O governador Beto Richa, na noite desta terça-feira (2), supersincero, pela primeira vez assumiu a autoria do reajustão na tarifa de energia. "Eu tive coragem de aumentar [a conta de luz] em 24% para não quebrar a Copel", admitiu Richa no debate promovido pelo portal RIC Mais (TV Record) em parceria com a Universidade Positivo. O tucano vinha atribuindo o tarifaço ao governo federal. O Blog do Esmael, em rede, transmitiu a sabatina ao vivo.

O governador Beto Richa, na noite desta terça-feira (2), supersincero, pela primeira vez assumiu a autoria do reajustão na tarifa de energia. “Eu tive coragem de aumentar [a conta de luz] em 24% para não quebrar a Copel”, admitiu Richa no debate promovido pelo portal RIC Mais (TV Record) em parceria com a Universidade Positivo. O tucano vinha atribuindo o tarifaço ao governo federal. O Blog do Esmael, em rede, transmitiu a sabatina ao vivo.

O governador Beto Richa (PSDB), candidato à reeleição, em sabatina de uma hora realizada na noite desta terça-feira (2), pela primeira vez, admitiu publicamente que é o autor do “aumentão” de 24% na tarifa da luz de 4,2 consumidores paranaenses.

“Eu tive coragem de aumentar [a conta de luz] em 24% para não quebrar a Copel”, admitiu Richa no debate promovido pelo portal RIC Mais (TV Record) em parceria com a Universidade Positivo.

Até agora, o tucano vinha jogando a culpa do reajuste da energia no governo federal.

O candidato do PSDB também defendeu aumento no preço da gasolina para salvar a Petrobras que, segundo ele, represou os reajustes para ajudar a eleição da presidenta Dilma Rousseff (PT).

Como é da tradição democrática e plural, o Blog do Esmael transmitiu o evento ao vivo.

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Com a promessa de herdar o espólio em 2018, Ratinho Júnior se transforma na tábua de salvação para a reeleição do governador Beto Richa; Palácio Iguaçu aposta todas as fichas no parlamentar do PSC para virar o jogo desfavorável na região metropolitana de Curitiba, onde prevalece a supremacia do senador Roberto Requião; esforço do tucanato é para vencer no primeiro turno, mas, estrategistas palacianos já observam cenários possíveis de 2016, em caso de derrota; ex-prefeito Luciano Ducci volta forte para o baralho eleitoral deste ano.

Com a promessa de herdar o espólio em 2018, Ratinho Júnior se transforma na tábua de salvação para a reeleição do governador Beto Richa; Palácio Iguaçu aposta todas as fichas no parlamentar do PSC para virar o jogo desfavorável na região metropolitana de Curitiba, onde prevalece a supremacia do senador Roberto Requião; esforço do tucanato é para vencer no primeiro turno, mas, estrategistas palacianos já observam cenários possíveis de 2016, em caso de derrota; ex-prefeito Luciano Ducci volta forte para o baralho eleitoral deste ano.

A escassez de votos na região metropolitana de Curitiba para a reeleição do governador Beto Richa (PSDB) fez o Palácio Iguaçu pagar um pedágio altíssimo para o deputado Ratinho Júnior (PSC). O tucanato teve de assumir, diante de testemunhas, que o filho do Ratão será herdeiro do trono em 2018, isto é, em caso de sucesso na empreitada de 5 de outubro.

O candidato do PSDB está atrás do marcador na Grande Curitiba. Portanto, não é à toa que a campanha de Richa colou feito velcro no “Comandante Júnior”. Vira voto isso tudo? É outra história, pois o que vale é a tentativa.

O Palácio Iguaçu tenta vencer a parada no primeiro turno. Vê na desidratação da senadora Gleisi Hoffmann (PT) uma grande oportunidade de liquidar a fatura eleitoral já. Entretanto, sem ufanismo, pois são maiores as chances de segundo turno contra o senador Roberto Requião (PMDB). Por isso os ataques de “cibertucanos” aumentaram consideravelmente nos últimos dias.

Paralelamente, o Palácio Iguaçu aposta na eleição do ex-prefeito de Curitiba Luciano Ducci (PSB) à Câmara. O objetivo é fazê-lo um dos mais votados para transformá-lo em um “bastião” na capital. Caso Richa não se reeleja, Ducci será um dos coordenadores de sua campanha – ou de Fernanda – à sucessão do prefeito Gustavo Fruet (PDT) em 2016.

E Ratinho Júnior? Ora, fora ajustado apenas para essa empreitada. 2016 é outra história…

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Genival, o Fiscal do Requião, flagrou a distribuição de um panfleto apócrifo culpando a presidenta Dilma e a candidata a governadora Gleisi, ambas do PT, pelo aumento na conta de luz no Estado. Aí o Genival pensou, mas como pode, se a Copel é uma empresa do governo do Estado¿ Foi olhar melhor o panfleto para ver quem estava dizendo tal asneira, e adivinhem: ninguém! O Panfleto é APÓCRIFO, ou seja, falso, ninguém assina. Taca-lhe pau, Genival!

