Vários brasileiros tombaram lutando pelo restabelecimento das liberdades democráticas no Brasil; segmentos ultradireitistas, saudosos, pedem a volta do regime fascista-militar quando o golpe completa 50 anos; período das trevas, entre 64 e 85, foi marcado por prisões ilegais, torturas, assassinatos de oponentes aos golpistas; país pode rediscutir Lei de Anistia e há quem defenda a criminalização daqueles que fazem apologia à ditadura; assista ao vídeo com documentário "15 filhos", que retrata como era a vida de filhos de guerrilheiros.

Vários brasileiros tombaram lutando pelo restabelecimento das liberdades democráticas no Brasil; segmentos ultradireitistas, saudosos, pedem a volta do regime fascista-militar quando o golpe completa 50 anos; período das trevas, entre 64 e 85, foi marcado por prisões ilegais, torturas, assassinatos de oponentes aos golpistas; país pode rediscutir Lei de Anistia e há quem defenda a criminalização daqueles que fazem apologia à ditadura; assista ao vídeo com documentário “15 filhos”, que retrata como era a vida de filhos de guerrilheiros.

Eu não era nascido ainda, mas a História ensinou-me desde cedo que o golpe militar em 31 de março de 1964 manteve o Brasil nas trevas por 21 anos. “Os anos de chumbo” mesclaram participação de golpistas civis e militares nesse sombrio período de crimes contra a vida e às liberdades individuais. Uma geração de inteligência foi exterminada nos porões de tortura, na censura ou foi eliminada fisicamente por fazer oposição ao regime fardado.

Concordo plenamente com a criminalização daqueles que fazem apologia à ditadura militar, pois, se atentam contra a democracia, defendem golpes, são também contra os Direitos Humanos. Semana passada, alguns grupos ultradireitistas tiveram a pachorra de ir às ruas pedindo a volta dos gorilas ao poder.

O Brasil ainda engatinha no amadurecimento de suas instituições. Assistimos recentemente, por exemplo, o Supremo Tribunal Federal (STF) invadindo as atribuições do Congresso Nacional, seja cassando mandatos eletivos, seja legislando no vácuo deixado pelos parlamentares. A Corte máxima também agiu politicamente ao perseguir, julgar e condenar adversários. A ação é digna de comparação ao Tribunal de Nuremberg — a Corte de exceção da Alemanha nazista.

Em um primeiro momento, o leitor poderá achar que estou defendendo o PT que teve seus membros julgados e condenados pelo STF. Pode até ser isso, mas o recente “alívio” do órgão em cima do mensalão tucano — no caso Azeredo — me dá razão nessas críticas.

Volto à História. A ditadura militar produziu um dos períodos mais violentos e mais corruptos já vividos no país. Além de prender, torturar e matar opositores, o regime mantinha relações promíscuas com empresários e imprensa que lhes davam sustentação política. Em troca, o Estado lhes retribuía com negócios, obras e informações privilegiadas.

Os 50 anos do golpe militar é para que os brasileiros nunca se esqueçam dos crimes praticados entre 1964 e 1985. Concordo com o ex-presidente FHC: os militares devem pedido formal de desculpas. Mas faço uma observação: isto não significa que as punições devam ser deixadas para lá. Pelo contrário. A Lei da Anistia, de 1979, precisa ser revogada. Segundo o Datafolha, publicado hoje pelo jornal Folha de S. Paulo, 46% dos brasileiros defendem castigo aos torturadores e 41% são contra.

Abaixo, publico o documentário “15 filhos” de Maria Oliveira e Marta Nehring, que retrata os horrores e crimes praticados pela repressão militar no Brasil:

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Marcelo Araújo, em sua coluna desta segunda, volta as baterias contra seu ex-algoz, jornalista Celso Nascimento, colunista do jornal Gazeta do Povo, que nas eleições 2012 revelou suas pontuações na carteira de habilitação, o que lhe custou o cargo de secretário municipal do Trânsito; "Por que Celso Nascimento agora é tchutchuca na gestão Fruet?", questiona ele, ao comparar as críticas que o jornalista disparava contra a gestão anterior, de Luciano Ducci (PSB), e o sangue doce que agora faz na gestão Fruet; colunista especialista em trânsito também vê atuação "chapa-branca" do SindiUrbano, que estaria pegando pesado em Londrina e aliviando em Curitiba devido simpatias com a vice-prefeita Mirian Gonçalves. “Os agentes de Curitiba andam com uniformes aos farrapos e maltrapilhos” e o sindicato nada faz, denuncia; leia o texto.

Marcelo Araújo, em sua coluna desta segunda, volta as baterias contra seu ex-algoz, jornalista Celso Nascimento, colunista do jornal Gazeta do Povo, que nas eleições 2012 revelou suas pontuações na carteira de habilitação, o que lhe custou o cargo de secretário municipal do Trânsito; “Por que Celso Nascimento agora é tchutchuca na gestão Fruet?”, questiona ele, ao comparar as críticas que o jornalista disparava contra a gestão anterior, de Luciano Ducci (PSB), e o sangue doce que agora faz na gestão Fruet; colunista especialista em trânsito também vê atuação “chapa-branca” do SindiUrbano, que estaria pegando pesado em Londrina e aliviando em Curitiba devido simpatias com a vice-prefeita Mirian Gonçalves. “Os agentes de Curitiba andam com uniformes aos farrapos e maltrapilhos” e o sindicato nada faz, denuncia; leia o texto.

