via Brasil 247

Índice vive dia de montanha-russa; chegou a subir 1,31% na abertura do pregão desta quarta-feira 8, em meio a especulações eleitorais, mas depois sofreu queda de mais de 2% em meio a rumores de que uma denúncia contra o candidato Aécio Neves (PSDB) pode ser divulgada na imprensa; informações, porém, não foram publicadas nem confirmadas até o momento; com a indicação do Fed de que manterá as taxas de juros baixas por "tempo considerável", a Bovespa amenizou as perdas, caindo 0,28% às 16h29.

Índice vive dia de montanha-russa; chegou a subir 1,31% na abertura do pregão desta quarta-feira 8, em meio a especulações eleitorais, mas depois sofreu queda de mais de 2% em meio a rumores de que uma denúncia contra o candidato Aécio Neves (PSDB) pode ser divulgada na imprensa; informações, porém, não foram publicadas nem confirmadas até o momento; com a indicação do Fed de que manterá as taxas de juros baixas por “tempo considerável”, a Bovespa amenizou as perdas, caindo 0,28% às 16h29.

O Ibovespa vive um dia de montanha-russa. O índice chegou a subir 1,31% na abertura do pregão em meio a especulações eleitorais, passou a cair forte em meio a especulações sobre a Ata do Fomc (Federal Open Market Committee) e passou a despencar mais de 2% em meio a rumores de que uma denúncia afetaria Aécio Neves (PSDB), mas que não foi comprovada. Porém, após a Ata do Fomc, o índice amenizou um pouco as perdas, mas não suficiente para fazer o índice virar para cima.

Petrobras chegou a cair 5,5%, mas amenizou para baixa de cerca de 3%, enquanto o Banco do Brasil zerou as perdas. A ata do Fomc mostrou que o Fed vai manter a expressão “tempo considerável” ao se referir a juros baixos, o dólar diminuiu a sua alta registrada hoje.

Mas os rumores eleitorais pesam mais sobre o índice. “Todos os ativos brasileiros viraram repentinamente após rumores de que a imprensa fará denúncia que pode afetar candidatura de Aécio”, diz Davison Santana, estrategista da Bloomberg. No entanto, até o momento ainda não foi divulgado nem confirmado qualquer teor sobre as informações que estariam para ser divulgadas, assim como a credibilidade das informações. (mais…)

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Apoio a Aécio racha a União Geral dos Trabalhadores (UGT) no Paraná, que enfrenta resistência de sindicato ligado ao PCdoB; Paulo Rossi, capa preta da central no estado, já havia “tucanado” na reeleição de Beto Richa; nacionalmente, a UGT de Ricardo Patah marchará com a reeleição da presidenta petista Dilma Rousseff.

Apoio a Aécio racha a União Geral dos Trabalhadores (UGT) no Paraná, que enfrenta resistência de sindicato ligado ao PCdoB; Paulo Rossi, capa preta da central no estado, já havia “tucanado” na reeleição de Beto Richa; nacionalmente, a UGT de Ricardo Patah marchará com a reeleição da presidenta petista Dilma Rousseff.

Se nacionalmente o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, marchará pela reeleição da presidenta Dilma Rousseff (PT), o mesmo não ocorrerá no Paraná, pois a seção regional da central sindical, comandada por Paulo Rossi, declarou apoio ao presidenciável mineiro Aécio Neves (PSDB).

No Paraná, há divergências sobre a “tucanagem” da UGT. O presidente do Sindicato dos Frentistas (Sinpospetro), Lairson Sena, por exemplo, defende a reeleição de Dilma. Ele é filiado no PCdoB, partido que integra a Coligação com a Força do Povo.

A UGT de Paulo Rossi foi a única central sindical a declarar apoio oficial ao governador reeleito Beto Richa (PSDB). Agora ele quer repetir o feito em relação a Aécio no estado.

“A UGT irá colaborar com o Beto e quiçá com Aécio nas políticas públicas, em especial na área da geração de empregos e na elaboração de projetos visando à construção de moradias aos trabalhadores paranaenses”, discursa Rossi, que é alistado no PSD.

Todas as demais centrais sindicais organizadas no estado — CUT, CTB, Força, NCST, CGTB — declararam apoio à reeleição de Dilma.

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via Brasil 247

Por falta de quórum mínimo de 34 parlamentares, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara não conseguiu votar o recurso apresentado pela defesa do deputado André Vargas (sem partido-PR) para tentar reverter a decisão do Conselho de Ética que, em agosto, aprovou, por unanimidade, o pedido de cassação de Vargas; sem avanço, o parecer sobre o recurso deve ser votado na próxima quarta-feira (15); até lá, a pauta da CCJ fica trancada.

