foi o próprio secretário nacional do Tesouro, Arno Augustin, que orientou ao governo Paraná ingressar com nova ação do Supremo Tribunal Federal”, frisou o petista.

A ex-ministra e senadora Gleisi Hoffmann (PT), há pouco, no Facebook, anunciou a liberação do empréstimo de R$ 817 milhões que o governo do estado vinha tentando liberar há meses.

“O secretário do Tesouro, Arno Augustin, ligou-me agora para informar que será liberado hoje o empréstimo de 817 milhões, dentro do programa Proinveste”, comemorou.

“O governo federal provou que não adianta Richa e seus capangas ficarem falando grosso. Tem que cumprir a lei”, disse Enio Verri, presidente estadual do PT, ao recordar que foi o próprio secretário nacional do Tesouro, Arno Augustin, que orientou ao governo Paraná ingressar com nova ação do Supremo Tribunal Federal (STF).

A seguir, o comunicado de Gleisi Hoffmann:

“O secretário do Tesouro, Arno Augustin, ligou-me agora para informar que será liberado hoje o empréstimo de 817 milhões, dentro do programa Proinveste.

Depois de longo período tentando e não conseguindo, por não cumprir os requisitos da Lei de Responsabilidade Fiscal, o Estado seguiu a sugestão do próprio Augustin e obteve liminar no Supremo que dispensa o cumprimento das exigências.

A liberação dos empréstimos federais tem sido colocada como condição imprescindível para que o Estado possa reorganizar suas contas, marcadas por atrasos com fornecedores e risco de não pagar a folha de salários.

Minha expectativa é de que agora isso tudo seja normalizado, os salários sejam garantidos e o Estado pague suas contas, especialmente para os pequenos fornecedores. Instituições fundamentais, como as polícias estão em dificuldades para exercer suas funções por falta de recursos. A prioridade deve ser o pronto restabelecimento dos serviços essenciais à nossa população.”

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Caravana "Volta, Requião" chegará neste sábado (12), às 11 horas, na Câmara Municipal de União da Vitória, região Sul; movimento peemedebista defende quarto mandato do senador ao governo do Paraná; esta será a 19ª cidade-polo visitada pela caravana pela candidatura própria no PMDB.

Caravana “Volta, Requião” chegará neste sábado (12), às 11 horas, na Câmara Municipal de União da Vitória, região Sul; movimento peemedebista defende quarto mandato do senador ao governo do Paraná; esta será a 19ª cidade-polo visitada pela caravana pela candidatura própria no PMDB.

O senador Roberto Requião estará neste sábado (12), às 11 horas, em União da Vitória, região Sul, onde participará de um ato político da caravana “Volta, Requião”. O movimento do PMDB pelo quarto mandato do parlamentar ao governo do Paraná.

O evento peemedebista será na Câmara Municipal (Avenida Getúlio Vargas, 123) e deverá reunir militantes e lideranças da região para debater sobre as eleições de outubro.

O senador e vários deputados estaduais e federais defendem que o PMDB tenha candidato próprio ao governo do Paraná e ao Senado nas próximas eleições. Requião também está preocupado que o partido tenha uma chapa forte de deputados estaduais e federais. (mais…)

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Senadora Gleisi Hoffmann, candidata do PT ao governo do Paraná, nesta sexta (11), passa a "tarrafa" nos municípios de Pinhais e Campo Largo, administrados pelo seu partido; um detalhe escapa aos olhares mais desavisados: petistas mantêm "consórcio" nessas cidades da região metropolitana de Curitiba com o PSC de Ratinho Júnior; governador Beto Richa pode estar sendo "jantado" pela "loura má" e pelo seu ex-secretário do Desenvolvimento Urbano; veja por quê.

Senadora Gleisi Hoffmann, candidata do PT ao governo do Paraná, nesta sexta (11), passa a “tarrafa” nos municípios de Pinhais e Campo Largo, administrados pelo seu partido; um detalhe escapa aos olhares mais desavisados: petistas mantêm “consórcio” nessas cidades da região metropolitana de Curitiba com o PSC de Ratinho Júnior; governador Beto Richa pode estar sendo “jantado” pela “loura má” e pelo seu ex-secretário do Desenvolvimento Urbano; veja por quê.

O distinto e desavisado público é levado a crer que o ex-candidato a prefeito de Curitiba, Ratinho Júnior (PSC), nas eleições que foi derrotado pelo prefeito Gustavo Fruet (PDT), em 2012, rompeu com a ex-ministra e senadora Gleisi Hoffmann (PT). Nesse caso, as aparências enganam sim.

Nesta sexta (11), a partir das 9h30, Gleisi visitará a cidade de Pinhais, na região metropolitana de Curitiba (RMC). Lá, o prefeito Luizão Goulart, do PT, é o mais popular do país com 93% de aprovação. É o que aparece.

Pois bem, o que não aparece em Pinhais sãos as relações umbilicais mantidas com PSC de Ratinho. Jota Camargo, ex-prefeito de Colombo, tem sua irmã Maria Amélia como funcionária de confiança na Prefeitura petista. Camargo é homem de confiança de Ratinho.