Genival, o Fiscal do Requião, flagrou a distribuição de um panfleto apócrifo culpando a presidenta Dilma e a candidata a governadora Gleisi, ambas do PT, pelo aumento na conta de luz no Estado. Aí o Genival pensou, mas como pode, se a Copel é uma empresa do governo do Estado? Foi olhar melhor o panfleto para ver quem estava dizendo tal asneira, e adivinhem: ninguém! O Panfleto é APÓCRIFO, ou seja, falso, ninguém assina. Genival não gosto de mentiras. Taca-lhe pau, Genival!

O aumento absurdo nas contas de luz dos paranaenses às vésperas da eleição pegou muito mal para o governador-candidato Beto Richa (PSDB). Mas Richa não estava disposto a assumir o desgaste pelos atos da Copel, empresa estatal sob seu comando, e construiu um raciocínio complicado para tentar jogar a culpa no Governo Federal.

Outrora, o tucano se disse “surpreso” com o tarifaço do próprio governo do estado na conta de luz de 4,2 milhões de consumidores paranaenses.

Mas parece que não colou, por que agora o Genival encontrou um panfleto falso, apócrifo, tentando jogar de novo a culpa do aumento da conta da luz na presidenta Dilma e na senadora Gleisi Hoffmann, ambas do PT. Os panfletos não são assinados, mas o Genival meio que desconfia quem é seu autor, ou não?

O Genival é Fiscal do Requião, mas ele não gosta de mentiras nem de sujeiras.

Taca-lhe pau, Genival!

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via Brasil 247

Colunista Raymundo Costa, do Valor, diz que ideia de renúncia seguida do apoio a candidata do PSB, Marina Silva, ronda o presidenciável tucano Aécio Neves: “Em áreas afins de sua campanha e do próprio PSDB, esta saída é vista como a melhor maneira de despachar o PT já no primeiro turno, sem correr o risco de uma eventual virada no segundo turno”; assessor direto de Aécio, Danilo de Castro disse que isso não teria o menor cabimento e que ideia nunca foi colocada em discussão.

Colunista Raymundo Costa, do Valor, diz que ideia de renúncia seguida do apoio a candidata do PSB, Marina Silva, ronda o presidenciável tucano Aécio Neves: “Em áreas afins de sua campanha e do próprio PSDB, esta saída é vista como a melhor maneira de despachar o PT já no primeiro turno, sem correr o risco de uma eventual virada no segundo turno”; assessor direto de Aécio, Danilo de Castro disse que isso não teria o menor cabimento e que ideia nunca foi colocada em discussão.

Em meio aos rumores de que Aécio Neves (PSDB) poderia desistir da candidatura, tanto para que aumentasse as chances de que Marina Silva (PSB) vencesse no primeiro turno, tanto para “salvar” a campanha em Minas Gerais, o nome de confiança de Aécio no estado, Danilo de Castro, disse que a hipótese é completamente fora de cogitação, de acordo com informações do jornal Valor Econômico.

Nos últimos dias, surgiram alguns rumores de que Aécio poderia renunciar a sua candidatura à presidência e se candidatasse ao governo de seu estado, uma vez que o candidato do PSDB ao governo, Pimenta da Veiga, estaria atrás nas pesquisas de intenção de voto em relação à Fernando Pimental (PT). Algumas publicações chegaram a citar uma postagem de um coordenador de redes sociais do PSDB no Facebook que sugeria que, “se Marina passar muito Aécio, ele sai, apoia ela (sic), ganha no primeiro turno, e vira Governador de Minas Gerais”. (mais…)

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O candidato ao Senado pelo PCdoB, Ricardo Gomyde, defendeu ontem à noite (1) o fim do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão porque, segundo ele, está sendo desvirtuado da finalidade. “Está sendo usado para falar mentiras”, justifica.

“O meu adversário, por exemplo, como ele não tem nada para mostrar do que fez para o Paraná nos mais de 20 anos em que ele foi senador, ele vota ao século passado para falar de seu tempo como governador”, criticou Gomyde, referindo-se ao senador Álvaro Dias (PSDB) que tenta a reeleição.

Não é a primeira vez que o candidato ao Senado da coligação Paraná Olhando Pra Frente, liderada pela senadora Gleisi Hoffmann (PT), abre fogo contra o tucano. Na sexta-feira (29), Gomyde levou ao ar imagens de uma passeata de professores lembrando o fatídico 30 de agosto de 1988 (clique aqui).

“Jogar cavalo em cima de professor, comigo nunca”, disse Ricardo Gomyde na televisão, sugerindo a aposentadoria de Álvaro.

O tucano foi à Justiça pedindo direito de resposta, mas o juiz Leonardo Castanho Mendes, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), julgou improcedente a solicitação:

“O protesto existiu, o enfrentamento com policiais da cavalaria existiu e o representante era, à época, Governador do Estado”, decidiu o magistrado.

“Por essas e outras, defendo o fim do horário eleitoral gratuito. Defendo que sejam realizados debates ao vivo entre os candidatos, transmitidos por todas as redes de rádio e TV ao mesmo tempo”, propôs o candidato do PCdoB.

