
Betogate Richa e Osmar Dias não chegam a um acordo sobre candidatura única.
Para quem não acompanha a política cotidiana no estado, trata-se da coligação que quase elegeu o senador Osmar Dias, do PDT, em 2006, ao governo do estado e que reelegeu o prefeito de Curitiba, Betogate Richa, do PSDB, em 2008, cujo consórcio ainda agasalhava o DEM e o PP.
Betogate roeu a corda de um suposto acordo em que apoiaria novamente Osmar para o governo em 2010. Achou-se forte e lançou-se ao desafio de chegar ao Palácio Iguaçu solitariamente.
Antes, porém, Betogate terá de pular um obstáculo interno chamado (senador) Alvaro Dias, que também quer a cadeira ocupada pelo governador Roberto Requião, do PMDB.
O simples fato de Betogate cogitar uma candidatura ao governo do estado rachou os ex-aliados da “grande aliança”, que não resistiu ao grande teste.
Parte do DEM quer ficar ao lado de Osmar; outra parte sonha marchar com Betogate.
E o PT? Ora, o PT está no meio deste tiroteio. Trava uma disputa “ideológica” (inglória) com o DEM para ver quem fica com Osmar! (sic).
Quem está rindo à toa desta fuzarca toda é o vice-governador Orlando Pessuti, que acompanha essa pancadaria no arraial da direita a uma distância prudencial.



O BETO “CHUPOU” TODO O LARANJAL DO OSMAR E JOGOU O BAGAÇO FÓRA. ISSO É BEM FEITO PARA O “BARBA” CONFIAR NESSA QUADRILHA DO BETO LERNER. OS “GURUS” DO BETO, HEINS, HERMAS BRANDÃO, E ALEXANDRE KURY EZEQUIAS MOREIRA, O CARA DA SÓGRA, O ROSSONI E O AFONSINHO, NÃO QUEREM NEM OUVIR FALAR DOS IRMÃOS DIAS.
Depois desse “racha” com quem vai ficar o jornalista Silvio Sebastiani? Fica com o Beto ou com o Alvaro e seu irmão. Acho que ele fica com o Beto e o cargo do filho na Prefeitura. Esse tal jantar com o Pepe, irmão do Beto diz tudo.