A campanha de Gleisi Hoffmann (PT) está a todo vapor tentando uma arrancada que a leve ao segundo turno da disputa pelo governo do Estado do Paraná. Nesta terça-feira, ela reuniu uma multidão de diversos municípios da região metropolitana de Curitiba em um ato no município de Mandirituba. O evento teve a participação de lideranças como o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT);  o deputado estadual Toninho Wandscheer e o candidato ao Senado, Ricardo Gomyde (PCdoB).

A campanha de Gleisi Hoffmann (PT) está a todo vapor tentando uma arrancada que a leve ao segundo turno da disputa pelo governo do Estado do Paraná. Nesta terça-feira, ela reuniu uma multidão de diversos municípios da região metropolitana de Curitiba em um ato no município de Mandirituba. O evento teve a participação de lideranças como o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT); o deputado estadual Toninho Wandscheer e o candidato ao Senado, Ricardo Gomyde (PCdoB).

Uma multidão lotou o salão paroquial da Igreja São Benedito, no distrito da Areia Branca em Mandirituba, na noite desta terça-feira (16), em apoio à candidata ao governo do estado pela coligação Paraná Olhando Pra Frente, Gleisi Hoffmann. O evento faz parte de um grande esforço da candidatura de Gleisi na região metropolitana de Curitiba, tentando uma arrancada que leve a petista ao segundo turno.

Gleisi esteva acompanhada do prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, deputado estadual Toninho Wandscheer e do candidato ao Senado, Ricardo Gomyde.

Além de Mandirituba, moradores de Agudos do Sul, Campo do Tenente, Fazenda Rio Grande, Quitandinha, Rio Negro, São José dos Pinhais e Tijucas do Sul participaram do encontro. Gleisi foi recebida com saudações de “governadora, governadora”. O clima era de muita alegria, entusiasmo e disposição para a reta decisiva da campanha. (mais…)

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Com o objetivo de “acelerar” a gestão administrativa do Paraná e liberar-se em tempo integral para a campanha de reeleição, governador Beto Richa deixará o cargo no próximo dia 29 nas mãos do vice e ex-secretário Flávio Arns; tucanos conseguiram a proeza de derrubar o Ideb do Ensino Médio do estado do primeiro para o 11º lugar do país; em caso de reeleição do PSDB, Arns é cotado para reassumir a Secretaria de Estado da Educação (SEED).

Com o objetivo de “acelerar” a gestão administrativa do Paraná e liberar-se em tempo integral para a campanha de reeleição, governador Beto Richa deixará o cargo no próximo dia 29 nas mãos do vice e ex-secretário Flávio Arns; tucanos conseguiram a proeza de derrubar o Ideb do Ensino Médio do estado do primeiro para o 11º lugar do país; em caso de reeleição do PSDB, Arns é cotado para reassumir a Secretaria de Estado da Educação (SEED).

O vice-governador Flávio Arns (PSDB) vai assumir o cargo interinamente no próximo dia 29 de setembro, vésperas das eleições de 5 de outubro. O ex-secretário da Educação substituirá o governador Beto Richa (PSDB), que se licenciará para se dedicar 24 horas à reta final da campanha pela reeleição (sic).

Nunca é demais recordar que Arns foi o pior secretário que a Educação já teve na história do Paraná. Junto com Richa, o vice-governador conseguiu a proeza de derrubar o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) do Ensino Médio do estado do primeiro para o 11º lugar.

Em caso de reeleição do governador do PSDB, Arns é cotado para reassumir a Secretaria de Estado da Educação (SEED). O vice também é sondado para a equipe do prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), independente do resultado das urnas daqui a 17 dias.

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Entidades dos Direitos Humanos não descartam pedir nesta sexta-feira (19) intervenção federal nas penitenciárias paranaenses que, em menos de um ano, enfrentaram vinte rebeliões de presos. Conselho Nacional de Políticas Criminais e Penitenciárias (CNPCP) realiza às 9 horas reunião de emergência na sede da OAB-PR. Segundo agentes penitenciários, que duvidam da capacidade administrativa do governo Beto Richa (PSDB) para enfrentar a crise, a maioria dos motins tem a ver com as péssimas condições de higiene, comida estragada, superlotações nas unidades, falta de agentes, ausência de assistência médica e jurídica aos apenados.

Entidades dos Direitos Humanos não descartam pedir nesta sexta-feira (19) intervenção federal nas penitenciárias paranaenses que, em menos de um ano, enfrentaram vinte rebeliões de presos. Conselho Nacional de Políticas Criminais e Penitenciárias (CNPCP) realiza às 9 horas reunião de emergência na sede da OAB-PR. Segundo agentes penitenciários, que duvidam da capacidade administrativa do governo Beto Richa (PSDB) para enfrentar a crise, a maioria dos motins tem a ver com as péssimas condições de higiene, comida estragada, superlotações nas unidades, falta de agentes, ausência de assistência médica e jurídica aos apenados.