Gomyde sugere ainda que nos debates os candidatos poderão expor suas ideias e se contrapor aos seus adversários. “Tudo sem interferência de marqueteiros e da mágica da propaganda. Tudo real”, desafia.

Será que Álvaro Dias vai encarar Gomyde ou vai “afrouxar o sutiã”? Aguardemos.

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“Galo Ezequias” passa a animar comentários ao vivo de Requião sobre o horário eleitoral na internet; segundo o senador, brinquedinho será acionado toda vez que “mentiras” do governador Beto Richa forem analisadas; candidato do PMDB cria ambiente bagunçado que lembra muito os programas de auditório de Abelardo Barbosa, o Chacrinha, gênio que dominou a televisão brasileira entre 1950 e 1980; Ezequias Moreira, atual secretário Especial do Cerimonial do Governo do Paraná, também conhecido como “Homem da Sogra Fantasma”, era chefe de gabinete do candidato do PSDB na Prefeitura de Curitiba e na Assembleia Legislativa do Paraná.

“Galo Ezequias” passa a animar comentários ao vivo de Requião sobre o horário eleitoral na internet; segundo o senador, brinquedinho será acionado toda vez que “mentiras” do governador Beto Richa forem analisadas; candidato do PMDB cria ambiente bagunçado que lembra muito os programas de auditório de Abelardo Barbosa, o Chacrinha, gênio que dominou a televisão brasileira entre 1950 e 1980; Ezequias Moreira, atual secretário Especial do Cerimonial do Governo do Paraná, também conhecido como “Homem da Sogra Fantasma”, era chefe de gabinete do candidato do PSDB na Prefeitura de Curitiba e na Assembleia Legislativa do Paraná.

Latidos de cachorro ao fundo, sussurros da assessoria, atendimentos às ligações de telefones celulares. “Alô, Caito… Alô, Zacharow…”, atendeu Roberto Requião (PMDB), candidato ao governo do Paraná, interrompendo ao vivo comentários que faz nas segundas, quartas e sextas-feiras após horário eleitoral na televisão.

É neste cenário tumultuado que Requião apresentou ontem à noite aos telespectadores/internautas um galo plástico que cacareja ao ser apertado. A confusão tem um quê do auditório do Chacrinha, o Velho Guerreiro, gênio da televisão brasileira.

“Conheça o ‘galo Ezequias’ que participa do meu programa de avaliação do horário eleitoral”, reapresentou na manhã desta terça-feira (2) pelo Twitter.

A ideia do peemedebista é acionar o brinquedinho toda vez que comentar uma “mentira” contada pelo governador Beto Richa (PSDB) no horário eleitoral. Quando apertado, “Galo Ezequias” emite um sinal sonoro.

“A opinião critica do Galo Ezequias esta abalando toda ridícula fantasia do marketing do Beto Richa. Cocoricó!”, explica o candidato do PMDB.

A TV caseira de Requião foi concebida para driblar a falta de tempo na propaganda partidária. Ele tem dois minutos e 36 segundos contra quase 9 minutos do candidato do PSDB.

Acerca de Ezequias (mais…)

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Enio Verri, em sua coluna desta terça-feira, afirma que os discursos do “apolítico” e da “nova política”, travestidos em velhas figurinhas, algumas até fichas sujas, trazem à tona um projeto conhecido e reprovado pelos brasileiros. “O que seria o novo, não é tão novo assim, e, muito menos representa grandes mudanças”, anota o colunista ao observar que os avanços no país não permitem radicalismos econômico nem religioso; “É nas urnas que vamos escolher se o Brasil continua se desenvolvendo ou irá regredir, se avançamos para o futuro ou se queremos voltar atrás nos tempos da inflação descontrolada, confisco da poupança, desemprego, fim das políticas sociais e de programas como Minha Casa Minha Vida, dependência do Fundo Monetário Nacional (FMI), o abandono do pré-sal, entre outras dificuldades”; leia o texto e compartilhe.

Enio Verri, em sua coluna desta terça-feira, afirma que os discursos do “apolítico” e da “nova política”, travestidos em velhas figurinhas, algumas até fichas sujas, trazem à tona um projeto conhecido e reprovado pelos brasileiros. “O que seria o novo, não é tão novo assim, e, muito menos representa grandes mudanças”, anota o colunista ao observar que os avanços no país não permitem radicalismos econômico nem religioso; “É nas urnas que vamos escolher se o Brasil continua se desenvolvendo ou irá regredir, se avançamos para o futuro ou se queremos voltar atrás nos tempos da inflação descontrolada, confisco da poupança, desemprego, fim das políticas sociais e de programas como Minha Casa Minha Vida, dependência do Fundo Monetário Nacional (FMI), o abandono do pré-sal, entre outras dificuldades”; leia o texto e compartilhe.

Enio Verri*

A garantia de ir às urnas e escolher quem governará o Brasil e o Paraná nem sempre esteve em nossas mãos. É um conquista de milhões de brasileiros e brasileiros que lutaram contra a violência e repressão do regime militar.

