Como alguém que vota contra o empresariado poderia dirigir a Fiep?!

via blog do à‚ngelo Rigon

O engenheiro Ramon Andres Doria, ex-presidente do Sinduscon por duas vezes, candidato a vice-presidente na chapa Fiep Independente!, em mensagem endereçada a empresários onde pede voto à  sua chapa sem medo! e sem aceitar intimidações ou imposições de pessoas alheias à  indústria!.

Ao se referir ao secretário (?) de Indústria e Comércio de Beto Richa, ele diz que este tem ! longa carreira política e nenhuma trajetória industrial! e lembra que, quando deputado federal, Barros votou a favor da continuidade da CPMF, votou contra o projeto do então deputado Hauly no caso da redução do ISS para as construtoras e incorporadoras, além de ter se posicionado a favor da redução da jornada de trabalho, o que se configuraria um verdadeiro crime! contra os empresários e a economia nacional. Como alguém que vota contra o empresariado poderia dirigir a Fiep?!.

Confira a íntegra da Carta:

Caro amigo empresário

As eleições da Fiep estão chegando e precisamos votar com consciência, sem medo. Escrevo porque você, assim como eu, tem a experiência e sabe da importância de termos a nossa federação bem comandada, dirigida por um representante do meio empresarial, com vivência na área sindical.

Participo do Sistema Fiep há muitos anos, fui presidente do Sinduscon Paraná por duas vezes por 10 anos, estive no Conselho do Senai e, há quatro, participo do Conselho do Sesi, além de coordenar o Conselho Temático de Responsabilidade Social da Fiep.

Por toda essa experiência considero que temos que delegar a maior entidade empresarial do Paraná a uma pessoa com bagagem industrial e com vivência empresarial e sindical. Alguém que esteja na ativa, que conheça as dificuldades de empreender, enfim, que tenha betoneira! e funcionários, como costumamos dizer no setor da construção civil.

Por outro lado, com longa carreira política e nenhuma trajetória industrial, o ex-deputado Ricardo Barros, votou a favor da continuidade da CPMF, votou contra o projeto do então Deputado Hauly no caso da redução do ISS para as construtoras e incorporadoras, além de ter se posicionado a favor da redução da jornada de trabalho, o que se configuraria um verdadeiro crime! contra os empresários e a economia nacional.
Como alguém que vota contra o empresariado poderia dirigir a Fiep? Como alguém que tem notório envolvimento com os três níveis do Poder Executivo, Prefeituras, Estado e União, poderia patrocinar as causas dos industriais, as quais, invariavelmente vão contra os interesses do Executivo?

Prefiro alguém capaz e confiável, como é o caso do Edson Campagnolo, há mais de 20 anos trabalhando duro no setor do vestuário, que sempre participou do sindicato e que conhece muito bem a Federação e as suas principais casas, SESI e SENAI.
Acredito que você, assim como eu, quer entregar a Presidência da nossa Federação para quem jamais freqà¼entou as páginas de jornais por irregularidades, ou respondeu a qualquer processo.

Olha, no dia 3 vamos votar sem medo. Não vamos aceitar intimidações ou imposições de pessoas alheias à  indústria. Vamos fechar com o Campagnolo, por uma Fiep independente.
Abraço a todos, e conto com vocês.

Ramon Andres Doria !“ Industrial da Construção Civil!

1 Comentário

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  1. Boa Ramon. O Barros não tem a menor legitimidade para presidir a FIEP.