Marcelo Araújo*

Em 03/09/2009 o jornalista Celso Nascimento, de olhar soturno e palavras audaciosas, porém de alma ignóbil, disparou a bazuca contra a Urbs/Diretran (relembre aqui) que estava fazendo as notificações das multas via Diário Oficial do Município, prática que despertou o Ministério Público e que em 03/12/2009 a 2ª Vara da Fazenda Pública rechaçava a prática (clique aqui).

Estranhamente vemos que a prática volta a ser adotada pela Secretaria de Trânsito do Município a qual ainda busca suporte dessa prática na Resolução 404 do CONTRAN.

Para informação do leitor, e quem mais interessar possa, a Resolução 404 do CONTRAN, em seu Art. 12, estabelece que a notificação por edital dar-se-á quando forem esgotadas as tentativas da notificação postal ou pessoal.

Presume-se, então, declaradamente está sendo descumprida a dita Resolução que seria a fonte para tal prática. Ou será que agora é excesso de zelo, vez que no ano passado, após ser desmascarada a tentativa de fraude em 60 mil multas, por problemas de notificação postais, a Secretaria não acredita nem em si mesma e já engessa o braço antes de quebrar?

Quem vai ressarcir os R$ 5 milhões de prejuízo estimados que for causado ao cidadão? O impoluto Celso Nascimento? O atento Ministério Público? Ora, quem bate em Chico também deveria bater em Francisco! Ou virou tchutchuca?

Estou certo ou estou errado?

Aqui cabe lembrar também a discussão sobre a criação do cargo de agente de trânsito. Uma das justificativas seria até mesmo o preparo para a Copa do Mundo e, por isso, o edital fora prometido para o segundo semestre de 2013, e, salvo engano, já acabou o verão de 2014. Ou seja, primeiro trimestre já era e nada…

Igualmente chama-nos a atenção a postura do SINDIURBANO que representa a classe dos atuais agentes. Sempre muito combativo, preocupado e indignado quando faltava água, se preocupando com a higiene dos locais de trabalho, salubridade nas ruas, nunca deu folga. Certo! Legítimo!

Em Londrina está praticamente desencadeando a greve dos funcionários da CMTU, mas parece que se esqueceu dos agentes de Curitiba, que andam com uniformes aos farrapos e maltrapilhos, o mínimo para sua dignidade e autoestima.

Quando faltou água e estragou o refrigerador, os agentes tiveram de levar água gelada de casa para suportar o verão escaldante que também assolou quem ficou aquartelado.

Esperemos que o SINDIURBANO não faça corpo mole só porque seus diretores são simpáticos ao PT, partido da vice-prefeita Mirian Gonçalves, pois, senão daqui a pouco teremos mais uma greve para ela azucrinar o prefeito Gustavo Fruet, do PDT.

De multa eu entendo!

*Marcelo Araújo é advogado, presidente da Comissão de Trânsito, Transporte e Mobilidade da OAB/PR. Escreve nas segundas-feiras para o Blog do Esmael.

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Charge de Latuff.

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- Gazeta do Povo: Aposentadoria agrava a falta de delegados

- Bem Paraná: Coritiba cede o salão… …para a festa do interior

- Jornal Metro: 1964 50 anos 2014

- Jornal de Londrina: Sem dinheiro, projeto do Arco Norte não sai do papel

- Folha de Londrina: Novo ICMS pode elevar preço de produtos ao consumidor

- Jornal Hoje: Acusado pela morte do deputado Tiago é executado no Paraguai

- Tribuna do Norte: Tribunal condena Pegorer à prisão

Jornais de outros estados

- Globo: Maré é ocupada sem resistência do tráfico

- Folha: 46% apoiam revisão da Anistia, diz Datafolha

- Estadão: Após PIB fraco, governo anuncia plano de R$ 100 bi

- Correio: Boletim da violência nas escolas do DF

- Valor: Indústria acelera compra de insumos importados

- Estado de Minas: Pedestre continua sem vez nas ruas de BH

- Zero Hora: Um golpe no império do tráfico no Rio

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Guerra das louras é estimulada pelo ex-presidente Lula, que vê com “bons olhos” voo solo da vice-prefeita, Mirian Gonçalves, rumo à candidatura própria em Curitiba nas eleições municipais de 2016; apesar do apoio do PT, ex-presidente ainda não engoliu acusações de Fruet na CPI do Mensalão em 2005; se por um lado a senadora Gleisi Hoffmann é classificada de “musa das privatizações”, por outro, Mirian é chamada de “musa das greves”; em comum elas buscam a simpatia de militantes e filiados do partido visando as eleições de 2014 e 2016.

Guerra das louras é estimulada pelo ex-presidente Lula, que vê com “bons olhos” voo solo da vice-prefeita, Mirian Gonçalves, rumo à candidatura própria em Curitiba nas eleições municipais de 2016; apesar do apoio do PT, ex-presidente ainda não engoliu acusações de Fruet na CPI do Mensalão em 2005; se por um lado a senadora Gleisi Hoffmann é classificada de “musa das privatizações”, por outro, Mirian é chamada de “musa das greves”; em comum elas buscam a simpatia de militantes e filiados do partido visando as eleições de 2014 e 2016.

No PT há uma disputa sui generis, até engraçada, entre as duas louras que fazem de tudo para chamar a atenção dos militantes e filiados neste pré-2014. De um lado a vice-prefeita de Curitiba, Mirian Gonçalves, e do outro a senadora Gleisi Hoffmann.

Chamada nas internas como musa das privatizações, alcunha dada pelo colega de Senado e possível adversário em outubro, Roberto Requião (PMDB), a ex-ministra está de olho na cadeira do governador Beto Richa (PSDB).