Saindo de Pinhais, a “loura má”, como costuma chamar o guru ideológico do Palácio Iguaçu, deputado Ademar Traiano (PSDB), se encontrará com o prefeito Afonso Portugal Guimarães, também do PT, em Campo Largo. Aqui tem mais uma coincidência com o PSC de Ratinho.

O filho do prefeito campolarguense, Alexandre Guimarães, ex-secretário Municipal de Governo, é candidato a deputado estadual. Ganha um doce quem adivinhar o partido. Essa é fácil demais: claro, pelo PSC de Ratinho!

Poder-se-á ser apenas duas coincidências, apenas coincidências, mas também pode ser que Ratinho e Gleisi estejam “jantando” o governador Beto Richa (PSDB), que vai à reeleição, no chão da política concreta. Podem faltar os apoios ao tucano na hora “H”.

Se eu fosse Richa ficaria com a pulga atrás da orelha com Ratinho e Gleisi, a “loura má” — segundo seu guru na Assembleia Legislativa.

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Ricardo Mac Donald, em sua coluna desta sexta, relata a quarta parte da série "A difícil arte de governar"; capitão do time do prefeito Gustavo Fruet declara guerra à burocracia pública a qual ele classifica como "máquina sem cérebro"; colunista, que é Secretário Municipal do Governo de Curitiba, também abriu antes outras frentes de batalha: os buracos nas ruas e os postes clandestinos na capital de todos os paranaenses; hoje, porém, mostra erudição clássica ao mergulhar nos ensinamentos de Alexis de Tocqueville, na História da França e da Inglaterra, para concluir que pouca coisa mudou depois de 280 anos; “Pouco do que se arrecada chega às pontas. aí se compreende as manifestações de junho passado...”; leia o texto.

Ricardo Mac Donald, em sua coluna desta sexta, relata a quarta parte da série “A difícil arte de governar”; capitão do time do prefeito Gustavo Fruet declara guerra à burocracia pública a qual ele classifica como “máquina sem cérebro”; colunista, que é Secretário Municipal do Governo de Curitiba, também abriu antes outras frentes de batalha: os buracos nas ruas e os postes clandestinos na capital de todos os paranaenses; hoje, porém, mostra erudição clássica ao mergulhar nos ensinamentos de Alexis de Tocqueville, na História da França e da Inglaterra, para concluir que pouca coisa mudou depois de 280 anos; “Pouco do que se arrecada chega às pontas. aí se compreende as manifestações de junho passado…”; leia o texto.

Ricardo Mac Donald*

A burocracia faz com que o Brasil seja um corpanzil apoiado em duas pernas raquíticas. Gasta-se grande parte da arrecadação com a máquina pública. É como se gastássemos grande parte da energia (impostos) apenas com o giro do aparato, restando apenas uma pequena parte para produção.

Pouco do que se arrecada chega às pontas. Daí se compreende as manifestações de junho passado, cuja motivação pode se traduzir assim: nós que pagamos impostos queremos melhores serviços de transporte, saúde, segurança e educação. A movimentação descambou em violência e não teve direção eficaz, produzindo poucos resultados positivos.

Quando pensamos na modernidade e na democracia que hoje garante o debate, o contraditório e a crítica, convém passar os olhos nos fatos históricos que tornaram isso possível.

Alexis de Tocqueville, grande pensador francês do século XIX, elucidou as causas da Revolução Francesa de 1789, no seu livro L´ancien régime et la révolution. O rei, para manter a pompa e o luxo de Versailles, garantia à corte inúmeras imunidades e privilégios. Chegava a vender determinados cargos de governo que lhe rendiam benesses, enquanto o povo sofria com as obrigações que lhe eram impostas; pedágios, corvéias e direitos feudais que ainda sobreviviam.

Quanto aos serviços, cito o autor relatando fatos de 1733: “o volume da papelada é enorme e a lentidão do procedimento administrativo é tamanho que nunca observei prazo inferior a um ano para resolver casos tão simples como a obtenção de licença para o conserto do campanário ou do presbitério de uma paróquia. O pedido só costuma ser atendido após nada menos que dois ou três anos.”

280 anos depois, essa situação não nos soa familiar?

Antes da Revolução Francesa, outro rei perdeu a cabeça. Foi na guerra civil inglesa que Oliver Cromwell instaurou uma breve República, onde já defendia o voto universal, mas durou apenas quatro anos e decapitou a Charles I, em janeiro de 1649. Também lutando contra a tirania e a opressão dos americanos, em 1776, declararam sua Independência.

Chegamos à modernidade, e quando se critica esta máquina sem cérebro, que é a burocracia, visa-se o seu aperfeiçoamento.

Isso veremos no último capítulo, quando procuraremos demonstrar, também, quem leva vantagem nesse estado de coisas.

*Ricardo Mac Donald Ghisi é advogado, secretário Municipal de Governo de Curitiba. Escreve às sextas no Blog do Esmael.