A situação de calamidade no sistema prisional paranaense chama a atenção do país. Por isso o Conselho Nacional de Políticas Criminais e Penitenciárias (CNPCP), juntamente com os órgãos de execução penal e entidades estaduais de Direitos Humanos do Paraná, realizará uma reunião de emergência na próxima sexta-feira (19) para discutir o tema “Políticas Nacionais para o Sistema de Penitenciário e o caso do Paraná”.

Entidades dos Direitos Humanos não descartam pedir intervenção federal nas penitenciárias paranaenses que, em menos de um ano, enfrentaram vinte rebeliões de presos. Segundo agentes penitenciários, que duvidam da capacidade administrativa do governo Beto Richa (PSDB) para enfrentar a crise, a maioria dos motins tem a ver com as péssimas condições de higiene, comida estragada, superlotações nas unidades, falta de agentes, ausência de assistência médica e jurídica aos apenados.

O encontro desta sexta será às 9 horas na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PR), na Rua Brasilino Moura, 253, bairro Ahú, em Curitiba.

O evento é promovido pelo Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná e Conselho da Comunidade para a execução Penal da Cidade de Curitiba e região metropolitana.

O caso paranaense trará à capital paranaense os seguintes conselheiros nacionais do CNPCP: Andreia Beatriz dos Santos e José Roberto Neves; da diretora de Políticas Penitenciárias do DEPEN/MJ, Valdirene Deufemback; e da ouvidora Nacional do Sistema Penitenciário, Marlene Inês Rosa.

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O terceiro debate com os presidenciáveis promovido ontem (16) à noite pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), na TV Aparecida, retransmitido ao vivo pelo Blog do Esmael, mais pareceu uma missa. No entanto, talvez tenha ocorrido o melhor momento da campanha eleitoral até agora. A candidata do PSol, Luciana Genro, fulminou o tucano Aécio Neves, do PSDB.

“Linha auxiliar do PT uma ova! O PT aprendeu com o senhor”, respondeu Luciana a uma provocação do candidato do PSDB. Ela disse que a origem do mensalão é no PSDB.

“O senhor [se referindo a Aécio] fala como se no governo do PSDB nunca tivesse havido corrupção, quando na realidade nós sabemos que o PSDB foi o precursor do mensalão, com o seu correlegionário e conterrâneo Eduardo Azeredo”, afirmou Luciana.

“O senhor foi o protagonista do escândalo do aeroporto, onde o senhor utilizou dinheiro público para construir um aeroporto nas fazendas, próximas das fazendas da sua família”, continuou a candidata do PSol.

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Crise de caixa volta a assombrar o governo Beto Richa, que poderá ter dificuldades para honrar, no fim deste ano, o pagamento do 13º salário do funcionalismo público do estado do Paraná. O alerta foi dado pelos deputados de oposição na sessão de ontem (16), na Assembleia Legislativa, durante prestação de contas do secretário da Fazenda do Paraná, Luiz Eduardo Sebastiani, que confirmou queda na arrecadação e aumento de gastos com funcionalismo a ultrapassar novamente o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).  Em 2013, Richa limpou o caixa até da Paraná Fomento, dinheiro para incentivar as pequenas empresas, para pagar salários de comissionados. “Falta de gestão e planejamento”, criticou Requião.

Crise de caixa volta a assombrar o governo Beto Richa, que poderá ter dificuldades para honrar, no fim deste ano, o pagamento do 13º salário do funcionalismo público do estado do Paraná. O alerta foi dado pelos deputados de oposição na sessão de ontem (16), na Assembleia Legislativa, durante prestação de contas do secretário da Fazenda do Paraná, Luiz Eduardo Sebastiani, que confirmou queda na arrecadação e aumento de gastos com funcionalismo a ultrapassar novamente o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Em 2013, Richa limpou o caixa até da Paraná Fomento, dinheiro para incentivar as pequenas empresas, para pagar salários de comissionados. “Falta de gestão e planejamento”, criticou Requião.

Os deputados estaduais Elton Welter e Enio Verri, ambos do PT, questionaram ontem na sessão da Assembleia Legislativa do Paraná a capacidade de o governo Beto Richa (PSDB) honrar com o pagamento de obrigações trabalhistas com os servidores públicos do estado, tais como o 13º salário.

O secretário da Fazenda do Paraná, Luiz Eduardo Sebastiani, informou aos parlamentares, durante reunião para prestação de contas, que a arrecadação não cresceu no segundo quadrimestre.

Deputados da oposição questionaram a possibilidade de novos problemas de caixa no terceiro quadrimestre, quando será feito o pagamento do 13º salário do funcionalismo público, conforme anotou o repórter Chico Marés, do jornal Gazeta do Povo, edição desta quarta-feira (17).