Mirian só pensa em 2016. Quer substituir em definitivo Gustavo Fruet (PDT), hoje aliado.

A vice “radical chique” já encomendou estudos, fez site próprio, possui equipe de propaganda autônoma e tem agenda de prefeita. Ela também é muito requisitada para subir nos caminhões de som e intermediar categorias em greve.

As duas louras vem disputando palmo a palmo a atenção e o carinho dos petistas.

No último dia 15 de março, em São José dos Pinhais, o ex-presidente Lula alertou o PT sobre o “tiro único” com Gleisi. Experiente, o líder petista apontou Mirian como uma alternativa concreta em Curitiba, em 2016, caso o projeto da senadora chegar ao Palácio Iguaçu bata na trave em 2014.

Até as capivaras do Parque Barigui, tradicional parque da capital paranaense, sabem que Lula não engole o prefeito Fruet por causa de acusações na crise do mensalão. Até agora eles não “zeraram” esse passivo político.

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do Brasil 247

Líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy, garante que oposição já tem mais do que o número suficiente de assinaturas para instalação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras cuja proposta é em conjunto como o deputado Rubens Bueno , líder do PPS; "Na terça-feira, vamos nos reunir com o PPS, DEM e SDD para mudarmos o texto [da proposta da comissão] e deixar igual ao do Senado para não ter problemas de questionamento"; segundo o tucano, o PT não conseguirá fazer com que parlamentares da base aliada retirem assinaturas; "O PT comete grave erro ao julgar que manda no Congresso. Aliás, esse é o cacoete do Planalto, de uma atitude arrogante que quer transferir para o Congresso. Não vai prosperar", disse.

Líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy, garante que oposição já tem mais do que o número suficiente de assinaturas para instalação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras cuja proposta é em conjunto como o deputado Rubens Bueno , líder do PPS; “Na terça-feira, vamos nos reunir com o PPS, DEM e SDD para mudarmos o texto [da proposta da comissão] e deixar igual ao do Senado para não ter problemas de questionamento”; segundo o tucano, o PT não conseguirá fazer com que parlamentares da base aliada retirem assinaturas; “O PT comete grave erro ao julgar que manda no Congresso. Aliás, esse é o cacoete do Planalto, de uma atitude arrogante que quer transferir para o Congresso. Não vai prosperar”, disse.

O deputado federal Antônio Imbassahy, líder do PSDB na Câmara, diz já possuir o número de assinaturas suficientes para instalar a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras. Ele é autor de dezenas de requerimento sobre a Petrobras desde 2012. Na terça-feira (1º), PPS, DEM, SDD e PSDB se reúnem para revisarem o texto da Câmara e deixarem igual ao do Senado e também para a articulação da implantação da comissão. (mais…)

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Rodrigo Rocha Loures, ex-presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), especial para o Blog do Esmael, neste domingo (30), retoma discussão sobre a participação na política e o exercício da cidadania plena pelos empresários; "Há que se reformular e estreitar o relacionamento do empresariado com os demais segmentos da sociedade e também ingressar decisivamente no processo político eleitoral", recomenda o fundador da Nutrimental, que destaca resultados da Rede de Participação Política; considerado da ala desenvolvimentista, o empresário ainda aponta a necessidade de “ocupar esse espaço de ação para interferir com o peso devido na formulação das políticas públicas que interessem não só aos nossos segmentos profissionais, mas à toda a comunidade onde estamos inseridos”; leia o artigo.

Rodrigo Rocha Loures, ex-presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), especial para o Blog do Esmael, neste domingo (30), retoma discussão sobre a participação na política e o exercício da cidadania plena pelos empresários; “Há que se reformular e estreitar o relacionamento do empresariado com os demais segmentos da sociedade e também ingressar decisivamente no processo político eleitoral”, recomenda o fundador da Nutrimental, que destaca resultados da Rede de Participação Política; considerado da ala desenvolvimentista, o empresário ainda aponta a necessidade de “ocupar esse espaço de ação para interferir com o peso devido na formulação das políticas públicas que interessem não só aos nossos segmentos profissionais, mas à toda a comunidade onde estamos inseridos”; leia o artigo.

Rodrigo da Rocha Loures*

O mau funcionamento da política no Brasil é a causa raiz do nosso atraso. As eleições deste ano nos dão a oportunidade de lutar por mudanças que rompam com os ciclos-viciosos nela dominantes.

O fortalecimento da sociedade civil e o saneamento da política pública dependem de uma atuação responsável e mais vívida do empresariado no campo político. Não necessariamente na política partidária, de gabinete, mas especialmente a chamada política com ‘P’ maiúsculo, participativa, aquela exercida diariamente nas comunidades, nas escolas, nos clubes, nos sindicatos, nas associações e em todos os locais de convivência e de cidadania.

Não podemos permanecer acomodados, incapacitados de trabalhar em conjunto. Há que se reformular e estreitar o relacionamento do empresariado com os demais segmentos da sociedade e também ingressar decisivamente no processo político eleitoral.

Para isso, temos a nosso favor as diversas organizações de classe, associações ou clubes de serviços. Precisamos ocupar esse espaço de ação política para interferir com o peso devido na formulação das políticas públicas que interessem não só aos nossos segmentos profissionais, mas a toda a comunidade onde estamos inseridos.

A importância da participação política do empresariado já foi comprovada pelos excelentes resultados do II Congresso da Rede de Participação Política, realizado em setembro de 2010, em conjunto pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) e a Federação das Associações Comerciais do Paraná (Faciap). Foi a primeira vez que se discutiu em rede uma proposta de reforma política para o país, consolidada numa PEC e endossada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Quando criada, em 2006, a Rede de Participação Política tinha como proposta estimular toda a sociedade a participar continuamente da política no Brasil.