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Charge de Aroeira - Brasil Econômico.

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capa_bemparanaJornais do Paraná

- Gazeta do Povo: Nova liminar do STF retira barreira para empréstimo ao Paraná

- Bem Paraná: STF ordena liberação imediata de R$ 817 milhões ao Paraná

- Jornal Metro: Supremo manda, de novo, liberar empréstimo ao PR

- Jornal de Londrina: ICMS não é declarado por 20% das empresas da cidade

- Folha de Londrina: Supremo destrava empréstimos ao Paraná

- O Diário (Maringá): Ambulâncias estão paradas por falta de Samu regional

- Diário dos Campos: Ponta-grossenses gastarão R$ 6,29 bilhões em 2014

- Jornal da Manhã: Projeto transforma ‘Arena’ em templo e piscina em batistério

- Correio do Cidadão: Richa cancela obras e deixa prefeitos na mão

- Tribuna do Interior: Computador ‘dedo-duro’

- O Paraná: Prefeituras apelam ao IPVA e IPTU para compensar perdas

- Gazeta do Paraná: Mais etanol na gasolina é a “saída” contra inflação

- Jornal Hoje: Abandonados, pecuaristas bancam recuperação de estradas rurais

- Gazeta do Iguaçu: Queda do dólar anima comerciantes de CDE

- Diário do Noroeste: Prefeito fala em “medidas corajosas” na assinatura de licitação de obras

- Tribuna de Cianorte: PR pede prisão de Augustin

- Tribuna do Norte: Elas não merecem ser agredidas

Jornais de outros estados

- Globo: Energia mais barata – COI intervém nas Olimíadas do Rio

- Folha: Comitê intervém contra atrasos nos Jogos do Rio

- Correio: Esquema Liga doleiro de petista a Cachoeira

- Valor: CVM conclui que Eike usou informações privilegiadas

- Estado de Minas: Muita infração, pouco reboque

- Zero Hora: Deputados aprovam Le Kiss

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Governo Beto Richa consegue terceira liminar no STF, concedida pelo ministro Luís Roberto Barroso, autorizando a Secretaria Nacional do Tesouro (STN) emprestar R$ 817 milhões ao Paraná; se decisão provisória rendesse dinheiro, o tucano já teria abocanhado R$ 2,4 bilhões do Proinveste; segundo uma fonte do blog, a operação será liberada no final de agosto; até lá, Gleisi Hoffmann continuará sendo acusada de atrapalhar o estado.

Governo Beto Richa consegue terceira liminar no STF, concedida pelo ministro Luís Roberto Barroso, autorizando a Secretaria Nacional do Tesouro (STN) emprestar R$ 817 milhões ao Paraná; se decisão provisória rendesse dinheiro, o tucano já teria abocanhado R$ 2,4 bilhões do Proinveste; segundo uma fonte do blog, a operação será liberada no final de agosto; até lá, Gleisi Hoffmann continuará sendo acusada de atrapalhar o estado.

O governador Beto Richa (PSDB) anunciou nesta quinta (10) uma nova liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) liberando empréstimo de R$ 817 milhões do Proinveste. É a terceira vez que a Corte autoriza a Secretaria Nacional do Tesouro (STN) a realizar a operação de crédito com o governo do Paraná, mas sempre bate na trave.

Se liminar do STF rendesse dinheiro, o tucano já teria conseguido emprestar a bagatela de R$ 2,4 bilhões.

Beto Richa quer meter a mão na bufunfa driblando a legislação que o obriga investir 12% do orçamento na saúde. Segundo técnicos da STN, o Paraná só aplica 10%. O governo do estadual também quer fazer vistas grossas à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

As liminares, por si só, não significam que o dinheiro saíra de imediato. Há previsão para a chegada dos R$ 817 milhões no final de agosto.

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Vereador Aliel Machado, do município de Ponta Grossa, nesta quinta (10), decidiu disputar a Câmara Federal; liderança política em ascensão, o presidente da Câmara de Vereadores vinha tirando o sono de Gomyde e Péricles, que concorrerão à Assembleia Legislativa do Paraná; entre mortos e feridos, todos se abraçaram aliviados; hoje, todos terão dormirão o sono dos justos, até aparecer uma próxima crise.

Vereador Aliel Machado, do município de Ponta Grossa, nesta quinta (10), decidiu disputar a Câmara Federal; liderança política em ascensão, o presidente da Câmara de Vereadores vinha tirando o sono de Gomyde e Péricles, que concorrerão à Assembleia Legislativa do Paraná; entre mortos e feridos, todos se abraçaram aliviados; hoje, todos terão dormirão o sono dos justos, até aparecer uma próxima crise.

O ex-diretor de Futebol do Ministério do Esporte, Ricardo Gomyde, presidente do PCdoB do Paraná, venceu queda de braço com o presidente da Câmara Municipal de Ponta Grossa, Aliel Machado, em torno de candidatura à Assembleia Legislativa. Eles disputavam a condição de “prioritário” no partido, mas, nesta quinta (10), o vereador “afrouxou o sutiã” ao decidir pela Câmara Federal.