Por falta de quórum mínimo de 34 parlamentares, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara não conseguiu votar o recurso apresentado pela defesa do deputado André Vargas (sem partido-PR) para tentar reverter a decisão do Conselho de Ética que, em agosto, aprovou, por unanimidade, o pedido de cassação de Vargas; sem avanço, o parecer sobre o recurso deve ser votado na próxima quarta-feira (15); até lá, a pauta da CCJ fica trancada.

Por falta de quórum mínimo de 34 parlamentares, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara não conseguiu votar hoje (8) o recurso apresentado pela defesa do deputado André Vargas (sem partido-PR) para tentar reverter a decisão do Conselho de Ética que, em agosto, aprovou, por unanimidade, o pedido de cassação de Vargas. Sem avanço, o parecer sobre o recurso deve ser votado na próxima quarta-feira (15). Até lá, a pauta da CCJ fica trancada, impedindo que qualquer outra matéria seja votada até que os deputados decidam sobre a situação do parlamentar acusado. (mais…)

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Lideranças políticas da órbita do PT participaram hoje, em Curitiba, de uma reunião convocada ex-candidata Gleisi Hoffmann; objetivo era tirar agenda de segundo turno para Dilma no Paraná; parte dos petistas e o senador Roberto Requião, do PMDB, travam queda de braço nos bastidores pelo comando da campanha da presidenta no estado; peemedebista chegou a afirmar que, se deixar nas mãos da senadora petista, Aécio Neves faz 80% dos votos dos paranaenses. (Foto: Pri Bailarina).

Lideranças políticas da órbita do PT participaram hoje, em Curitiba, de uma reunião convocada ex-candidata Gleisi Hoffmann; objetivo era tirar agenda de segundo turno para Dilma no Paraná; parte dos petistas e o senador Roberto Requião, do PMDB, travam queda de braço nos bastidores pelo comando da campanha da presidenta no estado; peemedebista chegou a afirmar que, se deixar nas mãos da senadora petista, Aécio Neves faz 80% dos votos dos paranaenses. (Foto: Pri Bailarina).

A senadora Gleisi Hoffman conduziu na manhã desta quarta-feira (8), em Curitiba, uma reunião com os partidos que compunham sua coligação na disputa pelo governo do Paraná. O objetivo foi discutir a campanha de Dilma Rousseff neste segundo turno.

A ex-candidata conquistou 14,87% dos votos dos paranaenses ante os 32,54% obtidos pela presidenta nestas plagas.

Dentre lideranças sindicais e parlamentares eleitos e não eleitos que compuseram a mesa no Hotel Del Rey, centro da capital, estavam o ex-candidato ao Senado, Ricardo Gomyde (PCdoB); deputado federal eleito Enio Verri, presidente estadual do PT; deputado estadual eleito Requião Filho (PMDB).

Uma das principais palavras de ordem que saiu do encontro político de hoje foi de que a campanha deste segundo turno será na rua.

Com exceção da UGT, praticamente todas as demais centrais sindicais organizadas no estado — CUT, CTB, Força, NCST, CGTB — declararam apoio à reeleição de Dilma.

Em relação à coordenação da campanha de Dilma no Paraná, ainda há luta pelo comando. Parte dos petistas trava queda de braço com o senador Roberto Requião (PMDB), que na eleição do domingo obteve 27,56% dos votos.

“Só vamos entrar na campanha se assumirmos a coordenação, afinal temos mais votos no Paraná”, disse Requião Filho, que se retirou da reunião logo no início.

O deputado federal reeleito João Arruda, sobrinho de Requião, confirmou a posição do primo: “Assumimos a coordenação-geral, mas podemos abrir alguns setores para o PT e partidos aliados”, adiantou. “Caso contrário, vamos votar na Dilma, mas não faremos campanha”.

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via Luiz Nassif/GGN

Emissários do candidato a presidente Aécio Neves (PSDB) teriam levado à Marina Silva (PSB) um convite para que esta assumisse o Ministério das Relações Exteriores, no caso de vitória do tucano. O objetivo seria obter o apoio de Marina que ficou em 3º lugar na disputa presidencial e possui um bom capital político. De quebra, Aécio daria um matiz verde na sua diplomacia.

Emissários do candidato a presidente Aécio Neves (PSDB) teriam levado à Marina Silva (PSB) um convite para que esta assumisse o Ministério das Relações Exteriores, no caso de vitória do tucano. O objetivo seria obter o apoio de Marina que ficou em 3º lugar na disputa presidencial e possui um bom capital político. De quebra, Aécio daria um matiz verde na sua diplomacia.

O jornalista Kennedy Alencar (SBT) cravou em seu blog que assessores de Aécio Neves (PSDB) foram enviados até a ex-ministra Marina Silva (PSB) para convidá-la a ser a futura titular do Ministério das Relações Exteriores. A oferta faz parte da negociação de Aécio pelo apoio de Marina no segundo turno da eleição presidencial contra Dilma Rousseff (PT).