Na segunda-feira (15), o senador Roberto Requião (PMDB) denunciou na ‘TV 15′, pela internet, que o governador do PSDB limpara o caixa da Paraná Fomento no ano passado, algo como R$ 150 milhões, para conseguir pagar o 13º salário do funcionalismo. Ele falava da falta de gestão do tucano, que utilizou dinheiro destinado ao incentivo à pequena empresa para pagar salários de comissionados.

Sebastiani disse que a queda na receita nos meses de junho e julho foi um dos motivos que elevou os gastos com funcionalismo a ultrapassar novamente o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), atingindo 48,10% (clique aqui).

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Charge de Marco Jacobsen para a Folha de Londrina

Charge de Marco Jacobsen para a Folha de Londrina

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Untitled-1Jornais do Paraná

Gazeta do Povo: Ministro do Supremo manda pagar auxílio-moradia aos juízes federais

Bem Paraná: Que tal pagar ônibus com o celular?

Jornal Metro: Setran vai fiscalizar vagas especiais no setor privado

Jornal de Londrina: CEI descarta propina, mas encontra irregularidades

Folha de Londrina: Brasil ainda tem 16 milhões de pessoas vivendo na pobreza

O Diário (Maringá): Ônibus só vão aceitar pagamento com cartão

Diário dos Campos: Região terá aeroporto de cargas de R$ 3,5 bilhões

Jornal da Manhã: MP investiga corrupção no IAP e polícia ambiental

Tribuna do Interior: Acabou a paciência

O Paraná: Paraná tem reforma agrária sem invasões

Gazeta do Paraná: Ministro afirma que governo vai garantir preço mínimo do trigo

Jornal Hoje: Cinco adolescentes são detidos a cada dois dias

Gazeta do Iguaçu: Resgate dramático no Parque Nacional do Iguaçu

Diário do Noroeste: Comitê de combate à corrupção fará panfletagem de conscientização

Tribuna de Cianorte: Mudança na lei de alvarás deve ajudar no crescimento da cidade

Tribuna do Norte: Aumentam os acidentes com motos em Apucarana

Jornais de outros estados

Globo: Ibope: Dilma perde pontos nos dois turnos da eleição

Folha: Despejo de sem-teto em SP termina em confrontos e saques

Estadão: Dilma cai, Marina estaciona e Aécio sobre, aponta Ibope

Correio Braziliense: Guerra por votos até no debate da CNBB

Valor: Produção cai e país volta a ser importador de alumínio

Estado de Minas: 5 avisos ignorados e o viaduto desabou

Zero Hora: Terça de fúria em São Paulo

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do Brasil 247

Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira confirma a liderança da presidente Dilma Rousseff no primeiro turno; ela tem 36%, contra 30% de Marina Silva, enquanto Aécio Neves segue em terceiro; no entanto, ele cresceu quatro pontos e foi a 19%; na simulação de segundo turno, haveria empate técnico: Marina com 43% e Dilma com 40%.

Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira confirma a liderança da presidente Dilma Rousseff no primeiro turno; ela tem 36%, contra 30% de Marina Silva, enquanto Aécio Neves segue em terceiro; no entanto, ele cresceu quatro pontos e foi a 19%; na simulação de segundo turno, haveria empate técnico: Marina com 43% e Dilma com 40%.

A nova pesquisa Ibope sobre a sucessão presidencial aponta um quadro de relativa estabilidade. A presidente Dilma Rousseff se mantém na dianteira no primeiro turno, com 36%, contra 30% de Marina Silva, enquanto Aécio Neves segue em terceiro lugar, com 19%, tendo crescido quatro pontos.

Na simulação de segundo turno, há um quadro de empate técnico: Marina com 43% e Dilma com 40%.

Se a disputa fosse entre Dilma e Aécio, a presidente venceria por 44% a 37%. Numa hipotética, mas improvável disputa entre Marina e Aécio, ela venceria por 48% a 30%. (mais…)

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O senador Roberto Requião (PMDB) não esteve na sabatina organizada pelo Jornal Gazeta do Povo com os candidatos ao governo do Paraná. Alegou problemas de saúde, junto à “falta de seriedade” do jornal. Mas para não passar em branco, Requião respondeu na 'TV 15' às questões publicadas pelo jornal que seriam feitas a ele. A autosabatina foi publicada em vídeo (assista). Abaixo, leia as respostas apresentadas pelo candidato.

O senador Roberto Requião (PMDB) não esteve na sabatina organizada pelo Jornal Gazeta do Povo com os candidatos ao governo do Paraná. Alegou problemas de saúde, junto à “falta de seriedade” do jornal. Mas para não passar em branco, Requião respondeu na ‘TV 15′ às questões publicadas pelo jornal que seriam feitas a ele. A autossabatina foi publicada em vídeo (assista). Abaixo, leia as respostas apresentadas pelo candidato.