Na semana passada, ao blog, Aliel jurou de pés juntos que não recuaria da intenção de concorrer à Assembleia. Entretanto, hoje, foi enquadrado pela realidade política. Pesou o fato de o caminho à Assembleia estar congestionado pelo excesso de candidatos a estadual na cidade dos Campos Gerais.

Em Ponta Grossa, concorrerão a estadual Plauto Miró (DEM), Péricles Mello (PT), Márcio Pauliki, Edilson Fogaça, Marcos Zampieri, dentre outros.

A federal, até agora despontam Sandro Alex (PPS), João Barbiero (PV) e Aliel.

Gomyde agradece, pois venceu mais uma batalha interna. Não terá concorrente dentro do PCdoB. Outro que comemora a decisão de Aliel é o deputado Péricles Mello, que tem como base principal o município de Ponta Grossa. O petista temia que o vereador corresse a mesma faixa de voto que sua, atrapalhando-o na reeleição.

Entre mortos e feridos, todos se abraçaram aliviados. Hoje, eles dormirão o sono dos justos, acredito separados, até aparecer uma próxima crise.

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Deputado André Vargas (PT-PR), em entrevista ao Blog do Esmael, afirmou que provará sua inocência no Conselho de Ética da Câmara; "Eu não tive direito à defesa, até agora fui massacrado pela mídia. Vou provar a minha inocência", disse; Vargas contou que renunciou à vice, na segunda-feira (7), para preparar-se para o contra-ataque; "A verdade prevalecerá. Ainda não tive o direito à defesa, mas, adianto, vou exercê-lo na plenitude. A casa vai cair para alguns"; o petista tranquilizou os leitores deste blog: "terça eu volto escrever [a coluna semanal sobre poder e socialismo]".

Deputado André Vargas (PT-PR), em entrevista ao Blog do Esmael, afirmou que provará sua inocência no Conselho de Ética da Câmara; “Eu não tive direito à defesa, até agora fui massacrado pela mídia. Vou provar a minha inocência”, disse; Vargas contou que renunciou à vice, na segunda-feira (7), para preparar-se para o contra-ataque; “A verdade prevalecerá. Ainda não tive o direito à defesa, mas, adianto, vou exercê-lo na plenitude. A casa vai cair para alguns”; o petista tranquilizou os leitores deste blog: “terça eu volto escrever [a coluna semanal sobre poder e socialismo]“.

O deputado licenciado André Vargas (PT-PR) conversou há pouco com o Blog do Esmael sobre as rajadas que vêm recebendo da mídia nas últimas semanas. Segundo ele, os vazamentos de mensagens de texto “parciais” e “ilegais”, até agora, serviram para linchá-lo sem direito à defesa.

“Renunciei à vice-presidência da Câmara, mas não ao mandato, porque quero exercer meu direito à defesa. Vou provar a minha inocência”, disse Vargas.

O petista adiantou ao blog que sua defesa tem a ver com a política e a técnica, mas ressaltou vai para a briga contra a velha mídia.

Sobre a acusação de sua relação pessoal com o doleiro Alberto Youssef, preso na operação Lava Jato da Polícia Federal, em março, por suposta lavagem de R$ 10 bilhões, Vargas afirmou que “a velha mídia não quer discutir algo mais relevante”.

“Dizem que sou sócio do doleiro. Só se eu entrar na sociedade com cem dólares”, ironizou.

“Vou provar a minha inocência. A verdade prevalecerá. Ainda não tive o direito à defesa, mas, adianto, vou exercê-lo na plenitude. A casa vai cair para alguns”, garantiu o ex-vice-presidente da Câmara.

André Vargas também disse que voltará a escrever sua coluna semanal neste blog, nas terças, onde fala sobre poder e socialismo. Esta semana, ele foi substituído no espaço pelo presidente do PT no Paraná, deputado estadual Enio Verri (clique aqui).

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Sérgio Souza, relator da PEC que acabou com o voto secreto no Congresso, vai disputar uma cadeira na Câmara sob a bandeira da "transparência"; considerado "pai" da lei do Voto Aberto, segundo empresários e políticos do Paraná, ex-senador do PMDB fez em dois anos e 8 meses muito mais que Álvaro Dias fez em 20 anos de Casa.

Sérgio Souza, relator da PEC que acabou com o voto secreto no Congresso, vai disputar uma cadeira na Câmara sob a bandeira da “transparência”; considerado “pai” da lei do Voto Aberto, segundo empresários e políticos do Paraná, ex-senador do PMDB fez em dois anos e 8 meses muito mais que Álvaro Dias fez em 20 anos de Casa.

Em dois anos e 8 meses que esteve no mandato de senador, Sérgio Souza (PMDB) fez mais que Álvaro Dias (PSDB) em 20 anos de Senado. A constatação não é deste blogueiro, mas de diversas entidades do setor produtivo e do mundo político paranaense (clique aqui). O peemedebista relatou a PEC que acabou com o voto secreto no Congresso Nacional. Isto significa que todas as votações, inclusive as de cassações de mandatos na Câmara e no Senado, não são mais sigilosas.