Kennedy destacou que Marina é conhecida internacionalmente, o que lhe daria legitimidade para comandar o Itamaraty. Além disso, ambos compartilham de algumas ideais sobre a política exterma. “Com Aécio e Marina, o Itamaraty daria menos foco ao Mercosul, e tentaria negociar mais com os Estados Unidos e a União Europeia”, analisa o jornalista. (mais…)

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Com a reeleição de Richa, mundo político agora coloca a Prefeitura de Curitiba na alça da mira; “Ou Fruet muda o secretariado ou fará apenas um mandato”, aconselha um gustavista, que adianta duas pastas que serão mexidas urgentemente: “Meio Ambiente e Comunicação”; segundo a fonte do Palácio 29 de Março, “haverá uma moratória para o presidente do IPPUC porque o órgão foi sucateado nas gestões anteriores”; Palácio Iguaçu até faz circular a informação de que poderá fazer um acordo eleitoral, em 2016, com Fruet, mas falta combinar isso com os russos...

Com a reeleição de Richa, mundo político agora coloca a Prefeitura de Curitiba na alça da mira; “Ou Fruet muda o secretariado ou fará apenas um mandato”, aconselha um gustavista, que adianta duas pastas que serão mexidas urgentemente: “Meio Ambiente e Comunicação”; segundo a fonte do Palácio 29 de Março, “haverá uma moratória para o presidente do IPPUC porque o órgão foi sucateado nas gestões anteriores”; Palácio Iguaçu até faz circular a informação de que poderá fazer um acordo eleitoral, em 2016, com Fruet, mas falta combinar isso com os russos…

“A água bateu na bunda”, admitiu ao Blog do Esmael um dos mais importantes correligionários do prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), ao analisar o resultado das urnas que reelegeu o governador Beto Richa (PSDB) no primeiro turno no último domingo (5).

“Ou Fruet muda o secretariado ou fará apenas um mandato”, aconselha o gustavista, que aponta de cara duas áreas a ser mexidas de cara: “Meio Ambiente e Comunicação”. Segundo a fonte do Palácio 29 de Março, haverá uma moratória para o presidente do IPPUC, Sérgio Póvoa Pires, porque o órgão foi sucateado nas gestões anteriores. Mas adverte: “Ninguém da equipe é imexível”.

Concomitantemente, o Palácio do Iguaçu relata que um emissário de Fruet mandou recado para Richa faltando dois dias para a eleição: “Que o prefeito iria tirar o pé do acelerador, da campanha da senadora Gleisi Hoffmann, para ajudá-lo a vencer no primeiro turno”. Na véspera da votação, o boi da petista já tinha ido para o brejo com corda e tudo.

O Palácio Iguaçu até faz circular a informação de que poderá fazer um acordo eleitoral, em 2016, com Fruet. No entanto, a falta de política na gestão municipal poderá confirmar a previsão do assiste do prefeito: “apenas um mandato”.

Richa conseguirá segurar aliados que têm fome de poder, ou seja, anseiam marchar sobre Fruet daqui a dois anos? Requião deixará de lançar candidato na capital paranaense, haja vista que possui plantel próprio a exemplo de Requião Filho e do sobrinho João Arruda? Ratinho Júnior (PSC) irá esperar pacientemente sua vez, em 2018, que nunca poderá chegar?

Em 2018, também quererão concorrer ao governo do Paraná pelo grupo Álvaro Dias (PSDB) e a própria vice Cida Borghetti (PROS).

Eis a enrascada em que todos se meteram cuja resolução ainda está bem distante…

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do Brasil 247

Segundo a jornalista Tereza Cruvinel, colunista do 247, Marina Silva demonstrou até aqui possuir pouca capacidade de influenciar o voto de seus eleitores; “Quando o TSE barrou a Rede, em outubro de 2013, Marina tinha cerca de 20% de preferência nas pesquisas. Eduardo Campos tinha 5%. Os dois se uniram, ela se tornou sua vice mas ele cresceu muito pouco”, lembra; no entanto, ela ressalta que a repercussão do arco de apoios que o presidenciável tucano Aécio Neves vem conquistando é positiva e aponta para a união de todas as forças que desejam tirar o PT do poder.

Segundo a jornalista Tereza Cruvinel, colunista do 247, Marina Silva demonstrou até aqui possuir pouca capacidade de influenciar o voto de seus eleitores; “Quando o TSE barrou a Rede, em outubro de 2013, Marina tinha cerca de 20% de preferência nas pesquisas. Eduardo Campos tinha 5%. Os dois se uniram, ela se tornou sua vice mas ele cresceu muito pouco”, lembra; no entanto, ela ressalta que a repercussão do arco de apoios que o presidenciável tucano Aécio Neves vem conquistando é positiva e aponta para a união de todas as forças que desejam tirar o PT do poder.