Que tal retomarmos esse caminho?

*Rodrigo da Rocha Loures é fundador da Nutrimental, presidente do Conselho de Administração do IBQP e ex-presidente da Fiep (2003 a 2011).

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Charge de Aroeira - O Dia (RJ).

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- Gazeta do Povo: Mão pesada do governo afunda a Petrobras

- Jornal de Londrina: Há 30 anos, 50 mil londrinenses pediam eleições diretas

- Folha de Londrina: Setor público tem melhor desempenho em dez anos

- Jornal da Manhã: Arena tem seis anos de atraso e já consumiu R$ 8,8 milhões

- O Paraná: Rigor fiscal penaliza os gestores públicos

- Gazeta do Paraná: Mas, de quem é a culpa?

- Diário do Noroeste: Secretário Cheida reitera consórcios como caminho para eliminar lixões

- Umuarama Ilustrado: 50 anos depois, golpe ainda gera divergências

Jornais de outros estados

- Globo: Figueiredo soube 1 mês antes do atentado no Riocentro

- Folha: Direita na Venezuela quer o golpe, diz Maduro

- Estadão: Militares estavam preparados para confronto, que não ocorreu

- Correio: Quando a bigamia está dentro da lei

- Zero Hora: O golpe civil-militar

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Ricardo Gomyde, na sua coluna deste sábado, em homenagem aos 321 anos de Curitiba, apresenta a novidade do “Futebol de Saco” aos curitibanos e paranaenses; “é um esporte genuinamente curitibano”, explica o colunista, que é diretor de Futebol do Ministério do Esporte e principal nome da Copa do Mundo na capital; “Quem nunca viu ou ouviu falar, basta imaginar um esporte que mistura tênis com futevôlei e é jogado com uma bola de crochê em formato de saco”, conta Gomyde; leia o texto.

Ricardo Gomyde, na sua coluna deste sábado, em homenagem aos 321 anos de Curitiba, apresenta a novidade do “Futebol de Saco” aos curitibanos e paranaenses; “é um esporte genuinamente curitibano”, explica o colunista, que é diretor de Futebol do Ministério do Esporte e principal nome da Copa do Mundo na capital; “Quem nunca viu ou ouviu falar, basta imaginar um esporte que mistura tênis com futevôlei e é jogado com uma bola de crochê em formato de saco”, conta Gomyde; leia o texto.

Ricardo Gomyde*

Hoje é um dia muito importante para o nosso estado. Faz aniversário a nossa capital, a querida Curitiba. E também é uma data importante para o esporte paranaense. A data de 29 de março de 2014 marca o dia da oficialização do Futsac – ou Futebol de Saco – Um esporte genuinamente curitibano.

Quem nunca viu ou ouviu falar, basta imaginar um esporte que mistura tênis com futevôlei e é jogado com uma bola de crochê em formato de saco. Pode ser jogado na modalidade individual ou duplas e se utiliza de uma quadra de 5 metros de largura por 10 metros de comprimento, com uma rede divisória de 1,5 metro de altura. O objetivo é derrubar a bola no lado adversário. O jogo não permite o uso das mãos e cada participante pode tocar duas vezes na bola. O vencedor sai em melhor de três sets de 21 pontos corridos cada.

Nesta última semana, levei ao Ministério do Esporte o criador da modalidade, Marcos Juliano Ofenbock, para ser apresentado ao Conselho Nacional do Esporte (CNE), pelo brilhante professor Branco, presidente do CREF-PR. Neste grupo, foi explicado um pouco melhor a idéia da modalidade aos membros do Conselho.

Como cidadão paranaense, tenho orgulho em presenciar o nascimento de um esporte em nosso estado, inclusive com cerimônia oficial, durante a abertura do Campeonato Brasileiro de Futsac em Curitiba – competição que reunirá 22 atletas da modalidade mostrando toda sua habilidade com a bolinha.

Mas o caminho para chegar até este sábado, foi longo. O criador da modalidade me contou que durante cinco anos estudou livros sobre esporte e investiu parte de sua herança para fortalecer o sonho de transformar o futsac. Em 2007 organizou e foi o vencedor do primeiro campeonato da história, com 14 participantes. Mas a grande evolução viria mesmo no ano seguinte, em 2008, quando o futsac ficou muito conhecido em Itapema (SC), onde Marcos sempre passa férias. Lá, virou muito popular no verão e em dezembro foi organizado o primeiro campeonato brasileiro. Já no ano seguinte, foi criada a Federação Paranaense.

A partir daí o esporte ficou conhecido também no Rio Grande do Sul e facilitou bastante o sonho da oficialização pretendido pelo seu criador. Isso porque o Ministério do Esporte requer a existência de três federações para reconhecer uma modalidade e com a adesão dos três Estados do Sul, o sonho de Marcos ficou mais próximo.

Preciso destacar também o viés sustentável do esporte idealizado em Curitiba. A bola de crochê usada no futsac é recheada com plástico granulado de garrafa pet. Para dar conta da demanda da fabricação, foi criada uma Associação de Crocheteiras. São 50 associadas e mais de 300 cadastradas. Com o argumento de “esporte verde”, o futsac ganhou adeptos e atraiu apoio de representantes não só do Ministério do Esporte, mas também da prefeitura de Curitiba e do governo do Paraná.