Sérgio Souza é suplente da senadora Gleisi Hoffmann (PT). Ele deixou o Senado porque a petista retomou a vaga ao desincompatibilizar-se da Casa Civil para disputar o governo do Paraná. Agora, em 2014, o “ex-senador” vai disputar pelo Paraná uma das 30 cadeiras na Câmara Federal.

Se eleito deputado federal em outubro próximo, Souza pretende pôr ordem na Câmara. Uma das bandeiras do “pai do voto aberto” é a luta pela transparência total na atividade parlamentar. Outra é a reforma política no país.

No mês de maio, Sérgio Souza deverá realizar um evento para prestar contas do período em que ficou no Senado e se apresentar como pré-candidato à Câmara. Ele pretende falar sobre sua produtividade que consiste em 6 Propostas de Emenda à Constituição, 30 projetos de lei e de resolução e 74 requerimentos, além de ter relatado outras 258 proposições.

Entretanto, Álvaro pode dormir sossegado. Sérgio Souza, aquele que trabalha sem fazer barulho, não vai concorrer à única cadeira ao Senado.

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Zé Maria, pré-candidato a presidente da República pelo PSTU, hoje à noite, às 20h30, no horário eleitoral em rede nacional, vai conclamar a juventude e os trabalhadores para jornada de protestos durante a Copa; palavra de ordem do partido será "Na Copa Vai ter Luta".

Zé Maria, pré-candidato a presidente da República pelo PSTU, hoje à noite, às 20h30, no horário eleitoral em rede nacional, vai conclamar a juventude e os trabalhadores para jornada de protestos durante a Copa; palavra de ordem do partido será “Na Copa Vai ter Luta”.

O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU), nesta quinta (10), 20h30, vai utilizar o horário eleitoral em rede nacional de televisão e rádio para estimular protestos durante a Copa do Mundo.

O pré-candidato a presidente do partido, Zé Maria, vai bater duro na presidenta Dilma Rousseff (PT).

“A saúde, a educação pública, os transportes, continuam um caos, não há creches para as crianças, passe-livre para a juventude, os operários morrem nos canteiros de obra por falta de segurança”, afirmará o dirigente do PSTU.

A palavra de ordem do partido no horário eleitoral será “Na Copa Vai ter Luta”, ou seja, baterá na tecla segunda qual o campeonato mundial consumiu R$ 30 bilhões “enquanto as escolas e hospitais continuam caindo aos pedaços, situação que beneficia apenas as empreiteiras e a Fifa”.

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Diretor-presidente da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, tem capacidade de ressuscitar "mortos" políticos; segundo a coluna Painel, da Folha, levantamento do pesquisador paranaense coloca FHC em pé de igualdade com Lula, na região Sul, como cabo eleitoral; cruz credo, não me chame que não vou!

Diretor-presidente da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, tem capacidade de ressuscitar “mortos” políticos; segundo a coluna Painel, da Folha, levantamento do pesquisador paranaense coloca FHC em pé de igualdade com Lula, na região Sul, como cabo eleitoral; cruz credo, não me chame que não vou!

O diretor-presidente da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, virou o novo xodó do tucanato nacional. É obra do paranaense de Curitiba a “ressurreição” do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso no cenário político.

A coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, edição desta quinta (10), revela que Hidalgo pesquisou no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul sobre a entrada de FHC na campanha de Aécio Neves (MG).

Para quem acredita em vida após a morte, Murilo Hidalgo está em alta. Na sondagem recentíssima, a Paraná Pesquisas igualou os ex-presidentes Lula e FHC como cabos eleitorais de seus respectivos candidatos na região Sul.

A seguir, leia os registros publicados hoje no Painel da Folha:

Biotônico
Em fase de tentativa de reabilitação de Fernando Henrique Cardoso, o PSDB comemorou levantamento do instituto Paraná Pesquisas nos três Estados do Sul que mostra o ex-presidente tucano em pé de igualdade com Lula como cabo eleitoral na região.

Veteranos
Segundo a pesquisa, o apoio de FHC a Aécio Neves aumentaria em 33,5% a vontade de votar no tucano no Paraná, em 37,9% em Santa Catarina e em 29,4% no Rio Grande do Sul. Já o suporte de Lula a Dilma Rousseff poderia levar a votar nela 30,9% dos paranaenses, 36,8% dos catarinenses e 31% dos gaúchos.

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 Prefeitos do interior têm abandonado o projeto de reeleição de Richa que, devido à crise, tem cancelado obras e convênios nos municípios paranaenses; desiludidos com o tucano, a exemplo do de Ubiratã, Haroldo Fernandes Duarte, do PPS, prefeitos estão se abraçando à campanha "Volta, Requião"; situação do governador do PSDB também se complica com sucessivas baixas na base de sustentação na Assembleia Legislativa.