Marina Silva tem reproduzido sinais de que irá mesmo apoiar a candidatura de Aécio Neves (PSDB) contra a reeleição da presidente Dilma Rousseff. No entanto, para a jornalista Tereza Cruvinel, colunista do 247, esse movimento pode não significar muita coisa para o tucano em termos de votos. Ela questiona a capacidade da ex-senadora de influenciar seus eleitores. Leia: (mais…)

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Governador Beto Richa vai contemplar aliados de primeira hora no secretariado, tais como a futura vice Cida Borghetti e o marido Ricardo Barros, o deputado Ratinho Júnior e o atual vice Flávio Arns; partidos e personalidades que tiveram papel na reeleição do tucano também serão aproveitados; as maiores modificações para 2015 serão na administração indireta; confira com exclusividade a lista vazada pelo Palácio Iguaçu.

Governador Beto Richa vai contemplar aliados de primeira hora no secretariado, tais como a futura vice Cida Borghetti e o marido Ricardo Barros, o deputado Ratinho Júnior e o atual vice Flávio Arns; partidos e personalidades que tiveram papel na reeleição do tucano também serão aproveitados; as maiores modificações para 2015 serão na administração indireta; confira com exclusividade a lista vazada pelo Palácio Iguaçu.

O Palácio Iguaçu deixou vazar a lista com os prováveis secretariáveis do governador reeleito Beto Richa (PSDB). De acordo com a cotação que o Blog do Esmael divulga com exclusividade, são grandes as modificações no primeiro escalão que vai ajudar o tucano a partir de 2015. Entretanto, as maiores trocas deverão ocorrer mesmo nas autarquias, empresas públicas, empresas de economia mista e serviços autônomos.

Em tempo: secretarias e autarquias poderão ser ressuscitadas com o intuito de saciar a insaciável fome de aliados por cargos comissionados.

Confira em primeira mão a lista de Beto Richa:

Secretarias de Estado

Casa Civil – Eduardo Sciarra
Secretaria de Governo – Deonilson Roldo
Chefe de Gabinete – Marcelo Cattani
Educação – Laureci Schmitz Rauth
Assuntos Estratégicos – Luiz Abi
Cerimonial e Relações Internacionais – Ezequias Moreira
Infraestrutura e Logística – Pepe Richa
Cultura – Ruth Bolognese
Corregedoria e Ouvidoria – Leon Grupenmacher
Controle Interno – Flávio Arns
Casa Militar – Adilson Castilho Casitas
Relações com a Comunidade – Michele Caputo
Agricultura e Abastecimento – Orlando Pessuti
Saúde – Segisfredo Paz
Segurança Pública – José Alberto de Freitas Iegas
Trabalho, Emprego e Economia Solidária – Paulo Rossi
Fazenda – Luiz Eduardo Sebastiani
Administração e Previdência – Reinold Stephanes
Família e Desenvolvimento Social – Fernanda Richa
Desenvolvimento Urbano – Renato Adur
Comunicação Social – Fábio Campana
Indústria, do Comércio e Assuntos do Mercosul – Irineu Roveda
Meio Ambiente e Recursos Hídricos – Luiz Eduardo Cheida
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior – Cida Borghetti
Esporte e Turismo – Ricardo Gomyde
Justiça, Cidadania e Direitos Humanos – Maria Tereza Uille Gomes
Planejamento e Coordenação Geral – Cássio Taniguchi
Representação do Paraná em Brasília – Paulo Martins
Procuradoria Geral do Estado – Túlio Bandeira

Com exceção da Sanepar (João Feio), Detran (Marcelo Araújo), DER (Acyr Mezzadri), TV Educativa (Paulino Viapiana), Cohapar (Doático Santos), APPA (Carlos Frisoli), JUCEPAR (Marcos Domakoski), Diário Oficial (Wilson Quinteiro), Celepar (Murilo Hidalgo), Paraná Esporte (Juliano Borghetti), Paraná Turismo (Ogier Buchi), Ambiental Paraná (Junior Durski) e Copel (Donato Gulin) os demais cargos ainda não tiveram seus respectivos titulares escolhidos. (mais…)

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bico

Charge de Marco Jacobsen para a Folha de Londrina

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capa_20141008Jornais do Paraná