A luta árdua pela redemocratização do Brasil e a garantia de direitos fundamentais concedeu a oportunidade de escolhermos o projeto político que melhor nos representa. Um projeto que vai além da escolha de um nome e assegura uma série de políticas públicas de desenvolvimento social, econômico, cultural, etc.

O voto é um instrumento essencial para a melhora na qualidade de vida de todos os brasileiros e, não pode de jeito nenhum, ser utilizado de uma forma desinteressada e mecanismo de troca de favores. É nas urnas que vamos escolher se o Brasil continua se desenvolvendo ou irá regredir.

A política não pode ser renegada a preço de ressuscitarmos tudo de ultrapassado que um dia convivemos neste País. Inflação descontrolada, confisco da poupança, desemprego, fim das políticas sociais e de programas como Minha Casa Minha Vida, dependência do Fundo Monetário Nacional (FMI), o abandono do pré-sal, entre outras dificuldades.

Os discursos do “apolítico” e da “nova política”, travestidos em velhas figurinhas, algumas até fichas sujas, trazem à tona um projeto conhecido e reprovado pelos brasileiros. O que seria o novo, não é tão novo assim, e, muito menos representa grandes mudanças.

Os avanços do sistema político não passam pelo desrespeito à Constituição Federal que determina as funções e participação do legislativo e, nem pelo radicalismo econômico e religioso. A mudança está nas mãos daqueles que já transformaram o País.

O Brasil que queremos está centrado na eleição de um projeto político, que envolve diversos atores e planejamento público compromissados com o desenvolvimento brasileiro, a escolha de legisladores competentes, com as mudanças e participação popular.

Só assim seremos capazes de avançar na reforma política, federativa, urbana e dos serviços públicos sem que regressamos ao desemprego, salário mínimo desvalorizado, inflação descontrolada, crise econômica, aumento nas falência que tanto nos assombrou na década de 90.

*Enio Verri é deputado estadual, presidente do PT do Paraná e professor licenciado do departamento de Economia da Universidade Estadual do Paraná. Escreve nas terças sobre poder e socialismo.

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Charge de Samuca para o Diário de Pernambuco

Charge de Samuca para o Diário de Pernambuco

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capa-2-9-14Jornais do Paraná

- Gazeta do Povo: Relatório do TCU aponta nepotismo em 81 contratos da Petrobras

- Bem Paraná: Com deputados em campanha, Assembleia cancela sessões

- Jornal Metro: Com medo, agentes de trânsito passam a trabalhar em duplas

- Jornal de Londrina: Região Norte tem vagas para 3 mil caminhoneiros

- Folha de Londrina: Movimento no aeroporto de Londrina cresce acima da média nacional

- Correio do Cidadão: Richa usa dinheiro de caixa dois na campanha, acusa Requião

- O Diário (Maringá): Rede pública bate particular na graduação de professores

- Diário dos Campos: Ponta Grossa ampliará rede de energia elétrica

- Jornal da Manhã: Motoristas de PG acumulam dívida de R$ 12,2 mi com IPVA

- O Paraná: ONU pede abriga a refugiados no Paraná

- Gazeta do Paraná: Beber já está preso, mas ainda continua vereador

- Jornal Hoje: Socorro por alagamentos vai injetar R$ 30 milhões

- Gazeta do Iguaçu: Ministro da Pesca abre hoje o Aquaciência 2014

- Diário do Noroeste: Juízes de Paranavaí convencem jovens sobre a importância dos estudos

- Tribuna de Cianorte: Trabalhadores do transporte coletivo ameaçam greve

- Umuarama Ilustrado: Arroba do boi sobe mais de 10% e dificulta a vida do consumidor

- Tribuna do Norte: 13° garante R$ 38 milhões para aposentados da região

Jornais de outros estados

- Globo: Venda de carros cai 17% apesar de estímulo a credito

- Folha: Dilma e Marina polarizam debate presidencial

- Estadão: Dilma reage a Marina e defende lei anti-homofobia

- Correio Braziliense: Juro para a compra de carro cai abaixo de 1%

- Valor: Bancos buscam saídas não ortodoxas para o crédito

- Estado de Minas: Desprotegidas

- Zero Hora: Supersafra ano III

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Felipe Patury, na Época

Murilo Hidalgo, presidente da Paraná Pesquisa, à revista Época, disse nesta segunda-feira (1º) que Marina Silva passará por uma prova de fogo na semana que vem; ele traçou dois cenários possíveis para a candidata do PSB: 1- bateu no teto e começa cair a partir do Datafolha e 2- continua a trajetória de alta ou mantém o resultado da última pesquisa do Ibope.

Murilo Hidalgo, presidente da Paraná Pesquisa, à revista Época, disse nesta segunda-feira (1º) que Marina Silva passará por uma prova de fogo na semana que vem; ele traçou dois cenários possíveis para a candidata do PSB: 1- bateu no teto e começa cair a partir do Datafolha e 2- continua a trajetória de alta ou mantém o resultado da última pesquisa do Ibope.

A pergunta expressa no título desta notícia espelha o momento atual da eleição, diz Murilo Hidalgo, diretor do instituto Paraná Pesquisas. E ela será respondida em consequência do debate dos presidenciáveis de hoje.