Prefeitos do interior têm abandonado o projeto de reeleição de Richa que, devido à crise, tem cancelado obras e convênios nos municípios paranaenses; desiludidos com o tucano, a exemplo do de Ubiratã, Haroldo Fernandes Duarte, do PPS, prefeitos estão se abraçando à campanha “Volta, Requião”; situação do governador do PSDB também se complica com sucessivas baixas na base de sustentação na Assembleia Legislativa.

Em casa que falta pão, ninguém tem razão. Muito menos o governador Beto Richa (PSDB), que, em viés de baixa, está cancelando convênios e obras anunciadas nos últimos meses com festas nos 399 municípios paranaenses (clique aqui). Se o tucano perde, quem ganha é o senador Roberto Requião (PMDB), seu adversário em outubro próximo.

O leitor quer uma prova concreta disso? Aqui está. Ontem (9), em Brasília, o peemedebista recebeu visita do prefeito de Ubiratã, Haroldo Fernandes Duarte, do PPS, partido que integra oficialmente a base de sustentação do governador Beto Richa.

O município de Ubiratã tem cerca de 22 mil habitantes, fica na região Centro Ocidental, próximo a Goioerê, a 558 km da capital.

A insolúvel crise financeira que assola o Palácio Iguaçu espanta não só prefeitos, mas também os deputados que apoiavam o tucano na Assembleia. Nesta semana, o novo líder do PPS, Tercílio Turini, defendeu rompimento dos “limpinhos” com Richa.

No PMDB, antes fiel escudeiro do governador, o clima também é de debandada geral. A bancada estadual peemedebista está comprovando a tese do deputado Anibelli Neto, o Anibelinho, que previu em fevereiro que os “deputados vão cuspir o bagaço da laranja até junho”. Por “bagaço” o leitor, segundo o parlamentar, tem de entender “Beto Richa”.

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Ciceroneado pela vereadora Noemia Rocha, o senador Magno Malta (PR-ES), em Curitiba, participa desde ontem de eventos com lideranças políticas e religiosas para discutir a redução da maioridade Penal, drogadição e pedofilia; o parlamentar capixaba deverá ser ungido candidato a presidente da República das igrejas evangélicas de todo o país; daqui a pouco, às 12 horas, Magno se reúne com correligionários no tradicional Restaurante Madalosso, no gastronômico bairro Santa Felicidade.

Ciceroneado pela vereadora Noemia Rocha, o senador Magno Malta (PR-ES), em Curitiba, participa desde ontem de eventos com lideranças políticas e religiosas para discutir a redução da maioridade Penal, drogadição e pedofilia; o parlamentar capixaba deverá ser ungido candidato a presidente da República das igrejas evangélicas de todo o país; daqui a pouco, às 12 horas, Magno se reúne com correligionários no tradicional Restaurante Madalosso, no gastronômico bairro Santa Felicidade.

O senador Magno Malta (PR-ES) deverá ser ungido candidato à Presidência da República pela igreja Assembleia de Deus. De olho na cadeira da presidenta Dilma Rousseff (PT), o parlamentar se reúne nesta quinta (10), em Curitiba, com lideranças políticas e religiosas para discutir a redução da maioridade Penal, drogadição e pedofilia.

O presidenciável será ciceroneado pela vereadora da capital paranaense Noemia Rocha (PMDB). O evento será realizado daqui a pouco, ao meio dia, no tradicional Restaurante Madalosso, no gastronômico bairro Santa Felicidade.

Magno é presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa Permanente da Família Brasileira. Ele já havia vindo para a capital paranaense no ano passado para falar sobre os mesmos temas, durante seminário realizado em parceria com Noemia Rocha, na Câmara Municipal de Curitiba.

Ontem (8), também em Curitiba, o senador capixaba abriu o Encontro de Lideranças do Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (CIMEB), na Igreja Evangélica Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

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com o Brasil 247

Acompanhado de seguranças, presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, foi 'escoltado' até o carro por gritos de "Dirceu guerreiro do povo brasileiro!" e "Abaixo à ditadura do judiciário"; frequentadores do estabelecimento também cobraram julgamento do mensalão mineiro e explicações sobre apartamento em Miami; Barbosa seguiu as pegadas do senador Álvaro Dias (PSDB-PR) que, semana passada, foi expulso de universidade no Paraná, durante palestra sobre ética; assista ao vídeo.

Acompanhado de seguranças, presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, foi ‘escoltado’ até o carro por gritos de “Dirceu guerreiro do povo brasileiro!” e “Abaixo à ditadura do judiciário”; frequentadores do estabelecimento também cobraram julgamento do mensalão mineiro e explicações sobre apartamento em Miami; Barbosa seguiu as pegadas do senador Álvaro Dias (PSDB-PR) que, semana passada, foi expulso de universidade no Paraná, durante palestra sobre ética; assista ao vídeo.

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, foi esculachado na saída de um bar no Distrito Federal com gritos de “Dirceu guerreiro do povo brasileiro …!”, “Abaixo à ditadura do judiciário” e chamado de “tucano”.