Gazeta do Povo: Aposentadoria de deputados vira moeda de troca na Assembleia

Bem Paraná: Abstenções, votos nulos e brancos poderiam eleger 19 deputados

Jornal Metro: Moradores rejeitam binário Camões-Germano Mayer

Jornal de Londrina: Londrina já perdeu R$1,3 milhão com o fim de videovigias

Folha de Londrina: Estatais chinesas podem bancar estudo sobre o Arco Norte

O Diário (Maringá): Eleição de herdeiros políticos deixa Assembleia mais jovem

Diário dos Campos: TCE responsabiliza 16 pessoas por desvio na Câmara de PG

Jornal da Manhã: PG garante R$ 2 milhões para projetos sociais

O Paraná: Reintegração de posse faz aumentar expectativa por desocupação da Araupel

Gazeta do Paraná: Marina vai com Aécio Neves e Lula vai cobrar mais ‘empenho’

Jornal Hoje: Câmara “engaveta” nova investigação sobre Bebber

Gazeta do Iguaçu: Alta do dólar faz aumentar a crise em Ciudad del Este

Diário do Noroeste: Coordenação da Campanha de Beto Richa quer continuar união em prol do Noroeste

Tribuna de Cianorte: Canil de Cianorte é retrato do desperdício de verba pública

Tribuna do Norte: Eleitores preferem candidatos de ‘fora’

Jornais de outros estados

Globo: Canil de Cianorte é retrato do desperdício de verba pública

Folha: Brasil cresce pouco por problema interno, diz FMI

Estadão: FMI reduz previsão de PIB do País e vê ‘problemas internos’

Correio Braziliense: PF flagra avião com R$ 116 mil no aeroporto JK

Valor: Com caixa cheio, bancos restringem captações

Estado de Minas: Recomeça a caça aos tesouros da arte sacra

Zero Hora: Saia da Bolha

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do Brasil 247

Ex-presidente Lula rebateu, em postagem no Facebook, nesta terça (7), a polêmica declaração do também ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que denominou o eleitor petista como "menos informado", desencadeando uma imensa onda preconceituosa de críticas contra nordestinos nas redes sociais; "É lamentável o preconceito que vem à tona depois de um processo democrático tão importante, como as eleições do último domingo. É um absurdo que o nordeste e os nordestinos sejam caracterizados como ignorantes ou desinformados por seus votos", lamentou Lula; petista desbancou declaração de tucano com dados sobre o desenvolvimento da região Nordeste.

Ex-presidente Lula rebateu, em postagem no Facebook, nesta terça (7), a polêmica declaração do também ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que denominou o eleitor petista como “menos informado”, desencadeando uma imensa onda preconceituosa de críticas contra nordestinos nas redes sociais; “É lamentável o preconceito que vem à tona depois de um processo democrático tão importante, como as eleições do último domingo. É um absurdo que o nordeste e os nordestinos sejam caracterizados como ignorantes ou desinformados por seus votos”, lamentou Lula; petista desbancou declaração de tucano com dados sobre o desenvolvimento da região Nordeste.

O ex-presidente Lula rebateu, em postagem no Facebook, na noite desta terça-feira (7), a polêmica declaração do também ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que denominou o eleitor petista como “menos informado”, o que desencadeou uma imensa onda preconceituosa de críticas contra nordestinos nas redes sociais. (mais…)

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da Agência Brasil

No Paraná, onde a eleição para governador foi decidida no primeiro turno, o horário gratuito ocorrerá em dois períodos diários de 20 minutos para presidente da República, inclusive aos domingos, dividido o tempo entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) – dez minutos para cada um. A propaganda partidária obrigatória terá início nesta quinta-feira (9).

No Paraná, onde a eleição para governador foi decidida no primeiro turno, o horário gratuito ocorrerá em dois períodos diários de 20 minutos para presidente da República, inclusive aos domingos, dividido o tempo entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) – dez minutos para cada um. A propaganda partidária obrigatória terá início nesta quinta-feira (9).

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Dias Toffoli, proclamou na sessão plenária desta terça-feira (7) o resultado oficial do primeiro turno das eleições para a Presidência da República.

A candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, obteve 41,59% dos votos válidos e Aécio Neves, do PSDB, recebeu 33,55%. A homologação do resultado abre oficialmente o segundo turno das eleições. A votação será no dia 26 deste mês.

Com a medida, o horário eleitoral no rádio e televisão recomeça quinta-feira (9), no bloco noturno da TV. Serão 40 minutos, divididos entre os candidatos à Presidência da República e aos governos estaduais. Dilma e Aécio terão dez minutos, cada um, no programa eleitoral. Os candidatos a governador terão direito a mais dez minutos, cada um. (mais…)

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do Brasil 247

Nas redes sociais, jornais Folha de S. Paulo e Estado comemoram passagem de Aécio Neves para segundo turno; “Ufa!”, suspira editorial do Estadão; concorrente da rua Barão de Limeira divulgou panfleto tucano sem nem dar tratamento de notícia, mas como adesão, em sua página no Facebook; Diários Associados convocaram jornalistas e funcionários para passeata pró-tucano; na semana anterior ao primeiro turno, Jornal Nacional e Folha aumentaram exposição negativa da presidente Dilma Rousseff, conforme apurou o manchetômetro, da Uerj; neutralidade dedicada apenas a Aécio e Marina Silva.