O senador Roberto Requião respondeu na ‘TV 15′, a sua televisão caseira na internet, às perguntas que teriam sido feitas a ele caso tivesse participado da sabatina da Gazeta do Povo. O candidato do PMDB ao governo do Paraná começou explicando porque não foi à entrevista, alegando um problema de saúde e “porque por treze anos a Gazeta do Povo vem me agredido com mentiras, com malandragens, com safadezas. A Gazeta do Povo é uma espécie de uma ‘jukebox’, que é a máquina em que você põe dinheiro e ela toca uma música; então, como eu não tenho dinheiro pra por no ‘jukebox’…”.

Assista ao “espancamento” completo no vídeo:

“Eu tirei o dinheiro do governo do estado da imprensa, você sabe que eu assumi o primeiro governo e eles foram ao Palácio me pressionar, e diziam ‘ou você restabelece aquela grana que o Lerner dava, ou vai apanhar dia e noite na imprensa’. Eu respondi: como eu retirei do orçamento aí não adiantava nem pressionar. O que eu queria de fato é trazer aqueles meninos que dirigem de fato a Gazeta do Povo aqui pra eu fazer uma sabatina com eles”, afirmou o senador.

A seguir, leia a transcrição da íntegra da autossabatina: (mais…)

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A senadora Gleisi Hoffmann (PT), candidata ao governo do Paraná, foi entrevistada na tarde desta terça-feira (16) pelo telejornal da RPC TV (Globo). Ela acusou o governador Beto Richa (PSDB) de estar por trás de uma estratégia para desconstruir a imagem do PT no estado. “O principal projeto dele é derrotar a presidenta Dilma”.

Perguntada sobre quem apoiaria em um eventual segundo turno entre Richa e o senador Roberto Requião (PMDB) ela foi lacônica: “não discuto hipótese”.

A candidata do PT garantiu ser contra a prorrogação dos contratos com as concessionárias do pedágio. “Essa é a proposta de meu adversário [Beto Richa], que foi pedir para a presidenta Dilma prorrogar a delegação das rodovias para continuar o contrato. Não, faríamos uma nova concessão. Nós conseguiríamos fazer por menos da metade do preço que está sendo cobrado”.

A petista apontou o governador Beto Richa como culpado pelo reajuste na conta de luz. “Não tem justificativa aumentar a tarifa de energia em mais de 50% quando a inflação foi de 26%”, lembrando que é o tucano quem administra a Copel.

Gleisi afirmou que escândalos que pipocam na mídia não ruim só para o PT, mas para a política como um todo. Ela defendeu a reforma política e o fim do financiamento privado das campanhas eleitorais.

Nas considerações finais, a petista disse que “tivemos um governador que gostava muito de brigar e agora temos um que, ao invés de fazer as coisas acontecer, reclama e seu propósito maior é acabar com o partido da presidenta da República”.

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O flagrante do momento de descontração de Álvaro com o grande galã de sua campanha de reeleição ao Senado, o cachorrinho Hugo Henrique, foi registrado com exclusividade pelo colunista Ruy Barrozo. Eles dividiam a mesa durante um jantar. Fazer mais votos que o Poodle Hugo Henrique virou a principal obsessão de Gomyde. Ontem o candidato do PCdoB chegou distribuir uma foto na qual segurava nos braços uma oncinha pintada.

O flagrante do momento de descontração de Álvaro com o grande galã de sua campanha de reeleição ao Senado, o cachorrinho Hugo Henrique, foi registrado com exclusividade pelo colunista Ruy Barrozo. Eles dividiam a mesa durante um jantar. Fazer mais votos que o Poodle Hugo Henrique virou a principal obsessão de Gomyde. Ontem o candidato do PCdoB chegou distribuir uma foto na qual segurava nos braços uma oncinha pintada.

O senador Álvaro Dias (PSDB), candidato à reeleição, está levando a sério a ideia de inscrever seu cachorrinho Poodle Hugo Henrique na disputa pelo Senado. O tucano formou convicção de que seu cãozinho faz mais votos que os adversários Ricardo Gomyde (PCdoB) e Marcelo Almeida (PMDB).

O flagrante do momento de descontração de Álvaro com o grande galã de sua campanha de reeleição ao Senado, Hugo Henrique, foi registrado com exclusividade pelo colunista Ruy Barrozo. Eles dividiam a mesa durante um jantar.

Fazer mais votos que o Poodle Hugo Henrique virou a principal obsessão de Gomyde. Ontem o candidato do PCdoB chegou distribuir uma foto na qual segurava nos braços uma oncinha pintada (clique aqui).

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Agentes penitenciários denunciaram nesta terça-feira (16) que a direção da PEP I (Penitenciária Estadual de Piraquara I) autorizou, no último dia 31 de agosto, que integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) fizessem uma festinha com bolos e salgadinhos para comemorar aniversário da facção criminosa no presídio. Os trabalhadores do sistema carcerário enfrentam hoje a 21ª rebelião com 31 reféns em nove meses. Categoria realiza assembleia geral nesta quarta (17), às 9 horas, em frente o Palácio Iguaçu, em Curitiba, quando poderão deflagrar greve em todas as unidades prisionais do estado.