Barbosa seguiu as pegadas do senador Álvaro Dias (PSDB-PR) que, semana passada, foi expulso de universidade no Paraná, durante palestra sobre ética (clique aqui para relembrar).

Assista o vídeo com as vaias a Barbosa publicado no Diário do Centro do Mundo:

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 Requião Filho, em sua coluna desta quinta, abre fogo contra procuradores do Ministério Público Federal, que, segundo ele, promovem farra com diárias no órgão que deveria dar o exemplo; “Onde estava o MP nas negociações bilionárias da Petrobras? Onde estava o MP quando a Rede Globo tornou-se a maior devedora da Receita? Onde fica o MP quando a imprensa não faz a denúncia? Em qual gaveta descansam em berço esplêndido as inúmeras denúncias encaminhadas ao MP?”; ora, viajando com diárias pagas pelo contribuinte; a grave denúncia do colunista aponta que apenas um procurador recebeu R$ 100 mil reais em diárias; “Quem fiscaliza os fiscais? Os paladinos da Justiça se beneficiam do fato de eles mesmos se fiscalizarem e da certeza do silêncio da imprensa e da classe política por medo de represálias”, indigna-se o especialista em políticas públicas, que também estranha o volume de denúncias contra políticos em ano eleitoral; leia o texto.


Requião Filho, em sua coluna desta quinta, abre fogo contra procuradores do Ministério Público Federal, que, segundo ele, promovem farra com diárias no órgão que deveria dar o exemplo; “Onde estava o MP nas negociações bilionárias da Petrobras? Onde estava o MP quando a Rede Globo tornou-se a maior devedora da Receita? Onde fica o MP quando a imprensa não faz a denúncia? Em qual gaveta descansam em berço esplêndido as inúmeras denúncias encaminhadas ao MP?”; ora, viajando com diárias pagas pelo contribuinte; a grave denúncia do colunista aponta que apenas um procurador recebeu R$ 100 mil reais em diárias; “Quem fiscaliza os fiscais? Os paladinos da Justiça se beneficiam do fato de eles mesmos se fiscalizarem e da certeza do silêncio da imprensa e da classe política por medo de represálias”, indigna-se o especialista em políticas públicas, que também estranha o volume de denúncias contra políticos em ano eleitoral; leia o texto.

Requião Filho*

Escândalos, denúncias, acusações, manobras… Estas são as palavras preferidas das manchetes nos últimos dias. Uma verdadeira guerra na mídia para ver em quem cola a maior pecha de LADRÃO, de CORRUPTO e outros tantos adjetivos que descrevem o substantivo político na boca do povo, ou o sujeito da sentença nas matérias condenatórias da imprensa.

Mas eu me pergunto: Por que só existe denuncia em ano de eleição?
Onde estava o Ministério Público (MP) nas negociações bilionárias da Petrobras? Onde estava o MP quando a Rede Globo tornou-se a maior devedora da Receita? Onde fica o MP quando a imprensa não faz a denúncia? Em qual gaveta descansam em berço esplêndido as inúmeras denúncias encaminhadas ao MP?

Acredito que deva estar nas gavetas de procuradores da República que receberam perto ou mais de R$ 100 mil reais em diárias. Em teoria a diária é de R$ 800,00 (oitocentos reais) por dia, o que significa que estes procuradores andavam fora de suas bases procurando algo, dando aulas e palestras, ou nas famosas diligências (trabalho de polícia ou que pode ser feito por outros) mais de 125 dias úteis em um ano em um total de 256 dias úteis no ano passado.

Quase metade do ano em que deveria estar trabalhando o nobre colega da Procuradoria estava em viagem oficial. O que mais me assusta é o valor percebido em diárias, valor que se recebe líquido, ou seja, sem nenhum desconto de Imposto de Renda.

Quem fiscaliza os fiscais? Os paladinos da Justiça se beneficiam do fato de eles mesmos se fiscalizarem e da certeza do silêncio da imprensa e da classe política que têm medo de represálias.

Imagino a revolta dos demais membros do MP que não perceberam tamanha quantia em diárias e se matam de trabalhar tentando fiscalizar o fiscalizável.

Grandes devedores? Não podem mexer. Grandes obras do Governo Federal? Não podem fiscalizar. Ministros de governo, não podem questionar. Ministros do STF, então, não podem nem falar o nome. Todo e cada um desses têm um órgão especial para fazer a investigação, ou declinar de fazê-la.

Uma vez que não adianta apenas a indignação e a vontade de trabalhar, por mais que cada membro seja o Parquet em si, eles respondem a um órgão específico e a uma determinada área. Às vezes para se chegar perto dos peixes grandes deve-se, antes de tudo, ser “Amigo do Rei”. E, para passar os portões de Pasárgada o pedágio é a gaveta e a recompensa são as benesses, nem um pouco ilegais, mas com certeza de moral questionável.

Tenho o maior respeito pela instituição do MP, mas casos isolados como estes do MPF demonstram que apesar de todo o esforço da instituição em se apresentar como o único órgão sério do país o MP é apenas mais uma instituição com falhas e acertos.