Nas redes sociais, jornais Folha de S. Paulo e Estado comemoram passagem de Aécio Neves para segundo turno; “Ufa!”, suspira editorial do Estadão; concorrente da rua Barão de Limeira divulgou panfleto tucano sem nem dar tratamento de notícia, mas como adesão, em sua página no Facebook; Diários Associados convocaram jornalistas e funcionários para passeata pró-tucano; na semana anterior ao primeiro turno, Jornal Nacional e Folha aumentaram exposição negativa da presidente Dilma Rousseff, conforme apurou o manchetômetro, da Uerj; neutralidade dedicada apenas a Aécio e Marina Silva.

A mídia rasgou a fantasia e se jogou de cabeça nas comemorações pela passagem de Aécio Neves para o segundo turno das eleições presidenciais. Na semana anterior ao domingo 5, as preferências já estavam claras com o noticiários crítico em peso contra a presidente Dilma Rousseff em veículos como o Jornal Nacional, Folha de S. Paulo, O Globo e O Estado de S. Paulo. Como mostrou o manchetômetro da Uerj, que apura o volume e a inclinação editorial dos veículos da mídia tradicional (tabelas abaixo), as notícias consideradas neutras foram reservadas para as candidaturas de Aécio e Marina Silva, do PSB. As negativas foram praticamente todas elas dedicadas à personagem Dilma Rousseff.

O que ainda não se conhecia era a maneira como a mídia tradicional iria comemorar a passagem de Aécio pra o segundo turno. (mais…)

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PSB oferece resistência à proposta de Marina apoiar Aécio neste segundo turno; Roberto Amaral, presidente da sigla socialista, faz combate interno pró-Dilma; em nota oficial, Marina afirma que opiniões de dirigentes do partido "não refletem em nenhuma hipótese a opinião da ex-candidata"; agremiação se reúne na quinta-feira (9) para decidir que rumo seguirá.

PSB oferece resistência à proposta de Marina apoiar Aécio neste segundo turno; Roberto Amaral, presidente da sigla socialista, faz combate interno pró-Dilma; em nota oficial, Marina afirma que opiniões de dirigentes do partido “não refletem em nenhuma hipótese a opinião da ex-candidata”; agremiação se reúne na quinta-feira (9) para decidir que rumo seguirá.

Marina Silva, ex-candidata do PSB à Presidência da República, enfrenta tiroteio interno acerca do apoio à candidatura de Aécio Neves (PSDB) neste segundo turno. Em nota oficial, ela tenta se esquivar da pressão pela adesão a Dilma Rousseff (PT).

Terceira colocada no pleito, Marina afirmou que as opiniões individuais de cada partido, dirigentes e lideranças políticas das agremiações neste momento de construção devem ser respeitadas, mas “não refletem em nenhuma hipótese a opinião da ex-candidata”.

O PSB deverá se posicionar sobre qual rumo tomar somente na quinta-feira (9).

A seguir, leia a íntegra da nota oficial: (mais…)

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A fila dos que querem suceder o governador Beto Richa tem três nomes de peso: a vice-governadora eleita Cida Borghetti (PROS), escudada pelo marido, o deputado federal eleito Ricardo Barros; o deputado estadual Ratinho Júnior (PSC), consagrado nas urnas com 300 mil votos; e o senador Álvaro Dias (PSDB), reeleito proporcionalmente com a maior votação do país -- 800 mil a mais que o próprio Richa.

A fila dos que querem suceder o governador Beto Richa tem três nomes de peso: a vice-governadora eleita Cida Borghetti (PROS), escudada pelo marido, o deputado federal eleito Ricardo Barros; o deputado estadual Ratinho Júnior (PSC), consagrado nas urnas com 300 mil votos; e o senador Álvaro Dias (PSDB), reeleito proporcionalmente com a maior votação do país — 800 mil a mais que o próprio Richa.

O governador reeleito Beto Richa (PSDB), nem reassumiu o cargo do qual se licenciou na semana passada nem tomou posse do segundo mandato, mas parece que já largou os bets. Pelo menos é o que dizem tucanos e aliados ao admitirem que o inquilino do Palácio Iguaçu, em abril de 2018, irá desocupar o cargo para disputar o Senado.

A fila dos que querem suceder o governador do PSDB tem três nomes de peso: a vice-governadora eleita Cida Borghetti (PROS), escudada pelo marido, o deputado federal eleito Ricardo Barros (PP); o deputado estadual Ratinho Júnior (PSC), consagrado nas urnas com 300 mil votos; e o senador Álvaro Dias (PSDB), reeleito proporcionalmente com a maior votação do país — 800 mil a mais que o próprio Richa.