Com esse reconhecimento e essa veia sustentável, espero que a modalidade continue crescendo, ganhando mais adeptos em todo o país e, quem sabe, ultrapassar fronteiras e um dia virar esporte olímpico. Certamente, o Brasil já largaria na frente. Bola (de saco) pra frente!

Com esse reconhecimento e essa veia sustentável, espero que a modalidade continue crescendo, ganhando mais adeptos em todo o país e, quem sabe, ultrapassar fronteiras e um dia virar esporte olímpico. Certamente, o Brasil já largaria na frente. Bola (de saco) pra frente!

*Ricardo Gomyde, diretor de Futebol do Ministério do Esporte, especialista em políticas de inclusão social, é membro da Comissão Organizadora da Copa do Mundo no Brasil em 2014. Escreve nos sábados no Blog do Esmael.

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Assembleia com mil educadores neste sábado (29), em Curitiba, atropelou a direção da APP-Sindicato ao aprovar greve por tempo indeterminado nas 2,1 mil escolas da rede pública do Paraná a partir do dia 23 de abril; proposta da presidente da entidade, Marlei Fernandes, foi rejeitada pela base; assista ao vídeo.

Assembleia com mil educadores neste sábado (29), em Curitiba, atropelou a direção da APP-Sindicato ao aprovar greve por tempo indeterminado nas 2,1 mil escolas da rede pública do Paraná a partir do dia 23 de abril; proposta da presidente da entidade, Marlei Fernandes, foi rejeitada pela base; assista ao vídeo.

Cerca de mil educadores que participaram de uma assembleia da APP-Sindicato, em Curitiba, neste sábado, dia 29 de março, aprovaram greve por tempo indeterminado nas 2,1 mil escolas da rede pública do Paraná a partir de 23 de abril.

Desde ontem, houve vários embates dentro da diretoria do sindicato — o que expõe a fratura no período pré-eleitoral na entidade que congrega cerca de 100 mil profissionais do magistério. Em setembro, a APP-Sindicato realiza eleição para renovar sua diretoria.

Na assembleia, a proposta de greve no dia 23 de abril foi defendida pelo secretário de Comunicação do sindicato, Professor Paixão, que levou a melhor na votação por 472 votos a 412. A presidenta da APP, Marlei Fernandes, foi a grande derrotada na reunião de hoje.

Na tarde de ontem, a direção da APP-Sindicato fez aprovar em seu Conselho Estadual o indicativo de greve para 6 de maio. No entanto, na assembleia, a base rechaçou a proposta, bem como greve de advertência nos dias 4 e 5 de abril.

Marlei então propunha que a greve começasse a partir de 28 de abril. Paixão defendeu 23 de abril.

A base presente na assembleia deste sábado rejeitou a continuidade da “política do cafezinho” porque não aguenta mais o odor exalado dos gabinetes e palácios. Professores e funcionários de escolas clamam por conquistas reais, condenam a complacência e a enrolação.

Vencida essa etapa, onde os derrotados lambem as feridas e os vitoriosos se jubilam, aproxima-se nova batalha: pela direção do movimento grevista.

Assista ao vídeo com a proposta derrotada:

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Jornal da Massa, que ia ao ar das 7h às 8h, havia cinco anos, debulhava “dia sim e dia sim” a ex-ministra e senadora Gleisi Hoffmann; fim do telejornal deixa Beto Richa com a pulga atrás da orelha, pois era o único local que "afrouxava o sutiã" para o governador tucano; coincidência ao não com o extermínio do programa televisivo, o apresentador Ratinho se aproximou bastante da presidenta Dilma e, pelo que se fala nos bastidores, se encontrou com Lula recentemente em Curitiba; os profissionais da bancada dançaram, terão de procurar o SINE, mas o "business" da família Ratinho está garantido; jornalista Denian Couto foi o único a permanecer na emissora de TV para conduzir solitariamente, a partir desta segunda-feira, 31, um telejornal sem opinião, sem graça.

Jornal da Massa, que ia ao ar das 7h às 8h, havia cinco anos, debulhava “dia sim e dia sim” a ex-ministra e senadora Gleisi Hoffmann; fim do telejornal deixa Beto Richa com a pulga atrás da orelha, pois era o único local que “afrouxava o sutiã” para o governador tucano; coincidência ao não com o extermínio do programa televisivo, o apresentador Ratinho se aproximou bastante da presidenta Dilma e, pelo que se fala nos bastidores, se encontrou com Lula recentemente em Curitiba; os profissionais da bancada dançaram, terão de procurar o SINE, mas o “business” da família Ratinho está garantido; jornalista Denian Couto foi o único a permanecer na emissora de TV para conduzir solitariamente, a partir desta segunda-feira, 31, um telejornal sem opinião, sem graça.

O apresentador Carlos Roberto Massa, o Ratinho, defenestrou o programa matinal “Jornal da Massa” de sua Rede Massa, no Paraná, sem aviso prévio aos jornalistas que compunham a bancada havia cinco anos. Ogier Buchi, Paulo Martins e Denian Couto — e Ruth Bolognese um pouco antes — foram mandados para a fila do SINE.

No blog do colega Ogier Buchi, o jornalista Denian Couto afirma que foi surpreendido pela decisão de tirar o jornal do ar depois de cinco anos.

“A decisão de mudar o Jornal da Massa foi da empresa, cuja motivação desconheço, mas respeito verdadeiramente a liberdade da emissora em conduzir os seus negócios como achar que deve”, anotou Couto, que a partir de segunda 31 conduzirá sozinho um novo telejornal.