“Marina Silva é como (o ex-presidente Luiz Inácio) Lula (da Silva), em quem nada colava?”.

Em caso positivo, ela tende a, no mínimo, manter o empate técnico em primeiro lugar com a presidente Dilma Rousseff, registrado na última pesquisa do Ibope.

Para Hidalgo, o debate de hoje e próxima pesquisa Datafolha, que deve ser divulgada ainda nesta semana, mostrará um dos seguintes cenários.

Ele resume o primeiro assim: “Marina bateu num teto, passa a apontar uma trajetória de queda e terá de lidar com avaliações de que só cresceu por causa da emoção em torno da morte do candidato Eduardo Campos”.

Eis o outro: “Marina continua a trajetória de alta ou mantém o resultado da última pesquisa. Nesse caso, nem precisa crescer mais, porque já aparece como favorita. O risco para os candidatos Aécio Neves (PSDB) e Dilma é se ela subir ainda mais e assumir a liderança, indicando a formação de uma onda no eleitorado”.

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Como já era esperado, o debate foi polarizado pela presidenta Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB). O candidato tucano ficou em terceiro plano, refletindo as pesquisas de opinião. "Uma lista de promessas genéricas não é suficiente", disse presidente à candidata do PSB. Acusado de ser "laranja" de Aécio Neves (PSDB), contra o PT, o candidato Levy Fidelix partiu para o ataque no debate encerrado nesta noite pelo SBT. A pergunta de Kenedy Alencar, da Folha, gerou revolta no candidato do PRTB, que acusou o jornal de ser "vendido".

Como já era esperado, o debate foi polarizado pela presidenta Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB). O candidato tucano ficou em terceiro plano, refletindo as pesquisas de opinião. “Uma lista de promessas genéricas não é suficiente”, disse presidente à candidata do PSB. Acusado de ser “laranja” de Aécio Neves (PSDB), contra o PT, o candidato Levy Fidelix partiu para o ataque no debate encerrado nesta noite pelo SBT. A pergunta de Kenedy Alencar, da Folha, gerou revolta no candidato do PRTB, que acusou o jornal de ser “vendido”.

Acusado de ser “laranja” de Aécio Neves (PSDB), contra o PT, o candidato Levy Fidelix partiu para o ataque no debate encerrado nesta noite pelo SBT. A pergunta de Kenedy Alencar, da Folha, gerou revolta no candidato do PRTB, que acusou o jornal de ser “vendido”.

Como já era esperado, o debate foi polarizado pela presidenta Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB). O candidato tucano ficou em terceiro plano, refletindo as pesquisas de opinião.

“Uma lista de promessas genéricas não é suficiente”, disse presidente à candidata do PSB.

“A candidata não reconhece seus erros”, retrucou Marina.

O debate com os candidatos à Presidência da República foi transmitido ao vivo pelo Blog do Esmael.

Também participam do debate Pastor Everaldo (PSC), Luciana Genro (PSOL) e Eduardo Jorge (PV).

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DA FOLHA DE S. PAULO
ESTELITA HASS CARAZZAI, DE CURITIBA

O candidato Roberto Requião (PMDB) oferece ‘barra de ouro’ em transmissão pela internet em que comenta o horário político. TV caseira do peemedebista que vai ao ar nas segunda, quartas e sextas-feiras, às 21h20, depois da propaganda partidária, que tem convidados especiais, críticas ácidas ao adversário preferencial Beto Richa (PSDB) chama a atenção nacional; inovação do senador que luta pelo quarto mandato no Palácio Iguaçu foi matéria hoje na Folha de S. Paulo.

O candidato Roberto Requião (PMDB) oferece ‘barra de ouro’ em transmissão pela internet em que comenta o horário político. TV caseira do peemedebista que vai ao ar nas segunda, quartas e sextas-feiras, às 21h20, depois da propaganda partidária, que tem convidados especiais, críticas ácidas ao adversário preferencial Beto Richa (PSDB) chama a atenção nacional; inovação do senador que luta pelo quarto mandato no Palácio Iguaçu foi matéria hoje na Folha de S. Paulo.

Candidato ao governo do Paraná, o senador Roberto Requião (PMDB) tem estrelado na internet, logo após o horário eleitoral, um “programa de comentários” da propaganda oficial.

Toda segunda, quarta e sexta-feira, logo após o horário eleitoral dos candidatos ao governo, Requião liga uma câmera em sua casa e comenta os programas do dia, criticando, com o humor cáustico habitual, seus principais rivais: Beto Richa (PSDB) e Gleisi Hoffmann (PT).

Às vezes, chama políticos convidados, que sentam ao seu lado e também fazem comentários. Convoca os internautas a enviarem perguntas pela internet, que lê e responde ao vivo.

O programa eleitoral de Gleisi, diz ele, “parece produção de Hollywood”, e Richa está “plastificado” e é só “musiquinha para lá e para cá”.

O tucano, candidato à reeleição e que disputa a liderança com Requião nas pesquisas, é seu principal alvo. O “menino moreno”, como diz o senador, é acusado de gastar dinheiro demais em propaganda e só falar “com teleprompter e cromaqui [chroma key]”.