Agentes penitenciários denunciaram nesta terça-feira (16) que a direção da PEP I (Penitenciária Estadual de Piraquara I) autorizou, no último dia 31 de agosto, que integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) fizessem uma festinha com bolos e salgadinhos para comemorar aniversário da facção criminosa no presídio. Os trabalhadores do sistema carcerário enfrentam hoje a 20ª rebelião com 31 reféns em nove meses. Categoria realiza assembleia geral nesta quarta (17), às 9 horas, em frente o Palácio Iguaçu, em Curitiba, quando poderão deflagrar greve em todas as unidades prisionais do estado.

Agentes do sistema carcerário do Paraná denunciaram nesta terça-feira (16) que a direção da PEP I (Penitenciária Estadual de Piraquara I) autorizou, no último dia 31 de agosto, que integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) fizessem uma festinha com bolos e salgadinhos para comemorar aniversário da facção criminosa no presídio.

Os agentes penitenciários enfrentam hoje, na PEP II de Piraquara, a 20ª rebelião que teve somados 31 reféns em nove meses.

Os trabalhadores do sistema carcerário veem na falta de comando e na fraqueza do governo Richa os motivos para essa onda de motins no estado. Por isso, o Sindarspen convocou assembleia geral para esta amanhã (quarta, 17), às 9 horas, em frente ao Palácio Iguaçu. A categoria não descarta deflagrar uma greve.

Os agentes cobram providências da SEJU (Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos), como contratação de servidores penais e acabar com a superlotação.

Os agentes penitenciários denunciam também que o governo Richa teve acesso a R$ 136 milhões a fundo perdido do governo federal para construir 6 novas penitenciárias e realizar 14 ampliações. No entanto, dizem os agentes, os projetos do governo do estado eram incompatíveis e o dinheiro se perdeu.

A categoria relata que o governo do estado contratou 390 agentes, mas, no período, mais de 400 deixaram as funções por problemas de saúde ou aposentadoria.

Os agentes também confirmam as péssimas condições dos presos, que foram entulhados 4,5 mil apenados nas celas seguro (sem janelas), e as unidades têm comidas estragadas, falta de sabonete e papel higiênico, dentre outros produtos de higiene pessoal.

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Segundo a reportagem da Gazeta do Povo, os gastos com funcionalismo público do governo do Paraná voltaram a ultrapassar o limite prudencial de 46,55% estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Até o cachorrinho Poodle Hugo Henrique, do senador Álvaro Dias (PSDB), sabe que o governo Richa inchou a máquina estadual com ocupantes de cargos comissionados. São verdadeiras tetas que não precisam de concurso público.

Segundo a reportagem da Gazeta do Povo, os gastos com funcionalismo público do governo do Paraná voltaram a ultrapassar o limite prudencial de 46,55% estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Até o cachorrinho Poodle Hugo Henrique, do senador Álvaro Dias (PSDB), sabe que o governo Richa inchou a máquina estadual com ocupantes de cargos comissionados. São verdadeiras tetas que não precisam de concurso público.

O governo Beto Richa (PSDB) fechou o mês de agosto gastando 48,10% da sua receita corrente líquida com pessoal. Nos quatro meses anteriores, esse índice havia fechado em 46,39%. A revelação é dos repórteres Euclides Lucas Garcia e Chico Marés, do jornal Gazeta do Povo, edição desta terça-feira (16).

Segundo a reportagem, os gastos com funcionalismo público do governo do Paraná voltaram a ultrapassar o limite prudencial de 46,55% estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Até o cachorrinho Poodle Hugo Henrique, do senador Álvaro Dias (PSDB), sabe que o governo Richa inchou a máquina estadual com ocupantes de cargos comissionados. São verdadeiras tetas que não precisam de concurso público.

Mas nem tudo está perdido. Pressionado pelo governo federal, que exigiu cumprimento de investimento de 12% na saúde, o governo do estado para que pudesse ter acesso à linha de crédito da União, como o de R$ 817 milhões do Proinveste.

O secretário estadual da Fazenda, Luiz Eduardo Sebastiani, afirma que o índice nas despesas com pessoal é resultado da soma de dois fatores: o reajuste de 6,28% concedido aos servidores em maio e a entrada menor de receitas, sobretudo nos meses de julho e agosto. (mais…)

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por Piero Locatelli, na CartaCapital

Senador Roberto Requião, em entrevista na CartaCapital, revela que Beto era um moleque que aborrecia muito o pai, ex-governador José Richa, "porque não gostava de trabalhar"; peemedebista que tenta ocupar pela quarta vez o Palácio Iguaçu, reafirmou sua disposição de pôr "ordem na casa" bagunçada pelo sucessor tucano; "Um grupo de meninos ricos tomou conta do estado, se elegeram numa campanha atípica. A meninada tomou conta com um grupo de negociantes da política", critica Requião.