Nessa toada, será difícil os paranaenses esperarem uma gestão “melhor” da que finda. O segundo mandato do governo Richa está ganhando cara de ‘fim de feira’ antes mesmo de começar. O próprio tucano contribuiu para esse clima ao permitir que três forças antagônicas lhe corrompam as entranhas.

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do Brasil 247

Uma das marcas registradas do PSOL, deputado estadual Marcelo Freixo é o primeiro líder da esquerda a declarar apoio à presidente Dilma Rousseff no segundo turno; no Rio de Janeiro, ele foi o mais votado com 350.408 votos; presidente telefonou agradecendo; PT torce por adesão formal do partido da ex-presidenciável Luciana Genro e deputado Jean Wyllys ao campo petista; nas contas dos estrategistas, Dilma precisa de 9 milhões de votos para bater Aécio Neves, do PSDB, em 26 de outubro; PSOL teve 1,4 milhão.

Uma das marcas registradas do PSOL, deputado estadual Marcelo Freixo é o primeiro líder da esquerda a declarar apoio à presidente Dilma Rousseff no segundo turno; no Rio de Janeiro, ele foi o mais votado com 350.408 votos; presidente telefonou agradecendo; PT torce por adesão formal do partido da ex-presidenciável Luciana Genro e deputado Jean Wyllys ao campo petista; nas contas dos estrategistas, Dilma precisa de 9 milhões de votos para bater Aécio Neves, do PSDB, em 26 de outubro; PSOL teve 1,4 milhão.

A presidente Dilma Rousseff telefonou para o deputado estadual Marcelo Freixo, do PSOL do Rio de Janeiro, num gesto demonstrou a importância com que a presidente e seus estrategistas de campanha veem a adesão de Freixo à candidatura dela. Campeão nas eleições do Rio para deputado estadual, com 350.408 de votos, Freixo é uma das marcas registradas do PSOL, assim como a ex-presidenciável Luciana Genro o deputado federal baiano Jean Wyllys. Juntos, eles compõem a chamada alma da agremiação.

Para o PT, o apoio de Freixo é uma conquista em si, mas também foi visto como um sinal da aproximação da legenda, formalmente, ao campo de Dilma. (mais…)

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Em nota oficial, governo Richa nega que tenha faltado combustível em viatura da PM depois de 24 horas de reeleito; tucano também negou que pratica seja parte do treinamento; segundo o Palácio do Iguaçu, com endosso do comando da PM, houve "pane elétrica" no modelo Renault; fabricante não gostou de levar a culpa mais uma vez, cuja planta que produz o veículo fica no município de São José dos Pinhais – região metropolitana de Curitiba.

Em nota oficial, governo Richa nega que tenha faltado combustível em viatura da PM depois de 24 horas de reeleito; tucano também negou que pratica seja parte do treinamento; segundo o Palácio do Iguaçu, com endosso do comando da PM, houve “pane elétrica” no modelo Renault; fabricante não gostou de levar a culpa mais uma vez, cuja planta que produz o veículo fica no município de São José dos Pinhais – região metropolitana de Curitiba.

O governo Beto Richa (PSDB) jura que não faltou combustível na viatura da PM, marca Renault, que foi flagrada sendo empurrada por policiais no município de Pitanga. O Palácio Iguaçu garante o caixa do governo está “fofo” de dinheiro.

Sobre o post “Veja essa: 24 horas depois da reeleição de Richa, policiais voltam a empurrar viaturas sem combustível no PR” o comando da Polícia Militar enviou nota oficial que segue:

A PM esclarece que:

A viatura em questão estava fazendo PB (ponto base) – policiamento em um local específico e parado – e após o término, o policial constatou um problema elétrico, já que ela passou algumas horas com os sinais intermitentes ligados.

Quem não está gostando nem um pouco de levar a culpa — sempre pane elétrica — é o fabricante do veículo. Pela quantidade de falhas atribuídas ao modelo Duster Renault, teme-se que caia venda e impacte negativamente a produção na fábrica de São José dos Pinhais.

Reveja o vídeo:

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Roberto Requião embarcou hoje para Brasília; senador do PMDB foi chamado às pressas pelo PT, depois que vazou tracking do Palácio Iguaçu que aponta Aécio com 60% contra 20% de Dilma no Paraná; também seguiram para o Distrito Federal os deputados João Arruda e Dr. Rosinha para definir a coordenação da campanha dilmista no estado.