Gente muito séria que trabalha e carrega nas costas a boa fama do MP, investigando os Youssefs da vida, trabalhando em conjunto e conformidade com os policiais federais desmantelando quadrilhas, ou como os integrantes do GAECO já fizeram no Paraná combatendo o crime organizado, longe dos holofotes que tanto ofuscam egos inflados.

Tenho certeza que ao lerem que um Procurador da República recebeu perto de R$ 100 mil em diárias a maioria dos membros de qualquer Ministério Público se sentirão ofendidos.

Os membros do MPF podem procurar em seus sistemas e buscar as diárias de 2013, se quiserem podem até abrir sindicância. Uma pena que poucos possam manchar a reputação de tantos.

Cabe agora a responsabilidade, se é que já não estão apurando possíveis abusos, às corregedorias internas do MPF e à corregedoria do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que é o órgão “externo” de fiscalização.

*Requião Filho é advogado, especialista em políticas públicas, escreve às quintas no Blog do Esmael.

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capa_tribunadointeriorJornais do Paraná

- Gazeta do Povo: André Vargas renuncia à vice da Câmara após processo de cassação

- Bem Paraná: Alvo do Conselho de Ética, Vargas renuncia a cargo de vice da Câmara

- Jornal Metro: Inflação de março é a maior em 11 anos

- Jornal de Londrina: Propina para Habite-se custou R$ 300, diz testemunha

- Folha de Londrina: Câmara abre processo contra Vargas

- O Diário (Maringá): Vigilância multa 76 por foco de dengue em casa

- Diário dos Campos: München e Efapi podem perder apoio da prefeitura

- Jornal da Manhã: Fim da München?

- Correio do Cidadão: Impostos demais, serviços de menos. Por quê?

- Tribuna do Interior: Não foi armação

- O Paraná: Suspeita de tráfico humano é investigada no Paraná

- Gazeta do Paraná: Garantir o ‘arroz e feijão’ em março foi mais difícil

- Jornal Hoje: Construção de R$ 3 milhões permance de portas fechadas

- Gazeta do Iguaçu: Bispo de Foz entra com ação contra advogado

- Diário do Noroeste: Prefeito de Paranavaí garante que Pronto Atendimento não será fechado

- Tribuna de Cianorte: ‘Novo Amanhecer’ completa um mês com resultados positivos

- Tribuna do Norte: Inflação no prato do trabalhador

Jornais de outros estados

- Globo: Força-tarefa rastreia R$ 10 bi de rede dedoleiro ligado a petista

- Folha: Alimento dispara e inflação chega a 6,15% em 12 meses

- Estadão: Alvo de processo de cassação, André Vargas deixa vice da Câmara

- Correio: Revolta para ir trabalhar

- Valor: Inflação prolonga aperto monetário

- Estado de Minas: Inflação dispara e pão vai subir

- Zero Hora: Inflação para março é a mais alta desde 2003

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da Agência Câmara

André Vargas (PT-PR) renunciou ao cargo na Mesa Diretora, nesta quarta (9), mas continua com o mandato, embora licenciado; deputado está sendo processado por quebra de decoro no Conselho de Ética da Câmara; ele é acusado de envolvimento com doleiro preso pela Polícia Federal; "Em virtude da decisão tomada hoje pelo Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, pela instauração de procedimento de apuração de denúncias apresentadas contra mim, decidi apresentar minha renúncia à vice-presidência desta Casa", diz trecho da carta de renúncia que entregou à Mesa Diretora da Câmara.

André Vargas (PT-PR) renunciou ao cargo na Mesa Diretora, nesta quarta (9), mas continua com o mandato, embora licenciado; deputado está sendo processado por quebra de decoro no Conselho de Ética da Câmara; ele é acusado de envolvimento com doleiro preso pela Polícia Federal; “Em virtude da decisão tomada hoje pelo Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, pela instauração de procedimento de apuração de denúncias apresentadas contra mim, decidi apresentar minha renúncia à vice-presidência desta Casa”, diz trecho da carta de renúncia que entregou à Mesa Diretora da Câmara.

O deputado licenciado André Vargas (PT-PR) renunciou nesta quarta-feira ao cargo de 1º vice-presidente da Câmara. Ele enviou carta nesse sentido ao líder do partido, deputado Vicentinho (PT-SP). Vargas, no entanto, preserva o mandato parlamentar.

Com a renúncia, uma nova eleição deverá ser convocada para preencher a vaga deixada na Mesa Diretora pela renúncia. A data da nova eleição será definida pelo presidente da Casa, deputado Henrique Eduardo Alves. Vicentinho disse que a bancada ainda vai indicar o nome para concorrer ao cargo.

Na carta, André Vargas disse que renuncia para se dedicar a sua defesa e não prejudicar o andamento dos trabalhos da Mesa. Vicentinho disse que Vargas será investigado também pelo partido, mas descartou que ele venha a ser expulso. “Não podemos condenar uma pessoa antes do julgamento”, disse.

Leia a carta do deputado: (mais…)

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