Senador Roberto Requião, em entrevista na CartaCapital, revela que Beto era um moleque que aborrecia muito o pai, ex-governador José Richa, “porque não gostava de trabalhar”; peemedebista que tenta ocupar pela quarta vez o Palácio Iguaçu, reafirmou sua disposição de pôr “ordem na casa” bagunçada pelo sucessor tucano; “Um grupo de meninos ricos tomou conta do estado, se elegeram numa campanha atípica. A meninada tomou conta com um grupo de negociantes da política”, critica Requião.

O senador Roberto Requião (PMDB) tenta chegar ao seu quarto mandato como governador do Paraná. Ao disputar a sua quinta eleição ao Executivo do estado, trata com desprezo o seu principal adversário, o candidato à reeleição Beto Richa (PSDB). “É um moleque que aborrecia muito o pai porque não gostava de trabalhar, que acabou pelos azares da sorte virando governador para se aliar a grupos econômicos e quebrar o estado do Paraná”, resume Requião, referindo-se a José Richa, ex-governador e pai de Beto.

Em segundo lugar nas pesquisas, Requião está à frente da senadora Gleisi Hoffmann (PT), ex-ministra da Casa Civil de Dilma Rousseff. Parte do seu partido queria apoiá-la na disputa, o que ajudou na divisão do PMDB no estado. Durante o período eleitoral, a direção estadual da legenda foi destituída pelo grupo do senador. Segundo Requião, isso não afeta a disputa e não há partido que não esteja dividido. “O único que não tinha esse problema era o partido nazista, o Hitler fuzilava. E eu não quis fazer uma noite dos longos punhais aqui, é uma coisa pouco democrática”, diz Requião.

Veja abaixo trechos da entrevista da CartaCapital com o senador: (mais…)

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via BandNews FM

Começou na manhã de hoje (16) mais uma rebelião na Penitenciária Estadual de Piraquara. Os presos se rebelaram por volta de 8 horas da manhã, quando os agentes penitenciários serviam o café da manhã aos presos. Dois agentes foram feitos reféns. Esta é a segunda revolta na Penitenciária de Piraquara em menos de três dias.

Começou na manhã de hoje (16) mais uma rebelião na Penitenciária Estadual de Piraquara. Os presos se rebelaram por volta de 8 horas da manhã, quando os agentes penitenciários serviam o café da manhã aos presos. Dois agentes foram feitos reféns. Esta é a segunda revolta na Penitenciária de Piraquara em menos de três dias.

Dois agentes penitenciários são feitos reféns em uma rebelião, na Penitenciária Estadual de Piraquara (PEP II), nesta terça-feira. O motim começou por volta das 8 horas, quando o café da manhã era servido aos presos. De acordo com as informações iniciais, quando os agentes entraram na terceira galeria do bloco três, algumas celas estavam abertas e os detentos, soltos, amarraram os dois funcionários.

Um repórter da Band News FM conseguiu ouvir um dos presos rebelados e este afirmou que os agentes estariam apanhando e seriam mortos caso as reivindicações não fossem atendidas.

Este é o segundo motim na mesma penitenciária em um intervalo de pouco mais de dois dias. Na sexta-feira, presos tomaram conta da PEP II e também fizeram reféns. O tumulto só terminou no sábado à tarde, com a transferência de 43 criminosos.  (mais…)

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Prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, faz declaração motivacional na reta final da campanha para a candidatura de Gleisi Hoffmann ao Palácio Iguaçu. Apresentado como “especialista em virada eleitoral”, pedetista pede para que eleitores acreditem e confie: “Vamos eleger Gleisi Governadora!". Há exatos dois anos, pesquisa iBeto/RPC TV (Globo) mostrava o então prefeito Luciano Ducci (PSB) com 31%, Ratinho Júnior (PSC), 30%, e Fruet, 16%.

Prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, faz declaração motivacional na reta final da campanha para a candidatura de Gleisi Hoffmann ao Palácio Iguaçu. Apresentado como “especialista em virada eleitoral”, pedetista pede para que eleitores acreditem e confie: “Vamos eleger Gleisi Governadora!”. Há exatos dois anos, pesquisa iBeto/RPC TV (Globo) mostrava o então prefeito Luciano Ducci (PSB) com 31%, Ratinho Júnior (PSC), 30%, e Fruet, 16%.

A máquina de propaganda da candidata do PT ao governo do Paraná, Gleisi Hoffmann (PT), fez circular nas redes sociais declaração motivacional do prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), acerca da disputa ora em curso.

Apresentado pelos petistas como “especialista em virada”, Fruet declarou: “Acreditem, confiem e defendam a melhor proposta para o futuro do Paraná e futuro do Brasil. Vamos eleger Gleisi Governadora!”.