Em outubro de 2013, este blog mostrou que na política real Ratinho Júnior (PSC) joga mais com a senadora Gleisi Hoffmann (PT) do que com o governador Beto Richa (PSDB). Nesta semana tem mais evidências sobre isso que colocarei nas linhas abaixo.

Antes, porém, é mister recordar que o apresentador Ratinho, dono da Rede Massa no Paraná, esteve com a presidenta Dilma Rousseff em outubro passado (clique aqui). Como ninguém é besta de pensar diferente, eles discutiram eleições e verbas publicitárias. Na época, Richa fica com a pulga atrás da orelha. E com razão…

São quatro as versões correm soltas para explicar, ou justificar, o fim do Jornal da Massa, que pertence à família do deputado Ratinho Junior:

1) Pressão do Palácio Iguaçu - Os jornalistas Denian Couto (apresentador) e os comentaristas Ogier Buchi e Paulo Martins estavam sob pressão total do Palácio Iguaçu para descer o sarrafo na pré-candidata do PT ao governo, Gleisi Hoffmann, com denúncias graves e não comprovadas e decidiram pedir demissão em conjunto. A jornalista Ruth Bolognese, pelo mesmo motivo, teria pedido o boné há um mês;

2) Pressão de Lula e do PT - Diante das críticas que Gleisi Hoffmann vinha sofrendo por parte dos jornalistas, sob orientação da Rede Massa, o próprio ex-presidente Lula teria procurado o Ratinho Pai, de quem é amigo pessoal, e pedido o fim do Jornal da Massa. Esse pedido teria sido feito na última visita de Lula ao Paraná;

3) Ratinho vai pular fora - Descontente com o governo Beto Richa e antevendo a vaca indo para o brejo nas eleições de outubro, Ratinho Junior tirou o Massa do ar como primeiro sinal de que pretende se juntar a Gleisi Hoffmann em breve; e

4) Sem pagamento - A Rede Massa não estaria recebendo nenhuma verba do governo Beto Richa há meses e decidiu dar um recado claro ao Palácio Iguaçu, acabando com o único espaço em que o governador não recebe críticas da imprensa local. Enquanto isso, anúncios do governo Federal abundam nos intervalos comerciais.

Qualquer uma das versões acima pode ser a verdadeira. Ou todas elas, diante das incertezas do período eleitoral, mas o fato é que a família Ratinho, e em particular, o deputado Ratinho Junior, estão descobrindo que não se faz uma omelete sem quebrar os ovos. Ou não se serve a dois senhores ao mesmo tempo. Ontem, quase 5 mil pessoas já haviam assinado uma petição que circula nas redes sociais pedindo a volta do Jornal da Massa.

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Blog do Esmael homenageia a capital de todos os paranaenses, que hoje completa 321 aninhos, com a música “Piá Curitibano”, de Paulo Chaves (falecido no ano passado) e Dino Cardoso; Curitiba, sua linda. Parabéns, moça!

Blog do Esmael homenageia a capital de todos os paranaenses, que hoje completa 321 aninhos, com a música “Piá Curitibano”, de Paulo Chaves (falecido no ano passado) e Dino Cardoso; Curitiba, sua linda. Parabéns, moça!

Fundada a 29 de março de 1693, Curitiba era parada obrigatória no caminho dos tropeiros entre Sorocaba e Viamão. Tornou-se a capital de todos os paranaenses em 1853, quando o Paraná ganhou status de província ao emancipar-se de São Paulo.

Curitiba é bela, formosa, charmosa com seus 1,8 milhão de habitantes. Acolheu gentes de todas as partes do mundo. Amadurecida, soube aproveitar todas as inteligências e desenvolver-se.

A capital do Paraná ao longo dos últimos anos tem se consolidado como a cidade mais rica do Sul do país e a 4ª em nível nacional.

Curitiba, sua linda. Parabéns, moça!

Homenagem do Blog do Esmael.

Assista ao vídeo do arquivo do jornalista José Wille com a música “Piá Curitibano”, de Paulo Chaves (falecido no ano passado) e Dino Cardoso:

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do Brasil 247

Revista ironiza o fato de a Bovespa ter subido no mesmo dia em que uma pesquisa Ibope apontou queda nos índices de aprovação à presidente; para a revista, a despeito do pleno emprego e de mais de US$ 350 bilhões em reservas internacionais, a presidente Dilma ainda precisa mostrar aos investidores que é confiável; será que precisa mesmo?

Revista ironiza o fato de a Bovespa ter subido no mesmo dia em que uma pesquisa Ibope apontou queda nos índices de aprovação à presidente; para a revista, a despeito do pleno emprego e de mais de US$ 350 bilhões em reservas internacionais, a presidente Dilma ainda precisa mostrar aos investidores que é confiável; será que precisa mesmo?

A edição de Veja deste fim de semana, mais uma vez, ironiza a presidente Dilma Rousseff. Na capa, como numa gangorra, enquanto ela desce, as ações das estatais, especialmente da Petrobras, disparam. Segundo a revista, Dilma é o símbolo da desconfiança, enquanto os opositores Aécio Neves e Eduardo Campos representam a esperança. (mais…)

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Educadores decidem na manhã deste sábado (29), em Curitiba, data do início para a greve por tempo indeterminado nas 2,1 mil escolas paranaenses; movimento é contra calotes que governo Richa e Arns aplicou na categoria nos últimos 3 anos; paralisação de cem mil profissionais do magistério afetará as aulas de 2,3 milhões de alunos; assembleia de hoje poderá colocar fim à "política do cafezinho" da APP-Sindicato; leitor deste blog soube da deflagração da greve em primeira mão; acompanhe online a transmissão da assembleia de professores e funcionários.