“Mas que está bonito o programa do Beto, está. Eu não tenho esse dinheiro todo para fazer um programa maravilhoso, mas estou aqui”, diz Requião, ex-governador por três mandatos.

O momento de maior repercussão entre os internautas até agora foi quando o peemedebista fez as vezes de Silvio Santos: prometeu enviar uma barra de ouro (cenográfica, na verdade) a quem apresentasse um projeto do atual governador que tivesse dado certo.

“Manda o endereço que eu envio. Mas tem que ser um programa que exista de verdade”, disse, chacoalhando a barrinha de mentira. (mais…)

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Luiz Fernando Pereira, advogado e consultor jurídico, fará uma palestra sobre riscos jurídicos e orientações dos tribunais na Câmara de Comércio Americana (Amcham-Curitiba), na quarta-feira, 03 de setembro.  A palestra será parte do evento “Empreendedorismo no Brasil” da Amcham.

Luiz Fernando Pereira, advogado e consultor jurídico, fará uma palestra sobre riscos jurídicos e orientações dos tribunais na Câmara de Comércio Americana (Amcham-Curitiba), na quarta-feira, 03 de setembro. A palestra será parte do evento “Empreendedorismo no Brasil” da Amcham.

O advogado e consultor nas áreas de Direito Público e Privado, Luiz Fernando Pereira, ministra a palestra “Mapeando Riscos Jurídicos e Decifrando a Orientação dos Tribunais” nesta quarta-feira, 3 de setembro, às 9h40, na Câmara de Comércio Americana (Amcham-Curitiba).

A palestra integra o evento da Amcham-Curitiba – Empreendedorismo no Brasil – que traz a Curitiba, também no dia 3 de setembro, o sócio-proprietário da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, Mark Neeleman.

Luiz Fernando é graduado pela PUC e Doutor e Mestre em Direito Processual Civil pela UFPR. É professor de Direito da Pós-Graduação do Instituto Romeu Bacellar e da Escola da Magistratura do Paraná e autor de livros e de inúmeros artigos, cursos e palestras na área do Direito Processual Civil e do Direito Empresarial.

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O governador-candidato Beto Richa (PSDB), perdeu mais uma na Justiça Eleitoral. Desta vez, tentaram censurar uma música (jingle) de campanha da candidata Gleisi Hoffmann (PT), que seria ofensiva a Richa por questionar suas promessas não cumpridas. O pedido de liminar foi negado pois o Juiz entendeu que não há ofensa, somente crítica a atuação política do governador.

O governador-candidato Beto Richa (PSDB), perdeu mais uma na Justiça Eleitoral. Desta vez, tentaram censurar uma música (jingle) de campanha da candidata Gleisi Hoffmann (PT), que seria ofensiva a Richa por questionar suas promessas não cumpridas. O pedido de liminar foi negado pois o Juiz entendeu que não há ofensa, somente crítica a atuação política do governador.

Já virou rotina. O governador-candidato Beto Richa (PSDB), sua vice Cida Borguetti (PROS) e sua equipe de advogados perderam mais uma na Justiça Eleitoral ao tentar censurar um jingle da candidata Gleisi Hoffmann(PT), em que são questionadas as promessas não cumpridas por Richa que mesmo assim tenta a reeleição.

Os advogados de Richa sustentaram que o jingle seria ofensivo à sua honra na medida em que lhe imputa a pecha de mentiroso e enganador, o que lhe atingiria e a honra, a dignidade e a credibilidade, lhe prejudicando na disputa. Confira o trecho citado na ação:

“Para o Governador que prometeu quase tudo na última eleição e não cumpriu quase nada, e agora promete tudo de novo, cante essa canção: É papo furado, é conversa mole pra boi dormir. Quer me enrolar, quer me enganar e me engrupir. “

Mas o Juiz Auxiliar Leonardo Castanho Mendes não acolheu a tese de Richa e justifica em seu despacho: ”Não constatei que a mesma tenha o condão de ofender ou denegrir a imagem do candidato representante. Ela trata de críticas à sua atuação política, ao cumprimento – ou a ausência de cumprimento – de suas promessas de campanha.” Anotou o Juiz. (mais…)

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Campanha de Gleisi Hoffmann, ao governo do Paraná, poderá ser influenciada pela subida de Marina Silva nas pesquisas; explica-se: PT necessitará negociar mais com aliados (leia-se Requião) visando o segundo turno de Dilma; antes do Datafolha, porém, petistas adotavam o lema "distraídos venceremos" -- o mesmo que levou Gustavo Fruet (PDT) para o segundo turno em Curitiba, na eleição de 2012.

Campanha de Gleisi Hoffmann, ao governo do Paraná, poderá ser influenciada pela subida de Marina Silva nas pesquisas; explica-se: PT necessitará negociar mais com aliados (leia-se Requião) visando o segundo turno de Dilma; antes do Datafolha, porém, petistas adotavam o lema “distraídos venceremos” — o mesmo que levou Gustavo Fruet (PDT) para o segundo turno em Curitiba, na eleição de 2012.