Há exatos dois anos, pesquisa iBeto/RPC TV (Globo) mostrava o então prefeito Luciano Ducci (PSB) com 31%, Ratinho Júnior (PSC), 30%, e Fruet, 16%. Bem, o resultado o distinto leitor já sabe…

Pesquisa “iBeto” sob suspeição (mais…)

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O senador Roberto Requião denunciou ontem à noite em sua televisão caseira – a ‘TV 15’ – que "o TRE do Paraná é flagrantemente favorável ao Beto". Candidato do PMDB reclamava sobre a proibição pelo Tribunal da hospedagem do vídeo streaming fora do território brasileiro. Entretanto, comparou o peemedebista, o governador Beto Richa, que concorre à reeleição, também hospeda seus em sites fora do país. Mas, nesse caso, segundo Requião, o TRE não viu problema algum. O senador tem feito críticas veementes ao pagamento de auxílio-moradia de R$ 4 mil aos juízes paranaenses. Será que há relação entre as decisões diferentes para casos iguais e a aprovação do regalo aos magistrados paranaenses?

O senador Roberto Requião denunciou ontem à noite em sua televisão caseira – a ‘TV 15’ – que “o TRE do Paraná é flagrantemente favorável ao Beto”. Candidato do PMDB reclamava sobre a proibição pelo Tribunal da hospedagem do vídeo streaming fora do território brasileiro. Entretanto, comparou o peemedebista, o governador Beto Richa, que concorre à reeleição, também hospeda seus em sites fora do país. Mas, nesse caso, segundo Requião, o TRE não viu problema algum. O senador tem feito críticas veementes ao pagamento de auxílio-moradia de R$ 4 mil aos juízes paranaenses. Será que há relação entre as decisões diferentes para casos iguais e a aprovação do regalo aos magistrados paranaenses?

O senador Roberto Requião (PMDB), candidato ao Palácio Iguaçu, utilizou ontem à noite a ‘TV 15′ na internet para denunciar a partidarização do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE). De acordo do peemedebista, a corte tem sido dado decisões diferentes para mesmo tipo de matérias.

“O TRE do Paraná é flagrantemente favorável ao Beto”, denunciou o candidato do PMDB em sua televisão caseira. Requião reclamava sobre a proibição pelo Tribunal da hospedagem do vídeo streaming fora do território brasileiro.

Entretanto, explicou Requião, o governador Beto Richa (PSDB), que concorre à reeleição, também hospeda seus em sites de vídeo fora do país. Mas, nesse caso, o TRE não viu problema algum.

“Para Requião o máximo do rigor da lei. Para o Beto, a máxima boa vontade”, compara o advogado Luiz Fernando Delazari.

O senador Requião tem feito críticas veementes ao pagamento de auxílio-moradia de R$ 4 mil aos juízes paranaenses. Segundo o peemedebista, os valores do benefício são maiores que salários de professores e médicos. “Uma indecência, mas eu sou mais nocivo a eles [magistrados] no Senado que no governo do Paraná”, disse ao Blog do Esmael.

O auxílio-moradia foi aprovado pela Assembleia Legislativa e sancionado pelo governo Richa. O candidato do PSDB, inclusive, participou de um jantar com juízes e deputados para comemorar a aprovação do regalo (clique aqui).

Leia a seguir as duas representações que versam sobre o mesmo tema, mas que tiveram decisões diferentes: (mais…)

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Enio Verri, em sua coluna desta terça-feira, afirma que investimentos em infraestrutura nos governos Lula e Dilma significaram um ciclo de desenvolvimento no país; colunista aponta programas Minha Casa Minha Vida, Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), unidades de saúde, saneamento, habitação, quadras esportivas, etc., parte da primeira vase desenvolvimentista; parlamentar do PT garante que reeleição da presidenta possibilitará o segundo ciclo de desenvolvimento calcado na “redistribuição de responsabilidades e direitos dos entes federativos que aliado aos investimentos massivos em infraestrutura continuará fazendo do Brasil um dos países que mais se desenvolvem no mundo”; leia o texto e compartilhe.

Enio Verri, em sua coluna desta terça-feira, afirma que investimentos em infraestrutura nos governos Lula e Dilma significaram um ciclo de desenvolvimento no país; colunista aponta programas Minha Casa Minha Vida, Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), unidades de saúde, saneamento, habitação, quadras esportivas, etc., parte da primeira vase desenvolvimentista; parlamentar do PT garante que reeleição da presidenta possibilitará o segundo ciclo de desenvolvimento calcado na “redistribuição de responsabilidades e direitos dos entes federativos que aliado aos investimentos massivos em infraestrutura continuará fazendo do Brasil um dos países que mais se desenvolvem no mundo”; leia o texto e compartilhe.

Enio Verri*

Nos programas eleitorais, entrevistas, debates, agendas políticas, mesas de bar, rodas de amigos, os temas que mais desagradam os brasileiros tomam conta do debate político e eleitoral.

