Requião não quis indicar superintendente da Agricultura no Paraná, diz ex-ministra

A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), ministra da Agricultura no governo Dilma, deverá usar a tribuna nesta terça-feira (21) para confirmar a influência do ministro da Justiça Osmar Serraglio (PMDB-PR) na ‘Carne Fraca’. Além disso, a parlamentar também deverá repetir que o correlegionário e colega de Senado Roberto Requião (PMDB-PR) rejeitou a indicação de superintendente na pasta.

A ex-ministra afirma que “convidou” Requião para indicar uma pessoa para comandar a superintedência do Paraná. No entanto, recorda Kátia, Requião não quis saber de apadrinhar ninguém para o cargo.

Por outro lado, Kátia Abreu relata que o agora deputado licenciado Osmar Serraglio, ministro da Justiça de Michel Temer, pressionou pela permanência do servidor Gil Bueno de Magalhães no estratégico cargo.

“Os rumores eram intensos de que havia por trás daquilo um esquema de parlamentares com fiscais, para conseguir favores e facilidades de forma corrupta”, declarou Requião ao blog de Josias de Souza nesta segunda-feira (20).

Um consórcio mantinha Gil Bueno no cargo. Somando-se ao apoio de Serraglio, ele ainda era sustentado pelos deputados Dilceu Sperafico, Nelson Meurer e Ricardo Barros, licenciado do mandato para exercer o cargo de ministro da Saúde.

  • Sergio L

    Esse serragio até que é uma boa pessoa, mas os seus chefes: temer, cunha e agora esse do grampo!

    • Carlos Noel Mazia

      Boa pessoa?! Valha-me meu Deus.

      • Sergio L

        Foi ironia. kkk

        • Carlos Noel Mazia

          Ah tá, desculpe a minha falha na percepção.

    • Pruda

      Boa pessoa do PT PcdoB PMDB PP Psol e PSDB??kkk

  • Tonico

    O interessante que para ganharem esses “trocados”, esses energúmenos causaram
    um prejuízo 500 vezes maior a toda a cadeia produtiva de produção de proteína
    animal; haja vista a suspensão das importações pela U. E. e China.
    Coisa de sem noção, de louco, literalmente esses escroques cagaram no mesmo
    prato em que comiam, se contaminaram a si e ao país todo.
    Fosse na China, e amargariam uma espera de um ou dois anos até a execução no
    paredão.
    E não adiantará argumentarmos que foram só 4 empresas entre centenas, que
    foram apenas alguns funcionários bandidos dentre tantos bons, bla-blá-blá…
    A imagem que passamos é a de república das bananas, país da gambiarra, e país
    da tomada de 3 pinos.
    Eles passarão a olhar os nossos produtos com desconfiança e lupa.
    A confiança foi quebrada ao meio, e as nossas receitas da agropecuária, também.
    Políticos. funcionários, e executivos, tem que ser punidos exemplarmente.