A campanha da senadora Gleisi Hoffmann (PT) ao Palácio Iguaçu, antes da pesquisa Datafolha, que colocou Marina Silva (PSB) em condição de igualdade com a presidenta Dilma Rousseff (PT), dizia que levava a sério aquela máxima extraída do título de livro do poeta curitibano Paulo Leminski: ‘Distraídos venceremos’.

Traduzindo: os petistas acreditavam que os índices oscilando entre 11% (Datafolha) e 14% (Ibope) fatalmente melhorariam até 5 de outubro, em viés de crescimento, possibilitariam a Gleisi disputar o segundo turno com o governador Beto Richa (PSDB).

O diabo é que no meio do caminho surgiu uma Marina. Uma Marina surgiu no meio do caminho. Agora o PT precisará negociar mais com o próprio PT e o aliado Roberto Requião (PMDB), isto é, se o projeto principal ainda consistir na reeleição de Dilma.

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O Senador Roberto Requião (PMDB), candidato ao governo do Paraná, no último sábado (30), em Curitiba, acusou o governador Beto Richa (PSDB) de utilizar R$ 100 milhões com dinheiro de caixa dois na campanha durante reunião com 3,1 mil correligionários:

“Eles têm, segundo dizem e se gabam, R$ 100 milhões para fazer a campanha. É o dinheiro do caixa dois, retirado do aumento da luz e da água. E compraram 16 partidos. É o PSDB e mais dezesseis adquiridos, totalizando 17 legendas, o que dá um tempo formidável na televisão quando nós temos pouco mais que nada. Eles têm 640 candidatos patrocinados pelo caixa dois fazendo campanha no estado inteiro”, discursou Requião.

Em 2009, Richa foi acusado de comprar candidatos a vereador para formar uma ala dissidente no PRTB na eleição que o reelegeu meses antes na Prefeitura de Curitiba. Na época, a acusação era de que o tucano autorizara o funcionamento do Comitê Lealdade com dinheiro de caixa dois. O candidato do PSDB se livrou da denúncia em 2010 quando renunciou ao cargo de prefeito para concorrer ao Governo do Paraná.

No começo de agosto, Richa deixou de prestar contas à Justiça Eleitoral. Mesmo confeccionando materiais de propaganda, contratando pessoas e serviços, ele declarou “zero” de gasto na campanha. Depois de denúncia da campanha de Gleisi Hoffmann (PT), o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) obrigou o governador prestar contas. Ele o fez em forma de retificação, onde apresentou arrecadação de R$ 2,1 milhões.

A Procuradoria Regional Eleitoral do Ministério Público Federal abriu procedimento de investigação de caixa dois na campanha de Beto Richa. O parecer é do procurador Alessandro José Fernandes de Oliveira (clique aqui).

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Beto Richa é autor de representação mais ridícula que o Tribunal Regional do Paraná já recebeu em sua história; Folha de S. Paulo registrou, nesta segunda-feira, a história da alcunha "Kinder Ovo" dada semana passada ao tucano pela petista Gleisi Hofffmann no debate da Band Curitiba; se ficar brabo apelido pega feito carrapato, diz o ditado popular.

Beto Richa é autor de representação mais ridícula que o Tribunal Regional do Paraná já recebeu em sua história; Folha de S. Paulo registrou, nesta segunda-feira, a história da alcunha “Kinder Ovo” dada semana passada ao tucano pela petista Gleisi Hofffmann no debate da Band Curitiba; se ficar brabo apelido pega feito carrapato, diz o ditado popular.

Diz ditado o popular que apelido pega feito carrapato, se ficar brabo com a alcunha. Pois bem, o governador Beto Richa (PSDB) entrou na Justiça — e perdeu — contra a senadora Gleisi Hoffmann (PT) que o chamou de “Kinder Ovo” no debate da Band Curitiba, no último dia 28. Até o jornal Folha de S. Paulo achou graça, divulgando nacionalmente na coluna Painel:

Surpresa! A Justiça Eleitoral do Paraná negou pedido de Beto Richa para proibir Gleisi Hoffmann de chama-lo de “Kinder Ovo”. Segundo a petista ele se diz surpreso sempre que é confrontado com problemas no Estado.

Richa entrou com uma representação considerada a mais infantil e ridícula da história do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE).

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O senador Roberto Requião (PMDB), candidato ao Palácio Iguaçu, pelo Twitter, estranha a ausência da presidenta Dilma Rousseff (PT) nos cartazes da senadora Gleisi Hoffmann (PT) que também concorre ao governo do Paraná:

Requião se diz eleitor de Dilma, mas nega que tenha dito malcriação a respeito de Marina Silva (PSB) a quem considera uma amiga. “Discordo da posição dela em relação à independência do Banco Central, mas não fiz malcriação alguma como dizem por aí”, jura.

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Marina Silva deverá ser alvo de Aécio e Dilma, nesta segunda-feira (1º), no debate promovido pelo SBT; Blog do Esmael entrará em rede na tarde de hoje, às 17h45, na transmissão ao vivo do segundo debate com os candidatos à Presidência da República; confronto ocorre à luz do Datafolha que aponta candidatas do PSB e PT empatadas com 34% e do PSDB em terceiro com 15%; assista aqui.