Educadores decidem na manhã deste sábado (29), em Curitiba, data do início para a greve por tempo indeterminado nas 2,1 mil escolas paranaenses; movimento é contra calotes que governo Richa e Arns aplicou na categoria nos últimos 3 anos; paralisação de cem mil profissionais do magistério afetará as aulas de 2,3 milhões de alunos; assembleia de hoje poderá colocar fim à “política do cafezinho” da APP-Sindicato; leitor deste blog soube da deflagração da greve em primeira mão; acompanhe online a transmissão da assembleia de professores e funcionários.

A APP-Sindicato aprovou ontem (28), em seu Conselho Estadual, indicativo de greve dos professores e funcionários das 2,1 mil escolas da rede pública do Paraná. Neste sábado (29), a partir das 9 horas, na Sociedade Morgenau, em Curitiba, uma assembleia da categoria decide a data em que o movimento será deflagrado. Será o fim da “política do cafezinho” adotado há três anos pela entidade na relação com o governo de Beto Richa (PSDB) e o vice Flávio Arns (PSDB), que acumula a Secretaria de Estado da Educação (SEED).

O Blog do Esmael transmitirá online pela Fanpage no Facebook (clique aqui para acessar) os principais acontecimentos na assembleia dos educadores. Você ficará sabendo ao vivo e em primeira mão as decisões do magistério paranaense, que é formado por cerca de cem mil profissionais.

Os leitores souberam em primeira mão, na quarta (27) que os educadores entrariam em greve. Este blogueiro entrevistou o diretor de Comunicação da APP-Sindicato, Luiz Paixão, que revelou a “inevitabilidade” da greve por tempo indeterminado (clique aqui).

Arns e Richa agem fora da lei ao não cumprirem, por exemplo, a Lei Nacional do Piso que prevê 33% da hora-atividade. Os tucanos têm enrolado há anos a categoria acerca dos R$ 100 milhões devidos aos educadores relativos a avanços e progressões. Também ficou outra vez na promessa a resolução de salários atrasados dos professores PSS, contratação de mais funcionários para as escolas, dentre outras reivindicações.

A última greve da educação ocorrida no Paraná foi em 2000, ainda no governo Jaime Lerner. Antes dessa houve a de 1988, no governo Álvaro Dias, hoje senador da República.

Flávio Arns deixará a SEED e pode escapar da greve

O vice-governador Flávio Arns deixará o comando da Secretaria de Estado da Educação para disputar as eleições de outubro. Ele tem até 5 de abril para se desincompatibilizar do cargo, caso contrário fica inelegível para concorrer à Assembleia Legislativa ou mesmo à reeleição de vice (clique aqui).

Diferente de 2010, quando o então candidato Beto Richa (PSDB) antecipou o nome de Arns para a Educação, visando conter boatos de que o senador Álvaro Dias assumiria a pasta, em 2014 dificilmente o governador o confirmará na vice, na chapa de reeleição, ou mesmo na SEED, caso seja reeleito.

Fato concreto é que, se a APP-Sindicato deflagrar a greve somente a partir de 7 de abril, Arns escapará incólume do desgaste que um movimento desse causa ao titular da Educação. Segundo uma fonte do blog no Palácio do Iguaçu, o vice deverá ser substituído na SEED pelo também tucano Paulo Schimidt.

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Charge de Aroeira - Brasil Econômico (RJ).

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istoeJornais do Paraná

- Gazeta do Povo: Curitiba de A a Z

- Folha de Londrina: Aluguéis terão reajuste de 7,3%, maior índice em 11 meses

- O Diário (Maringá): Servidores decidem entre 5,5% ou greve

- Diário dos Campos: OAB questiona taxa do lixo

- Jornal da Manhã: Multinacional investirá R$ 86 milhões em PG

- O Paraná: Consumidor vai às compras e inadimplência bate recorde

- Gazeta do Paraná: Com Central de Leitos em greve, o que era ruim pode piorar

- Jornal Hoje: Um microempreendedor desiste a cada dois dias

- Gazeta do Iguaçu: Foz terá principais praças revitalizadas

- Tribuna de Cianorte: Rio Ligeiro deve receber cinco hidrelétricas até o final de 2015

- Umuarama Ilustrado: Movimento pede asfalto entre Goioerê e Iporã

- Tribuna do Norte: Sanepar pode assumir gestão de consórcios de lixo no Vale

Jornais de outros estados

- Globo: Tomada da Maré começa amanhã com blindados

- Folha: Obama e Putin negociam saída para crise da Ucrânia

- Estadão: Petrobrás leva 21 meses para abrir investigação sobre compra nos EUA

- Correio: Perícia de piloto evita tragédia em Brasília

- Valor: Cargill se une à Copersucar em trading global

- Estado de Minas: Recorde de carros e atropelamentos

- Zero Hora: Nova onda de incentivos beneficia indústria do RS

Capas de revistas:

- CartaCapital: Especial Os 50 anos do golpe

- Veja: Por que quando Dilma cai a bolsa sobe

- IstoÉ: “O Golpe de 1964 destruiu minha família”

- Época: 1964: o ano que não terminou

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Breno Altman*, especial para o 247

Em artigo exclusivo para o 247, o jornalista Breno Altman comenta a desmoralização da Ação Penal 470, depois que o Supremo Tribunal Federal, de forma correta, remeteu o caso de Eduardo Azeredo à primeira instância; o mesmo deveria ter ocorrido com réus da Ação Penal 470 sem direito ao foro privilegiado, como José Dirceu; "Com o tempo, não irá restar pedra sobre pedra das armações que determinaram a AP 470, cujas operações foram tecidas sob medida, para ocasião única, na alfaiataria dirigida pelo ministro Joaquim Barbosa", diz ele; Altman, no entanto, aponta um desafio para o STF; "Como irá corrigir as injustiças e desmandos que levaram à cadeia líderes históricos do PT?", questiona.

