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BNDES anuncia maior aporte financeiro para garantir inovação

* Na Fiep, Luciano Coutinho divulgou as estratégias dobanco para o desenvolvimento industrial

Em encontro na Federação das Indústrias do Paraná, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, anunciou um aumento no aporte de recursos financeiros para inovação. A reunião, com 500 empresários, foi aberta pelo Presidente da Fiep, Rodrigo da Rocha Loures, que apresentou as iniciativas da entidade voltadas à  inovação, desenvolvidas pelo Centro Internacional de Inovação (C2i).

Coutinho destacou os trabalhos da Fiep desde que a Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) foi criada, a partir de uma iniciativa da Confederação Nacional da Indústria, em 2009.

Como coordenador nacional da MEI, Rocha Loures defendeu, no mesmo ano, a criação pela Fiep do primeiro Centro Internacional de Inovação no Brasil, o C2i .

Nos demais estados os esforços ainda são por criar espaços de inovação. Aqui no Paraná a preocupação está em desenvolver e sustentar o que já foi criado. O exemplo da Fiep deveria ser seguido em todo o Brasil!, destacou Coutinho.

Investimentos

O presidente do BNDES anunciou aos empresários os esforços de investimentos do Governo Federal por meio do banco para aumentar a competitividade empresarial com base na inovação.

Entre as medidas de maior impacto está a renovação do Programa de Sustentação do Investimento, a nova Política de Desenvolvimento Produtivo, e o reforço de aporte financeiro à  Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Somente para a Finep o banco deverá repassar cerca de R$ 2 bilhões. Segundo Coutinho, a Financiadora tem maior capacidade técnica para investir em ideias inovadoras.

Além dessas medidas, o BNDES também deverá aumentar o aporte de recursos para os fundos de investimentos, como Venture Capital, Private Equity e Seed Money, e ampliar o desembolso para os bancos privados destinarem à s micro e pequenas empresas.

Para o presidente da Fiep, estes investimentos são importantes, mas ainda existem outros gargalos que atrapalham o desenvolvimento e a competitividade do setor produtivo no Estado, como a falta de investimento em infraestrutura.

Por isso temos que fortalecer a PDP. Porque ela não trata apenas de investimentos nas empresas, mas também da aplicação de recursos do setor público em infraestrutura. Nós sofremos muito aqui no Estado com problemas logísticos e com a falta de investimento dos governos nestes setores!, finaliza.

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