Problemas na educação, saúde, segurança e transparência pública são simplificados e agregados a pessoas, partidos e a União, desresponsabilizando outros entes federativos e parcela da sociedade.

Os esforços para solucionar de imediato os problemas que afetam diretamente a população retiram do espectro eleitoral temas complexos e polêmicos que exigem um debate mais amplo e o embate de opinião. É o caso das grandes reformas.

Com o intuito de dar mais um salto no desenvolvimento social e econômico brasileiro, o Partido dos Trabalhadores defende quatro grandes reformas: a política, urbana, serviços públicos e a federativa. A última de extrema importância para o desenvolvimento dos pequenos e médios municípios.

O pacto federativo firmado pela Constituição de 1988 concedeu aos municípios autonomia em relação ao Estado e União. Desde então, passaram a ter responsabilidades próprias, tributação específica e administração municipal autônoma.

Um avanço democrático de extrema importância que na prática se mostrou ineficiente no que se refere à eficácia na prestação de serviços e na implantação de políticas públicas municipais. Fato que se agrava nos municípios menores e mais pobres.

As eleições dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff representaram um avanço aos municípios. O ciclo de desenvolvimento implantado pelos mesmos levou infraestrutura aos locais mais remotos dos estados brasileiros.

Programas como Minha Casa Minha Vida, Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), abriram um leque de investimentos em escolas, unidades de saúde, saneamento, habitação, quadras esportivas, etc.

As grandes obras transformaram as cidades e permitiram uma vida mais digna a milhões de brasileiros e brasileiras. Mas não pode parar por aí. É hora de garantir médicos nos postos, profissionais preparados e serviços de qualidades.

A reforma federativa tem a tarefa de reestruturar as responsabilidades e tributos das federações brasileiras. Provou-se que os municípios, onde a vida realmente acontece, convivem com dificuldades financeiras para atender as demandas locais.

A redistribuição das responsabilidades e o aumento no orçamento têm como meta a equalização das federações e ampliação da capacidade dos municípios em responder as necessidades sentidas pela população, muitas vezes, atreladas unicamente e equivocadamente à figura do Presidente da República.

O segundo ciclo de desenvolvimento passa diretamente pela redistribuição de responsabilidades e direitos dos entes federativos que aliado aos investimentos massivos em infraestrutura continuará fazendo do Brasil um dos países que mais se desenvolvem no mundo.

*Enio Verri é deputado estadual, presidente do PT do Paraná e professor licenciado do departamento de Economia da Universidade Estadual do Paraná. Escreve nas terças sobre poder e socialismo.

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via Brasil 247

Grupo de intelectuais e artistas repete ato de 2010 e lota Teatro Oi Casagrande, na Zona Sul do Rio de Janeiro, em apoio à campanha pela reeleição de Dilma Rousseff; estiveram presentes figuras como Leonardo Boff, Marilena Chauí, Elza Soares, Otto, Alcione e Beth Carvalho; "Vamos colocar a Cultura dentro da nossa estratégia de crescimento econômico", disse a presidente; ela lembrou que os recursos do pré-sal irão garantir os investimentos em educação e em cultura, e disse que não há "alquimia ou milagre" que faça a educação evoluir: "temos que pagar bem o professor e exigir que ele fique na aula".

Grupo de intelectuais e artistas repete ato de 2010 e lota Teatro Oi Casagrande, na Zona Sul do Rio de Janeiro, em apoio à campanha pela reeleição de Dilma Rousseff; estiveram presentes figuras como Leonardo Boff, Marilena Chauí, Elza Soares, Otto, Alcione e Beth Carvalho; “Vamos colocar a Cultura dentro da nossa estratégia de crescimento econômico”, disse a presidente; ela lembrou que os recursos do pré-sal irão garantir os investimentos em educação e em cultura, e disse que não há “alquimia ou milagre” que faça a educação evoluir: “temos que pagar bem o professor e exigir que ele fique na aula”.

Repetindo ato de 2010, um grupo de Intelectuais, cientistas, lideranças sociais, religiosas, políticos e artistas lotou ontem (15) o Teatro Oi Casagrande, na Zona Sul do Rio de Janeiro, ao lado do ex-presidente Lula, em apoio à candidatura de Dilma Rousseff à Presidência.

Participaram do evento figuras como Leonardo Boff, Chico César e Marilena Chauí, além de Elza Soares, Otto, Alcione e Beth Carvalho. Do lado de fora, mais de mil pessoas acompanharam o ato, que durou cerca de três horas.

Ao discursar, Dilma observou: “De todos aqueles que me apoiaram em 2010, a grande maioria está de volta aqui, muito obrigada. Quando estive aqui em 2010, foi já no segundo turno, eu senti que a gente iria vencer a eleição e nós vencemos.” (mais…)

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Charge de Mario para a Tribuna de Minas

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