Roberto Requião embarcou hoje para Brasília; senador do PMDB foi chamado às pressas pelo PT, depois que vazou tracking do Palácio Iguaçu que aponta Aécio com 60% contra 20% de Dilma no Paraná; também seguiram para o Distrito Federal os deputados João Arruda e Dr. Rosinha para definir a coordenação da campanha dilmista no estado.

O deputado federal reeleito Fernando Francischini (SD) afirmou que o Palácio Iguaçu fechou um tracking na manhã desta terça-feira (7) sobre o segundo turno presidencial no Paraná. Os números não são nada animadores para as bandas a bombordo: 60% para Aécio Neves (PSDB) contra minguados 20% para Dilma Rousseff (PT).

No primeiro turno, Aécio fechou com 49,79% dos votos e Dilma terminou com 32,54% da preferência dos eleitores paranaenses.

Diante da informação de que o governador reeleito Beto Richa (PSDB) no último domingo (5) vai alongar a licença do cargo para se dedicar à campanha do correligionário mineiro, a coordenação nacional da campanha da petista convocou às pressas, em Brasília, o senador Roberto Requião (PMDB) para assumir a frente pela reeleição da presidenta.

“Na campanha da Dilma estou por convicção. Amanhã desmobilizo comitês e coordenações por falta de interesse da coordenação Dilmista”, havia tuitado na manhã de hoje, antes da convocação petista.

Também embarcou hoje para o Distrito Federal o deputado federal reeleito João Arruda, sobrinho de Requião, bem como o deputado federal Dr. Rosinha (PT).

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O Paraná voltou à “normalidade” 24 horas depois de reeleger o governador Beto Richa (PSDB). Morador do município de Pitanga, região Centro do estado, flagrou policiais empurrando viatura da PM sem combustível. O fato ocorreu no fim da tarde de ontem (6).

“Vergonha para o Paraná mesmo. Viatura da polícia sendo empurrada por ter acabado combustível. Esse é o Beto Richa, um dia depois da eleição e ser reeleito. Vai Pitanga, vota no cara!”, desabafou o autor do vídeo que não foi identificado pelo Blog do Esmael.

O governo tucano desconversa. Diz que os policiais militares estão se preparando fisicamente ao empurrar os veículos nas subidas.

A crise financeira do governo Richa foi alvo dos adversários na campanha. No entanto, o largo tempo de TV que o tucano dispunha no programa eleitoral minimizou as críticas.

Reeleito e de volta à realidade, o governo do estado poderá ter dificuldades para horar compromissos trabalhistas como 13º salário do funcionalismo público. Fornecedores também deverão continuar a ver navios, ou seja, a levar calotes.

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"Nós temos mais votos e estrutura para enfrentar os tucanos no Paraná", disse ao Blog do Esmael o deputado federal peemedebista reeleito João Arruda. Segundo ele, que é sobrinho de Requião, o PT não tem condições de conduzir solitariamente a campanha de Dilma. "Queremos liderar o esforço suprapartidário, ao lado do PT e outros partidos, para virarmos o segundo turno e derrotarmos o PSDB", revelou.

“Nós temos mais votos e estrutura para enfrentar os tucanos no Paraná”, disse ao Blog do Esmael o deputado federal peemedebista reeleito João Arruda. Segundo ele, que é sobrinho de Requião, o PT não tem condições de conduzir solitariamente a campanha de Dilma. “Queremos liderar o esforço suprapartidário, ao lado do PT e outros partidos, para virarmos o segundo turno e derrotarmos o PSDB”, revelou.

A executiva estadual do PMDB do Paraná se reuniu ontem à noite, em Curitiba, para discutir a campanha pela reeleição da presidenta Dilma Rousseff (PT). A direção peemedebista seguiu a orientação do senador Roberto Requião que, em entrevista coletiva pela internet, reivindicou a coordenação-geral o esforço para derrotar Aécio Neves (PSDB) no estado.

“Nós temos mais votos e estrutura para enfrentar os tucanos no Paraná”, disse ao Blog do Esmael o deputado federal peemedebista reeleito João Arruda. Segundo ele, que é sobrinho de Requião, o PT não tem condições de conduzir solitariamente a campanha de Dilma.

“Queremos liderar o esforço suprapartidário, ao lado do PT e outros partidos, para virarmos o segundo turno e derrotarmos o PSDB”, revelou Arruda.

O parlamentar do PMDB avaliou que a divisão da oposição no estado facilitou a reeleição do governador Beto Richa (PSDB) no primeiro turno. “Se Dilma e PT tivessem declarado apoio a Requião teríamos resultado diverso, poderíamos nós ter vencido no primeiro turno”, opinou.

“Se deixarem com setores frouxos do PT o tucano vai fazer 80% dos votos no Paraná”, advertiu Requião ao lado do deputado federal Dr. Rosinha, que hoje viaja a Brasília para levar a posição do senador peemedebista à cúpula petista.

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