Há um ano iniciava greve histórica de 43 dias na educação do Paraná

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Professores e funcionários das 2,1 mil escolas do estado podem não ter conseguido vitórias econômicas expressivas com a greve de 2015, mas, na opinião do Blog do Esmael, eles obtiveram êxito na batalha das batalhas, a da comunicação, ou seja, politicamente conseguiram um feito que nenhum movimento antes conseguiu.

Professores e funcionários das 2,1 mil escolas do estado podem não ter conseguido vitórias econômicas expressivas com a greve de 2015, mas, na opinião do Blog do Esmael, eles obtiveram êxito na batalha das batalhas, a da comunicação, ou seja, politicamente conseguiram um feito que nenhum movimento antes conseguiu.

O Paraná não é mais o mesmo desde 9 de fevereiro de 2015, ou seja, há exato um ano, desde que fora deflagrada a greve dos educadores. Eles buscavam – e ainda buscam – dignidade, respeito, manutenção da ParanáPrevidência e dos quinquênios, auxílio-transporte, cumprimento de acordos de reajustes, enfim, propunham a justa bandeira “nenhum direito a menos”.

Pois bem, o Paraná não é mais o mesmo desde então porque o governador Beto Richa (PSDB) também já não é o mesmo. Antes, o tucano ostentava popularidade na casa dos 70%. Hoje, segundo o instituto Paraná Pesquisas, ele tem a pior avaliação do país com quase 80% de reprovação.

Além disso, o governador do PSDB corre o risco de ir para a cadeia ainda durante seu mandato, de acordo com reportagem da revista Veja – que é alinhada ao tucanato nacional – em virtude de corrupção na Receita Estadual e na educação (Operações Publicano e Quadro Negro, respectivamente).

Fevereiro é um mês especial para os educadores paranaense porque lembra o início de todo o movimento paredista que culminou com o desmonte da farsa chamada Beto Richa.

Também é importante recordar a data 10 de fevereiro, que marcou a ocupação da Assembleia Legislativa do Paraná. O momento é igualmente histórico porque resultou no fim do da comissão geral (tratoraço) naquela Casa e na suspensão do pacotaço tucano que punha fim a conquistas do magistério e de servidores públicos. (Aqui faço um parêntese para recordar o patético e hilário camburão que transportou os deputados governistas. Como esquecê-los?).

Professores e funcionários das 2,1 mil escolas do estado podem não ter conseguido vitórias econômicas expressivas com a greve de 2015, mas, na opinião do Blog do Esmael, eles obtiveram êxito na batalha das batalhas, a da comunicação, ou seja, politicamente conseguiram um feito que nenhum movimento antes conseguiu.

A histórica greve da educação foi transmitida ao vivo pelo Blog do Esmael em parceria com a TV 15, do início ao fim, desde a assembleia que a deflagrou em 7 de fevereiro até a que a encerrou em 9 de junho de 2015. Foram 43 dias de greve que mudaram a política do Paraná.

Em relação ao massacre covarde ocorrido em 29 de abril, quando 213 ficaram feridos, é um capítulo à parte.

2 Comentários

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  1. Foi a greve contra o confisco do Paraná Previdência?
    Onde em 29 de abril teve o massacre?
    Não tem como esquecer mesmo!

  2. Credo! Este número enorme de comentários demonstra quão importante foi a referida greve. Que exagero de comentários… Um anônimo comentou. Foi uma greve sem rumo, onde, os perdedores foram os alunos e as famílias dos mesmos. O 29 de abril não vai repercutir na Educação, não adianta forçar. O fato mais importante deste dia é o meu aniversário.

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