Marina Silva deverá ser alvo de Aécio e Dilma, nesta segunda-feira (1º), no debate promovido pelo SBT; Blog do Esmael entrará em rede na tarde de hoje, às 17h45, na transmissão ao vivo do segundo debate com os candidatos à Presidência da República; confronto ocorre à luz do Datafolha que aponta candidatas do PSB e PT empatadas com 34% e do PSDB em terceiro com 15%; assista aqui.

O Blog do Esmael entrará em rede na tarde desta segunda-feira (1º), às 17h45, na transmissão ao vivo do segundo debate com os candidatos à Presidência da República.

Será o primeiro confronto após pesquisa Datafolha apontar empate entre Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB), com 34%. Aécio Neves (PSDB) aparece com 15%, em terceiro lugar.

Além dos três principais oponentes na disputa presidencial, participarão os candidatos Pastor Everaldo (PSC), Eduardo Jorge (PV), Luciana Genro (PSOL) e Levy Fidelix (PRTB). (mais…)

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Marcelo Araújo, em sua coluna desta segunda-feira, lamenta a morte do agente de trânsito Reinaldo Lopes, de 50 anos, executado na última sexta-feira (29) com quatro tiros no bairro CIC; "O prefeito Gustavo Fruet esteve com os agentes demonstrando sua solidariedade e lamentar o ocorrido. Justo, mas insuficiente. Já falei anteriormente, esse é o papel de soldado, não de comandante", critica o colunista, que reivindica concurso na Secretaria de Trânsito e o emprego de membros da Guarda Municipal para atuarem como agentes de trânsito; leia o texto e compartilhe.

Marcelo Araújo, em sua coluna desta segunda-feira, lamenta a morte do agente de trânsito Reinaldo Lopes, de 50 anos, executado na última sexta-feira (29) com quatro tiros no bairro CIC; “O prefeito Gustavo Fruet esteve com os agentes demonstrando sua solidariedade e lamentar o ocorrido. Justo, mas insuficiente. Já falei anteriormente, esse é o papel de soldado, não de comandante”, critica o colunista, que reivindica concurso na Secretaria de Trânsito e o emprego de membros da Guarda Municipal para atuarem como agentes de trânsito; leia o texto e compartilhe.

Marcelo Araújo*

Na última sexta-feira dia 29, às 21h40h, recebo a notícia com imagem de que um agente da Setran havia sido executado na CIC com 4 tiros. Antes que alguém conclua que o comentário de hoje é oportunista com a tragédia, importante é que se conheça minha relação com os agentes. Ela começou de forma mais próxima em meados de 2008, quando ministrei treinamento para 6 grupos de 50, totalizando os 300 da época, criando uma proximidade muito saudável.

Em 2012, na condição de secretário, havia um efetivo próximo aos 400. Não tem como entender o trabalho deles se você não sair na viatura nos diversos turnos, não ficar acompanhando o trabalho de orientação em cruzamento quando o semáforo dá pane e a chuva é torrencial. Por mais que alguns não acreditem, eles são seres humanos, têm família, ficam doentes. Ah, importante lembrar que os 300 remanescentes não ficam 24 horas na rua todos os dias, eles precisam se revezar, descansar, são humanos.

Os agentes constantemente são agredidos física, verbal e moralmente. Adotei a postura de acompanhar pessoalmente em delegacia e em juízo qualquer fato dessa natureza, pois entendo que se pequenos fatos não forem reprimidos, grandes tragédias podem acontecer. Entre setembro/2011 e janeiro/2012, Curitiba ficou privada do trabalho dos agentes e em pouco tempo isso foi sentida. Aquela aparente sensação de liberdade virou bagunça sem sua atuação.

Reinaldo Lopes tinha 50 anos, iria se aposentar em breve. Foi sozinho fazer um atendimento na CIC, em região insegura. Há situações que é inadmissível o atendimento solitário. No último sábado o prefeito Gustavo Fruet esteve com os agentes demonstrando sua solidariedade e lamentar o ocorrido. Justo, mas insuficiente. Já falei anteriormente, esse é o papel de soldado, não de comandante.

O lamento tem que vir acompanhado de proposta concreta de melhora nas condições de trabalho.

O prometido concurso, sempre soubemos, é um projeto distante nesse momento. Talvez seja a hora, prefeito, de analisar minha sugestão de credenciar alguns Guardas Municipais como agentes, para atendimentos em determinadas regiões onde ela já está presente, armada, com colete e em dupla.

No trânsito já virou jargão que não é acidente quando procedimentos e comportamentos seguros são negligenciados. Além da apuração do responsável direto, que deu os tiros, creio que se aguarda uma resposta dos responsáveis indiretos, a começar pelo ápice da pirâmide. Prefeito, com a palavra.

*Marcelo Araújo é advogado, presidente da Comissão de Trânsito, Transporte e Mobilidade da OAB/PR. Escreve nas segundas-feiras para o Blog do Esmael.

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