Em artigo exclusivo para o 247, o jornalista Breno Altman comenta a desmoralização da Ação Penal 470, depois que o Supremo Tribunal Federal, de forma correta, remeteu o caso de Eduardo Azeredo à primeira instância; o mesmo deveria ter ocorrido com réus da Ação Penal 470 sem direito ao foro privilegiado, como José Dirceu; “Com o tempo, não irá restar pedra sobre pedra das armações que determinaram a AP 470, cujas operações foram tecidas sob medida, para ocasião única, na alfaiataria dirigida pelo ministro Joaquim Barbosa”, diz ele; Altman, no entanto, aponta um desafio para o STF; “Como irá corrigir as injustiças e desmandos que levaram à cadeia líderes históricos do PT?”, questiona.

O Supremo Tribunal Federal deliberou, por 8 votos a 1, pela remessa do processo contra o ex-deputado Eduardo Azeredo à primeira instância, nas montanhas de sua Minas Gerais, onde responderá pelo mensalão tucano.

Tal resolução, a bem da verdade, guarda coerência com outra, tomada há algumas semanas, que estabeleceu desmembramento de processos que envolvam cidadãos com e sem foro privilegiado, ainda quando partilhando a mesma denúncia penal. Aqueles que não possuírem alçada federal, serão remetidos para o pé da pirâmide judicial, com direito a dois ou até três graus de apelação.

Pode-se especular que o ex-presidente do PSDB renunciou ao mandato parlamentar por razões maliciosas, apenas para ganhar tempo e aumentar as chances de prescrição para eventuais crimes, além de buscar a tranquilidade de uma comarca na qual exerça maior influência. Mas não há qualquer dúvida que a atitude tomada por Azeredo, trocando sua cadeira na Câmara por maior segurança jurídica, está protegida por direitos constitucionais. Como reconheceu, aliás, a própria corte suprema.

Talvez seja pertinente a crítica moral. Ao contrário de José Dirceu, que recusou abdicar do parlamento para escapar da cassação, preferindo o combate político ao cálculo de oportunidades, o outrora governador mineiro resolveu escapar pela porta dos fundos. Não é bonito, tampouco ilegal. Dirceu tem obrigação histórica e biográfica de ser como é. Azeredo contou com a possibilidade regulamentar de agir como o fez. (mais…)

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Segundo o vereador Fernando Teixeira (camisa azul), do PCdoB, em dia de fúria, prefeito Onildo Gellati, do PTB, demitiu todo o secretariado em menos de cinco minutos; o parlamentar não soube informar os motivos da “decapitação” em massa no pequeno município de Mandirituba, na região metropolitana de Curitiba.

Segundo o vereador Fernando Teixeira (camisa azul), do PCdoB, em dia de fúria, prefeito Onildo Gellati, do PTB, demitiu todo o secretariado em menos de cinco minutos; o parlamentar não soube informar os motivos da “decapitação” em massa no pequeno município de Mandirituba, na região metropolitana de Curitiba.

O vereador Fernando Teixeira, do PCdoB, disse ao blog que o prefeito da cidade de Mandirituba, Onildo Gellati, do PTB, em dia de fúria, demitiu todos os secretários municipais.

De acordo com o parlamentar do PCdoB, ninguém sabe os motivos que levaram o prefeito a tal medida drástica do “serial killer” das araucárias.

Teixeira observa que, geralmente, as reuniões do secretariado duravam cerca de duas horas, mas na quarta (26) durou apenas cinco minutos. “O prefeito entrou e comunicou que todos os secretários estavam demitidos”, relatou o vereador.

Mandirituba fica na região metropolitana a 40 km de Curitiba. Segundo o IBGE, o município tem 60 mil habitantes.

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do Brasil 247

Em vídeo gravado para relembrar os 50 anos do golpe militar, ex-presidente passa a mensagem de que "este país será o que queremos se conseguirmos garantir a democracia"; o político que, em 1979, falou diante de 160 mil operários no Estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, reforçou hoje que, cinco décadas depois do golpe, "o momento não é de desanimar, mas de participar e de lutar"; segundo Lula, "a democracia não é nenhum pacto de silêncio, é a sociedade em movimento buscando novas conquistas".

Em vídeo gravado para relembrar os 50 anos do golpe militar, ex-presidente passa a mensagem de que “este país será o que queremos se conseguirmos garantir a democracia”; o político que, em 1979, falou diante de 160 mil operários no Estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, reforçou hoje que, cinco décadas depois do golpe, “o momento não é de desanimar, mas de participar e de lutar”; segundo Lula, “a democracia não é nenhum pacto de silêncio, é a sociedade em movimento buscando novas conquistas”.

Em um vídeo gravado pelos 50 anos do golpe militar de 64, o ex-presidente Lula reforça a importância da democracia e lembra que ela “não é nenhum pacto de silêncio”, mas um meio para que a sociedade saia às ruas e reivindique seus direitos. Ele faz um alerta de que é preciso garantir a democracia. Desta forma, “este País será o que queremos”. Leia abaixo mensagem publicada pelo Instituto Lula nesta sexta-feira e assista ao vídeo:

“Este país será o que queremos se conseguirmos garantir a democracia”, diz Lula sobre golpe militar (mais…)

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